Avaliação Qualitativa e Quantitativa de Resíduos Sólidos
na área da Estação de Tratamento de Água (ETA) Cafezal
Cristina Ciappina Feijo
André Celligoi
Ângelo Spoladore
Resumo
Foram analisados os resíduos sólidos produzidos na área da ETA Cafezal, em Londrina, com o objetivo de fazer um diagnóstico da quantidade e qualidade do lixo produzido pelas áreas estudadas. Foram coletadas e pesadas nove amostras de lixo in natura em dias diferenciados no período de 4 a 22 de junho de 2001. Pesou-se 289,12 kg, sendo 114,37 kg composto por varrição. Dividiu-se a área em sete setores para verificar o tipo e a quantidade de lixo que cada um gerou, realizou-se uma comparação entre os materiais encontrados, e verificou-se também a sazonalidade. Extrapolou-se os resultados e obteve-se estimativas de médias diárias, mensais e anuais. Constatou-se que o papel e o plástico são os materiais predominantes nas amostragens realizadas. Concluiu-se que a Empresa tem potencial de reciclagem de lixo e as informações resultantes desta pesquisa podem ser úteis em programas de conscientização para a implantação da coleta seletiva, além de subsidiar os responsáveis de cada setor.
Palavras-chave: resíduos sólidos, quantificação e análise de resíduos, diagnóstico de resíduos, potencial de reciclagem
Abstract
Solid residues produced in the Cafezal Water Treatment Area, in Londrina, were analyzed with the objective of performing a diagnosis of the quantity and quality of garbage produced in the areas studied. Nine samples were collected and weighed in natura on different days during the period of June 4 to 22, 2001. A total of 289.12 kg were weighed, with 114.37 kg originating from sweeping. The area was divided into seven sectors in order to determine the type and amount of garbage that each one generated. A comparison was performed between the materials that were found, and the seasonality was also detemined. The results were extrapolated, leading to estimates for daily, monthly and annual amounts. It was determined that paper and plastic are the predominant materials in the samples that were gathered. We concluded that the company has the potential for recycling garbage and the resulting information from this research can be useful in awareness-raising programs for the establishment of selective garbage collection, as well as subsidizing those responsible for each sector.
Key words: solid residue, quantity and analysis of residue, diagnostic of residue, potential of recycling
Introdução
A natureza tem um ciclo equilibrado de renovação e sustentação onde tudo é reaproveitado, servindo de alguma forma como fonte de alimento para determinados seres vivos. Desta forma ocorre a limpeza em virtude do trabalho realizado sem a intervenção humana. O homem, neste contexto, desfruta dos recursos que a Terra oferece, levado pelo seu conhecimento, pelo desejo de inovar e pela necessidade natural de querer evoluir. Porém, percebe-se a falta de equilíbrio entre a necessidade de consumo e a compreensão dos fenômenos naturais. Por isso, é necessário pensar no futuro e ser responsável.
A evolução tecnológica verificada nos processos e produtos vem superando as expectativas do consumidor que dispõe de variedades, facilidades, bons preços e satisfação no consumo. Junto com a inovação veio a praticidade, e o homem tornou-se grande consumidor dos produtos descartáveis e desfruta destes recursos que no passado era privilégio de poucos, quando se praticava com maior freqüência o reuso e a racionalização, e não havia tanto consumo. O aumento de consumo reflete diretamente no meio ambiente provocando crescente escassez e conseqüente degradação dos recursos naturais.
Há uma tendência de crescimento intenso da população mundial que demandará maior consumo de água, energia e matéria-prima, e em decorrência, maior produção de lixo. A produção e a destinação dos resíduos sólidos é uma preocupação de âmbito nacional, pois o Brasil produz 241.614 toneladas de lixo por dia, dos quais 76% ficam a céu aberto, 23,3% recebem tratamento. 1.505 municípios possuem coleta de lixo; 66% deste lixo não têm coleta adequada (EMBRAPA, 1996: 67).
Segundo a ABNT, 1987, resíduos, no estado sólido e semi-sólido, são aqueles resultantes das atividades industriais, domésticas, hospitalares, comerciais, agrícolas, de serviços e de varrição. Incluem-se também os lodos gerados no processo de tratamento de água, além de líquidos que venham a poluir os rios e aqueles que prejudicam a eficiência de uma estação de tratamento de esgoto.
Lixo é tudo aquilo que as pessoas descartam, não querem mais, aquilo que não tem mais utilidade e é colocado em local público, sabendo-se que sua presença em determinados lugares é prejudicial à saúde (CALDERONI, 1999: 49). A riqueza e o potencial de reciclabilidade que existe no descarte de resíduos domésticos, industriais e públicos é incontestável, por isso a presente pesquisa serviu de instrumento para avaliar qualitativa e quantitativamente os resíduos sólidos produzidos na área da Estação de Tratamento de Água - ETA Cafezal em Londrina, Paraná, com a finalidade de obter dados científicos e confiáveis sobre o lixo produzido pelos setores estudados. Salienta-se que o diagnóstico obtido refere-se a um determinado período do ano e não expressa um resultado totalmente correto, pois o ideal seria coletar amostras durante os doze meses do ano, uma vez por semana, ou duas vezes por mês, para se ter amostras representativas das outras estações do ano, incluindo períodos de festas, como dezembro e fevereiro, férias, período de chuvas mais ou menos intensas, variações de temperatura e outros.
A implantação da coleta seletiva, apesar de ser um assunto bastante simples, requer estudo teórico para que se entenda o contexto, e se pense na sua qualidade, quantidade, seu descarte, na destinação final e nas pessoas envolvidas. Apesar de ser fácil separar o material reciclável, entende-se que há cultura e costumes da comunidade que estão enraizados. Estima-se, por conseguinte que os resultados não ocorram a curto prazo. Estudar as questões técnicas sobre resíduos é fundamental. Há uma infinidade de materiais que devem seranalisados, pois não são todos recicláveis e nem todos podem ser depositados num aterro sanitário; existem materiais que necessitam de destinação final especial. O conhecimento é valioso para o momento do repasse de informações, em um programa de conscientização, porquanto não faz sentido simplesmente dizer às pessoas que é preciso separar os materiais. É necessário apresentar os motivos para isso, os ganhos para a natureza e para a sociedade e as conseqüências que provocará a destinação inadequada do lixo. A elaboração deste diagnóstico também se justifica para que as decisões sejam tomadas com mais segurança. Uma vez que se conhece o ambiente por meio da coleta de dados, fica mais fácil decidir o que e como fazer, visto que existem dados, e quando se toma uma decisão precipitada percebe-se fragilidade posterior, na manutenção do programa de coleta seletiva. O planejamento estratégico, aplicado a qualquer atividade, produzirá uma eficiência maior e resultados mais rápidos do que a mudança apressada para um programa" (REINFELD, 1994: 11). Observa-se ainda que não foi encontrado nenhum trabalho anterior desta natureza na área estudada.
Metodologia
Estudou-se a área não só no aspecto físico, mas também burocrático para obter uma amostra representativa diária, e verificou-se a importância do contato direto com o pessoal da limpeza.
Foram realizadas consultas sobre este assunto em livros, revistas e na Internet, porém este é um assunto muito específico e foram encontrados poucos referenciais bibliográficos. No início do trabalho foi difícil identificar-se como deveria ser o procedimento de pesagem do lixo. O manual Compromisso Empresarial para Reciclagem (1995: 1-8) apresenta uma proposta de caracterização física e por meio desta publicação foi possíveladaptar os procedimentos para a realidade local. LIMA (2000: 16) e o manual do Rio de Janeiro (1995: 26), apresentam uma proposta sobre o quarteamento do lixo. A princípio pensou-se em optar por este método, mas na prática percebeu-se que era possível pesar todo o lixo daquela área. Levou-se em conta, também o tempo de funcionamento que dependia da atividade exercida em cada local, e a rotina de coleta desempenhada pelo pessoal da limpeza.
Visitou-se todas as áreas delimitadas para estudo que se compõem de cinco prédios mais a área de pátio. Após o primeiro levantamento verificou-se semelhanças na realização de tarefas, mas também particularidades em alguns setores como é o caso do prédio do laboratório de análises de água, bem como da ETA. O ambiente foi dividido em sete setores
, cuja descrição encontra-se na tabela 1.Tabela 1 - Informações sobre as áreas de estudo
A figura 1 apresenta uma vista geral das áreas a fim de demonstrar a localização. Utilizou-se planta baixa de cada ambiente e verificou-se onde havia lixeiras, bem como o seu conteúdo. O pessoal da limpeza foi entrevistado para conhecer-se o serviço e descobriu-se que cada um estabelecia um horário de coleta de lixo, de acordo com a sua rotina. Procurou-se saber também os tipos de resíduos gerados em cada setor: resíduos de serviços de saúde, lixo contaminado, vidro quebrado, papel, plástico, entre outros.
Figura 1 - Localização dos setores
Utilizou-se uma balança de tendal com divisões em 250 gramas, e para peso máximo de 12 quilogramas. Há um gancho na parte inferior que permite pesar o lixo no próprio saco. Quando da aquisição da balança foram realizados alguns testes com pesos aferidos e padronizados que confirmaram os pesos, porém a balança não é precisa. Criou-se uma linha imaginária de 125 gramas e, em razão disso, adotou-se uma tabela onde sempre foram usados números múltiplos de 125. Foram coletadas nove amostras no período de 4 a 22 de junho de 2001, três vezes por semana em dias diferenciados. Para evitar acidentes, com objetos pontiagudos ou cortantes, usou-se Equipamento de Proteção Individual (EPIs), como luvas cirúrgicas ou de raspa, máscara e bastante atenção aos objetos pontiagudos ou cortantes. Analisou-se o lixo em dias comuns, evitando-se a pesagemnos dias de limpeza geral de arquivo ou quando fossem executados descartes diferentes do hábito diário da comunidade estudada. Cada saco de lixo foi identificado com a sua procedência, data e horário. Numa planilha, anotou-se a identificação do setor, data, especificações dos materiais, massa total e individual. Utilizou-se o lixo in natura, anotou-se a massa total. Os materiais foram separados epesados individualmente. Para aqueles que não era possível aplicar tal procedimento, foram adotadas estimativas de tal forma que a soma de todo o material recolhido ficasse igual à massa total. Os dados foram transferidos para outra planilha. Calculou-se o percentual de cada material encontrado, compararam-se os dados que foram extrapolados para estimativas diárias, semanais, mensais e anuais. Este cálculo é baseado na carga horária de cada setor. Conforme pode ser verificado na tabela 2
Tabela 2 - Cálculos utilizados conforme o tempo de funcionamento de cada setor
Resultados
Foram analisados 289,12 kg de lixo, dos quais 114,37 kg eram compostos por resíduos provenientes da varrição, principalmente folhas, apesar de este tipo de material não ser objeto principal do estudo. Para efeito de apresentação de gráficos e tabelas, considerou-se como peso total 174,75 kg, excluindo portanto a varrição, tal motivo se dá pela necessidade de apresentá-la à parte. A figura 2 mostra os percentuais de materiais encontrados nas nove coletas realizadas, onde verificou-se que o maior descarte da Empresa é composto por papel que representou 26,49% e em seguida o plástico com 21,11% da amostra. Foram utilizadas cores (ver quadro 2) conforme Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).
Figura 2 - Cálculos utilizados conforme o tempo de funcionamento de cada setor
Quadro 2 - Padronização de cores conforme a resolução nº 275 de 25/04/2001 (Conama)
A figura 3 compara quantidade de lixo produzido em cada setor. Comparando a tabela 1 com a figura 3 percebe-se que o setor 1 tem a maior área e no entanto não é o maior gerador, enquanto que o setor 5 é uma das menores áreas e no entanto é o segundo maior produtor de lixo. A tabela 3 apresenta os resultados que foram extrapolados para estimativas médias de produção diária, mensal e anual.
Figura 3 - Percentual dos resíduos sólidos ( 9 amostras)
Tabela 3 - Estimativas de Produção de Resíduos em toda Área Analisada
Comparando-se a tabela 4 com a tabela 3 verifica-se que se o papel descartado fosse vendido, haveria um ganho de aproximadamente R$ 24,78 e para o plástico estima-se um valor entre R$ 9,00 e R$15,00 por mês.
Tabela 4 - Preço dos Materiais Recicláveis para Venda em Londrina
Analisou-se individualmente a produção de lixo em cada setor para verificar qual o tipo de material predomina em cada um. O resultado é apresentado na tabela 5. Os setores 2, 3 e 4 são áreas de escritório, portanto era de se esperar maior volume de papel. No setor 1 predominou o lixo proveniente de banheiro, em virtude do fluxo de pessoas neste local seja para visitar, seja para freqüentar a sala de reuniões, conforme verificado na tabela 1. Observou-se também quantidade importante de papel toalha de laboratório. No setor 5 predominaram os resíduos orgânicos, pois neste local há um refeitório onde se concentram muitas pessoas. No setor 6 é relevante o descarte de plástico, e também de papel toalha de laboratório e de papel protetor de caixa de coleta. Estes dois últimos tipos de materiais não podem ser reciclados. Ressalta-se que neste setor há escritórios, porém o descarte de papel é mínimo. Estas informações também podem ser confirmadas pela figura 4 em que se faz a comparação de tipo de material por setor.
Tabela 5 - Materiais Predominantes em cada Setor
Figura 4 - Materiais encontrados nos setores 1 a 6 (9 amostras)

Outra análise feita foi em relação aos dias da semana, com o objetivo de verificar picos de produção mínima e máxima de lixo. A sazonalidade somente foi verificada no setor 6, onde se percebeu maior volume de lixo na terça e quarta-feiras. Descobriu-se que os dias de terça a quinta-feira são os de maior pico de trabalho o que coincide com a rotina do setor, enquanto na segunda-feira realiza-se preparo de material para análise e, na sexta-feira, há uma queda no volume de lixo em virtude do encerramento das atividades e do preparo do laboratório para a semana seguinte. Neste setor ficou muito clara a relação volume de trabalho com volume de lixo.
Quanto à varrição, pesou-se 114,37 kg e observou-se uma variação brusca, pois o pátio ficou seis dias sem ser varrido devido a um feriado prolongado de quatro dias e neste período houve três dias de chuva intensa, o que fez acumular grande quantidade de folhas no chão. O estudo sobre a varrição permitiu concluir que o seu volume é influenciado pelas condições climáticas e, por isso, acredita-se que os resultados aqui apresentados não expressam estimativas reais. Se houver maior interesse pelo assunto sugere-se um número maior de amostragens num período mais prolongado considerando todas as estações do ano.
Conclusão
Ao observar-se a coleta realizada em cada lixeira, a constatação inicial foi de que o volume diário era insignificante. No entanto, ao reunir-se todo o material gerado nos diversos setores, o total surpreendeu porque até então não havia sido dimensionado. Um dos fatores que contribuem para o desconhecimento do volume total produzido é a coleta realizada pelo serviço municipal, três vezes por semana. Com a coleta de rotina não há acúmulo de material e com isso as pessoas não têm um referencial visual da quantidade de resíduos e lixo produzidos. Apesar disto, este procedimento gera uma vantagem em relação ao aspecto sanitário e ao mau cheiro, porque não agride tanto as pessoas que transitam pelos locais de coleta. Porém ao analisar as planilhas, onde se extrapolaram os resultados para médias semanais, mensais e anuais, verificou-se que o lixo de cada dia de cada lixeira gera um volume grande que se soma aos demais produzidos pelas pessoas e empresas da cidade.
Este estudo foi realizado em uma área de 21.954 m
2 e ali se concentram muitas pessoas, além de ser aquele um local com atividades muito diferenciadas. Pretendia-se obter informações para saber quais os tipos de lixeiras que deveriam ser colocadas, bem como a quantidade e os lugares funcionais. Constatou-se que o lixo expressa a realidade de trabalho de cada setor. Havia aqueles em que era bem característico o descarte de papel, em outros, o plástico, em outros, resíduos orgânicos, e assim por diante. Foram verificadas as diferenças de realização de tarefas entre os setores por meio do descarte, pois a maior presença de determinado resíduo caracterizava a procedência. Por isso, há de se concluir principalmente, que o lixo expressa a atividade realizada sendo verdadeira também a recíproca. "O tipo de resíduo depende do local onde é produzido e reflete os hábitos e atividades da população que reside numa determinada região" (CAVINATTO, 1992: 55).Outra constatação é que não foram encontrados muitos materiais diferentes, como era esperado. Descobriu-se também que a maior parte do material analisado era mais seco, portanto com uma vantagem a mais para a coleta e separação dos recicláveis. A Empresa tem potencial de reciclagem principalmente de papel e plástico e em razão disso, sugere-se a implantação da coleta seletiva de lixo. A princípio, a Empresa poderá construir um pequeno depósito para armazenagem do material selecionado que deverá ser recolhido diariamente ou a cada dois dias por entidades filantrópicas, por catadores ou pelo serviço de coleta municipal que deverão dar a destinação final.
Após a realização deste diagnóstico, a Empresa estuda a possibilidade de vender o material reciclável a cada 15 ou 20 dias, dependendo do volume acumulado. A arrecadação proveniente da venda será revertida em cestas básicas que serão doadas a famílias carentes da comunidade, cujo cadastro se encontra em fase de estudo, exercendo assim, um ato de cidadania.
A apresentação destes dados dentro da Empresa aliada a uma campanha de conscientização deverá surtir bons resultados, já que pode despertar no indivíduo a reflexão sobre a quantidadee a qualidade do material que é descartado pelo seu setor, podendo este fazer comparação com os demais setores e ele como cidadão, se estiver comprometido, fará a sua parte.
A pesquisa realizada além de servir para diagnóstico e educação ambiental, servirá de fonte de informação para os responsáveis de cada setor que poderão detectar desperdícios. Pressupõe-se que a avaliação mais detalhada de cada setor poderá apontar para correções de processos, das atividades e de descarte.
O diagnóstico realizado nesta área da Sanepar indica que há potencial econômico no reaproveitamento do lixo. Pressupõe-se que este assunto seja de interesse de empresas que já atuam ou queiram atuar na destinação adequada do material reciclável, seja para venda seja para doação. Além da possibilidade de renda, se conseguiria reduzir o volume de lixo a ser depositado nos aterros sanitários, o que em última instância traria benefícios ao meio ambiente.
Embora no Brasil a prática da reciclagem seja pequena, percebe-se uma mudança cultural das pessoas em relação ao tema. Durante os procedimentos de pesagem do lixo, percebeu-se grande curiosidade das pessoas que passavam pelo local. Os transeuntes questionavam o que estava sendo feito, por que, qual a finalidade e muitos quiseram ajudar de alguma forma, seja fazendo anotações ou prestando informações. Este comportamento revela interesse e apoio, fatores fundamentais para a reciclagem.
Referências
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10004. [S.l.], set. 1987.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução CONAMA 275 de 25/04/2001. Disponível em: www.resol.com.br. Acesso em 03/07/2001.
CALDERONI, S. Os bilhões perdidos no lixo. 3. ed. São Paulo : Humanitas, 1999.
CAVINATTO, V.M. Saneamento básico fonte de saúde e bem estar. 13. ed. São Paulo : 1992.
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DELAVI, E.J. Companhia municipal de trânsito e urbanização. Londrina, jul. 2001.
EMBRAPA. Atlas do meio ambiente do Brasil. 2. ed. Brasília: Terra Viva, 1996.
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RIO DE JANEIRO (Estado). Compromisso Empresarial para Reciclagem. Manual de gerenciamento integrado. Rio de Janeiro, 1995. 278 p.
Autores
Cláudia Cristina Ciappina Feijó,
administradora, gestora ambiental da
Sanepar, pós-graduada em Análise Ambiental em Ciências da Terra
André Celligoi,
geólogo, doutor em Hidrogeologia, professor-adjunto do Departamento
de Geociências da Universidade Estadual de Londrina
Ângelo Spoladore,
geólogo, mestre em Geociências, professor do Departamento de Geociências da Universidade
Estadual de Londrina.