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Sanepar e UFPR identificam peixe que atua como "filtro ecológico" e reduz emissão de gases do efeito estufa

Enviado por Carla Bastos Dias em

Estudar o ecossistema dos reservatórios de água ajuda a entender como a própria natureza auxilia no combate ao agravamento do efeito estufa. Um estudo realizado por um grupo de pesquisadores de diversas instituições, incluindo a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e a Universidade Federal do Paraná (UFPR), revelou que o lambari-miúdo (Psalidodon minor), peixe nativo de cerca de 10 centímetros, pode mitigar a emissão local de gases causadores do aquecimento global.

O engenheiro florestal da área de Pesquisa da Sanepar Maurício Bergamini Scheer é um dos autores do estudo realizado no Reservatório Passaúna, localizado na Região Metropolitana de Curitiba. Ele explica que reservatórios de abastecimento e de energia elétrica apresentam circulação de água mais lenta do que os rios, acumulando naturalmente mais matéria orgânica no fundo, que se decompõe e emite gases como o metano — o segundo maior responsável pelo aquecimento global e considerado cerca de 80 vezes mais nocivo que o gás carbônico em um período de 20 anos.

Neste contexto, a pesquisa descobriu que as populações de peixes nativos atuam como uma espécie de filtro ecológico, retendo o carbono proveniente do metano em sua biomassa (na carne), sendo um importante elemento para mitigar os gases de efeito estufa desse tipo de reservatório. “Na reabilitação deste ambiente artificial, os processos naturais das comunidades de seres vivos precisam se equilibrar dentro de sua dinâmica, criando uma infraestrutura biológica de mitigação climática”, esclarece.

LAMBARI-MIÚDO - Segundo o professor e pesquisador do Departamento de Engenharia Ambiental do Setor de Tecnologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e coordenador do Laboratório de Ecologia e Conservação (LEC), Jean Ricardo Simões Vitule, o lambari-miúdo é importante pois, apesar do pequeno porte, tem uma massa significativa que sustenta predadores. A assimilação do carbono proveniente do metano por este peixe chega a ser de até 15% do seu peso.

“Temos que manter esse lambari, porque se houver diminuição da população ou se ele for extinto, o metano será emitido mais rapidamente para a atmosfera. Toda a comunidade funciona como um filtro ecológico, mas o lambari-miúdo é uma das engrenagens mais importantes no contexto deste tipo de carbono, e é difícil relatar isso em peixes. Este é um dos primeiros estudos globais com reservatórios mostrando que peixes são importantes nesses filtros de assimilação em âmbito de ecossistema de comunidades biológicas”, destaca.

ESPÉCIES INVASORAS - O estudo também demonstrou que espécies exóticas de peixes, em especial o predador black bass (Micropterus nigricans), podem colocar em risco o equilíbrio biológico ao reduzir drasticamente a população do lambari-miúdo e de outros peixes nativos. Ao desestruturar a teia alimentar, o black bass potencializa a liberação de gás metano para a atmosfera, afetando a sustentabilidade a longo prazo. “São efeitos em diferentes escalas tanto para o reservatório quanto para o meio ambiente”, observa Vitule.

Scheer ressalta que é necessário fazer o monitoramento e o manejo ecológico focado na fauna nativa para impedir que ocorram essas invasões biológicas. “Desenvolvemos junto com o Laboratório de Ecologia e Conservação um protocolo de manejo que pode ser aplicado em qualquer reservatório do Brasil ou do mundo para prevenir e mitigar este problema que causa grandes prejuízos ecológicos e econômicos. Ele inclui várias formas de vida diferentes, tanto aquáticas quanto terrestres, e visa aumentar, de forma ecologicamente equilibrada, as populações nativas e controlar as exóticas, como o black bass”, conta.

PRÓXIMOS PASSOS - O pesquisador da Sanepar afirma que ainda há muito a ser investigado, mas o estudo aponta esse potencial para os milhares de reservatórios existentes. “Entendemos que precisamos não só cuidar da quantidade deste ativo de saneamento, mas também da qualidade. Precisamos continuar investigando os mananciais e os reservatórios para conseguir antecipar possíveis problemas e valorizar os serviços ecossistêmicos que são prestados pela natureza”, conclui.

ESFORÇO INTERINSTITUCIONAL - A pesquisa intitulada “Assimilação de carbono derivado de metano por peixes nativos e não nativos em um reservatório neotropical” foi realizada pela Gerência de Pesquisa e Inovação da Sanepar, em parceria com o LEC/UFPR, o Laboratório de Ecologia de Peixes da Universidade Federal de Lavras (UFLA), o Lancaster Environmental Centre (Reino Unido), o LAB Analyses e o Museu de História Natural Capão da Imbuia (MAPCF/SMMA). “Esse ‘mutualismo’ entre os setores é importante, pois se reflete em conhecimento para a sociedade. É um conhecimento basal e que gera frutos aplicados da ecologia para o manejo do reservatório”, finaliza o professor.

O estudo foi publicado na renomada revista científica internacional Water Biology and Security. Confira o estudo completo aqui.

O lambari-miúdo, nativo e endêmico do Rio Iguaçu, ajuda a reduzir a presença do metano na atmosfera, um dos mais nocivos para o aquecimento global

Água
Dois pesquisadores em um barco de alumínio recolhem uma rede de pesca com pequenos lambaris-miúdos e outros peixes, durante um estudo ambiental em um reservatório de água sob céu claro. Dois pesquisadores em um barco de alumínio recolhem uma rede de pesca com pequenos lambaris-miúdos e outros peixes, durante um estudo ambiental em um reservatório de água sob céu claro. Estudo da Sanepar em parceria com outras instituições identifica peixe que atua como "filtro ecológico" e reduz emissão de gases do efeito estufa. Crédito: Matheus Oliveira Freitas
Peixe lambari-miúdo em vista lateral com escamas prateadas e nadadeiras translúcidas, fotografado contra um fundo totalmente preto. Peixe lambari-miúdo em vista lateral com escamas prateadas e nadadeiras translúcidas, fotografado contra um fundo totalmente preto. Lambari-miúdo assimila até 15% do seu peso em carbono proveniente do metano. Crédito: Vinícius Abilhoa
Pesquisador em pé na proa de um barco de alumínio segura uma rede de pesca com um peixe preso, enquanto outro homem em primeiro plano observa a atividade em um reservatório de água sob céu azul. Crédito: Matheus Oliveira Freitas Pesquisador em pé na proa de um barco de alumínio segura uma rede de pesca com um peixe preso, enquanto outro homem em primeiro plano observa a atividade em um reservatório de água sob céu azul. Crédito: Matheus Oliveira Freitas O estudo também demonstrou que espécies exóticas de peixes podem colocar em risco o equilíbrio biológico ao reduzir drasticamente a população de peixes nativos. Crédito: Matheus Oliveira Freitas
Amostra de dez pequenos lambaris dispostos paralelamente em duas colunas verticais dentro de um recipiente branco para análise laboratorial. Os peixes da esquerda apresentam nadadeiras caudais avermelhadas, enquanto os da direita têm nadadeiras amareladas. Crédito: Matheus Oliveira Freitas Amostra de dez pequenos lambaris dispostos paralelamente em duas colunas verticais dentro de um recipiente branco para análise laboratorial. Os peixes da esquerda apresentam nadadeiras caudais avermelhadas, enquanto os da direita têm nadadeiras amareladas. Crédito: Matheus Oliveira Freitas Peixes capturados no reservatório Passaúna para realização do estudo. Crédito: Matheus Oliveira Freitas
Dois homens posam abraçados de lado na passarela externa da estação de captação do Reservatório do Passaúna. O homem à esquerda usa óculos, barba e camisa verde, e o homem à direita veste uma jaqueta escura com a logomarca da Sanepar e um gorro preto, sob a luz do sol. Dois homens posam abraçados de lado na passarela externa da estação de captação do Reservatório do Passaúna. O homem à esquerda usa óculos, barba e camisa verde, e o homem à direita veste uma jaqueta escura com a logomarca da Sanepar e um gorro preto, sob a luz do sol. Jean Ricardo Simões Vitule, coordenador do Laboratório de Ecologia e Conservação (LEC/UFPR), e Maurício Bergamini Scheer, engenheiro florestal da área de Pesquisa da Sanepar, dois dos autores do estudo. Crédito: André Thiago/Sanepar
Vista aérea da estação de captação de água da Sanepar no Reservatório do Passaúna, cercada por densa vegetação nativa, com placas solares flutuantes na água e torres de transmissão de energia ao fundo sob céu azul. Vista aérea da estação de captação de água da Sanepar no Reservatório do Passaúna, cercada por densa vegetação nativa, com placas solares flutuantes na água e torres de transmissão de energia ao fundo sob céu azul. Estudo realizado no Reservatório Passaúna reforça a necessidade de fazer o manejo ecológico de reservatórios de abastecimento. Crédito: André Thiago/ Sanepar
Curitiba
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Obras da Sanepar avançam e vão ampliar em 70% de vazão de água em Piraquara

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) está executando a fase final de obras na rede de abastecimento de água em Piraquara, na região metropolitana de Curitiba. Com a implantação de uma nova adutora com aproximadamente 11 quilômetros de extensão, a capacidade de vazão no município aumentará em 70%.  

A cidade passará a ser abastecida por duas adutoras operando em conjunto, equipadas com duas motobombas. Com isso, a vazão máxima de atendimento, que hoje é de cerca de 190 litros por segundo, saltará para 325 litros por segundo.

Aviso de Utilidade Pública: Interligação de nova adutora para ampliação do sistema em Piraquara

“Piraquara é uma cidade importantíssima no que se refere ao abastecimento e ao saneamento no Paraná. O investimento nas redes de distribuição da cidade é essencial para garantir que o berço das águas de Curitiba e da região metropolitana também seja valorizado, permitindo que a população usufrua dessa água que tanto valor possui”, destacou o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

Para viabilizar o avanço nesta reta final, uma parada programada no abastecimento de água em Piraquara está prevista para a próxima terça-feira (23). A interrupção ocorrerá das 8h30 às 18h. O período será destinado para as equipes realizarem a interligação de uma nova adutora à estrutura já existente e ao reservatório de Piraquara.

Por se tratar de um sistema de alta complexidade, a interligação é apenas um dos passos, e a capacidade total do abastecimento deve aumentar gradativamente conforme as intervenções forem sendo desenvolvidas. 

O projeto de melhorias contempla ainda a implantação da nova Estação Elevatória e a execução de cerca de 48 quilômetros de rede de distribuição de água. Para otimizar o sistema e reduzir as perdas físicas, a estrutura também receberá novos equipamentos de pressurização e válvulas redutoras de pressão (VRPs).

PROGRAMAÇÃO – A obra pode afetar os bairros Vila Izabel; Jardim Santa Clara; Jardim dos Estados; Jardim Veneza; Vila Osternak; Jardim Mirte; Jardim das Laranjeiras; Vila Remo; Jardim Olinda; Jardim Santa Maria; Planta Rita de Cássia; Jardim Santa Mônica; Vila Dalila; Jardim Esmeralda; Jardim Primavera; Ipanema; Vila Santa Helena; Jardim Águas Claras; Jardim Bom Jesus; São Cristóvão; Vila Marumby; Vila Juliana; Vila Militar; Vila Macedo; Vila Suzi; Planta Simone; Planta Cruzeiro; Vila Franca; Vila Fuck; Planta São Tiago; Planta Deodoro; Capoeira dos Dinos.

ORIENTAÇÕES - Neste período, a Sanepar orienta a população a priorizar o uso da água para alimentação e higiene pessoal. Atividades que demandam maior volume de água, devem ser adiadas.

Poderão ficar sem água durante este período os clientes que não têm caixa-d'água no imóvel. É obrigatório, no Paraná, que todo imóvel tenha uma caixa-d'água por determinação da Resolução nº 3/2020 da Agência Reguladora do Paraná (AGEPAR). O reservatório deve ter no mínimo 500 litros ou capacidade para atender o consumo de água no imóvel por 24 horas.

Companhia está implantando novas redes e realizando manutenções estratégicas. Bairros do município terão parada temporária na próxima terça-feira (23) para interligação de redes

Água
Equipe técnica trabalha na manutenção de uma grande tubulação de água dentro de uma escavação na terra. Em primeiro plano, um supervisor de costas, vestindo jaqueta azul escura com a marca Sanepar, observa o serviço Equipe técnica trabalha na manutenção de uma grande tubulação de água dentro de uma escavação na terra. Em primeiro plano, um supervisor de costas, vestindo jaqueta azul escura com a marca Sanepar, observa o serviço
Vista aérea da Barragem de Piraquara com o reservatório de água ao fundo. No gramado do talude da barragem, destaca-se o logotipo estilizado da Sanepar em cor branca Vista aérea da Barragem de Piraquara com o reservatório de água ao fundo. No gramado do talude da barragem, destaca-se o logotipo estilizado da Sanepar em cor branca
Piraquara
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Mais de 1 mil famílias de Mandaguari estão se conectando à rede de esgoto

Enviado por Giovanna Migot… em

“Se todos tivessem conscientização da água que vai ser descartada, de não mandar a gordura junto, somente a água, seria perfeito”. Este é o entendimento de Edivaldo Pedro que está realizando por conta própria a interligação do seu imóvel na rede coletora de esgoto.

Morador do Jardim Delgado, em Mandaguari, no Noroeste do Estado, Edivaldo compõe uma das mais de 1 mil famílias contempladas com a obra de ampliação da rede coletora de esgoto que acaba de ser concluída, por meio de uma parceria entre a Prefeitura Municipal e a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).

Edivaldo trabalha numa empresa de produtos químicos, nunca foi encanador, mas dedicou alguns fins de semana para implantar as tubulações destinando a água utilizada no banheiro, cozinha e área de serviço para a rede de esgoto. O morador seguiu à risca todas as normas técnicas indicadas no manual do cliente da Sanepar. “No que eu não tinha habilidade, já corria nos vizinhos pedindo orientação e deu certo. E só falta agora a parte dos acabamentos, do reboco, a tampa”, resume.

Reconhecendo a função das caixas de inspeção e de gordura, Edivaldo aconselha os demais vizinhos a fazerem a correta ligação do esgoto também. Ele lembra que é um item essencial para não atrapalhar o tratamento do esgoto e não contaminar o meio ambiente. “Obedece aos parâmetros e a gente faz a separação da gordura para não vir para rede. Pra rede, é só a água”, comenta sobre a caixa de inspeção que, após tampada, não significa espaço perdido no quintal.

A conversa sobre meio ambiente equilibrado com Edivaldo, mostra como é possível fazer sua parte sem sair de casa. Ele faz questão de dizer, por exemplo, que no fundo do quintal mantém uma área gramada para permitir que a água da chuva percole e abasteça os lençóis freáticos. 
O VIZINHO - O aposentado Maurílio Dionizio é o vizinho de frente do Edivaldo, na Rua José Luiz Costa. Já está utilizando a rede de esgoto e avalia que a eliminação das fossas sépticas é um importante ganho para a comunidade. “Vai ser a melhor coisa, saúde para todos nós”, pontua.

Maurílio acompanhou a obra de implantação da rede coletora e ficou admirado com a tecnologia utilizada, com o método não destrutivo. “A rede de esgoto que saiu aqui foi bem feita. Não precisou abrir as calçadas, fizeram tudo por baixo, muito bem planejado”, destaca.

Há alguns quilômetros dali, no jardim Planalto, a dona de casa Denice Ferreira também comemora a chegada de rede coletora, contando os dias para realizar a compactação da terra na antiga fossa e recompor o calçamento. “Agora é só manter a caixinha da gordura limpinha e fica tudo certo”, comenta.

Apesar de já existente no quintal, somente seguindo orientação para interligar o imóvel à rede da Sanepar, é que Denice observou a importância de efetuar a limpeza da caixa de gordura.  “Eu esquecia dela lá, porque não fazia barulho nenhum. Agora não, agora eu estou lavando a louça aqui e estou escutando cair água ali”, brinca. 
BENEFICIADOS - As mil famílias contempladas com a obra de ampliação da rede coletora de esgoto são moradoras dos jardins Progresso, Delgado, Palma, das Torres, Hawai III, Bela Vista, São Marcos, Tancredo Neves e Cristina, além da Villa Bela e dos residenciais Riacho Doce e Ernesto Trolezzi.

OBRAS – Para além dos 19 mil metros de rede coletora de esgoto instalados em Mandaguari, por meio da parceria com a Prefeitura, a Sanepar também ampliou a capacidade para tratar o que coleta. A Companhia construiu uma nova estação de tratamento de esgoto, moderna e completa, a ETE Keller IV.

Somando o valor reembolsado ao município, pela antecipação da obra da rede, os investimentos da Sanepar em Mandaguari ultrapassam os R$ 45 milhões.  

O superintendente Operacional da Sanepar na Região Noroeste, Vitor Gorzoni, 
afirma que a nova unidade amplia em mais de 70% a capacidade do sistema local, com um horizonte de muitos anos permitindo que o município não pare de crescer.

“Mais de mil famílias foram beneficiadas em diversos bairros, as principais áreas de Mandaguari já estão atendidas. Restam cerca de 10% para a universalização total do serviço no município”.

A prefeita de Mandaguari e enfermeira, Ivonéia Furtado diz que chegar aos 80% de cobertura com esgoto no município era um plano de governo e um sonho. “Afinal de contas, rede de esgoto na cidade é saúde”, comenta.  

Ela destacou o diálogo mantido com a equipe da Sanepar e o laço estreito que permitiu a parceria para a obra do sistema, que amplia os horizontes para o crescimento e o desenvolvimento organizado da cidade. “Mandaguari a nível de Brasil está dando um belíssimo exemplo no marco regulatório do saneamento básico. Isso é saúde, é compromisso da nossa administração com a população”.
 

Moradores reconhecem ganhos ambientais e de saúde das obras de ampliação da coleta e tratamento do esgoto

Socioambiental
Morador sorri ajoelhado na calçada ao lado de uma caixa de inspeção ou passagem de esgoto recém-construída em alvenaria de tijolos. Ele está orgulhoso, pois foi ele quem fez a ligação de esgoto da sua casa. Ao fundo, uma grade metálica preta delimita o espaço residencial Morador sorri ajoelhado na calçada ao lado de uma caixa de inspeção ou passagem de esgoto recém-construída em alvenaria de tijolos. Ele está orgulhoso, pois foi ele quem fez a ligação de esgoto da sua casa. Ao fundo, uma grade metálica preta delimita o espaço residencial Edivaldo Pedro, está interligando seu imóvel à rede de esgoto por conta própria seguindo rigorosamente as normas técnicas
Dois operários trabalham no canteiro de obras de uma estação de tratamento de esgoto. Um deles opera uma betoneira móvel perto de um grande tanque metálico prateado com passarela superior. Ao fundo, um tanque preto exibe o logotipo da Sanepar sob o céu azul Dois operários trabalham no canteiro de obras de uma estação de tratamento de esgoto. Um deles opera uma betoneira móvel perto de um grande tanque metálico prateado com passarela superior. Ao fundo, um tanque preto exibe o logotipo da Sanepar sob o céu azul Sanepar investiu mais de R$ 45 milhões para construir nova ETE e ampliar a rede, junto com a prefeitura
Prédio operacional com pé direito bem alto com paredes pintadas em tons de azul claro e escuro em uma estação de tratamento de esgoto. Anexo uma estrutura possui uma área aberta no piso superior com guarda-corpos amarelos e vigas metálicas, onde estão equipamentos do tipo centrífugas Prédio operacional com pé direito bem alto com paredes pintadas em tons de azul claro e escuro em uma estação de tratamento de esgoto. Anexo uma estrutura possui uma área aberta no piso superior com guarda-corpos amarelos e vigas metálicas, onde estão equipamentos do tipo centrífugas Sanepar investiu mais de R$ 45 milhões para construir nova ETE e ampliar a rede, junto com a prefeitura
Prefeita e membros da prefeitura, com equipe técnica da Sanepar posam para foto alinhados lado a lado no canteiro de obras da estação de tratamento de esgoto. A prefeita, ao centro, veste blusa verde e capacete rosa, enquanto os demais profissionais usam crachás, camisas casuais e capacetes brancos de proteção Prefeita e membros da prefeitura, com equipe técnica da Sanepar posam para foto alinhados lado a lado no canteiro de obras da estação de tratamento de esgoto. A prefeita, ao centro, veste blusa verde e capacete rosa, enquanto os demais profissionais usam crachás, camisas casuais e capacetes brancos de proteção Em visita recente à obra, prefeita Ivonéia comemorou a chegada aos 80% de cobertura com esgotamento sanitário
Dois técnicos trabalham em um painel elétrico. Um deles, agachado, realiza ajustes nos cabos internos utilizando capacete com lanterna e protetor auricular, sob a supervisão do colega de uniforme azul Dois técnicos trabalham em um painel elétrico. Um deles, agachado, realiza ajustes nos cabos internos utilizando capacete com lanterna e protetor auricular, sob a supervisão do colega de uniforme azul Já em operação, ETE Keller IV recebe ajustes finais de instalações elétricas e urbanização
Técnico da Sanepar com uniforme azul e capacete branco observa outro profissional que realiza manutenção interna em um painel elétrico de alta tensão protegido por grade metálica Técnico da Sanepar com uniforme azul e capacete branco observa outro profissional que realiza manutenção interna em um painel elétrico de alta tensão protegido por grade metálica Já em operação, ETE Keller IV recebe ajustes finais de instalações elétricas e urbanização
Morador sorri ajoelhado na calçada ao lado de uma caixa de inspeção ou passagem de esgoto recém-construída em alvenaria de tijolos. Ele está orgulhoso, pois foi ele quem fez a ligação de esgoto da sua casa. Ao fundo, uma grade metálica preta delimita o espaço residencial Morador sorri ajoelhado na calçada ao lado de uma caixa de inspeção ou passagem de esgoto recém-construída em alvenaria de tijolos. Ele está orgulhoso, pois foi ele quem fez a ligação de esgoto da sua casa. Ao fundo, uma grade metálica preta delimita o espaço residencial Edivaldo Pedro, está interligando seu imóvel à rede de esgoto por conta própria seguindo rigorosamente as normas técnicas
Homem de camisa clara e calça jeans posa em pé na calçada em frente ao portão de uma residência no Jardim Delgado. Ao fundo, aparecem casas de alvenaria sob um céu azul limpo Homem de camisa clara e calça jeans posa em pé na calçada em frente ao portão de uma residência no Jardim Delgado. Ao fundo, aparecem casas de alvenaria sob um céu azul limpo Maurílio Dionizio, acompanhou a implantação da rede e elogiou método que não precisa abrir valetas nas calçadas
Mulher de casaco colorido e calça escura posa em pé no quintal de sua residência no Jardim Planalto. Ela está ao lado de uma tampa de inspeção de esgoto no chão, com terra onde a fossa foi aterrada. Ela está em frente a um portão de barras horizontais Mulher de casaco colorido e calça escura posa em pé no quintal de sua residência no Jardim Planalto. Ela está ao lado de uma tampa de inspeção de esgoto no chão, com terra onde a fossa foi aterrada. Ela está em frente a um portão de barras horizontais Denice Ferreira já está usufruindo a rede de esgoto e entendeu melhor a função da caixa de gordura no quintal
Mandaguari
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Em novo edital, Sanepar amplia disponibilidade de biossólido para a agricultura

Enviado por Glaydson Angel… em

Companhia de Saneamento do Paraná abriu, nesta terça-feira (16), um novo credenciamento para uso do SaneBio, o biossólido fertilizante para culturas agrícolas produzido a partir do tratamento de esgoto. Produtores rurais e empresas de qualquer porte podem solicitar o credenciamento e garantir, mediante pagamento do Valor Básico de Disponibilidade (VBD), o material produzido nas unidades de Campo Mourão, Cianorte, Nova Londrina e Umuarama.  

O primeiro edital de credenciamento aconteceu em março com oferta de 1,2 mil toneladas, sendo que todo volume disponível foi reservado. Nesta segunda chamada, a Sanepar aumentou o volume para 1,5 mil toneladas. Além disso, a ampliou as categorias disponíveis. Além do SaneBio Tipo A — indicado para a maioria dos cultivos agrícolas, florestais e de fruticultura, conforme a legislação —, o edital passa a ofertar o Tipo B, de uso exclusivo no cultivo de cana-de-açúcar com finalidade sucroalcooleira.

Ao todo, são sete apresentações, que variam conforme o teor de sólidos e o tratamento, com valor de disponibilidade variando entre R$ 20 e R$ 100 por tonelada. O transporte pode ser próprio (licenciado), de empresas terceirizadas devidamente licenciadas ou contratado da Sanepar.

“Ao ampliar o atendimento ao setor sucroalcooleiro, abrimos caminho para novas e promissoras parcerias entre a Sanepar e os produtores rurais. O Sanebio consolida-se como uma solução altamente eficaz e ambientalmente segura para a destinação de resíduos, além de ser comprovado os índices de aumento de produtividade e competitividade para o agronegócio paranaense", explica o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

Para participar,  o interessado preenche o formulário no site, anexa a análise de fertilidade do solo da área e indica a cultura e o tamanho da área de aplicação. A Sanepar analisa a documentação e, havendo habilitação, emite a fatura de reserva, com pagamento em até 10 dias corridos. As solicitações são atendidas por ordem cronológica de inscrição e para que mais pessoas tenham acesso, o edital prevê limites mínimos e máximos de reserva.  

A modalidade gratuita para pequenos produtores continua ativa, pelo programa de destinação agrícola do lodo.

O PROGRAMA - O SaneBio é tratado e higienizado sob rigorosos padrões técnicos e ambientais. Rico em matéria orgânica, nitrogênio, fósforo, cálcio, magnésio, enxofre e micronutrientes, o biossólido contribui para a fertilidade do solo e pode reduzir custos com fertilizantes e corretivos.

Quando higienizado com cal, ele também atua na correção da acidez. Cada lote é acompanhado de um laudo analítico realizado previamente pela Companhia, e a aplicação segue projeto agronômico elaborado pela Sanepar.

A destinação final do material proveniente do tratamento de esgoto é um dos maiores desafios do saneamento básico mundial. Apenas no ano passado, o gerenciamento de quase 300 mil toneladas de lodo úmido geradas nas 269 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) da Sanepar demandou um investimento superior a R$ 60 milhões.

“Através desse Projeto de valoração do lodo de esgoto “SaneBio”, a Sanepar eleva sua eficiência, reduzindo custos e gerando receitas acessórias, ao mesmo tempo em que garante ao produtor rural o lodo para uso agrícola, a garantia do recebimento de um insumo agrícola de alta qualidade em sua propriedade, com preço competitivo e previsibilidade para o planejamento da próxima safra agrícola, explica o Engenheiro Agrônomo Marco Aurelio Knopik, que orienta o projeto na região noroeste do Paraná.

Companhia aumentou de 1,2 mil toneladas para 1,5 mil toneladas no segundo edital de credenciamento. Além disso, ampliou as categorias de biossólido disponíveis, passando a incluir o setor sucroalcooleiro

Mercado
Trator agrícola realiza a aplicação de insumos e correção do solo em plantação sob a luz do pôr do sol Trator agrícola realiza a aplicação de insumos e correção do solo em plantação sob a luz do pôr do sol
Dois técnicos agrícolas realizam amostragem de solo em um campo aberto de terra batida, cercado por uma floresta nativa de araucárias ao fundo. Um deles usa chapéu e coleta a amostra com um trado, enquanto o outro segura um balde azul Dois técnicos agrícolas realizam amostragem de solo em um campo aberto de terra batida, cercado por uma floresta nativa de araucárias ao fundo. Um deles usa chapéu e coleta a amostra com um trado, enquanto o outro segura um balde azul
Produtor rural em meio a uma lavoura, segurando dois pés da planta arrancados pela raiz para demonstrar a diferença de crescimento: na mão direita, uma planta menor e menos desenvolvida; na mão esquerda, uma planta visivelmente maior, mais robusta e com vagens formadas Produtor rural em meio a uma lavoura, segurando dois pés da planta arrancados pela raiz para demonstrar a diferença de crescimento: na mão direita, uma planta menor e menos desenvolvida; na mão esquerda, uma planta visivelmente maior, mais robusta e com vagens formadas
Vista ampla de um caminhão caçamba basculante em meio a uma plantação de milho jovem, descarregando uma pilha de lodo tratado (Sanebio) com uma linha de árvores ao fundo. Vista ampla de um caminhão caçamba basculante em meio a uma plantação de milho jovem, descarregando uma pilha de lodo tratado (Sanebio) com uma linha de árvores ao fundo.
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Sítios experimentais da Sanepar validam eficiência de tecnologias de sucessão ecológica para recuperação de áreas degradadas

Enviado por Carla Bastos Dias em

A ciência, a inovação e a sustentabilidade caminham de mãos dadas na Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Pesquisas e experimentos realizados pela Sanepar desde 2014 em 25 hectares de sítios experimentais, localizados no entorno do Reservatório Piraquara II, demonstraram a eficácia de estratégias para recuperação ambiental de áreas degradadas.

Os sítios fazem parte de uma rede de estações experimentais relacionadas à linha de pesquisa “Novos processos para a conservação de mananciais”, que teve início com a necessidade de aprimorar a recuperação do entorno do reservatório no processo de compensação ambiental. O resultado está sendo o retorno da biodiversidade local com base na sucessão ecológica, um processo gradual e progressivo de estabelecimento de flora e de fauna até a formação de um ecossistema complexo e estável. 

O sucesso dos sítios experimentais serviu como base para a recuperação de áreas do Reservatório Miringuava, com o plantio de 250 mil mudas de árvores nativas, para a publicação de artigos científicos em periódicos nacionais e internacionais sobre restauração ecológica e a realização de pesquisas em conjunto com universidades.

SEGURANÇA HÍDRICA – De acordo com o engenheiro florestal da área de Pesquisa da Sanepar, Maurício Bergamini Scheer, a recuperação das áreas ao redor dos reservatórios de água, bem como das bacias de mananciais, está diretamente relacionada à garantia de disponibilidade hídrica para o abastecimento público. Sem vegetação, ocorre a erosão do solo e, consequentemente, o assoreamento da barragem, o que reduz sua vida útil, impacta a qualidade da água e a quantidade da reservação. Outro problema é o enriquecimento do corpo hídrico com nutrientes indesejados, favorecendo o crescimento de plantas aquáticas, como algas, que podem afetar o tratamento da água.

Com a restauração ambiental, as áreas passam a ser ocupadas pelos ecossistemas nativos, que melhoram a infiltração da água no solo e evitam a erosão. Os resultados são o aumento da quantidade e da qualidade da água, da fixação de carbono, a melhora do sombreamento e microclima, a recuperação de nutrientes e da matéria orgânica do solo e a intensificação da umidade do terreno.

EXPERIMENTOS – Scheer explica que existem diversos graus e níveis de degradação do solo, o que impacta tanto na “saúde” do reservatório, quanto no ecossistema da região. Para definir as tecnologias com melhores resultados na restauração e replicar as experiências bem-sucedidas em outras unidades da Sanepar foram implementadas diferentes técnicas.

Os experimentos incluíram o uso de biomassa de plantas aquáticas no enriquecimento do solo, diferentes níveis de correção do solo, o plantio de mudas de árvores de crescimento lento e rápido de maneira intercalada e o monitoramento ambiental para controlar espécies exóticas e invasoras, como pinus, alfeneiro, pau-incenso, amoreira, ameixeira e uva-do-japão. “Em alguns sítios também fizemos o plantio de espécies mais raras e ameaçadas de extinção, que precisam de um ‘empurrãozinho’ para começar a se desenvolver na área já preparada para que a restauração ocorra da forma mais rápida e com a melhor qualidade possível”, observa o pesquisador.

PLANTIO DE MUDAS – O plantio de árvores foi realizado com mudas produzidas pela própria Sanepar e parceiros como o Instituto Água e Terra (IAT), a ONG Sociedade Chauá e a Itaipu Binacional. A estratégia foi intercalar a plantação de espécies de crescimento lento com as que crescem rapidamente. Segundo o engenheiro florestal da Companhia, as plantas crescem e as folhas que caem ajudam a reproduzir a matéria orgânica do solo perdido e favorecem a regeneração natural.

“No início da sucessão ecológica, a área degradada se transforma em uma capoeira (vegetação secundária inicial). Após dez, 15 anos, evolui para um capoeirão (estágio intermediário de sucessão) e, dependendo do nível de degradação, após 30 ou 40 anos, o capoeirão se transforma gradativamente em uma floresta secundária jovem. Ao longo desse processo, espécies diferentes vão dominar o terreno, melhorar as condições locais e fixar o carbono atmosférico, mitigando gases de efeito estufa”, afirma o engenheiro florestal.

Nas áreas degradadas do Piraquara II foi feito plantio de linhas de bracatinga, que tem rápido crescimento e garante sombra e umidade para as outras espécies de crescimento mais lento, como araçá, cedro e araucária, que foram plantadas nas entrelinhas. “Auxiliamos a natureza a fazer o seu papel. Aqui, temos de cinco a dez espécies por metro quadrado, com plântulas que vieram naturalmente, dispersadas por pássaros e pequenos mamíferos”, destaca Scheer.

PLANTAS AQUÁTICAS – Um dos estudos realizados por Maurício Scheer nos sítios experimentais foi o uso da biomassa de plantas aquáticas para a recuperação de áreas degradadas. As plantas, retiradas de uma infestação do Piraquara II, foram aplicadas em solos degradados e, após um ano, foi comprovado que a biomassa contribuiu para maior crescimento de vegetação, maior cobertura do solo e mais riqueza e diversidade de espécies de plantas. Outra vantagem observada no uso da biomassa é a destinação eficiente e adequada das plantas aquáticas excedentes, que podem afetar os sistemas de abastecimento.

A pesquisa, intitulada “A restauração baseada na incorporação de macrófitas aquáticas em solos degradados pode aumentar a cobertura do solo, a riqueza florística e a diversidade em um ano em sítios no sul do Brasil?”, foi desenvolvida com os pesquisadores Charles Carneiro, especialista em Inovação e Novos Negócios da Sanepar, e a engenharia florestal Fabiane Vargas Reis, e publicada em uma das mais importantes revistas técnico-científicas na área de restauração ecológica, a Restoration Ecology. Acesse a publicação aqui.

Outro experimento com a biomassa de plantas aquáticas também foi tema de um trabalho apresentado no XI Simpósio Nacional de Recuperação de Áreas Degradadas. Confira o estudo completo aqui.

Plantio intercalado de espécies e vegetação de crescimento rápido e lento, biomassa de plantas aquáticas para enriquecer o solo e manejo integrado com monitoramento ambiental são estratégias que impulsionaram a natureza no processo de restauração no Reservatório Piraquara II

Socioambiental
Vista aérea e panorâmica de uma região de preservação ambiental. Na metade inferior da foto, vê-se a água escura e calma de uma represa ou grande lago. A margem é delineada por uma faixa estreita de terra e vegetação rasteira. Logo acima da margem, estende-se uma floresta densa e contínua, composta por copas de árvores em variados tons de verde, incluindo algumas araucárias que se destacam pela silhueta. Ao fundo, a vegetação se abre em campos abertos e propriedades rurais com pequenas construções brancas. Vista aérea e panorâmica de uma região de preservação ambiental. Na metade inferior da foto, vê-se a água escura e calma de uma represa ou grande lago. A margem é delineada por uma faixa estreita de terra e vegetação rasteira. Logo acima da margem, estende-se uma floresta densa e contínua, composta por copas de árvores em variados tons de verde, incluindo algumas araucárias que se destacam pela silhueta. Ao fundo, a vegetação se abre em campos abertos e propriedades rurais com pequenas construções brancas. Sítios experimentais, localizados no entorno do Reservatório Piraquara II, demonstraram a eficácia de estratégias para recuperação ambiental de áreas degradadas
Vista aérea ampla que mostra a sinuosidade de uma represa circundada pela Mata Atlântica. O corpo d'água azul-escuro serpenteia da direita para o centro da imagem, estendendo-se até o horizonte. No canto inferior esquerdo, há uma propriedade rural com um gramado verde-claro bem cuidado, uma casa de dois andares com telhado de cerâmica avermelhada, um pequeno açude retangular com um trapiche de madeira cobertinho e pequenas hortas. A floresta densa, rica em araucárias, abraça toda a margem da represa. Vista aérea ampla que mostra a sinuosidade de uma represa circundada pela Mata Atlântica. O corpo d'água azul-escuro serpenteia da direita para o centro da imagem, estendendo-se até o horizonte. No canto inferior esquerdo, há uma propriedade rural com um gramado verde-claro bem cuidado, uma casa de dois andares com telhado de cerâmica avermelhada, um pequeno açude retangular com um trapiche de madeira cobertinho e pequenas hortas. A floresta densa, rica em araucárias, abraça toda a margem da represa. Sítio experimental do Piraquara II promove o retorno da biodiversidade local com base na sucessão ecológica
Homem de pele clara e moletom cinza em pé no meio de uma mata densa e verdejante. Ele está voltado para a direita e gesticula com as mãos em direção ao tronco fino de uma árvore jovem em primeiro plano. O cenário é cercado por samambaias e arbustos sob a luz natural filtrada pelas copas das árvores. Homem de pele clara e moletom cinza em pé no meio de uma mata densa e verdejante. Ele está voltado para a direita e gesticula com as mãos em direção ao tronco fino de uma árvore jovem em primeiro plano. O cenário é cercado por samambaias e arbustos sob a luz natural filtrada pelas copas das árvores. Engenheiro florestal da área de Pesquisa da Sanepar, Maurício Bergamini Scheer, ressalta a importância de recuperar áreas em torno do reservatório de água para a disponibilidade hídrica
Close-up focado no braço de uma pessoa com jaqueta impermeável preta, segurando uma pequena muda de árvore pelo caule. A planta está em um tubete plástico preto e cônico. Ao fundo, levemente desfocado, vê-se a área verde de um viveiro ao ar livre e a linha d'água de um lago claro. Close-up focado no braço de uma pessoa com jaqueta impermeável preta, segurando uma pequena muda de árvore pelo caule. A planta está em um tubete plástico preto e cônico. Ao fundo, levemente desfocado, vê-se a área verde de um viveiro ao ar livre e a linha d'água de um lago claro.
Imagem em macro aproximada do topo de uma muda jovem de araucária. Suas folhas em formato de agulhas rígidas e pontiagudas crescem em espiral, exibindo um tom verde-claro bem vivo. Pequenas gotículas de água brilham sobre a planta, com outras mudas semelhantes ao fundo fora de foco. Imagem em macro aproximada do topo de uma muda jovem de araucária. Suas folhas em formato de agulhas rígidas e pontiagudas crescem em espiral, exibindo um tom verde-claro bem vivo. Pequenas gotículas de água brilham sobre a planta, com outras mudas semelhantes ao fundo fora de foco. Araucária é uma das espécies utilizadas no processo de recuperação ambiental
Piraquara
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Sanepar vai vistoriar mais de 5.600 imóveis de Arapongas e Apucarana

Enviado por Giovanna Migot… em

Agentes ambientais contratados pela Sanepar estão percorrendo bairros das cidades de Arapongas e Apucarana para repassar orientações sobre o sistema de esgotamento sanitário e vistoriar as ligações de esgoto. O objetivo é identificar quaisquer irregularidades na interligação dos imóveis na rede coletora. Ao longo dos próximos meses, serão vistoriados mais de 5.600 imóveis nas duas cidades.

“Inicialmente queremos reforçar as informações sobre a importância do saneamento e da participação de cada cidadão para as boas condições sanitárias e ambientais das cidades. As equipes contratadas para as vistorias, para além do procedimento prático, procuram orientar o morador e deixar claro os aspectos técnicos e legais que implicam o devido destino para o esgoto doméstico”, resume o superintendente Operacional da Sanepar na Região Nordeste, Rafael Leite Gonçalves. 

O trabalho de vistoria exige a entrada no imóvel para a checagem das instalações hidráulicas a partir de cada ponto de geração de esgoto, ou seja, cozinha, banheiros e áreas de serviço. 

Na verificação são utilizados corantes biodegradáveis (a base d'água), com cores distintas, que vão apontar se o direcionamento das instalações dos pontos de despejo do esgoto foi feito adequadamente. Serão examinados também os pontos de coleta de água de chuva, como ralos e tanques descobertos. 

Irregularidades  - Na vistoria, é importante que pelo menos um dos moradores acompanhe as equipes. Irregularidades geram uma notificação com prazo para adequações, com previsão de segunda vistoria de checagem.

“Os técnicos explicam detalhadamente situações que possam comprometer o funcionamento da rede ou causar danos ao meio ambiente, e, então, formalizar notificação para que a correção da irregularidade ocorra”, pontua o técnico da Sanepar Silvio Fachini, que supervisiona o trabalho na região. 

Dentro das normas construtivas, por exemplo, a água da chuva deve ser direcionada para as galerias de águas pluviais, operadas pelo município, ou para que o deságue seja feito em solo ou grama. Já os pontos que geram o esgoto doméstico, como pias, tanques e vasos sanitários devem ser canalizados na rede coletora de esgoto implantada pela Sanepar. 

“Sabemos que o morador não tem intenção de causar danos, então, orientamos e damos um prazo para adequações. Especialmente sobre o lançamento irregular de gordura na nossa rede, explicamos que pode causar entupimentos das tubulações, gerar mau cheiro mesmo dentro do imóvel ou até provocar o transbordamento da rede coletora no passeio público”, afirma Fachini, destacando uma irregularidade grave que é a inexistência de caixa de gordura.

Consequências – Não é raro, um morador ser surpreendido por esgoto voltando pelos ralos. O chamado refluxo de esgoto ocorre em decorrência da junção de irregularidades, como o lançamento de água de chuva, gordura e resíduos sólidos na rede coletora.  A consequência danosa desta situação muitas vezes ocorre no imóvel vizinho, mas, também, pode prejudicar o próprio imóvel.

Outra situação irregular identificada nas vistorias é a existência de fossas. A primeira providência, para quem teve autorização para interligar o imóvel na rede coletora de esgoto, é aterrar a fossa sanitária. E para a segurança de todos os moradores, não se deve jogar entulhos, apenas terra ou areia com compactação para garantir que não haja o afundamento. 

Principais bairros beneficiados – Em Arapongas os trabalhos estão concentrados na região Sul da cidade. Mais de 3.600 imóveis serão vistoriados nos próximos meses. A empresa responsável é a prestadora de serviços Rachid e Martins. Nos próximos meses as equipes percorrerão imóveis dos jardins Metropolitan I e II, Paraíso, Paulino Fedrigo, Herminio Maria I e II, Brasil, Casa Branca, Teresa M. Bononi, Columbia I, II, III e IV, Coroados, Planalto, Café, e San Pablo, dos conjuntos residenciais Moradas Piacenza, Padre Bernardo Merckel, Bussadori, Palmares, São Bento, Alto da Boa Vista, Arapongas III e Mario Ribeiro Rezende, além da Vila Simoni e dos parques Industriais IV e XI.

Em Apucarana, o trabalho será realizado por técnicos da Depura Engenharia e Soluções Ambientais. Serão vistoriados cerca de 2 mil imóveis nos Jardim Veneza e Interlagos.

Identificação e Segurança - Como segurança para os moradores, os agentes de campo podem ser identificados com uniformes e crachás como prestador de serviço para a Sanepar. As equipes, normalmente dispostas em duplas ou trios, têm formulários com dados do titular e matrícula do imóvel.  Em caso de dúvida, os clientes podem entrar em contato com a Sanepar pelo telefone 0800 200 0115.

Procedimento consiste no lançamento de corantes para observar destino dado para o esgoto doméstico

Socioambiental
técnicos vistoriam ligações de esgoto e lançam corantes coloridos técnicos vistoriam ligações de esgoto e lançam corantes coloridos
técnicos vistoriam ligações de esgoto e lançam corantes coloridos técnicos vistoriam ligações de esgoto e lançam corantes coloridos
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Apucarana
Arapongas
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Sanepar oficializa investimento de R$ 3,19 milhões para obras de saneamento em Quedas do Iguaçu

Enviado por Getulio Xavier… em

Com investimento de R$ 3,19 milhões, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e a Prefeitura de Quedas do Iguaçu assinaram nesta quarta-feira (10) o contrato de ampliação de esgotamento sanitário na cidade.

A parceria foi oficializada em uma reunião entre o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e o prefeito da cidade, Rafael Moura, realizada na Sede da Companhia, em Curitiba. As obras de saneamento vão beneficiar cerca de 1,7 mil pessoas que vivem nos bairros Alto Recreio e Primavera. 

Os investimentos serão direcionados para a ampliação da rede coletora de esgoto, que ganhará um aumento de quase 11 quilômetros, fazendo o índice de atendimento na cidade saltar para 67% após a conclusão da obra. O índice de abastecimento de água na cidade já atingiu 100%.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, ressaltou que a iniciativa “faz parte das ações rumo à universalização, unindo esforços da Sanepar com os municípios e o Governo do Estado”. Os investimentos, segundo o diretor-presidente, são uma forma da Companhia “promover dignidade social e saúde pública”.

A respeito do impacto para a população de Quedas do Iguaçu, o prefeito Rafael Moura foi claro: “é política pública que faz diferença na vida das pessoas”.

O deputado estadual Gugu Bueno, que esteve presente no ato de formalização do investimento, destacou que “parcerias dessa natureza causam impacto social transformador em todo o estado”.

Ampliação de 11 quilômetros na rede de esgoto da cidade vai beneficiar aproximadamente 1,7 mil pessoas

Esgoto
Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu.
Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu.
Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu.
Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu.
Quedas do Iguaçu
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Turma do Planeta Azul ganha versão digital em campanha da Sanepar contra o desperdício de água

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) lançou uma nova campanha institucional para incentivar o uso consciente de água com a Turma do Planeta Azul, que agora retorna a cena em uma versão digital, com o conceito “Não desperdice água: Quem é inteligente, vem com a gente”.

A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso, especialmente no cenário atual de estiagem prolongada. “O cuidado com a água deve ser contínuo, independente das condições climáticas. Contudo, o calor excessivo e a menor quantidade de chuvas registradas no Paraná resultaram em um cenário de seca em 2026, que exige atenção reforçada ao uso racional da água para reduzir os impactos no abastecimento público. Por isso a necessidade de sensibilizar a população em relação ao cuidado com a água”, afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

A Turma do Planeta Azul chega nos canais de televisão, rádios, nas redes sociais, jornais e portais com dicas importantes como limpar a calçada com a vassoura, reaproveitar a água da máquina, regar as plantas com regador, fechar a torneira ao escovar os dentes e lavar a louça, diminuir o tempo no banho e usar o balde ao invés da mangueira.

A diretora adjunta de Comunicação e Marketing da Sanepar, Melissa Ferreira, destaca que as peças têm um tom lúdico para atrair a atenção de crianças e adultos e mostrar que cada um deve fazer a sua parte. “Nosso foco é incentivar o cuidado responsável com a água, mostrando que quem cuida é um guardião do bem-estar coletivo e que o desperdício não deve ser tolerado”, declara. 

 

USO CONSCIENTE DA ÁGUA – A Sanepar mantém em seu site orientações de consumo da água para evitar desperdícios, como verificar a existência de vazamentos, reaproveitar a água da máquina e não jogar lixo na rede de esgoto. 

A Companhia ainda orienta como detectar vazamentos, fazer a limpeza da caixa-d’água e da caixa de gordura aqui

Todas as orientações também estão no Guia do Cliente, uma publicação completa sobre os serviços prestados pela Sanepar, além de explicações sobre todas as etapas do tratamento da água, do esgoto e outros assuntos relacionados ao saneamento. 

Com o conceito “Não desperdice água: Quem é inteligente, vem com a gente”, iniciativa usa a Turma do Planeta Azul para mostrar como economizar água em situações do cotidiano.

Água
No jardim de uma casa, cercados por plantas e flores e em frente a uma cerca de madeira, uma menina loira de cabelo cacheado em jardineira jeans e um menino negro de óculos e jaleco branco estão agachados lado a lado. Ambos seguram lupas de metal e olham atentamente para um pequeno vazamento de água que sai de um cano marrom deitado no chão, identificando o desperdício no quintal. No jardim de uma casa, cercados por plantas e flores e em frente a uma cerca de madeira, uma menina loira de cabelo cacheado em jardineira jeans e um menino negro de óculos e jaleco branco estão agachados lado a lado. Ambos seguram lupas de metal e olham atentamente para um pequeno vazamento de água que sai de um cano marrom deitado no chão, identificando o desperdício no quintal. A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
Quatro crianças em estilo animação 3D estão reunidas em uma calçada em frente a casas residenciais. À esquerda, uma menina loira de cabelo cacheado usa uma vassoura para limpar o chão ensaboado. Ao lado dela, outra menina de chapéu e camiseta amarela usa um celular para filmar a ação. Um menino negro de óculos segura um balde com água reaproveitada, enquanto um menino menor, ajoelhado à direita, limpa o chão com uma esponja amarela Quatro crianças em estilo animação 3D estão reunidas em uma calçada em frente a casas residenciais. À esquerda, uma menina loira de cabelo cacheado usa uma vassoura para limpar o chão ensaboado. Ao lado dela, outra menina de chapéu e camiseta amarela usa um celular para filmar a ação. Um menino negro de óculos segura um balde com água reaproveitada, enquanto um menino menor, ajoelhado à direita, limpa o chão com uma esponja amarela A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
Uma menina de cabelos longos e ondulados, usando um chapéu estilo bucket de cor clara com pequenas flores bordadas e uma camiseta amarela, sorri enquanto segura um tablet preto com a mão esquerda. Com a mão direita, ela aponta para a tela do aparelho, que exibe um aplicativo de controle de uma máquina de lavar roupas ("LAVADORA") com ícones de ciclo, velocidade, temperatura e início. O fundo mostra uma sala de estar borrada e, no canto superior direito, o logotipo da Sanepar. Uma menina de cabelos longos e ondulados, usando um chapéu estilo bucket de cor clara com pequenas flores bordadas e uma camiseta amarela, sorri enquanto segura um tablet preto com a mão esquerda. Com a mão direita, ela aponta para a tela do aparelho, que exibe um aplicativo de controle de uma máquina de lavar roupas ("LAVADORA") com ícones de ciclo, velocidade, temperatura e início. O fundo mostra uma sala de estar borrada e, no canto superior direito, o logotipo da Sanepar. A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
Um menino negro de óculos, vestindo um jaleco branco de cientista com canetas no bolso, está de perfil voltado para a esquerda apontando uma régua de madeira para uma lousa negra. No quadro-negro, há desenhos em giz branco ilustrando um ciclo de reaproveitamento de água: o desenho de um piso quadriculado com a palavra "PISO" e uma seta que aponta para o desenho de um carro cercado por bolhas de sabão com a palavra "CARRO". No canto superior direito do quadro, está o logotipo azul da Sanepar. Um menino negro de óculos, vestindo um jaleco branco de cientista com canetas no bolso, está de perfil voltado para a esquerda apontando uma régua de madeira para uma lousa negra. No quadro-negro, há desenhos em giz branco ilustrando um ciclo de reaproveitamento de água: o desenho de um piso quadriculado com a palavra "PISO" e uma seta que aponta para o desenho de um carro cercado por bolhas de sabão com a palavra "CARRO". No canto superior direito do quadro, está o logotipo azul da Sanepar. A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
Uma menina loira de cabelos crespos e volumosos, vestindo uma jardineira jeans decorada com desenhos de sol e flores sobre uma camiseta rosa, sorri para a câmera em um banheiro. Ela está em pé ao lado de uma bancada de mármore e aponta com o dedo indicador para uma torneira metálica de bica alta que está fechada, incentivando a economia de água. O reflexo de suas costas e do banheiro é visível no espelho da parede. Uma menina loira de cabelos crespos e volumosos, vestindo uma jardineira jeans decorada com desenhos de sol e flores sobre uma camiseta rosa, sorri para a câmera em um banheiro. Ela está em pé ao lado de uma bancada de mármore e aponta com o dedo indicador para uma torneira metálica de bica alta que está fechada, incentivando a economia de água. O reflexo de suas costas e do banheiro é visível no espelho da parede. A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
No primeiro plano à direita, uma menina sorridente de camiseta rosa estica o braço para tirar uma selfie com o celular. Na tela do celular e ao fundo da imagem à esquerda, um encanador adulto com uniforme azul de trabalho aparece ajoelhado embaixo da pia da cozinha, usando uma chave inglesa para consertar a tubulação, que goteja água dentro de um balde de metal. No canto superior direito da imagem, está o logotipo da Sanepar. No primeiro plano à direita, uma menina sorridente de camiseta rosa estica o braço para tirar uma selfie com o celular. Na tela do celular e ao fundo da imagem à esquerda, um encanador adulto com uniforme azul de trabalho aparece ajoelhado embaixo da pia da cozinha, usando uma chave inglesa para consertar a tubulação, que goteja água dentro de um balde de metal. No canto superior direito da imagem, está o logotipo da Sanepar. A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
Um menino de cabelo curto e camiseta azul escuro com estampa de dinossauro está escovando os dentes em um banheiro iluminado. Ele está posicionado de perfil à esquerda, olhando para o seu próprio reflexo em um grande espelho à sua frente. A pia de mármore cinza está limpa e a torneira cromada permanece totalmente fechada enquanto ele escova os dentes. Um menino de cabelo curto e camiseta azul escuro com estampa de dinossauro está escovando os dentes em um banheiro iluminado. Ele está posicionado de perfil à esquerda, olhando para o seu próprio reflexo em um grande espelho à sua frente. A pia de mármore cinza está limpa e a torneira cromada permanece totalmente fechada enquanto ele escova os dentes. A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
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Sanepar ruma à universalização com 7 cidades na classificação máxima do saneamento

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) é destaque nacional no trabalho de universalização do saneamento básico com sete cidades atingindo a classificação máxima no ranking publicado, nesta terça-feira (9), pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES). Curitiba, Pinhais, Porecatu, Maringá, Matinhos, Campo Mourão e Londrina estão no topo do ranking que considerou dados de 2.558 municípios, representando aproximadamente 80% da população nacional. Todas as 27 capitais foram analisadas e apenas a capital paranaense recebeu a classificação máxima.

O estudo leva em consideração os índices de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto, além da coleta e destinação de resíduos sólidos. Cada cidade recebeu uma pontuação de 0 a 500 e foi qualificada em uma das quatro categorias: Rumo à Universalização (mais alta), Compromisso com a Universalização, Empenho para Universalização e Primeiros Passos para a Universalização (mais baixa). Nenhuma cidade do Paraná ficou na classificação mais baixa. 

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, destaca que o caminho paranaense para universalização une agilidade, investimentos e gestão inovadora. "Não estamos correndo para chegar em 2033, estamos trabalhando para antecipar essa entrega para 2029. O objetivo é garantir que o saneamento seja a base sólida para o desenvolvimento econômico de todo o Paraná”, explica Bley.

A consolidação desta meta antecipada fundamenta-se na organização em microrregiões, com ganho de escala e o uso inteligente do subsídio cruzado, garantindo que municípios menores recebam o mesmo nível de investimento que os grandes centros. Outro pilar é a adoção de Parcerias Público-Privadas (PPPs). "Estruturamos nossas parcerias para ganhar velocidade, enquanto mantemos a inteligência estratégica e a garantia social do serviço", pontua Bley.

CURITIBA - A capital dos paranaenses alcançou o topo isolado do grupo das 27 capitais brasileiras. Classificada na categoria máxima de desempenho operacional, a cidade já atende 100% da população com rede de abastecimento e coleta e tratamento de esgoto. Entre 2015 e 2024, a Sanepar investiu R$ 2,33 bilhões em Curitiba, sendo 70,7% exclusivamente em água e esgoto (R$ 1,65 bilhão). Outros R$ 2,5 bilhões serão investidos até 2030.

PARANÁ – O protagonismo do saneamento paranaense não se restringe à capital. O relatório da ABES destaca um fenômeno raro no cenário nacional: a uniformidade e a descentralização da qualidade dos serviços. Além das sete cidades com saneamento administrado pela Sanepar, Jussara também atingiu a classificação máxima. No segundo nível - Compromisso com a Universalização - são 43 municípios com pontuação de 489 a 450. Outras 175 cidades estão no terceiro nível - Empenho para Universalização - com pontuação entre 449,99 e 200. Nenhuma cidade do Paraná ficou na última categoria, com pontuação inferior a 200. 

INVESTIMENTOS - A Sanepar mantém 100% de cobertura de água tratada em todas as áreas urbanas de sua concessão. No esgotamento sanitário, o índice de atendimento urbano subiu para 82,6%, com a garantia de que 100% do volume coletado recebe tratamento integral.

O Marco Legal do Saneamento estipula o ano de 2033 como limite para que as companhias de todo o país garantam 99% da população com acesso à água tratada e 90% com coleta e tratamento de esgoto. Para sustentar essa arrancada rumo à universalização total até 2029, a Sanepar executa um dos planos plurianuais de investimentos mais ambiciosos de sua história. Para o período compreendido entre 2026 e 2030, o conselho da Companhia aprovou um montante global de R$ 13,077 bilhões em aportes financeiros.

"Nosso plano de investimentos para 2026-2030 é a materialização da nossa visão de que saneamento não é custo, é um investimento social e ambiental que gera retornos inestimáveis. Cada real aplicado em água limpa e coleta de esgoto se converte em menos leitos hospitalares ocupados e um meio ambiente mais resiliente. É um ciclo virtuoso de saúde, dignidade e desenvolvimento sustentável para o Paraná", afirma Bley.


Lista consolidada dos municípios do Paraná no ranking ABES 2026

1. Rumo à Universalização (Acima de 489,00 pontos)

  • Curitiba (Grande Porte) – 497,53 pontos
  • Pinhais (Grande Porte) – 497,39 pontos
  • Porecatu (Pequeno e Médio Porte) – 496,92 pontos
  • Jussara (Pequeno e Médio Porte) – 495,81 pontos
  • Maringá (Grande Porte) – 492,01 pontos
  • Matinhos (Pequeno e Médio Porte) – 491,46 pontos
  • Campo Mourão (Grande Porte) – 490,41 pontos
  • Londrina (Grande Porte) – 489,65 pontos

2. Compromisso com a Universalização (De 450,00 a 489,00 pontos)

  • Umuarama (Grande Porte) – 487,23 pontos
  • Cambará (Pequeno e Médio Porte) – 487,49 pontos
  • Flórida (Pequeno e Médio Porte) – 486,74 pontos
  • Cascavel (Grande Porte) – 486,10 pontos
  • Fazenda Rio Grande (Grande Porte) – 484,73 pontos
  • Ponta Grossa (Grande Porte) – 484,43 pontos
  • Telêmaco Borba (Pequeno e Médio Porte) – 484,00 pontos
  • Jataizinho (Pequeno e Médio Porte) – 483,45 pontos
  • Cidade Gaúcha (Pequeno e Médio Porte) – 482,47 pontos
  • Paranavaí (Pequeno e Médio Porte) – 482,24 pontos
  • Foz do Iguaçu (Grande Porte) – 481,06 pontos
  • Cornélio Procópio (Pequeno e Médio Porte) – 480,65 pontos
  • Nova Londrina (Pequeno e Médio Porte) – 479,97 pontos
  • Ibiporã (Pequeno e Médio Porte) – 478,13 pontos
  • Paiçandu (Pequeno e Médio Porte) – 477,52 pontos
  • Pontal do Paraná (Pequeno e Médio Porte) – 472,18 pontos
  • Sertanópolis (Pequeno e Médio Porte) – 471,77 pontos
  • São João do Caiuá (Pequeno e Médio Porte) – 470,80 pontos
  • Jacarezinho (Pequeno e Médio Porte) – 469,33 pontos
  • Santa Terezinha de Itaipu (Pequeno e Médio Porte) – 468,97 pontos
  • Apucarana (Grande Porte) – 468,15 pontos
  • Guarapuava (Grande Porte) – 467,26 pontos
  • Arapongas (Grande Porte) – 465,91 pontos
  • Itambé (Pequeno e Médio Porte) – 466,54 pontos
  • Guaratuba (Pequeno e Médio Porte) – 465,96 pontos
  • Piraquara (Grande Porte) – 465,12 pontos
  • Campina Grande do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 464,42 pontos
  • Cafelândia (Pequeno e Médio Porte) – 464,35 pontos
  • Paranaguá (Grande Porte) – 463,12 pontos
  • Pato Branco (Pequeno e Médio Porte) – 462,94 pontos
  • Porto Rico (Pequeno e Médio Porte) – 462,35 pontos
  • Porto Amazonas (Pequeno e Médio Porte) – 462,22 pontos
  • Santo Antônio da Platina (Pequeno e Médio Porte) – 461,56 pontos
  • Toledo (Grande Porte) – 461,44 pontos
  • São José dos Pinhais (Grande Porte) – 460,91 pontos
  • Loanda (Pequeno e Médio Porte) – 459,80 pontos
  • Lobato (Pequeno e Médio Porte) – 456,98 pontos
  • Clevelândia (Pequeno e Médio Porte) – 456,83 pontos
  • São Jorge do Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 455,02 pontos
  • Colombo (Grande Porte) – 454,51 pontos (Promovido)
  • Uraí (Pequeno e Médio Porte) – 454,15 pontos
  • Quatro Barras (Pequeno e Médio Porte) – 453,99 pontos
  • Primeiro de Maio (Pequeno e Médio Porte) – 451,69 pontos

3. Empenho para Universalização (De 200,00 a 449,99 pontos)

  • Carambeí (Pequeno e Médio Porte) – 448,27 pontos
  • Arapoti (Pequeno e Médio Porte) – 448,10 pontos
  • Joaquim Távora (Pequeno e Médio Porte) – 446,54 pontos
  • Araucária (Grande Porte) – 445,27 pontos
  • Guapirama (Pequeno e Médio Porte) – 443,87 pontos
  • Assaí (Pequeno e Médio Porte) – 443,08 pontos
  • Mandaguari (Pequeno e Médio Porte) – 443,07 pontos
  • Conselheiro Mairinck (Pequeno e Médio Porte) – 442,75 pontos
  • Colorado (Pequeno e Médio Porte) – 442,61 pontos
  • Irati (Pequeno e Médio Porte) – 441,83 pontos
  • Doutor Camargo (Pequeno e Médio Porte) – 441,55 pontos
  • Jandaia do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 441,40 pontos
  • Siqueira Campos (Pequeno e Médio Porte) – 439,37 pontos
  • Piraí do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 437,97 pontos
  • Ribeirão Claro (Pequeno e Médio Porte) – 436,96 pontos
  • Andirá (Pequeno e Médio Porte) – 436,95 pontos
  • Carlópolis (Pequeno e Médio Porte) – 436,78 pontos
  • Ribeirão do Pinhal (Pequeno e Médio Porte) – 435,53 pontos
  • Francisco Beltrão (Grande Porte) – 435,34 pontos
  • Palmas (Pequeno e Médio Porte) – 434,41 pontos
  • Corbélia (Pequeno e Médio Porte) – 433,12 pontos
  • Sarandi (Grande Porte) – 432,59 pontos
  • Guaíra (Pequeno e Médio Porte) – 432,33 pontos
  • Nova Esperança (Pequeno e Médio Porte) – 432,06 pontos
  • Palotina (Pequeno e Médio Porte) – 431,86 pontos
  • Mamborê (Pequeno e Médio Porte) – 428,06 pontos
  • Campo Largo (Grande Porte) – 427,89 pontos
  • Sengés (Pequeno e Médio Porte) – 426,47 pontos
  • Araruna (Pequeno e Médio Porte) – 426,05 pontos
  • Francisco Alves (Pequeno e Médio Porte) – 425,59 pontos
  • Vera Cruz do Oeste (Pequeno e Médio Porte) – 425,00 pontos
  • Diamante do Norte (Pequeno e Médio Porte) – 424,22 pontos
  • Céu Azul (Pequeno e Médio Porte) – 422,96 pontos
  • Japurá (Pequeno e Médio Porte) – 422,45 pontos
  • Matelândia (Pequeno e Médio Porte) – 421,95 pontos
  • Terra Boa (Pequeno e Médio Porte) – 421,47 pontos
  • Castro (Pequeno e Médio Porte) – 420,71 pontos
  • Cianorte (Pequeno e Médio Porte) – 420,56 pontos
  • Bandeirantes (Pequeno e Médio Porte) – 419,38 pontos
  • Tapejara (Pequeno e Médio Porte) – 417,30 pontos
  • Almirante Tamandaré (Grande Porte) – 415,45 pontos
  • Dois Vizinhos (Pequeno e Médio Porte) – 414,99 pontos
  • Alto Paraná (Pequeno e Médio Porte) – 413,86 pontos
  • Ampére (Pequeno e Médio Porte) – 413,14 pontos
  • Goioerê (Pequeno e Médio Porte) – 412,66 pontos
  • São João do Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 411,47 pontos
  • Santa Isabel do Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 411,33 pontos
  • Quatiguá (Pequeno e Médio Porte) – 411,12 pontos
  • Rolândia (Pequeno e Médio Porte) – 409,82 pontos
  • Prado Ferreira (Pequeno e Médio Porte) – 409,38 pontos
  • Barra do Jacaré (Pequeno e Médio Porte) – 409,31 pontos
  • São Pedro do Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 408,34 pontos
  • Realeza (Pequeno e Médio Porte) – 408,00 pontos
  • Imbituva (Pequeno e Médio Porte) – 404,53 pontos
  • Jaguapitã (Pequeno e Médio Porte) – 404,53 pontos
  • Marialva (Pequeno e Médio Porte) – 404,52 pontos
  • Coronel Vivida (Pequeno e Médio Porte) – 403,62 pontos
  • Renascença (Pequeno e Médio Porte) – 403,46 pontos
  • Tibagi (Pequeno e Médio Porte) – 402,78 pontos
  • Alto Piquiri (Pequeno e Médio Porte) – 402,38 pontos
  • Ubiratã (Pequeno e Médio Porte) – 399,39 pontos
  • Santo Antônio do Sudoeste (Pequeno e Médio Porte) – 394,13 pontos
  • Itambaracá (Pequeno e Médio Porte) – 393,95 pontos
  • São Miguel do Iguaçu (Pequeno e Médio Porte) – 390,60 pontos
  • Salto do Itararé (Pequeno e Médio Porte) – 389,25 pontos
  • Ivaiporã (Pequeno e Médio Porte) – 388,69 pontos
  • Nova Aurora (Pequeno e Médio Porte) – 388,61 pontos
  • Nova Olímpia (Pequeno e Médio Porte) – 388,07 pontos
  • Contenda (Pequeno e Médio Porte) – 387,90 pontos
  • Bela Vista do Paraíso (Pequeno e Médio Porte) – 387,05 pontos
  • Chopinzinho (Pequeno e Médio Porte) – 386,97 pontos
  • Ivaté (Pequeno e Médio Porte) – 386,58 pontos
  • Três Barras do Paraná (Pequeno e Médio Porte) – 385,79 pontos
  • Rio Negro (Pequeno e Médio Porte) – 385,06 pontos
  • União da Vitória (Pequeno e Médio Porte) – 384,19 pontos
  • Corumbataí do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 382,78 pontos
  • Capanema (Pequeno e Médio Porte) – 380,25 pontos
  • Medianeira (Pequeno e Médio Porte) – 378,97 pontos
  • Reserva (Pequeno e Médio Porte) – 377,29 pontos
  • Santa Helena (Pequeno e Médio Porte) – 377,18 pontos
  • Mariluz (Pequeno e Médio Porte) – 375,96 pontos
  • Lapa (Pequeno e Médio Porte) – 375,92 pontos
  • Laranjeiras do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 375,44 pontos
  • Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 375,42 pontos
  • São João (Pequeno e Médio Porte) – 372,28 pontos
  • Altônia (Pequeno e Médio Porte) – 371,52 pontos
  • Terra Rica (Pequeno e Médio Porte) – 371,00 pontos
  • Santa Cruz de Monte Castelo (Pequeno e Médio Porte) – 368,71 pontos
  • Santa Tereza do Oeste (Pequeno e Médio Porte) – 367,98 pontos
  • Santa Fé (Pequeno e Médio Porte) – 367,37 pontos
  • Iporã (Pequeno e Médio Porte) – 366,10 pontos
  • Bocaiúva do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 364,03 pontos
  • Morretes (Pequeno e Médio Porte) – 363,80 pontos
  • Marilândia do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 363,74 pontos
  • Xambrê (Pequeno e Médio Porte) – 363,46 pontos
  • Mandaguaçu (Pequeno e Médio Porte) – 363,43 pontos
  • Santa Izabel do Oeste (Pequeno e Médio Porte) – 361,61 pontos
  • Nova América da Colina (Pequeno e Médio Porte) – 360,89 pontos
  • Rebouças (Pequeno e Médio Porte) – 360,46 pontos
  • Assis Chateaubriand (Pequeno e Médio Porte) – 360,33 pontos
  • Pitanga (Pequeno e Médio Porte) – 360,27 pontos
  • Pérola (Pequeno e Médio Porte) – 359,52 pontos
  • Curiúva (Pequeno e Médio Porte) – 359,24 pontos
  • Pinhão (Pequeno e Médio Porte) – 359,13 pontos
  • Prudentópolis (Pequeno e Médio Porte) – 358,66 pontos
  • Paranacity (Pequeno e Médio Porte) – 358,44 pontos
  • Guaraniaçu (Pequeno e Médio Porte) – 358,27 pontos
  • Leópolis (Pequeno e Médio Porte) – 355,28 pontos
  • Floraí (Pequeno e Médio Porte) – 353,81 pontos
  • Paraíso do Norte (Pequeno e Médio Porte) – 353,64 pontos
  • Ipiranga (Pequeno e Médio Porte) – 353,56 pontos
  • Campo Magro (Pequeno e Médio Porte) – 353,56 pontos
  • Lunardelli (Pequeno e Médio Porte) – 351,11 pontos
  • Reserva do Iguaçu (Pequeno e Médio Porte) – 349,89 pontos
  • Perobal (Pequeno e Médio Porte) – 347,46 pontos
  • Quedas do Iguaçu (Pequeno e Médio Porte) – 347,24 pontos
  • Capitão Leônidas Marques (Pequeno e Médio Porte) – 345,93 pontos
  • Marmeleiro (Pequeno e Médio Porte) – 344,66 pontos
  • Mangueirinha (Pequeno e Médio Porte) – 343,85 pontos
  • Santa Cecília do Pavão (Pequeno e Médio Porte) – 343,51 pontos
  • Candói (Pequeno e Médio Porte) – 343,50 pontos
  • Teixeira Soares (Pequeno e Médio Porte) – 342,73 pontos
  • Itaipulândia (Pequeno e Médio Porte) – 342,63 pontos
  • Marechal Cândido Rondon (Pequeno e Médio Porte) – 339,42 pontos
  • Inácio Martins (Pequeno e Médio Porte) – 339,06 pontos
  • Itaperuçu (Pequeno e Médio Porte) – 338,46 pontos
  • Cruzeiro do Oeste (Pequeno e Médio Porte) – 338,41 pontos
  • Barbosa Ferraz (Pequeno e Médio Porte) – 338,33 pontos
  • Santana do Itararé (Pequeno e Médio Porte) – 338,27 pontos
  • Sapopema (Pequeno e Médio Porte) – 335,34 pontos
  • Jaguariaíva (Pequeno e Médio Porte) – 334,55 pontos
  • Salto do Lontra (Pequeno e Médio Porte) – 333,68 pontos
  • Cândido de Abreu (Pequeno e Médio Porte) – 331,65 pontos
  • Balsa Nova (Pequeno e Médio Porte) – 331,44 pontos
  • Santa Mariana (Pequeno e Médio Porte) – 331,34 pontos
  • Anastácio (Pequeno e Médio Porte) – 330,19 pontos
  • Ibaiti (Pequeno e Médio Porte) – 329,18 pontos
  • Imbaú (Pequeno e Médio Porte) – 328,59 pontos
  • Ventania (Pequeno e Médio Porte) – 325,62 pontos
  • Campo do Tenente (Pequeno e Médio Porte) – 321,01 pontos
  • São Jorge do Patrocínio (Pequeno e Médio Porte) – 320,83 pontos
  • Bituruna (Pequeno e Médio Porte) – 319,56 pontos
  • Centenário do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 319,35 pontos
  • Manoel Ribas (Pequeno e Médio Porte) – 318,34 pontos
  • Agudos do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 318,13 pontos
  • Vitorino (Pequeno e Médio Porte) – 315,40 pontos
  • General Carneiro (Pequeno e Médio Porte) – 315,01 pontos
  • Palmeira (Pequeno e Médio Porte) – 314,63 pontos
  • Rio Azul (Pequeno e Médio Porte) – 314,41 pontos
  • Moreira Sales (Pequeno e Médio Porte) – 314,06 pontos
  • Mallet (Pequeno e Médio Porte) – 313,84 pontos
  • Wenceslau Braz (Pequeno e Médio Porte) – 311,62 pontos
  • São João do Triunfo (Pequeno e Médio Porte) – 299,39 pontos
  • Jardim Alegre (Pequeno e Médio Porte) – 291,49 pontos
  • Maria Helena (Pequeno e Médio Porte) – 291,09 pontos
  • Jaboti (Pequeno e Médio Porte) – 281,66 pontos
  • Faxinal (Pequeno e Médio Porte) – 280,15 pontos
  • Icaraíma (Pequeno e Médio Porte) – 279,57 pontos
  • Cantagalo (Pequeno e Médio Porte) – 279,00 pontos
  • Tamarana (Pequeno e Médio Porte) – 292,35 pontos
  • Mandirituba (Pequeno e Médio Porte) – 276,11 pontos
  • Alto Paraíso (Pequeno e Médio Porte) – 274,42 pontos
  • Guaraqueçaba (Pequeno e Médio Porte) – 265,69 pontos
  • Palmital (Pequeno e Médio Porte) – 244,81 pontos
  • Querência do Norte (Pequeno e Médio Porte) – 243,22 pontos
  • Turvo (Pequeno e Médio Porte) – 241,11 pontos
  • Ortigueira (Pequeno e Médio Porte) – 255,49 pontos
  • Engenheiro Beltrão (Pequeno e Médio Porte) – 232,36 pontos
  • Iretama (Pequeno e Médio Porte) – 232,15 pontos
  • Antônio Olinto (Pequeno e Médio Porte) – 224,89 pontos
  • Cruz Machado (Pequeno e Médio Porte) – 214,78 pontos
  • Cerro Azul (Pequeno e Médio Porte) – 210,19 pontos
  • Nova Laranjeiras (Pequeno e Médio Porte) – 258,71 pontos
  • Pinhalão (Pequeno e Médio Porte) – 251,60 pontos
  • Abatiá (Pequeno e Médio Porte) – 304,72 pontos
  • Rosário do Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 305,59 pontos

4. Primeiros Passos para a Universalização (Abaixo de 200,00 pontos)

Nenhum município habilitado do estado do Paraná foi classificado nesta categoria mais crítica.

 

Curitiba é a única capital brasileira no ranking elaborado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) com as melhores cidades. Sanepar está investindo R$ 13 bilhões para cumprir metas antes do prazo legal

Reconhecimento
Estação de Tratamento de Esgoto Bélem Estação de Tratamento de Esgoto Bélem Estação de Tratamento de Esgoto Bélem
Equipe da Sanepar trabalha na manutenção da rede de coleta de esgoto Equipe da Sanepar trabalha na manutenção da rede de coleta de esgoto Equipe da Sanepar trabalha na manutenção da rede de coleta de esgoto
Estação de Tratamento de Água Iguaçu em Curitiba Estação de Tratamento de Água Iguaçu em Curitiba Estação de Tratamento de Água Iguaçu em Curitiba
Curitiba
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Sanepar estende ações ecológicas por todo o Paraná em junho

Enviado por Carla Bastos Dias em

PARANÁ – Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado hoje (5), a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) preparou uma programação especial que vai movimentar todas as regiões do Estado durante o mês inteiro. A iniciativa estende o calendário oficial para dar conta da alta demanda por atividades educativas e sustentáveis promovidas em parceria com prefeituras e entidades locais.

“Atuamos em todo o Paraná e nossos gestores são muito requisitados para ações locais. Por isso, transformamos o 5 de junho em um mês inteiro de trabalho”, explica a gerente de Desenvolvimento Socioambiental da Sanepar, Palloma Costa. “É uma oportunidade de ouro para debatermos com a sociedade temas vitais como o saneamento, a sustentabilidade e o cuidado com a água.”

EDUCAÇÃO NA PRÁTICA - As atividades começaram logo no início do mês no ambiente escolar. Em Cascavel, a Escola Phoenix reuniu cerca de 300 participantes. Já em Ponta Grossa, as ações mobilizaram 150 pessoas na Escola Municipal Zilá e outras 200 na Escola Plauto, onde o aprendizado ganhou um tom lúdico.

"A comunidade sempre nos busca nesta época. É uma ocasião valiosa para conscientizar as crianças sobre o uso racional da água e a preservação ambiental", destaca a bióloga e gestora ambiental da Sanepar na região, Luciana Garcia, que utilizou jogos educativos com os alunos.

PROGRAMAÇÃO DIVERSA - Ao longo de junho, o cronograma da Sanepar inclui o plantio de árvores, visitas guiadas a estações de tratamento de água, palestras em empresas e oficinas de sabão ecológico. Está prevista, ainda, uma visita mediada de servidores públicos de Ponta Grossa ao Museu do Saneamento e à Exposição Planeta Água, em Curitiba.

Para viabilizar o alcance das ações, a Sanepar atua em conjunto com instituições de ensino e órgãos como o Instituto de Água e Terra (IAT) e o Instituto Ambiental de Maringá (IAM). Além da capital e de Ponta Grossa, o roteiro de atividades socioambientais deste ano inclui os municípios de Astorga, Bituruna, Cascavel, Ipiranga, Mandaguari, Maringá, Nova Esperança, Pato Branco e Santa Fé.

Com programação descentralizada, Companhia promove palestras, plantio de árvores e jogos educativos em parceria com municípios e órgãos ambientais

Socioambiental
Jogos educativos fazem parte das ações da Sanepar em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho) Jogos educativos fazem parte das ações da Sanepar em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho) Jogos educativos fazem parte das ações da Sanepar em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho)
Ações acontecem em todas as regiões do Paraná Ações acontecem em todas as regiões do Paraná Ações acontecem em todas as regiões do Paraná
Aprendizado lúdico sobre cuidado com a água e preservação ambiental Aprendizado lúdico sobre cuidado com a água e preservação ambiental Aprendizado lúdico sobre cuidado com a água e preservação ambiental
Ações acontecem em todas as regiões do Paraná Ações acontecem em todas as regiões do Paraná Ações acontecem em todas as regiões do Paraná
Jogos educativos fazem parte das ações da Sanepar em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho) Jogos educativos fazem parte das ações da Sanepar em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho) Jogos educativos fazem parte das ações da Sanepar em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho)
Ações na Escola Phoenix contaram com quase 300 participantes Ações na Escola Phoenix contaram com quase 300 participantes Ações na Escola Phoenix contaram com quase 300 participantes
Palestras em empresas também fazem parte das atividades Palestras em empresas também fazem parte das atividades Palestras em empresas também fazem parte das atividades
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