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Com apoio da Sanepar, Ilha das Cobras recebe Escola do Mar no Litoral

Enviado por Monica Venson em

A reforma do Parque Estadual Ilha das Cobras, antiga residência oficial de veraneio do Governo do Paraná, foi entregue neste sábado (14). O espaço agora sedia a Escola do Mar, um centro dedicado ao ensino de gastronomia, turismo e preservação ambiental.

O investimento total de R$ 10 milhões foi viabilizado pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), Secretaria da Educação (Seed), Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e Copel. Os recursos custearam a adequação das edificações, novas instalações elétricas, saneamento básico e o mobiliário pedagógico. 

Para o governador Carlos Massa Ratinho Junior, a entrega é um marco simbólico que reflete a visão inovadora da gestão. “A 'Ilha da Mordomia' se transforma, a partir de hoje, na Escola do Mar. Um lugar que era de descanso de governadores passa a ser um local de oportunidade para centenas de alunos, que poderão se tornar chefs de cozinha ou empreender no setor de pousadas”, destacou.

A Sanepar é parceira do investimento na estrutura com um aporte de R$ 1,1 milhão. “Essa grande parceria tornou possível trazer novas tecnologias para o Litoral. São dois projetos piloto com a instalação de uma unidade de dessalinização que é a primeira da Sanepar e talvez seja o futuro do abastecimento de água no Litoral do Paraná. Também implantamos o sistema de tratamento de esgoto através de wetlands, que é um sistema de tratamento com solução baseada na natureza” afirma o presidente da Sanepar, Wilson Bley. 

A estrutura implantada pela Companhia incluiu a perfuração de dois poços com instalação de equipamentos de dessalinização da água, garantindo assim água potável de qualidade para turistas, estudantes e visitantes. Um sistema ecológico de tratamento de esgoto com zona de raízes, que tem alta eficiência de depuração e é considerado um tratamento ecológico. 

As intervenções garantem o recebimento seguro de visitantes, fortalecendo o uso público sustentável da unidade. Para viabilizar a operação, serão contratados gestores, recepcionistas e vigias florestais. 

Por ser um importante berçário da fauna local, a visitação será controlada mediante agendamento e gerida pelo Instituto Água e Terra (IAT). Uma equipe de 10 profissionais ficará responsável pelas atividades educativas, pesquisas científicas e a condução dos treinamentos.

 “É nossa obrigação manter esse patrimônio preservado e, ao mesmo tempo, torná-lo um potencializador da economia e da educação. Concluímos a infraestrutura. Agora, vamos viabilizar um modelo de gestão, seja compartilhada ou por concessão, unindo capacitação e turismo”, esclareceu o diretor-presidente do IAT, Everton da Costa Souza.

Com a reforma do Parque Estadual Ilha das Cobras, a antiga residência oficial de veraneio do Governo do Paraná agora sedia um centro dedicado ao ensino de gastronomia, turismo e preservação ambiental

Socioambiental
alunos comemoram escola do mar alunos comemoram escola do mar Com apoio da Sanepar, Ilha das Cobras recebe Escola do Mar
Escola do Mar na Ilha das Cobras Escola do Mar na Ilha das Cobras
Ilha das Cobras, mostrando Escola do Mar Ilha das Cobras, mostrando Escola do Mar
Paranaguá
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Sanepar abre inscrições para evento sobre mulher e saneamento

Enviado por Glaydson Angel… em

Estão abertas as inscrições para o evento “ODS em pauta” que vai tratar do tema "Água e Gênero" no dia 20 de março, a partir das 14 horas. O webinar é gratuito, fornece certificado de participação, terá com transmissão via internet e é aberto ao público, que pode fazer sua inscrição até o dia 17 pelo formulário  https://forms.gle/nddHW62JHxmSHkKZ9.  O link para participação no webinar chegará no e-mail registrado na inscrição no dia 20, pela manhã. O nome inscrito será utilizado para a geração do certificado. 

A atividade é promovida pela Companhia de Saneamento do Paraná e faz parte das comemorações do Dia Internacional da Mulher (08/3) e do Dia Mundial da Água (22/3). Esta edição contará com as palestras de Andrea Fontes, doutoranda em Saneamento e gestora de Educação Socioambiental na Sanepar, e de Cintia Torquetto, gerente de Relações Institucionais e Comunicação do Instituto Trata Brasil, além de ser presidente voluntária da Infra Women Brazil, organização dedicada a ampliar a presença feminina no setor de infraestrutura.   

O diretor de Meio Ambiente da Sanepar em exercício, Bihl Zanetti, explica que o webinar “ODS em Pauta” é um evento tradicional na Sanepar e que, normalmente, ocorre apenas de modo interno. "Porém, diante da relevância do assunto e do apoio da Trata Brasil, ele será realizado de modo aberto. Ambas as palestrantes são profissionais dedicadas ao saneamento e podem contribuir, compartilhando os seus conhecimentos e as suas experiências de um modo muito abrangente tanto para o fortalecimento do setor quanto para a compreensão da importância da mulher no saneamento”, detalha Bihl.  

ATIVIDADE – O webinar “ODS em Pauta” foi criado durante a pandemia de Covid 19 por empregados da área ambiental da Sanepar. O evento está em sua 50.a edição e ocorre de fevereiro a dezembro, sempre tratando de temas relacionados ao saneamento, com algumas edições abertas ao público e outras destinadas apenas a empregados da Sanepar.

Gratuito e online, evento dá certificado de participação e conta com profissionais da Sanepar e do Trata Brasil

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Cartaz para inscrições em evento online Cartaz para inscrições em evento online
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Sanepar resgatou cerca de 2 mil animais desde o início do enchimento do Reservatório Miringuava

Enviado por Carla Bastos Dias em

Com o fechamento das comportas do Reservatório Miringuava, em São José dos Pinhais, no início de janeiro, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) já resgatou cerca de 2 mil animais silvestres com ajuda de embarcações. Uma força-tarefa composta por biólogos, veterinários e técnicos percorre as ilhas formadas com o enchimento para retirar animais que ficaram isolados. O total de resgates diários triplicou na comparação com o início dos trabalhos de preparação do reservatório. 

O resgate faz parte do plano de sustentabilidade da obra. O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, afirma que a Companhia atua com responsabilidade para garantir o abastecimento e, ao mesmo tempo, contribuir para a preservação ambiental. “Uma estrutura como essa, que terá capacidade de reservar 38,2 bilhões de litros de água, inevitavelmente causa impactos e trabalhamos para minimizá-los ao máximo em todas as etapas”, declara. 

Desde o início do programa de resgate e afugentamento, na fase de supressão vegetal, aproximadamente 7,8 mil animais já foram retirados ou afastados. “Com a água subindo, conseguimos ter uma visão melhor dos animais, porque eles vão para a borda ou ficam presos na ilha. Muitos deles não conseguem sobreviver sem um ponto de apoio terrestre e aí que entra o resgate”, explica Bruno Nadalin, coordenador de campo da empresa Jardiplan, parceira da Sanepar no processo de resgate.  

Nos salvamentos embarcados, 90% dos animais são do grupo de hepertofauna, composto por anfíbios e répteis.  Apesar de menores no tamanho, eles são fundamentais para toda a cadeia alimentar. “Os animais pequenos servem para controlar insetos, pragas e servem como alimento de animais. Ao negligenciar um grupo trófico de menor escala, você acaba a longo prazo impactando os grupos maiores até chegar nos animais de grande porte, como os mamíferos”, esclarece Nadalin. 

CUIDADO - Após a captura é feita uma avaliação clínica dos animais. Os que estiverem em plenas condições para voltar ao meio ambiente, são soltos em áreas selecionadas para evitar o risco de voltarem aos locais que serão alagados. Caso o animal tenha algum problema de saúde, a veterinária do Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) fará a avaliação e iniciará o tratamento. Se necessário, é feito o encaminhamento para clínicas veterinárias conveniadas. 

O biólogo Gilson Maruno, da Gerência de Gestão Ambiental da Sanepar, ressalta que a prioridade é a soltura dos animais em áreas seguras, com condições ambientais semelhantes às da própria região do reservatório. “Essa é a preocupação da Companhia com a questão ambiental e preservação da biodiversidade local, mantendo os animais que são resgatados dentro do ecossistema da região do Miringuava”, pontua. 

VANGUARDA – Para compensar o espaço utilizado pela barragem, a Sanepar criou um corredor de biodiversidade de 7 milhões de metros quadrados, área 62% superior à utilizada para a reservação de água. 

Segundo Sergio Augusto Morato, coordenador geral do projeto pela Jardiplan, a Sanepar foi pioneira ao iniciar a restauração ambiental do Reservatório Miringuava antes da formação do lago, prática atípica em obras hídricas. “É um modelo que a comunidade científica exigia que fosse desenvolvido e a Sanepar vem atender exatamente nessa perspectiva”, ressalta.

Com a recuperação da vegetação e a introdução de animais neste novo habitat, a Companhia previne impactos sobre ecossistemas naturais já estruturados. “Hoje, praticamente toda a margem do reservatório está com vegetação, então o risco de perder os animais resgatados é minimizado. É um grande ganho ambiental”, acrescenta Morato.

RESERVATÓRIO DE ÁGUA - – A área a ser alagada é de 4,3 milhões m², o equivalente a 602 campos de futebol. Considerando um regime de chuvas dentro da estimativa, o prazo para que a represa esteja completamente cheia é de, no mínimo, nove meses.

A barragem foi construída para atender 650 mil pessoas diretamente e fortalecer o sistema de abastecimento de 3,5 milhões de habitantes da Região Metropolitana, suprindo a demanda dos bairros Caximba, CIC, Ganchinho, Tatuquara, Umbará e Sítio Cercado, em Curitiba; e as cidades de Araucária, Fazenda Rio Grande e São José dos Pinhais. 

O Reservatório Miringuava vai ampliar em 25% a reservação de água do Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba (SAIC), que é formado pelos reservatórios Iraí, Passaúna, Piraquara I e Piraquara II. Com o aumento da água reservada, a Estação de Tratamento de Água (ETA) Miringuava dobrará sua capacidade de tratamento, saltando de 1.000 para 2.000 litros de água por segundo. 

 

Equipes embarcadas percorrem o lago para salvar animais que ficaram nas ilhas formadas pelo avanço da água, sendo que 90% são anfíbios ou répteis

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Total de resgates diários triplicou após o início do enchimento na comparação com a fase de preparação do reservatório Total de resgates diários triplicou após o início do enchimento na comparação com a fase de preparação do reservatório Total de resgates diários triplicou após o início do enchimento na comparação com a fase de preparação do reservatório
90% dos animais resgatados com os barcos são do grupo de hepertofauna, composto por anfíbios e répteis 90% dos animais resgatados com os barcos são do grupo de hepertofauna, composto por anfíbios e répteis 90% dos animais resgatados com os barcos são do grupo de hepertofauna, composto por anfíbios e répteis
Cerca de 2 mil animais silvestres já foram resgatados com ajuda de embarcações Cerca de 2 mil animais silvestres já foram resgatados com ajuda de embarcações Cerca de 2 mil animais silvestres já foram resgatados com ajuda de embarcações
Equipes multidisciplinares percorrem o lago com barcos para resgatar animais silvestres Equipes multidisciplinares percorrem o lago com barcos para resgatar animais silvestres Equipes multidisciplinares percorrem o lago com barcos para resgatar animais silvestres
Reservatório Miringuava vai ampliar em 25% a reservação de água do Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba (SAIC) Reservatório Miringuava vai ampliar em 25% a reservação de água do Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba (SAIC) Reservatório Miringuava vai ampliar em 25% a reservação de água do Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba (SAIC)
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Educação ambiental itinerante: Estação Sanepar percorre o Paraná na volta às aulas

Enviado por Emanuele Campo… em

O mês de fevereiro marca o início de uma jornada de conhecimento e sustentabilidade para milhares de alunos paranaenses na volta às aulas. A Estação Sanepar, projeto de educação ambiental da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), já está na estrada rumo a diversas cidades do estado, levando interatividade, tecnologia e conscientização sobre água, saneamento, consumo consciente e preservação ambiental.

Em dois anos, o projeto deve abranger em torno de 230 mil estudantes em 185 municípios paranaenses. Somente neste mês, a Sanepar estima alcançar mais de 9 mil alunos em 33 escolas da rede pública de ensino, em dez municípios. 

Por meio de unidades móveis, os alunos participam de jogos virtuais educativos e interagem com as mascotes Aqualino e Sane, a heroína da água. Além disso, maquetes e jogos de tabuleiro gigantes ajudam a demonstrar, de forma prática, como funciona a captação, o tratamento e a distribuição da água, e ainda os processos de coleta e tratamento de esgoto.

Para a Sanepar, o objetivo do trabalho vai além da sala de aula. Ao entenderem o funcionamento do saneamento básico, os alunos tornam-se multiplicadores das boas práticas de sustentabilidade ambiental. "A Estação Sanepar transforma conceitos técnicos em vivências práticas. Quando a criança entende de onde vem a água e para onde vai o esgoto, ela passa a valorizar o meio ambiente de forma definitiva", destaca a gerente de Desenvolvimento Socioambiental da Sanepar, Palloma de Felix Milczewski Costa.

Em cada município, a Estação Sanepar conta com o apoio das Prefeituras e das Secretarias Municipais de Educação. "Essa união de esforços garante que o conteúdo chegue à comunidade escolar de forma organizada e eficiente, transformando cada aluno em um multiplicador de boas práticas ambientais na escola, na família e na comunidade", reforça.

AGENDA - Dividido em três lotes, o projeto consegue atender simultaneamente diferentes regiões. Em fevereiro, a Estação Sanepar estará presente nas cidades de Matinhos, Quedas do Iguaçu, Laranjal, Ventania, São Manoel do Paraná, São João do Caiuá, Cidade Gaúcha, Paraíso do Norte e Nova Londrina. 

Os 209 alunos da Escola Municipal Castelo Branco, em Quedas do Iguaçu, receberam com entusiasmo a Estação Sanepar, no início do mês. Para a diretora Paula Maria Laskoski Hermes, as atividades foram um diferencial neste início de ano letivo. “É um projeto fantástico, com pessoal muito bem preparado e dinâmico. Abordaram questões de grande valia para nossas crianças, focando na preservação da água, no acesso, no processo de tratamento e no uso consciente da água. As crianças amaram e toda a equipe também”, conta.

A diretora da Escola Municipal Araucária, Eliete Aparecida da Rocha, também de Quedas do Iguaçu, considera que o projeto pedagógico Estação Sanepar foi de grande relevância para a comunidade escolar, com a participação de 115 estudantes. Ela conta que os alunos demonstraram interesse e curiosidade, realizando perguntas, interagindo e compartilhando experiências sobre o consumo de água em suas casas. “A apresentação foi conduzida de forma clara, didática e adequada à faixa etária dos estudantes, favorecendo a compreensão e a participação ativa de todos. A abordagem prática e contextualizada contribuiu para ampliar a conscientização quanto à importância da preservação dos recursos hídricos e do cuidado com o meio ambiente”, conclui.

O projeto Estação Sanepar está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), garantindo que a diversão caminhe lado a lado com o conteúdo pedagógico.

Companhia leva projeto a escolas do estado, transformando o aprendizado sobre saneamento em uma experiência interativa e divertida

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quedas do iguaçu - estação sanepar volta as aulas quedas do iguaçu - estação sanepar volta as aulas
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Sanepar retira 35 mil bitucas e alerta para lixo no Carnaval

Enviado por Adriana Brum em

O conteúdo de dois carrinhos de mão cheios não foi suficiente para comportar os milhares de bitucas recolhidas em apenas seis dias nas areias das praias do Paraná. Ao todo, foram 17,4 quilos de pontas de cigarro coletadas, uma por uma, por trabalhadores da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).

O volume equivale a pelo menos 35 mil pontas de cigarro descartadas indevidamente na beira-mar (estimando-se um peso máximo de 0,5 grama por unidade). A quantia representa apenas 1,3% das 257 toneladas de entulho já recolhidos pelas equipes nesta temporada, mas é um produto com alto potencial de toxicidade à água do mar e risco de engasgamento de animais.

“Foi uma brincadeira que propusemos, a de saber qual equipe somaria mais bitucas, com um objetivo maior: o de passar a mensagem para o veranista de que praia não é cinzeiro e que o local desses restos de cigarro não é na areia”, explica o gestor de educação socioambiental da Sanepar, Guilherme Zavataro.

CONSCIENTIZAÇÃO DOS FOLIÕES – A pesagem das bitucas recolhidas desde o último sábado (7) foi feita na manhã desta sexta-feira (13), nas areias da Praia Brava de Caiobá (Matinhos).

A data foi escolhida a dedo: véspera do início do Carnaval, período em que milhares de foliões descem a Serra do Mar para festejar no litoral do Paraná e em que a quantia de lixo “esquecido” nas praias aumenta, especialmente as garrafas vazias e restos de cigarro.

RISCO AMBIENTAL – A escolha do produto a ser separado para a gincana entre os trabalhadores também foi intencional: uma bituca de cigarro não pesa mais que 0,5 grama, mas pode contaminar quase 70 litros de água do mar.

Os 17,4 quilos recolhidos foram entregues à Associação de Coletores de Pontal do Paraná (Ancoresp), que realiza a separação e a comercialização de materiais recicláveis e vai encaminhar o material a uma empresa recicladora.

Muitos dos trabalhadores que participaram do evento da pesagem se surpreenderam com a quantidade encontrada em menos de uma semana.

“Na minha cabeça, pelo pouco tempo em que separamos as pontas de cigarro, não achei que íamos juntar tanto”, disse Adriana Aparecida de Oliveira, de 58 anos, que faz a limpeza da praia em Caiobá.

COMO FAZER SUA PARTE – Em seu primeiro ano de trabalho na limpeza das praias, Adriana contou que recolher e separar os filtros de cigarro descartados não foi tarefa fácil. Cada um deles exigiu bastante esforço físico repetitivo.

“Ajudaria bastante se cada um já trouxesse sua sacolinha de lixo ou uma latinha para levar para casa e destinar corretamente. Nossas praias são tão bonitas, vamos todos contribuir para mantê-las limpas por mais tempo”, disse a trabalhadora, que contou já ter visto uma tartaruga morta na praia, engasgada por lixo deixado na areia.

O volume equivale a 17,4 quilos e representa apenas 1,3% das 257 toneladas de entulho recolhidas à beira-mar em 55 dias pelas equipes da Sanepar, mas aponta um risco para o meio ambiente e para as pessoas

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Trabalhadores da Sanepar fazem gincana de coleta de bitucas de cigarro nas praias do Paraná

Enviado por Adriana Brum em

O trabalho árduo e importante das equipes de limpeza das praias do Paraná ganhou um toque lúdico nesta semana que antecede o Carnaval: uma gincana de coleta de bitucas de cigarros deixados incorretamente na areia. 

A iniciativa da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) visa conscientizar os veranistas a não descartarem na areia as pontas de cigarro. O resultado da atividade será conhecido na manhã desta sexta-feira (13), na Praia Brava de Caiobá (Matinhos), quando os coordenadores das equipes vão se reunir para pesar todo o volume recolhido.

A competição para ver quem recolhe mais bitucas começou no sábado (7). A escolha dos restos do cigarro como tema da gincana não foi por acaso. Diferentemente do que muitos pensam, a bituca não "some" na próxima maré: uma única bituca pode comprometer quase 70 litros de água do mar.

“A disputa é simbólica, com o objetivo maior de conscientizar os veranistas sobre a necessidade de criar e manter o hábito de, após aproveitar a praia, devolvê-la à natureza do jeito que a encontrou, sem deixar nenhum lixo para trás”, explica o gestor de educação socioambiental da Sanepar Guilherme Zavataro.

O volume total recolhido será entregue à Associação de Coletores de Pontal do Paraná (Ancoresp), que realiza a separação e a comercialização de materiais recicláveis. Ainda não há iniciativas de reciclagem em escala industrial das bitucas, mas há empresas que realizam um processo físico-químico que remove substâncias tóxicas e gera uma massa de celulose, que pode ser transformada em papel artesanal e outros produtos. 

“É uma ação muito relevante para conscientizar a todos sobre os cuidados com a natureza e que também contribui para a economia local, fortalecendo a cadeia de quem trabalha com a missão de promover a reciclagem”, destaca o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

As pontas de cigarro são recolhidas na jornada normal dos trabalhadores junto com outros tipos de lixos “esquecidos” pelos veranistas nas areias da orla paranaense. Desde 19 de dezembro, os cerca de 180 trabalhadores já recolheram mais de 200 toneladas de resíduos das areias.

PEQUENAS E PERIGOSAS – Uma bituca de cigarro não pesa mais que 0,5 grama, mas guarda uma série de perigos para o ambiente. 

Mais que papel e algodão, a maioria dos filtros é feita com um tipo de plástico que não se dissolve facilmente. Além disso, carrega consigo mais de 4 mil substâncias tóxicas, como arsênio, cádmio, chumbo e nicotina. 

Entre os prejuízos que trazem à natureza, estão:

  • Contaminação da água: um estudo de grupos de pesquisa ligados ao Instituto do Mar, da Universidade Federal de São Paulo (IMar/Unifesp) apontou que uma única bituca pode comprometer quase 70 litros de água do mar;
  • Prejuízo à fauna marinha: os componentes tóxicos diluídos no mar podem afetar a vida de organismos marinhos, como crustáceos, mexilhões, ouriços-do-mar e até bolachas-de-praia;
  • Contaminação de alimentos: em seu processo de decomposição – que pode levar de 5 a 15 anos – o material das bitucas se fragmenta em microplásticos que entram na cadeia alimentar humana;
  • Ingestão indevida por animais: pássaros, tartarugas e peixes confundem bitucas com alimento.

DESCARTE CORRETO – Para não deixar as bitucas na praia, a sugestão é que o fumante tenha consigo um cinzeiro portátil, em que possa apagar totalmente a chama. Podem ser reaproveitadas latinhas em geral, como embalagens de refrigerantes. Esvazie o cinzeiro no lixo não reciclável.

Durante toda a semana, trabalhadores que atuam na limpeza da orla “competem” para ver quem recolhe mais bitucas de cigarro da areia. Resultado sai nesta sexta (13)

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gincana de coleta de bitucas de cigarro nas praias do Paraná gincana de coleta de bitucas de cigarro nas praias do Paraná
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Descarte correto transforma óleo de cozinha usado em energia sustentável para o transporte

Enviado por Chelsea Karina… em

O óleo de cozinha usado, muitas vezes tratado apenas como um resíduo após a fritura, pode ganhar uma nova função quando descartado corretamente. Com destinação adequada, ele é utilizado como matéria-prima para a produção de biodiesel e passa a contribuir para soluções sustentáveis no transporte.

 É com esse propósito que a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e o programa Óleo Amigo, da Biopower – empresa da JBS Novos Negócios –, mantêm uma parceria voltada à educação ambiental e ao incentivo ao descarte consciente do produto.

Durante quatro semanas de atividades do Verão Maior Paraná, no início deste ano, a ação esteve presente nos estandes da Sanepar nos balneários do estado, promovendo orientação prática ao público e apresentando alternativas responsáveis para o reaproveitamento do resíduo. A iniciativa alcançou aproximadamente 930 pessoas, de diferentes faixas etárias, reforçando a relevância e os bons resultados dessa parceria.

“A ação reforça nosso compromisso com a conscientização ambiental e o descarte correto do óleo de cozinha usado. A parceria permite orientar a população e evitar que esse resíduo chegue às redes de esgoto. Atuamos como parceiro da sociedade, garantindo a destinação adequada do óleo para a transformação em biodiesel e convertendo educação ambiental em benefícios concretos para todos”, afirma Alexandre Pereira, diretor comercial da Biopower.

Para muitas pessoas, o descarte no ralo da pia ainda parece a opção mais simples. No entanto, ao chegar à rede coletora, o óleo resfria e se solidifica, formando barreiras de gordura que impedem o fluxo do esgoto e impactam os recursos hídricos. 

Um litro de óleo de cozinha usado descartado incorretamente pode poluir até 25 mil litros de água. Por isso, a conscientização sobre práticas adequadas de descarte é fundamental, tanto para a preservação ambiental quanto para a qualidade de vida nas cidades.

“Infelizmente a rede de esgoto ainda recebe muitos resíduos impróprios, o programa Óleo Amigo é uma alternativa excelente e que contribui com o bem-estar de todos, pois além do descarte não parar nas tubulações, ainda produz biocombustível, e todos saem ganhando”, enfatiza Wilson Bley, diretor-presidente da Sanepar. 

SOBRE O PROJETO - Criado em 2016, o Óleo Amigo já coletou mais de 45 milhões de litros de óleo de cozinha usado, volume que teria potencial para contaminar mais de 1 trilhão de litros de água caso fosse descartado de forma inadequada. Atualmente, a iniciativa está presente em 113 municípios e conta com cerca de 690 parceiros, entre escolas, empresas e instituições, promovendo oficinas, ações, jogos e palestras voltadas à educação ambiental.

PONTOS DE COLETA - Na região de Curitiba, o Óleo Amigo está localizado próximo à fábrica da Biopower, em Mafra (SC), cerca de 100 km da capital paranaense. O programa também atua em Lins, no interior de São Paulo, além de Campo Verde (MT) – regiões que contam com unidades de produção de biodiesel da Biopower. Em Curitiba (PR), a coleta física do óleo de cozinha usado é realizada gratuitamente em bares, restaurantes, escolas e outros estabelecimentos geradores do resíduo. Para agendar a retirada, basta entrar em contato pelo WhatsApp (41) 9 9228-9748 ou pelo e-mail oleoamigo.curitiba@jbs.com.br.

Sanepar e programa Óleo Amigo, da Biopower, levam educação ambiental ao litoral do Paraná

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Óleo amigo Óleo amigo
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Ivaiporã terá Oficina de Fabricação de Sabão nesta quinta, 12

Enviado por Giovanna Migot… em

A receita é simples: soda, água e óleo. A técnica para fazer o mix funcionar será repassada na Oficina de Fabricação de Sabão nesta quinta-feira (12), em Ivaiporã. O evento promovido pela Sanepar é totalmente gratuito e ainda tem vagas.

O foco principal é ensinar os participantes a aproveitar o óleo utilizado na cozinha para fazer sabão, e assim, evitar o entupimento das tubulações de esgoto que, com o descarte irregular de óleo, podem extravasar em frente ao imóvel ou alguns quilômetros adiante.

O curso será realizado a partir das 14h no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos 60+, localizado na Avenida Aparício Bittencourt, 999, no centro.  

Qualquer pessoa, maior de 18 anos, pode se inscrever pelo Whatsapp (41) 99750-6059, com Flávia Souza, por mensagem de texto. Também pode ser feita a inscrição pelo e-mail flaviagomesanx@gmail.com, enviando nome e telefone de contato. As vagas são limitadas.

A oficina tem duas horas de duração. Os participantes receberão apostila, certificado e poderão aproveitar os ensinamentos para economizar em casa ou gerar renda extra.

O curso, lançado pela Sanepar em 2018, tem sido um sucesso, já passou por diferentes cidades do estado e soma milhares de participantes. Com o óleo sendo reaproveitado para sabão, a família deixa de comprar produtos tradicionais de prateleira, para gastar apenas com soda cáustica.

Variações da receita costumam ser compartilhadas pelas participantes durante as oficinas: limão, açúcar, erva curtida no álcool ou essências. Qualquer aditivo deste tipo vai aproximar as características do produto final dos que ocupam as prateleiras dos mercados, sem tantas químicas e potenciais alergênicos.

Além do aprendizado sobre como transformar óleo em sabão, também são trabalhados conteúdos como o uso correto da rede de esgoto, descarte de resíduos e a importância do saneamento.

Pede-se a doação uma garrafa pet de dois litros e de óleo usado para a oficina. Contudo, a doação não é obrigatória para a participação na atividade.

CONTEXTO – As oficinas de sabão integram as ações socioambientais que estão sendo realizadas em diferentes cidades do Paraná e integra o Programa de Intervenção Socioambiental em Obras de Saneamento da Sanepar. O objetivo é promover a conservação do meio ambiente e a responsabilidade social a partir dos eixos do saneamento.

O Programa é realizado em parceria com a Prefeitura Municipal e atende à Portaria n° 464/2018, do Ministério da Cidades, como requisito para as obras de saneamento financiadas pela Caixa. 
 

Sanepar ensina a fazer sabão, economizar e não entupir tubulação do esgoto

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participantes da oficina de sabao em londrina em 2024. a foto é ilustrativa participantes da oficina de sabao em londrina em 2024. a foto é ilustrativa
profissionais da sanepar ensinam a fazer sabado com oleo de cozinha profissionais da sanepar ensinam a fazer sabado com oleo de cozinha
participantes da oficina de sabao em ivaipora em 2024 participantes da oficina de sabao em ivaipora em 2024
participantes de oficina de sabao com oleo de cozinha participantes de oficina de sabao com oleo de cozinha
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Água Segura: Sanepar e parceiros trabalham em estratégias para garantir a sustentabilidade do abastecimento em cidades do Paraná

Enviado por Emanuele Campo… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), o Instituto de Desenvolvimento Rural (IDR)o Instituto Água e Terra (IAT) estiveram reunidos na sede do IDR em Ponta Grossa nesta sexta-feira (06), para a 33ª reunião do Programa Água Segura. Com abrangência estadual, o programa integra o Plano de Segurança da Água (PSA). Seu objetivo é identificar riscos em todas as etapas do abastecimento — do manancial ao consumidor final —, para implementar medidas de controle que garantam a qualidade e a disponibilidade da água para o abastecimento público no Paraná.

A gerente de Recursos Hídricos da Sanepar, Ester Assis Mendes, explica que o plano de segurança trabalha de forma preventiva na gestão de risco de toda a cadeia de abastecimento de água. “A Sanepar precisa de uma água de boa qualidade para tornar potável e distribuir à população. Esta água vem de um sistema natural, que é usado por todos dentro de uma bacia hidrográfica - indústria, agropecuária, lazer. Então, a água de boa qualidade no manancial depende da ação de toda a sociedade, para ser usada por essa mesma sociedade”, afirma.

O trabalho deve envolver ao todo 42 microbacias hidrográficas, abrangendo, até 2028, 382 municípios. “Há mais de um ano assinamos um convênio trazendo parceiros importantes para o manejo do solo, para a previsão hidroclimática, para a fiscalização dos usos agropecuários, florestais e de uso do solo, para que, juntos, possamos fomentar e implantar ações de manejo sustentável. É assim que o Água Segura vem trabalhar em toda a cadeia, com segurança e também trazendo as responsabilidades de cada um para a proteção e conservação deste recurso, que é de toda a sociedade”, reforça a gerente. O convênio abrange, além de Sanepar, IDR e IAT, o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), e a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar).

Avner Paes Gomes, coordenador de Recursos Naturais e Sustentabilidade do IDR, conta que o órgão está focado nas ações de extensão rural, com a instalação de unidades de referência. As unidades modelo vão receber investimento em tecnologias de produção sustentável, como práticas de proteção de solo, manejo de dejetos, recuperação de áreas degradadas, entre outras atividades. “Estas áreas servirão como exemplo na adoção de tecnologias e das boas práticas nas áreas de manancial, visando abranger produtores do entorno e toda a população, rural e urbana”, informa.

PONTA GROSSA - A microbacia da Represa de Alagados, localizada entre Ponta Grossa, Castro e Carambeí, é uma das prioridades do Programa Água Segura. Com atividades de usos múltiplos em toda a região, a escassez de chuvas na área da bacia e as altas temperaturas resultaram numa hiperfloração de algas na Represa, que é usada para o abastecimento público em Ponta Grossa.

“Há uma situação atípica no manancial, neste momento diretamente relacionada ao fator climático. “Em fevereiro de 2025, a vazão da Represa era de 16 metros cúbicos por segundo. Hoje, estamos com uma vazão de 2 metros cúbicos por segundo, muito abaixo da média histórica para esta época do ano”, compara Raul Marcon, coordenador de Recursos Hídricos da Sanepar.

Em fase de elaboração de diagnóstico, nos próximos meses o Programa Água Segura deve inciar as ações em oito microbacias do estado, incluindo Alagados, para avaliar, fiscalizar e tomar medidas de controle e proteção dos mananciais. 

A 33ª reunião do grupo de trabalho, que envolve várias entidades, ocorreu em Ponta Grossa nesta sexta-feira (06)

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Estação Sanepar no Litoral encerra operação com 40 mil atendimentos no Verão Maior Paraná

Enviado por Chelsea Karina… em

A Estação Sanepar, projeto de Educação Ambiental com atividades nas areias das praias do Paraná, encerrou as atividades neste último domingo (1) com marcas positivas a celebrar: registrou 40 mil atendimentos aos veranistas e entregou 70 mil brindes. As foram realizadas em Morretes, Antonina, Guaraqueçaba, Matinhos, Guaratuba e Pontal do Paraná.

Por meio de jogos virtuais, tabuleiros e maquetes, a ação desenvolvida pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) demonstrou as etapas de captação, tratamento e distribuição de água.

"A Sanepar atingiu os seus objetivos em levar Educação Ambiental nesta edição, o projeto abrangeu diversas frentes, incluindo o ciclo do rio ao rio", explicou a gerente de desenvolvimento socioambiental, Palloma de Felix Milczwski.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL - Uma pesquisa de avaliação aplicada a 1.241 participantes indicou que 95% dos usuários classificaram a iniciativa como excelente.

O atendimento dos monitores e as informações sobre o sistema de tratamento de esgoto foram os pontos mais citados dentre os assuntos tratados. As atividades educativas devem ser replicadas em outras cidades do interior do estado no decorrer do ano.

Para o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, os indicadores consolidam a presença da companhia no litoral. "Esses números demonstram o compromisso da Sanepar com o Estado. Trabalhamos com água e saúde, e a temporada de verão permite ampliar o contato direto com a população", afirmou.

DEMAIS ATIVIDADES – A Sanepar segue com atuação especial no Verão Maior Paraná: as equipes de limpeza, que operam em turnos diurnos e noturnos nos balneários e ilhas, mantêm o serviço ativo até o dia 23 de fevereiro.

Já o projeto Praia Acessível, que oferece o uso das cadeiras anfíbias nos postos de Caiobá, Praia de Leste e Shangri-lá, continua disponível até 18 de fevereiro, de quinta-feira à domingo, das 09h às 17h. O funcionamento no Carnaval será especial, e o encerramento mantém-se na Quarta-Feira de Cinzas (18).

Ações de Educação Ambiental da Companhia nas praias do litoral paranaense foram classificadas como “excelentes” por 95% do público em pesquisa de avaliação

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