Loading spinner

Sanepar oficializa investimento de R$ 3,19 milhões para obras de saneamento em Quedas do Iguaçu

Enviado por Getulio Xavier… em

Com investimento de R$ 3,19 milhões, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e a Prefeitura de Quedas do Iguaçu assinaram nesta quarta-feira (10) o contrato de ampliação de esgotamento sanitário na cidade.

A parceria foi oficializada em uma reunião entre o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e o prefeito da cidade, Rafael Moura, realizada na Sede da Companhia, em Curitiba. As obras de saneamento vão beneficiar cerca de 1,7 mil pessoas que vivem nos bairros Alto Recreio e Primavera. 

Os investimentos serão direcionados para a ampliação da rede coletora de esgoto, que ganhará um aumento de quase 11 quilômetros, fazendo o índice de atendimento na cidade saltar para 67% após a conclusão da obra. O índice de abastecimento de água na cidade já atingiu 100%.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, ressaltou que a iniciativa “faz parte das ações rumo à universalização, unindo esforços da Sanepar com os municípios e o Governo do Estado”. Os investimentos, segundo o diretor-presidente, são uma forma da Companhia “promover dignidade social e saúde pública”.

A respeito do impacto para a população de Quedas do Iguaçu, o prefeito Rafael Moura foi claro: “é política pública que faz diferença na vida das pessoas”.

O deputado estadual Gugu Bueno, que esteve presente no ato de formalização do investimento, destacou que “parcerias dessa natureza causam impacto social transformador em todo o estado”.

Ampliação de 11 quilômetros na rede de esgoto da cidade vai beneficiar aproximadamente 1,7 mil pessoas

Esgoto
Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu.
Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu.
Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu.
Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu.
Quedas do Iguaçu
Notícia Importada
Desligado
Início
Fim

Turma do Planeta Azul ganha versão digital em campanha da Sanepar contra o desperdício de água

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) lançou uma nova campanha institucional para incentivar o uso consciente de água com a Turma do Planeta Azul, que agora retorna a cena em uma versão digital, com o conceito “Não desperdice água: Quem é inteligente, vem com a gente”.

A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso, especialmente no cenário atual de estiagem prolongada. “O cuidado com a água deve ser contínuo, independente das condições climáticas. Contudo, o calor excessivo e a menor quantidade de chuvas registradas no Paraná resultaram em um cenário de seca em 2026, que exige atenção reforçada ao uso racional da água para reduzir os impactos no abastecimento público. Por isso a necessidade de sensibilizar a população em relação ao cuidado com a água”, afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

A Turma do Planeta Azul chega nos canais de televisão, rádios, nas redes sociais, jornais e portais com dicas importantes como limpar a calçada com a vassoura, reaproveitar a água da máquina, regar as plantas com regador, fechar a torneira ao escovar os dentes e lavar a louça, diminuir o tempo no banho e usar o balde ao invés da mangueira.

A diretora adjunta de Comunicação e Marketing da Sanepar, Melissa Ferreira, destaca que as peças têm um tom lúdico para atrair a atenção de crianças e adultos e mostrar que cada um deve fazer a sua parte. “Nosso foco é incentivar o cuidado responsável com a água, mostrando que quem cuida é um guardião do bem-estar coletivo e que o desperdício não deve ser tolerado”, declara. 

 

USO CONSCIENTE DA ÁGUA – A Sanepar mantém em seu site orientações de consumo da água para evitar desperdícios, como verificar a existência de vazamentos, reaproveitar a água da máquina e não jogar lixo na rede de esgoto. 

A Companhia ainda orienta como detectar vazamentos, fazer a limpeza da caixa-d’água e da caixa de gordura aqui

Todas as orientações também estão no Guia do Cliente, uma publicação completa sobre os serviços prestados pela Sanepar, além de explicações sobre todas as etapas do tratamento da água, do esgoto e outros assuntos relacionados ao saneamento. 

Com o conceito “Não desperdice água: Quem é inteligente, vem com a gente”, iniciativa usa a Turma do Planeta Azul para mostrar como economizar água em situações do cotidiano.

Água
No jardim de uma casa, cercados por plantas e flores e em frente a uma cerca de madeira, uma menina loira de cabelo cacheado em jardineira jeans e um menino negro de óculos e jaleco branco estão agachados lado a lado. Ambos seguram lupas de metal e olham atentamente para um pequeno vazamento de água que sai de um cano marrom deitado no chão, identificando o desperdício no quintal. No jardim de uma casa, cercados por plantas e flores e em frente a uma cerca de madeira, uma menina loira de cabelo cacheado em jardineira jeans e um menino negro de óculos e jaleco branco estão agachados lado a lado. Ambos seguram lupas de metal e olham atentamente para um pequeno vazamento de água que sai de um cano marrom deitado no chão, identificando o desperdício no quintal. A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
Quatro crianças em estilo animação 3D estão reunidas em uma calçada em frente a casas residenciais. À esquerda, uma menina loira de cabelo cacheado usa uma vassoura para limpar o chão ensaboado. Ao lado dela, outra menina de chapéu e camiseta amarela usa um celular para filmar a ação. Um menino negro de óculos segura um balde com água reaproveitada, enquanto um menino menor, ajoelhado à direita, limpa o chão com uma esponja amarela Quatro crianças em estilo animação 3D estão reunidas em uma calçada em frente a casas residenciais. À esquerda, uma menina loira de cabelo cacheado usa uma vassoura para limpar o chão ensaboado. Ao lado dela, outra menina de chapéu e camiseta amarela usa um celular para filmar a ação. Um menino negro de óculos segura um balde com água reaproveitada, enquanto um menino menor, ajoelhado à direita, limpa o chão com uma esponja amarela A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
Uma menina de cabelos longos e ondulados, usando um chapéu estilo bucket de cor clara com pequenas flores bordadas e uma camiseta amarela, sorri enquanto segura um tablet preto com a mão esquerda. Com a mão direita, ela aponta para a tela do aparelho, que exibe um aplicativo de controle de uma máquina de lavar roupas ("LAVADORA") com ícones de ciclo, velocidade, temperatura e início. O fundo mostra uma sala de estar borrada e, no canto superior direito, o logotipo da Sanepar. Uma menina de cabelos longos e ondulados, usando um chapéu estilo bucket de cor clara com pequenas flores bordadas e uma camiseta amarela, sorri enquanto segura um tablet preto com a mão esquerda. Com a mão direita, ela aponta para a tela do aparelho, que exibe um aplicativo de controle de uma máquina de lavar roupas ("LAVADORA") com ícones de ciclo, velocidade, temperatura e início. O fundo mostra uma sala de estar borrada e, no canto superior direito, o logotipo da Sanepar. A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
Um menino negro de óculos, vestindo um jaleco branco de cientista com canetas no bolso, está de perfil voltado para a esquerda apontando uma régua de madeira para uma lousa negra. No quadro-negro, há desenhos em giz branco ilustrando um ciclo de reaproveitamento de água: o desenho de um piso quadriculado com a palavra "PISO" e uma seta que aponta para o desenho de um carro cercado por bolhas de sabão com a palavra "CARRO". No canto superior direito do quadro, está o logotipo azul da Sanepar. Um menino negro de óculos, vestindo um jaleco branco de cientista com canetas no bolso, está de perfil voltado para a esquerda apontando uma régua de madeira para uma lousa negra. No quadro-negro, há desenhos em giz branco ilustrando um ciclo de reaproveitamento de água: o desenho de um piso quadriculado com a palavra "PISO" e uma seta que aponta para o desenho de um carro cercado por bolhas de sabão com a palavra "CARRO". No canto superior direito do quadro, está o logotipo azul da Sanepar. A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
Uma menina loira de cabelos crespos e volumosos, vestindo uma jardineira jeans decorada com desenhos de sol e flores sobre uma camiseta rosa, sorri para a câmera em um banheiro. Ela está em pé ao lado de uma bancada de mármore e aponta com o dedo indicador para uma torneira metálica de bica alta que está fechada, incentivando a economia de água. O reflexo de suas costas e do banheiro é visível no espelho da parede. Uma menina loira de cabelos crespos e volumosos, vestindo uma jardineira jeans decorada com desenhos de sol e flores sobre uma camiseta rosa, sorri para a câmera em um banheiro. Ela está em pé ao lado de uma bancada de mármore e aponta com o dedo indicador para uma torneira metálica de bica alta que está fechada, incentivando a economia de água. O reflexo de suas costas e do banheiro é visível no espelho da parede. A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
No primeiro plano à direita, uma menina sorridente de camiseta rosa estica o braço para tirar uma selfie com o celular. Na tela do celular e ao fundo da imagem à esquerda, um encanador adulto com uniforme azul de trabalho aparece ajoelhado embaixo da pia da cozinha, usando uma chave inglesa para consertar a tubulação, que goteja água dentro de um balde de metal. No canto superior direito da imagem, está o logotipo da Sanepar. No primeiro plano à direita, uma menina sorridente de camiseta rosa estica o braço para tirar uma selfie com o celular. Na tela do celular e ao fundo da imagem à esquerda, um encanador adulto com uniforme azul de trabalho aparece ajoelhado embaixo da pia da cozinha, usando uma chave inglesa para consertar a tubulação, que goteja água dentro de um balde de metal. No canto superior direito da imagem, está o logotipo da Sanepar. A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
Um menino de cabelo curto e camiseta azul escuro com estampa de dinossauro está escovando os dentes em um banheiro iluminado. Ele está posicionado de perfil à esquerda, olhando para o seu próprio reflexo em um grande espelho à sua frente. A pia de mármore cinza está limpa e a torneira cromada permanece totalmente fechada enquanto ele escova os dentes. Um menino de cabelo curto e camiseta azul escuro com estampa de dinossauro está escovando os dentes em um banheiro iluminado. Ele está posicionado de perfil à esquerda, olhando para o seu próprio reflexo em um grande espelho à sua frente. A pia de mármore cinza está limpa e a torneira cromada permanece totalmente fechada enquanto ele escova os dentes. A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
Notícia Importada
Desligado
Início
Fim

Sanepar ruma à universalização com 7 cidades na classificação máxima do saneamento

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) é destaque nacional no trabalho de universalização do saneamento básico com sete cidades atingindo a classificação máxima no ranking publicado, nesta terça-feira (9), pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES). Curitiba, Pinhais, Porecatu, Maringá, Matinhos, Campo Mourão e Londrina estão no topo do ranking que considerou dados de 2.558 municípios, representando aproximadamente 80% da população nacional. Todas as 27 capitais foram analisadas e apenas a capital paraense recebeu a classificação máxima. 

O estudo leva em consideração os índices de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto, além da coleta e destinação de resíduos sólidos. Cada cidade recebeu uma pontuação de 0 a 500 e foi qualificada em uma das quatro categorias: Rumo à Universalização (mais alta), Compromisso com a Universalização, Empenho para Universalização e Primeiros Passos para a Universalização (mais baixa). Nenhuma cidade do Paraná ficou na classificação mais baixa. 

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, destaca que o caminho paranaense para universalização une agilidade, investimentos e gestão inovadora. "Não estamos correndo para chegar em 2033, estamos trabalhando para antecipar essa entrega para 2029. O objetivo é garantir que o saneamento seja a base sólida para o desenvolvimento econômico de todo o Paraná”, explica Bley.

A consolidação desta meta antecipada fundamenta-se na organização em microrregiões, com ganho de escala e o uso inteligente do subsídio cruzado, garantindo que municípios menores recebam o mesmo nível de investimento que os grandes centros. Outro pilar é a adoção de Parcerias Público-Privadas (PPPs). "Estruturamos nossas parcerias para ganhar velocidade, enquanto mantemos a inteligência estratégica e a garantia social do serviço", pontua Bley.

CURITIBA - A capital dos paranaenses alcançou o topo isolado do grupo das 27 capitais brasileiras. Classificada na categoria máxima de desempenho operacional, a cidade já atende 100% da população com rede de abastecimento e coleta e tratamento de esgoto. Entre 2015 e 2024, a Sanepar investiu R$ 2,33 bilhões em Curitiba, sendo 70,7% exclusivamente em água e esgoto (R$ 1,65 bilhão). Outros R$ 2,5 bilhões serão investidos até 2030.

PARANÁ – O protagonismo do saneamento paranaense não se restringe à capital. O relatório da ABES destaca um fenômeno raro no cenário nacional: a uniformidade e a descentralização da qualidade dos serviços. Além das sete cidades com saneamento administrado pela Sanepar, Jussara também atingiu a classificação máxima. No segundo nível - Compromisso com a Universalização - são 43 municípios com pontuação de 489 a 450. Outras 175 cidades estão no terceiro nível - Empenho para Universalização - com pontuação entre 449,99 e 200. Nenhuma cidade do Paraná ficou na última categoria, com pontuação inferior a 200. 

INVESTIMENTOS - A Sanepar mantém 100% de cobertura de água tratada em todas as áreas urbanas de sua concessão. No esgotamento sanitário, o índice de atendimento urbano subiu para 82,6%, com a garantia de que 100% do volume coletado recebe tratamento integral.

O Marco Legal do Saneamento estipula o ano de 2033 como limite para que as companhias de todo o país garantam 99% da população com acesso à água tratada e 90% com coleta e tratamento de esgoto. Para sustentar essa arrancada rumo à universalização total até 2029, a Sanepar executa um dos planos plurianuais de investimentos mais ambiciosos de sua história. Para o período compreendido entre 2026 e 2030, o conselho da Companhia aprovou um montante global de R$ 13,077 bilhões em aportes financeiros.

"Nosso plano de investimentos para 2026-2030 é a materialização da nossa visão de que saneamento não é custo, é um investimento social e ambiental que gera retornos inestimáveis. Cada real aplicado em água limpa e coleta de esgoto se converte em menos leitos hospitalares ocupados e um meio ambiente mais resiliente. É um ciclo virtuoso de saúde, dignidade e desenvolvimento sustentável para o Paraná", afirma Bley.


Lista consolidada dos municípios do Paraná no ranking ABES 2026

1. Rumo à Universalização (Acima de 489,00 pontos)

  • Curitiba (Grande Porte) – 497,53 pontos
  • Pinhais (Grande Porte) – 497,39 pontos
  • Porecatu (Pequeno e Médio Porte) – 496,92 pontos
  • Jussara (Pequeno e Médio Porte) – 495,81 pontos
  • Maringá (Grande Porte) – 492,01 pontos
  • Matinhos (Pequeno e Médio Porte) – 491,46 pontos
  • Campo Mourão (Grande Porte) – 490,41 pontos
  • Londrina (Grande Porte) – 489,65 pontos

2. Compromisso com a Universalização (De 450,00 a 489,00 pontos)

  • Umuarama (Grande Porte) – 487,23 pontos
  • Cambará (Pequeno e Médio Porte) – 487,49 pontos
  • Flórida (Pequeno e Médio Porte) – 486,74 pontos
  • Cascavel (Grande Porte) – 486,10 pontos
  • Fazenda Rio Grande (Grande Porte) – 484,73 pontos
  • Ponta Grossa (Grande Porte) – 484,43 pontos
  • Telêmaco Borba (Pequeno e Médio Porte) – 484,00 pontos
  • Jataizinho (Pequeno e Médio Porte) – 483,45 pontos
  • Cidade Gaúcha (Pequeno e Médio Porte) – 482,47 pontos
  • Paranavaí (Pequeno e Médio Porte) – 482,24 pontos
  • Foz do Iguaçu (Grande Porte) – 481,06 pontos
  • Cornélio Procópio (Pequeno e Médio Porte) – 480,65 pontos
  • Nova Londrina (Pequeno e Médio Porte) – 479,97 pontos
  • Ibiporã (Pequeno e Médio Porte) – 478,13 pontos
  • Paiçandu (Pequeno e Médio Porte) – 477,52 pontos
  • Pontal do Paraná (Pequeno e Médio Porte) – 472,18 pontos
  • Sertanópolis (Pequeno e Médio Porte) – 471,77 pontos
  • São João do Caiuá (Pequeno e Médio Porte) – 470,80 pontos
  • Jacarezinho (Pequeno e Médio Porte) – 469,33 pontos
  • Santa Terezinha de Itaipu (Pequeno e Médio Porte) – 468,97 pontos
  • Apucarana (Grande Porte) – 468,15 pontos
  • Guarapuava (Grande Porte) – 467,26 pontos
  • Arapongas (Grande Porte) – 465,91 pontos
  • Itambé (Pequeno e Médio Porte) – 466,54 pontos
  • Guaratuba (Pequeno e Médio Porte) – 465,96 pontos
  • Piraquara (Grande Porte) – 465,12 pontos
  • Campina Grande do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 464,42 pontos
  • Cafelândia (Pequeno e Médio Porte) – 464,35 pontos
  • Paranaguá (Grande Porte) – 463,12 pontos
  • Pato Branco (Pequeno e Médio Porte) – 462,94 pontos
  • Porto Rico (Pequeno e Médio Porte) – 462,35 pontos
  • Porto Amazonas (Pequeno e Médio Porte) – 462,22 pontos
  • Santo Antônio da Platina (Pequeno e Médio Porte) – 461,56 pontos
  • Toledo (Grande Porte) – 461,44 pontos
  • São José dos Pinhais (Grande Porte) – 460,91 pontos
  • Loanda (Pequeno e Médio Porte) – 459,80 pontos
  • Lobato (Pequeno e Médio Porte) – 456,98 pontos
  • Clevelândia (Pequeno e Médio Porte) – 456,83 pontos
  • São Jorge do Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 455,02 pontos
  • Colombo (Grande Porte) – 454,51 pontos (Promovido)
  • Uraí (Pequeno e Médio Porte) – 454,15 pontos
  • Quatro Barras (Pequeno e Médio Porte) – 453,99 pontos
  • Primeiro de Maio (Pequeno e Médio Porte) – 451,69 pontos

3. Empenho para Universalização (De 200,00 a 449,99 pontos)

  • Carambeí (Pequeno e Médio Porte) – 448,27 pontos
  • Arapoti (Pequeno e Médio Porte) – 448,10 pontos
  • Joaquim Távora (Pequeno e Médio Porte) – 446,54 pontos
  • Araucária (Grande Porte) – 445,27 pontos
  • Guapirama (Pequeno e Médio Porte) – 443,87 pontos
  • Assaí (Pequeno e Médio Porte) – 443,08 pontos
  • Mandaguari (Pequeno e Médio Porte) – 443,07 pontos
  • Conselheiro Mairinck (Pequeno e Médio Porte) – 442,75 pontos
  • Colorado (Pequeno e Médio Porte) – 442,61 pontos
  • Irati (Pequeno e Médio Porte) – 441,83 pontos
  • Doutor Camargo (Pequeno e Médio Porte) – 441,55 pontos
  • Jandaia do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 441,40 pontos
  • Siqueira Campos (Pequeno e Médio Porte) – 439,37 pontos
  • Piraí do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 437,97 pontos
  • Ribeirão Claro (Pequeno e Médio Porte) – 436,96 pontos
  • Andirá (Pequeno e Médio Porte) – 436,95 pontos
  • Carlópolis (Pequeno e Médio Porte) – 436,78 pontos
  • Ribeirão do Pinhal (Pequeno e Médio Porte) – 435,53 pontos
  • Francisco Beltrão (Grande Porte) – 435,34 pontos
  • Palmas (Pequeno e Médio Porte) – 434,41 pontos
  • Corbélia (Pequeno e Médio Porte) – 433,12 pontos
  • Sarandi (Grande Porte) – 432,59 pontos
  • Guaíra (Pequeno e Médio Porte) – 432,33 pontos
  • Nova Esperança (Pequeno e Médio Porte) – 432,06 pontos
  • Palotina (Pequeno e Médio Porte) – 431,86 pontos
  • Mamborê (Pequeno e Médio Porte) – 428,06 pontos
  • Campo Largo (Grande Porte) – 427,89 pontos
  • Sengés (Pequeno e Médio Porte) – 426,47 pontos
  • Araruna (Pequeno e Médio Porte) – 426,05 pontos
  • Francisco Alves (Pequeno e Médio Porte) – 425,59 pontos
  • Vera Cruz do Oeste (Pequeno e Médio Porte) – 425,00 pontos
  • Diamante do Norte (Pequeno e Médio Porte) – 424,22 pontos
  • Céu Azul (Pequeno e Médio Porte) – 422,96 pontos
  • Japurá (Pequeno e Médio Porte) – 422,45 pontos
  • Matelândia (Pequeno e Médio Porte) – 421,95 pontos
  • Terra Boa (Pequeno e Médio Porte) – 421,47 pontos
  • Castro (Pequeno e Médio Porte) – 420,71 pontos
  • Cianorte (Pequeno e Médio Porte) – 420,56 pontos
  • Bandeirantes (Pequeno e Médio Porte) – 419,38 pontos
  • Tapejara (Pequeno e Médio Porte) – 417,30 pontos
  • Almirante Tamandaré (Grande Porte) – 415,45 pontos
  • Dois Vizinhos (Pequeno e Médio Porte) – 414,99 pontos
  • Alto Paraná (Pequeno e Médio Porte) – 413,86 pontos
  • Ampére (Pequeno e Médio Porte) – 413,14 pontos
  • Goioerê (Pequeno e Médio Porte) – 412,66 pontos
  • São João do Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 411,47 pontos
  • Santa Isabel do Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 411,33 pontos
  • Quatiguá (Pequeno e Médio Porte) – 411,12 pontos
  • Rolândia (Pequeno e Médio Porte) – 409,82 pontos
  • Prado Ferreira (Pequeno e Médio Porte) – 409,38 pontos
  • Barra do Jacaré (Pequeno e Médio Porte) – 409,31 pontos
  • São Pedro do Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 408,34 pontos
  • Realeza (Pequeno e Médio Porte) – 408,00 pontos
  • Imbituva (Pequeno e Médio Porte) – 404,53 pontos
  • Jaguapitã (Pequeno e Médio Porte) – 404,53 pontos
  • Marialva (Pequeno e Médio Porte) – 404,52 pontos
  • Coronel Vivida (Pequeno e Médio Porte) – 403,62 pontos
  • Renascença (Pequeno e Médio Porte) – 403,46 pontos
  • Tibagi (Pequeno e Médio Porte) – 402,78 pontos
  • Alto Piquiri (Pequeno e Médio Porte) – 402,38 pontos
  • Ubiratã (Pequeno e Médio Porte) – 399,39 pontos
  • Santo Antônio do Sudoeste (Pequeno e Médio Porte) – 394,13 pontos
  • Itambaracá (Pequeno e Médio Porte) – 393,95 pontos
  • São Miguel do Iguaçu (Pequeno e Médio Porte) – 390,60 pontos
  • Salto do Itararé (Pequeno e Médio Porte) – 389,25 pontos
  • Ivaiporã (Pequeno e Médio Porte) – 388,69 pontos
  • Nova Aurora (Pequeno e Médio Porte) – 388,61 pontos
  • Nova Olímpia (Pequeno e Médio Porte) – 388,07 pontos
  • Contenda (Pequeno e Médio Porte) – 387,90 pontos
  • Bela Vista do Paraíso (Pequeno e Médio Porte) – 387,05 pontos
  • Chopinzinho (Pequeno e Médio Porte) – 386,97 pontos
  • Ivaté (Pequeno e Médio Porte) – 386,58 pontos
  • Três Barras do Paraná (Pequeno e Médio Porte) – 385,79 pontos
  • Rio Negro (Pequeno e Médio Porte) – 385,06 pontos
  • União da Vitória (Pequeno e Médio Porte) – 384,19 pontos
  • Corumbataí do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 382,78 pontos
  • Capanema (Pequeno e Médio Porte) – 380,25 pontos
  • Medianeira (Pequeno e Médio Porte) – 378,97 pontos
  • Reserva (Pequeno e Médio Porte) – 377,29 pontos
  • Santa Helena (Pequeno e Médio Porte) – 377,18 pontos
  • Mariluz (Pequeno e Médio Porte) – 375,96 pontos
  • Lapa (Pequeno e Médio Porte) – 375,92 pontos
  • Laranjeiras do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 375,44 pontos
  • Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 375,42 pontos
  • São João (Pequeno e Médio Porte) – 372,28 pontos
  • Altônia (Pequeno e Médio Porte) – 371,52 pontos
  • Terra Rica (Pequeno e Médio Porte) – 371,00 pontos
  • Santa Cruz de Monte Castelo (Pequeno e Médio Porte) – 368,71 pontos
  • Santa Tereza do Oeste (Pequeno e Médio Porte) – 367,98 pontos
  • Santa Fé (Pequeno e Médio Porte) – 367,37 pontos
  • Iporã (Pequeno e Médio Porte) – 366,10 pontos
  • Bocaiúva do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 364,03 pontos
  • Morretes (Pequeno e Médio Porte) – 363,80 pontos
  • Marilândia do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 363,74 pontos
  • Xambrê (Pequeno e Médio Porte) – 363,46 pontos
  • Mandaguaçu (Pequeno e Médio Porte) – 363,43 pontos
  • Santa Izabel do Oeste (Pequeno e Médio Porte) – 361,61 pontos
  • Nova América da Colina (Pequeno e Médio Porte) – 360,89 pontos
  • Rebouças (Pequeno e Médio Porte) – 360,46 pontos
  • Assis Chateaubriand (Pequeno e Médio Porte) – 360,33 pontos
  • Pitanga (Pequeno e Médio Porte) – 360,27 pontos
  • Pérola (Pequeno e Médio Porte) – 359,52 pontos
  • Curiúva (Pequeno e Médio Porte) – 359,24 pontos
  • Pinhão (Pequeno e Médio Porte) – 359,13 pontos
  • Prudentópolis (Pequeno e Médio Porte) – 358,66 pontos
  • Paranacity (Pequeno e Médio Porte) – 358,44 pontos
  • Guaraniaçu (Pequeno e Médio Porte) – 358,27 pontos
  • Leópolis (Pequeno e Médio Porte) – 355,28 pontos
  • Floraí (Pequeno e Médio Porte) – 353,81 pontos
  • Paraíso do Norte (Pequeno e Médio Porte) – 353,64 pontos
  • Ipiranga (Pequeno e Médio Porte) – 353,56 pontos
  • Campo Magro (Pequeno e Médio Porte) – 353,56 pontos
  • Lunardelli (Pequeno e Médio Porte) – 351,11 pontos
  • Reserva do Iguaçu (Pequeno e Médio Porte) – 349,89 pontos
  • Perobal (Pequeno e Médio Porte) – 347,46 pontos
  • Quedas do Iguaçu (Pequeno e Médio Porte) – 347,24 pontos
  • Capitão Leônidas Marques (Pequeno e Médio Porte) – 345,93 pontos
  • Marmeleiro (Pequeno e Médio Porte) – 344,66 pontos
  • Mangueirinha (Pequeno e Médio Porte) – 343,85 pontos
  • Santa Cecília do Pavão (Pequeno e Médio Porte) – 343,51 pontos
  • Candói (Pequeno e Médio Porte) – 343,50 pontos
  • Teixeira Soares (Pequeno e Médio Porte) – 342,73 pontos
  • Itaipulândia (Pequeno e Médio Porte) – 342,63 pontos
  • Marechal Cândido Rondon (Pequeno e Médio Porte) – 339,42 pontos
  • Inácio Martins (Pequeno e Médio Porte) – 339,06 pontos
  • Itaperuçu (Pequeno e Médio Porte) – 338,46 pontos
  • Cruzeiro do Oeste (Pequeno e Médio Porte) – 338,41 pontos
  • Barbosa Ferraz (Pequeno e Médio Porte) – 338,33 pontos
  • Santana do Itararé (Pequeno e Médio Porte) – 338,27 pontos
  • Sapopema (Pequeno e Médio Porte) – 335,34 pontos
  • Jaguariaíva (Pequeno e Médio Porte) – 334,55 pontos
  • Salto do Lontra (Pequeno e Médio Porte) – 333,68 pontos
  • Cândido de Abreu (Pequeno e Médio Porte) – 331,65 pontos
  • Balsa Nova (Pequeno e Médio Porte) – 331,44 pontos
  • Santa Mariana (Pequeno e Médio Porte) – 331,34 pontos
  • Anastácio (Pequeno e Médio Porte) – 330,19 pontos
  • Ibaiti (Pequeno e Médio Porte) – 329,18 pontos
  • Imbaú (Pequeno e Médio Porte) – 328,59 pontos
  • Ventania (Pequeno e Médio Porte) – 325,62 pontos
  • Campo do Tenente (Pequeno e Médio Porte) – 321,01 pontos
  • São Jorge do Patrocínio (Pequeno e Médio Porte) – 320,83 pontos
  • Bituruna (Pequeno e Médio Porte) – 319,56 pontos
  • Centenário do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 319,35 pontos
  • Manoel Ribas (Pequeno e Médio Porte) – 318,34 pontos
  • Agudos do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 318,13 pontos
  • Vitorino (Pequeno e Médio Porte) – 315,40 pontos
  • General Carneiro (Pequeno e Médio Porte) – 315,01 pontos
  • Palmeira (Pequeno e Médio Porte) – 314,63 pontos
  • Rio Azul (Pequeno e Médio Porte) – 314,41 pontos
  • Moreira Sales (Pequeno e Médio Porte) – 314,06 pontos
  • Mallet (Pequeno e Médio Porte) – 313,84 pontos
  • Wenceslau Braz (Pequeno e Médio Porte) – 311,62 pontos
  • São João do Triunfo (Pequeno e Médio Porte) – 299,39 pontos
  • Jardim Alegre (Pequeno e Médio Porte) – 291,49 pontos
  • Maria Helena (Pequeno e Médio Porte) – 291,09 pontos
  • Jaboti (Pequeno e Médio Porte) – 281,66 pontos
  • Faxinal (Pequeno e Médio Porte) – 280,15 pontos
  • Icaraíma (Pequeno e Médio Porte) – 279,57 pontos
  • Cantagalo (Pequeno e Médio Porte) – 279,00 pontos
  • Tamarana (Pequeno e Médio Porte) – 292,35 pontos
  • Mandirituba (Pequeno e Médio Porte) – 276,11 pontos
  • Alto Paraíso (Pequeno e Médio Porte) – 274,42 pontos
  • Guaraqueçaba (Pequeno e Médio Porte) – 265,69 pontos
  • Palmital (Pequeno e Médio Porte) – 244,81 pontos
  • Querência do Norte (Pequeno e Médio Porte) – 243,22 pontos
  • Turvo (Pequeno e Médio Porte) – 241,11 pontos
  • Ortigueira (Pequeno e Médio Porte) – 255,49 pontos
  • Engenheiro Beltrão (Pequeno e Médio Porte) – 232,36 pontos
  • Iretama (Pequeno e Médio Porte) – 232,15 pontos
  • Antônio Olinto (Pequeno e Médio Porte) – 224,89 pontos
  • Cruz Machado (Pequeno e Médio Porte) – 214,78 pontos
  • Cerro Azul (Pequeno e Médio Porte) – 210,19 pontos
  • Nova Laranjeiras (Pequeno e Médio Porte) – 258,71 pontos
  • Pinhalão (Pequeno e Médio Porte) – 251,60 pontos
  • Abatiá (Pequeno e Médio Porte) – 304,72 pontos
  • Rosário do Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 305,59 pontos

4. Primeiros Passos para a Universalização (Abaixo de 200,00 pontos)

Nenhum município habilitado do estado do Paraná foi classificado nesta categoria mais crítica.

 

Curitiba é a única capital brasileira no ranking elaborado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) com as melhores cidades. Sanepar está investindo R$ 13 bilhões para cumprir metas antes do prazo legal

Reconhecimento
Estação de Tratamento de Esgoto Bélem Estação de Tratamento de Esgoto Bélem Estação de Tratamento de Esgoto Bélem
Equipe da Sanepar trabalha na manutenção da rede de coleta de esgoto Equipe da Sanepar trabalha na manutenção da rede de coleta de esgoto Equipe da Sanepar trabalha na manutenção da rede de coleta de esgoto
Estação de Tratamento de Água Iguaçu em Curitiba Estação de Tratamento de Água Iguaçu em Curitiba Estação de Tratamento de Água Iguaçu em Curitiba
Curitiba
Notícia Importada
Desligado
Início
Fim

Sanepar estende ações ecológicas por todo o Paraná em junho

Enviado por Carla Bastos Dias em

PARANÁ – Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado hoje (5), a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) preparou uma programação especial que vai movimentar todas as regiões do Estado durante o mês inteiro. A iniciativa estende o calendário oficial para dar conta da alta demanda por atividades educativas e sustentáveis promovidas em parceria com prefeituras e entidades locais.

“Atuamos em todo o Paraná e nossos gestores são muito requisitados para ações locais. Por isso, transformamos o 5 de junho em um mês inteiro de trabalho”, explica a gerente de Desenvolvimento Socioambiental da Sanepar, Palloma Costa. “É uma oportunidade de ouro para debatermos com a sociedade temas vitais como o saneamento, a sustentabilidade e o cuidado com a água.”

EDUCAÇÃO NA PRÁTICA - As atividades começaram logo no início do mês no ambiente escolar. Em Cascavel, a Escola Phoenix reuniu cerca de 300 participantes. Já em Ponta Grossa, as ações mobilizaram 150 pessoas na Escola Municipal Zilá e outras 200 na Escola Plauto, onde o aprendizado ganhou um tom lúdico.

"A comunidade sempre nos busca nesta época. É uma ocasião valiosa para conscientizar as crianças sobre o uso racional da água e a preservação ambiental", destaca a bióloga e gestora ambiental da Sanepar na região, Luciana Garcia, que utilizou jogos educativos com os alunos.

PROGRAMAÇÃO DIVERSA - Ao longo de junho, o cronograma da Sanepar inclui o plantio de árvores, visitas guiadas a estações de tratamento de água, palestras em empresas e oficinas de sabão ecológico. Está prevista, ainda, uma visita mediada de servidores públicos de Ponta Grossa ao Museu do Saneamento e à Exposição Planeta Água, em Curitiba.

Para viabilizar o alcance das ações, a Sanepar atua em conjunto com instituições de ensino e órgãos como o Instituto de Água e Terra (IAT) e o Instituto Ambiental de Maringá (IAM). Além da capital e de Ponta Grossa, o roteiro de atividades socioambientais deste ano inclui os municípios de Astorga, Bituruna, Cascavel, Ipiranga, Mandaguari, Maringá, Nova Esperança, Pato Branco e Santa Fé.

Com programação descentralizada, Companhia promove palestras, plantio de árvores e jogos educativos em parceria com municípios e órgãos ambientais

Socioambiental
Jogos educativos fazem parte das ações da Sanepar em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho) Jogos educativos fazem parte das ações da Sanepar em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho) Jogos educativos fazem parte das ações da Sanepar em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho)
Ações acontecem em todas as regiões do Paraná Ações acontecem em todas as regiões do Paraná Ações acontecem em todas as regiões do Paraná
Aprendizado lúdico sobre cuidado com a água e preservação ambiental Aprendizado lúdico sobre cuidado com a água e preservação ambiental Aprendizado lúdico sobre cuidado com a água e preservação ambiental
Ações acontecem em todas as regiões do Paraná Ações acontecem em todas as regiões do Paraná Ações acontecem em todas as regiões do Paraná
Jogos educativos fazem parte das ações da Sanepar em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho) Jogos educativos fazem parte das ações da Sanepar em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho) Jogos educativos fazem parte das ações da Sanepar em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho)
Ações na Escola Phoenix contaram com quase 300 participantes Ações na Escola Phoenix contaram com quase 300 participantes Ações na Escola Phoenix contaram com quase 300 participantes
Palestras em empresas também fazem parte das atividades Palestras em empresas também fazem parte das atividades Palestras em empresas também fazem parte das atividades
Notícia Importada
Desligado
Início
Fim

Excelência ambiental: Aterro da Sanepar mantém selo internacional ISO 14.001

Enviado por Carla Bastos Dias em

Operado pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), o Aterro Sanitário de Resíduos Sólidos de Cianorte alcançou um marco de excelência ao renovar a certificação NBR ISO 14.001:2015, com registro de zero não conformidades em auditoria externa. A ISO 14.001 se refere a uma norma internacional que estabelece diretrizes para sistemas de gestão ambiental.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, destaca o compromisso ambiental como fundamento da sua atuação em todas as áreas da Companhia. “As atividades da Sanepar são pautadas no compromisso com a conservação ambiental. A gestão dos processos é feita com respeito e cumprimento de todas normas que têm o objetivo de promover a sustentabilidade”, diz.  

O Aterro de Cianorte foi o pioneiro do Paraná e o primeiro do Brasil, sob a gestão de uma empresa estatal de saneamento, a obter essa certificação internacional. "Isto significa um resultado perfeito em relação às exigências da certificação. Também demonstra a maturidade e a alta competência da gestão ambiental no local, que mantém a certificação ISO 14.001, alcançada pela primeira vez em 2013 e mantida desde então", explicou o gerente de Gestão Ambiental da Sanepar, Ronald Gervasoni.

ESTRATÉGIA E GESTÃO DE RISCOS - Para Gervasoni, o Sistema de Gestão Ambiental (SGA) da Sanepar aplicado no aterro é a chave para a excelência na operação. "O SGA é o framework da Companhia, sendo essencial para a sua sustentabilidade. Sua implementação vai além dos escopos certificados, sendo um alinhamento estratégico que blinda o negócio contra riscos operacionais e fortalece nossa governança ambiental em toda a Sanepar", detalhou o gerente.

A metodologia do SGA proporciona a identificação e o gerenciamento de riscos ambientais, além de promover a conscientização dos empregados sobre a preservação ambiental. O resultado reflete diretamente a competência técnica e o empenho da equipe em zelar pela excelência operacional e pelo desenvolvimento responsável das atividades.

O desempenho foi reconhecido pelo Auditor Líder da QMS Certification, Neimar Ricardo. "O resultado de zero não conformidades nesta auditoria é de extrema importância e serve como um poderoso indicador da maturidade do SGA. Isso demonstra também, de forma inequívoca, a eficácia dos controles implementados pela Sanepar, o alto nível de excelência da equipe e a robustez do SGA do Aterro de Cianorte", comentou Ricardo.

ENGAJAMENTO E TRABALHO EM EQUIPE - Para os empregados do aterro, a manutenção da certificação ISO 14001 é garantia de que todos os processos operacionais sejam padronizados e acompanhados por sistemas de controle ambiental, em conformidade com as normas legais, promovendo segurança à população e respeito ao meio ambiente.

"Ela não apenas valida nossos padrões rigorosos de engenharia e controle ambiental, mas também assegura a prevenção contínua de contaminações, refletindo nosso compromisso com a excelência operacional", afirmou o gerente da Sanepar que integra a alta direção do Comitê do Sistema de Gestão Ambiental do Aterro, Marcos Moretto.

Lutero Eduardo Lucio, químico responsável pela implementação do SGA no Aterro, reforça que a excelente performance na auditoria externa é mérito, em especial, da equipe operacional que trabalha no local e que conta com empregados dedicados como Marcio Benitz, Paulo Cesar Martins, José Jadir Correia Barros, Marcio Santos e Pedro Fortunato. "A excelência na gestão é resultado direto do envolvimento e da dedicação da equipe. Este resultado de zero não conformidades, após 13 anos de certificação, é um testemunho da responsabilidade e da competência", comentou Lutero.

GESTÃO DO LIXO – O aterro de Cianorte é operado pela Sanepar desde o ano de 2002, por meio de concessão entre a Companhia e o município de Cianorte. O aterro trata ainda, com contratos específicos, os resíduos sólidos urbanos coletados nos municípios de Terra Boa, São Tomé, Indianópolis e Guaporema.

Além do Aterro de Cianorte, a Sanepar opera mais dois aterros no estado: em Apucarana, no Vale do Ivaí, e em Cornélio Procópio, no Norte Pioneiro, ambos operados com a mesma metodologia de gestão ambiental. Em Cornélio Procópio, assim como em Cianorte, a Sanepar atua também na coleta dos resíduos.

CERTIFICAÇÃO – Neste ano, a auditoria externa foi realizada pela QMS Brasil, na última semana de maio, com a participação de auditores externos, dos empregados do aterro, das áreas de gestão ambiental da Sanepar e do coordenador Industrial, Ismael Vasquez. A QMS Certification é um organismo de certificação em processos de qualidade que teve origem na Austrália, atualmente com a matriz nos Estados Unidos e forte atuação global com presença em mais de 30 países.

Avaliação externa deu nota máxima para a gestão ambiental do aterro de Cianorte, certificando que a operação segue padrões internacionais. A Companhia de Saneamento do Paraná é pioneira nessa certificação no Brasil.

Socioambiental
O Aterro de Cianorte foi o pioneiro do Paraná e o primeiro do Brasil, sob a gestão de uma empresa estatal de saneamento, a obter o selo internacional ISO 14.001 O Aterro de Cianorte foi o pioneiro do Paraná e o primeiro do Brasil, sob a gestão de uma empresa estatal de saneamento, a obter o selo internacional ISO 14.001 O Aterro de Cianorte foi o pioneiro do Paraná e o primeiro do Brasil, sob a gestão de uma empresa estatal de saneamento, a obter o selo internacional ISO 14.001
Aterro Sanitário de Resíduos Sólidos de Cianorte Aterro Sanitário de Resíduos Sólidos de Cianorte Aterro Sanitário de Resíduos Sólidos de Cianorte
 ISO 14.001 é uma norma internacional que estabelece diretrizes para sistemas de gestão ambiental  ISO 14.001 é uma norma internacional que estabelece diretrizes para sistemas de gestão ambiental ISO 14.001 é uma norma internacional que estabelece diretrizes para sistemas de gestão ambiental
Cianorte
Notícia Importada
Desligado
Início
Fim

Paraná tem duas cidades no ranking das melhores na gestão de perdas de água

Enviado por Giovanna Migot… em

O novo relatório do Instituto Trata Brasil (ITB), divulgado na terça-feira (2), trouxe duas cidades paranaenses no ranking dos municípios com os menores índices de perdas de água nos sistemas de abastecimento público: Maringá e São José do Pinhais, ambas com o saneamento administrado pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Em todo o Paraná, o índice de perdas ficou em 33,40% abaixo da média nacional que é de 39,53%. Desde que o estudo começou a ser divulgado, em 2018, os resultados do estado são melhores que a média nacional. 

Os índices são reflexo de ações como o Programa de Redução e Controle de Perdas e de tecnologias adotadas pela empresa que integram o “Sanepar 5.0”, política de transformação digital da Companhia. Só em 2025, foram investidos R$ 14,8 milhões em pesquisa, desenvolvimento e inovação. 

A Sanepar já adota o monitoramento inteligente para detecção de vazamentos, como hidrofones instalados na rede de distribuição; sensores de pressão, para identificar variações provocadas por rompimentos; pesquisa de vazamentos com imagens de satélite e inspeção não destrutiva de adutoras com uso de esferas inteligentes.

“Temos nossas equipes cada vez mais empenhadas em incorporar novas tecnologias para identificar e resolver as situações que implicam em perdas de água nos sistemas”, afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley. 

MARINGÁ – a cidade do Noroeste do Paraná está na lista das 12 entre 100 municípios mais populosos do país considerados excelentes no combate às perdas. Maringá apresenta um indicador de 22,78% de perdas totais de água no sistema distribuidor e 152,42 litros de perdas por ligação por dia. O critério de excelência é de até 25% em perdas na distribuição e de 216 litros de perdas por ligação por dia (l/l/d), segundo a Portaria n. 788/2024, do Ministério das Cidades. 

Um estudo feito por profissionais da Sanepar apresentado no WaterLoss 2026, principal evento global sobre perdas de água, apontou a adoção das ferramentas de tecnologia e o engajamento das equipes como a base para a melhoria de resultados na gestão dos sistemas de abastecimento.

“Ter Maringá entre os 12 únicos municípios brasileiros que cumprem as exigentes metas de eficiência do Governo Federal nos enche de orgulho e sinaliza um exemplo a ser seguido”, destaca Bley.

O superintendente regional da Sanepar na Região Noroeste, Vitor Gorzoni, relaciona os bons resultados de Maringá especialmente à capacidade técnica das equipes de controle operacional e manutenção de redes.

“Temos um grande engajamento dos nossos empregados no controle de pressões na rede, monitoramento de vazões e na pesquisa por vazamentos ocultos. Desde a detecção do problema até encontrar a solução, tudo é feito no menor tempo possível para obter a maior efetividade do trabalho”, afirma.

SÃO JOSÉ DOS PINHAIS – a cidade da região Metropolitana de Curitiba também se destaca nacionalmente pelo trabalho de combate às perdas de água no último estudo divulgado pelo Trata Brasil.  Ele ocupa a 13.ª posição entre os municípios com menores perdas totais no sistema com um indicador de 21,22% de perdas no sistema.

O indicador médio computado na amostra do estudo foi de 35,56%, sendo que apenas 20 municípios possuem níveis de perdas na distribuição menores que 25%, enquanto 14 têm perdas superiores a 50%. 

Em 2023, São José foi território de um projeto piloto de identificação de vazamentos subterrâneos com base em imagens de satélite. A tecnologia israelense que dá, com maior exatidão, a localização de vazamentos ocultos é hoje utilizada em outros municípios do estado. Com os relatórios especializados, a Sanepar faz a confirmação do vazamento em campo e os reparos necessários. 

“Temos uma política forte de inovação nos processos operacionais da Companhia. Não paramos nunca de investir em ferramentas e treinamento do nosso pessoal, estamos todos muito empenhados no combate às perdas de água porque sabemos que isto implica em sermos uma empresa mais sustentável”, pontua o diretor de Operações da Sanepar, Sergio Wippel.

Maringá e São José do Pinhais são destaque no estudo do Instituto Trata Brasil. Desde que começou a ser divulgado, em 2018, os resultados da Sanepar são melhores que a média nacional

Pesquisa e Inovação
tecnicos testando adutora em busca de vazamento tecnicos testando adutora em busca de vazamento Novas tecnologias são aplicadas na identificação de vazamentos
esfera na mão de um tecnico esfera na mão de um tecnico Novas tecnologias são aplicadas na identificação de vazamentos
tecnicos observando a rede em busca de vazamento tecnicos observando a rede em busca de vazamento Novas tecnologias são aplicadas na identificação de vazamentos
estação de tratamento de água com reservatório ao fundo estação de tratamento de água com reservatório ao fundo Maringá: bons resultados tem como base a capacidade técnica das equipes de controle operacional e manutenção de redes
tecnicos no centro de controle operacional observando as telas dos computadores tecnicos no centro de controle operacional observando as telas dos computadores Maringá - Centro de Controle Operacional monitora todo o sistema 24h
reservatório de água elevado da sanepar em maringá reservatório de água elevado da sanepar em maringá Maringá: reservatório elevado, cartão postal da cidade
estação de tratamento de água vista aérea estação de tratamento de água vista aérea Maringá - Estação de Tratamento de Água
Notícia Importada
Desligado
Início
Fim

Sanepar transforma madeiras do Reservatório Miringuava em material para primeira xiloteca caiçara do Paraná

Enviado por Carla Bastos Dias em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) destinou madeiras da supressão vegetal do Reservatório Miringuava para a formação da primeira xiloteca caiçara do Paraná. O projeto, em parceria com a Universidade Federal do Paraná – Campus Litoral e a Associação de Cultura Popular Mandicuera, alia a sustentabilidade à educação ambiental ao preservar o conhecimento sobre as árvores da Mata Atlântica e fortalecer a cultura tradicional caiçara. A madeira dará origem a três coleções: uma para a Sanepar, uma para o Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR (MAE) e outra para a Associação Mandicuera. 

O engenheiro florestal Aurélio Lourenço Rodrigues, coordenador de serviços e sistemas de gestão ambiental da Sanepar, explica que a xiloteca faz parte das ações da Companhia para preservar a memória das principais espécies lenhosas da flora da região do Reservatório Miringuava. “Difundir o conhecimento das árvores da Mata Atlântica, em que algumas espécies do Miringuava também são comuns para a comunidade caiçara, contribui para a educação ambiental. Nem todo mundo tem acesso à floresta, então a proposta é exatamente a de preservar esse material para que as pessoas possam conhecê-lo de uma outra forma”, declara. 

ESPÉCIES – De acordo com o engenheiro florestal Fernando Bechara, professor do curso de licenciatura em Educação do Campo da UFPR Litoral e vice-coordenador do projeto, foram catalogadas 44 espécies de madeira. Entre os exemplares, estão o cedro rosa, uma madeira comercial e muito utilizada na movelaria e na construção de casas caiçaras. 

O carvalho é outra espécie que compõe o acervo e é um exemplo de como as peças físicas possibilitam conectar diversas informações sobre a madeira e os processos da natureza. “O carvalho é uma madeira pesada, que cresce devagar, agrega as fibras e fica mais densa, com menos ar. Já a madeira leve cresce muito rápido e junta muito ar. A madeira mais pesada vai sequestrar mais carbono do que uma madeira mais leve”, explica. 

Outro exemplar é a casca de anta, uma espécie de cataia utilizada pelas antas para cicatrização de ferimentos. “O curioso é que no Litoral também tem uma cataia, mas é de outra família, que na verdade é uma pimenta (Pimenta pseudocaryophyllus). Ambas têm eugenol, um óleo medicinal e muito utilizado para fazer o uísque caiçara. Então é muito importante na cultura caiçara”, afirma Bechara. 

EDUCAÇÃO – A criação de uma xiloteca era um sonho antigo de Aorélio Domingues, fundador e mestre da Associação de Cultura Popular Mandicuera, para disseminar e salvaguardar o conhecimento e a cultura tradicional das madeiras utilizadas nos usos e costumes caiçaras para as novas gerações. “A juventude já não tem acesso à floresta como nós tivemos. A gente tem um conhecimento muito vasto dessas madeiras e hoje notamos que os jovens estão perdendo isso. A xiloteca tem a frente de uma educação popular, que, além de libertadora, está focada no que faz sentido dentro da comunidade”, destaca. 

Segundo Domingues, essa será a primeira xiloteca do Litoral. “Ela é muito importante no sentido que os livros não deram conta de preservar esse conhecimento por causa da linguagem científica e pela dificuldade de identificar a madeira em uma fotografia. Com a xiloteca você pega na madeira, sabe se é leve, pesada, branca, vermelha, qual a textura, a sonoridade. A gente já entende a propriedade daquela madeira tocando nela, se é boa para barco, casa ou para instrumento. É muito mais interessante uma criança pegar peças de madeira, algo concreto que traz o universo dela. É muito mais rápido do que ficar tentando explicar”, afirma o mestre. 

O processo de criação das peças da xiloteca envolve o corte, o beneficiamento e a catalogação das madeiras, que são identificadas pelo nome popular, científico e a localização geográfica dentro do território. Com apoio técnico da UFPR Litoral, o mestre Aorélio já produziu as peças que serão destinadas à Sanepar e ao MAE. A próxima etapa é beneficiar as madeiras que ficarão na associação e terão características diferentes das outras peças para tornar o conhecimento tradicional ainda mais acessível. 

CIÊNCIA E TRADIÇÃO – Para o povo que vive da floresta e do mar há mais de 500 anos, organizar o saber tradicional caiçara ultrapassa o benefício à própria comunidade – cria uma rede de conhecimento junto à universidade e às pessoas interessadas em conhecer as madeiras nativas da Mata Atlântica. “A proposta da xiloteca era da comunidade e veio ao encontro de ações da universidade. E a Sanepar já tinha exemplares de madeiras catalogadas, o que acelerou muito o processo. Foi muito importante a chegada da Sanepar junto com a comunidade, construindo relações que vão além da água, que traz outras correntes”, acredita Domingues. 

A professora Andressa Tavares, coordenadora do projeto e docente do curso de licenciatura em Educação do Campo da UFPR Litoral, destaca que a xiloteca articula o conhecimento tradicional com o científico, promovendo o diálogo com as comunidades do litoral. “Tivemos a sorte de encontrar a Sanepar construindo o Reservatório Miringuava no momento em que precisávamos. Este foi o pontapé, e agora queremos produzir materiais bibliográficos, didáticos e digitais para disponibilizar esse conhecimento também na internet. Traz benefícios para a comunidade local e para a sociedade em geral”, acrescenta.

Projeto em parceria com a UFPR Litoral e a Associação de Cultura Popular Mandicuera é fundamental para salvaguardar o conhecimento sobre a Mata Atlântica e a cultura tradicional caiçara. Peças farão parte do acervo da própria Companhia, do MAE-UFPR e da associação

Socioambiental
Aorélio Domingues, fundador e mestre da Associação de Cultura Popular Mandicuera Aorélio Domingues, fundador e mestre da Associação de Cultura Popular Mandicuera Aorélio Domingues, fundador e mestre da Associação de Cultura Popular Mandicuera
Entre os exemplares catalogados, estão o cedro rosa, uma madeira comercial e muito utilizada na movelaria e na construção de casas caiçaras Entre os exemplares catalogados, estão o cedro rosa, uma madeira comercial e muito utilizada na movelaria e na construção de casas caiçaras Entre os exemplares catalogados, estão o cedro rosa, uma madeira comercial e muito utilizada na movelaria e na construção de casas caiçaras
Xiloteca faz parte das ações da Companhia para preservar a memória das principais espécies lenhosas da flora da região do Reservatório Miringuava Xiloteca faz parte das ações da Companhia para preservar a memória das principais espécies lenhosas da flora da região do Reservatório Miringuava Xiloteca faz parte das ações da Companhia para preservar a memória das principais espécies lenhosas da flora da região do Reservatório Miringuava
44 espécies de madeira foram catalogadas para o projeto da xiloteca 44 espécies de madeira foram catalogadas para o projeto da xiloteca 44 espécies de madeira foram catalogadas para o projeto da xiloteca
Professora Andressa Tavares, coordenadora do projeto e docente do curso de licenciatura em Educação do Campo da UFPR Litoral, e a voluntária do projeto da xiloteca, Vitória Rodrigues de Paula Professora Andressa Tavares, coordenadora do projeto e docente do curso de licenciatura em Educação do Campo da UFPR Litoral, e a voluntária do projeto da xiloteca, Vitória Rodrigues de Paula Professora Andressa Tavares, coordenadora do projeto e docente do curso de licenciatura em Educação do Campo da UFPR Litoral, e a voluntária do projeto da xiloteca, Vitória Rodrigues de Paula
Aorélio Domingues, fundador e mestre da Associação de Cultura Popular Mandicuera Aorélio Domingues, fundador e mestre da Associação de Cultura Popular Mandicuera Aorélio Domingues, fundador e mestre da Associação de Cultura Popular Mandicuera
Peças da xiloteca foram beneficiadas na Associação de Cultura Popular Mandicuera Peças da xiloteca foram beneficiadas na Associação de Cultura Popular Mandicuera Peças da xiloteca foram beneficiadas na Associação de Cultura Popular Mandicuera
Xiloteca vai ajudar a salvaguardar o conhecimento sobre as madeiras da floresta, também utilizadas na confecção de instrumentos musicais pela comunidade caiçara Xiloteca vai ajudar a salvaguardar o conhecimento sobre as madeiras da floresta, também utilizadas na confecção de instrumentos musicais pela comunidade caiçara Xiloteca vai ajudar a salvaguardar o conhecimento sobre as madeiras da floresta, também utilizadas na confecção de instrumentos musicais pela comunidade caiçara
Paranaguá
Notícia Importada
Desligado
Início
Fim

Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui

Enviado por Adriana Brum em

Na manhã desta sexta-feira (29), 32 empregados que fazem parte do voluntariado da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) viajaram 130 quilômetros, pela estrada e pelo mar, para contribuir com a preservação ambiental da ilha de Superagui, em Guaraqueçaba, litoral norte do Paraná. Em um dia de trabalho, o grupo retirou da ilha 1,5 tonelada de entulhos que estavam na orla.

Os voluntários, de diversas áreas da empresa, foram além da catação dos resíduos deixados na beira-mar por moradores, turistas ou trazidos pelas marés, e também promoveram a conscientização da comunidade sobre a destinação correta do entulho, materiais recicláveis e inservíveis.

Três saneparianos foram até a escola da ilha, o Colégio Estadual do Campo Ilha de Superagui, para incentivar o descarte correto de materiais recicláveis e materiais educativos com foco em ações socioeducativas e ambientais e deixaram um tambor para arrecadação de tampinhas plásticas.

PRESERVAÇÃO AMBIENTAL - Os saneparianos reforçaram com a comunidade a importância de fazer a limpeza da beira-mar e das áreas de moradia constantemente, separando os materiais por destinação, seguindo os dias de coleta para cada tipo de entulho, para que sejam retirados da ilha com eficiência.

PORTAS-ABERTAS - A coordenadora do Programa de Voluntariado Corporativo da Sanepar, Lucilene Costa, destacou que a ação desta última sexta-feira de maio aproximou a companhia da comunidade, da associação de catadores e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Guaraqueçaba para a criação de novas agendas conjuntas, fortalecendo a conscientização da comunidade quanto à preservação do meio ambiente e à importância da destinação correta dos resíduos.

“Essa parceria de hoje abre um leque de iniciativas futuras, porque não queremos apenas fazer uma atividade pontual, mas promover a preservação contínua”, disse Costa. 

A ação atendeu ao pedido feito pela Associação de Catadores de Reciclagem Cata Gurà diretoria executiva da Companhia para uma ação conjunta de limpeza na praia na comunidade de Superagui. A Sanepar também entregou 50 caixas d’água para a comunidade local. 

Também participaram da limpeza voluntários da prefeitura e do ICMBIo, com apoio da Prefeitura de Guaraqueçaba e do Instituto Água e Terra (IAT), que providenciaram as barcas para o transporte do grupo até a ilha.

 

Ação contou com 32 empregados da Companhia que participaram de ação para conscientização local sobre a destinação correta do entulho, materiais recicláveis e inservíveis

Socioambiental
Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui
Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui
Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui
Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui
Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui
Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui
Guaraqueçaba
Notícia Importada
Desligado
Início
Fim

Sanepar faz vistoria em imóveis de Santo Antônio da Platina e região

Enviado por Ediane Battistuz em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) está dando continuidade, em 2026, ao trabalho de Vistoria Técnica Operacional (VTO) em imóveis comerciais e residenciais de Santo Antônio da Platina e região. Equipes da empresa Engezzi Engenharia, a serviço da Sanepar, verificam as ligações internas para atestar que os imóveis estejam corretamente ligados à rede de esgoto. Isso garante a coleta adequada do resíduo e o bom funcionamento do sistema de tratamento de esgoto, protegendo a saúde das pessoas e preservando o meio ambiente.

Em Santo Antônio da Platina, até o momento mais de quatro mil imóveis foram vistoriados. Até o fim deste ano, a vistoria deve se estender a todos os imóveis do município. Até 2028, pelo menos 25 mil imóveis devem passar pela varredura nos municípios da região.

Nesta vistoria, os técnicos avaliam se as instalações hidrossanitárias estão de acordo com as normas da Sanepar e a Legislação Ambiental. Para isso, conferem os pontos de lançamento de esgoto do banheiro, de pias da cozinha e churrasqueira, lavanderia e pontos de captação de água de chuva, como ralos. Também verificam a existência e a funcionalidade da caixa de retenção de gordura. Os testes são feitos com corantes não tóxicos colocados na água.

“A destinação incorreta da água da chuva na rede de esgoto é uma das principais causas de refluxo nos imóveis e de transbordamento de esgoto nas ruas, o que causa transtornos e danos ambientais. Para que esteja interligado corretamente, o esgoto do imóvel precisa ser lançado na rede coletora da Sanepar e a água de chuva lançada na galeria pluvial”, explica a gerente operacional da Sanepar na região, Flávia Giovanna Laiter Garcia.

Estando tudo de acordo com a ligação, o morador receberá o certificado de regularidade do imóvel. Nos casos em que for identificada alguma inconformidade, a equipe de vistoria orienta o cliente, por meio de uma notificação, sobre as adequações que devem ser feitas. O cliente recebe um prazo de 60 dias para corrigir a irregularidade. Caso persista a incorreção, o cliente pode ser multado e a situação é repassada à Vigilância Sanitária do Município.

Este serviço é um procedimento padrão feito periodicamente pela Sanepar. Em 2025, foram vistoriados em cerca de dez mil imóveis em municípios da área de abrangência da Sanepar na região, como Cambará, Jacarezinho, Siqueira Campos, Ibaiti, Joaquim Távora, Carlópolis e Quatiguá. Em 2026, foram incluídos municípios como Barra do Jacaré, Guapirama, Conselheiro Mairinck, Salto do Itararé e Santana do Itararé, que já estão ou em breve estarão passando pelas vistorias.

Flavia Giovanna Laiter Garcia, gerente operacional da Sanepar

 

As equipes de vistoria andam sempre em duplas, estão uniformizadas e portando crachá da empresa contratada, e em hipótese alguma vão solicitar ao cliente qualquer tipo de documento ou pagamento.

Em caso de dúvidas, os clientes podem entrar em contato com a Sanepar pelos canais oficiais de atendimento: o telefone 0800 200 0115, que funciona 24 horas por dia e a ligação é gratuita, o WhatsApp (41) 99544-0115, o site.sanepar.com.br/servicos e o Aplicativo Minha Sanepar. É essencial ter em mãos a fatura de água ou número da matrícula do imóvel.

Até 2028, todos os imóveis de municípios da região serão vistoriados. Equipes orientam o cliente para garantir que destinação de esgoto, água da chuva e gordura é adequada

Esgoto
Vistorias Técnicas Operacionais em Santo Antônio da Platina Vistorias Técnicas Operacionais em Santo Antônio da Platina
Vistorias Técnicas Operacionais em Santo Antônio da Platina Vistorias Técnicas Operacionais em Santo Antônio da Platina
Vistorias Técnicas Operacionais em Santo Antônio da Platina Vistorias Técnicas Operacionais em Santo Antônio da Platina
Vistorias Técnicas Operacionais em Santo Antônio da Platina Vistorias Técnicas Operacionais em Santo Antônio da Platina
Vistorias Técnicas Operacionais em Santo Antônio da Platina Vistorias Técnicas Operacionais em Santo Antônio da Platina
Santo Antônio da Platina
Notícia Importada
Desligado
Início
Fim

Investimentos da Sanepar em rede de esgoto podem ter evitado 3.988 internações desde 2019

Enviado por Getulio Xavier… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), com seus investimentos para universalizar a coleta e tratamento de esgoto até 2029, pode ter evitado, nos últimos oito anos, 3.988 internações por Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado (DRSAIs), como diarreia, hepatite A e leptospirose. 

A conclusão se dá diante de um novo estudo do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), que mostrou que uma expansão de 1% na rede de esgoto no Paraná pode evitar 476 internações. 

Nas cidades em que a Companhia é responsável pelo serviço no estado, o Índice de Atendimento com Rede Coletora de Esgoto (IARCE) era de 74,22% em dezembro de 2019. Atualmente, o Índice é de 82,6%, um salto de 8,3 pontos percentuais.

Na prática, além de evitar o aumento dessas doenças, o avanço no saneamento também garante que o sistema seja desafogado e que este atendimento possa ser redirecionado para outras áreas com maior demanda no momento. São leitos e equipes que passam a ficar disponíveis, otimizando o uso dos recursos humanos e financeiros da saúde no Paraná. 

Do ponto de vista econômico, quase R$ 3,3 milhões são poupados a cada 10% de aumento na rede de esgoto, projeta o estudo. “Em termos de gastos hospitalares diretos, observou-se uma estimativa de R$ 4,79 milhões economizados pela ampliação da cobertura de saneamento nos últimos anos”, destacam os pesquisadores em outro trecho.

RUMO À UNIVERSALIZAÇÃO - No estado, a Sanepar é responsável pelo saneamento em 344 dos 399 municípios, coletando 82,4% do esgoto nas áreas urbanas e tratando 100% do que recolheu, dentro da legislação ambiental. A intenção é chegar a 90% de índice de coleta até 2029, antecipando em quatro anos a meta estabelecida pelo Marco Legal do Saneamento. 

“O impacto da universalização será um verdadeiro legado da Sanepar para o Paraná”, explica Wilson Bley, diretor-presidente da Companhia. “É muito mais do que saneamento, é saúde pública de qualidade para a população. Isso sem contar com todos os impactos econômicos, com a redução de gastos hospitalares e ganhos reais na qualidade de vida, emprego e renda daqueles com acesso à água e ao esgoto”, completa.

Nesse quesito, explica o Ipardes, convém citar que o avanço no saneamento também evita uma perda de R$ 2,68 milhões no PIB do estado. A cifra está relacionada com a queda nos afastamentos de trabalhadores acometidos por DRSAIs. 

“A questão do saneamento é um fator econômico importante, porque um estado com padrões adequados consegue ter acréscimo ao PIB, além de uma redução de perda de capacidade laboral e dias parados”, destaca Jorge Callado, diretor-presidente do Ipardes. “No estudo, mostramos que o saneamento tem reflexos não só na saúde, como também nos aspectos econômicos e sociais, além da sustentabilidade do estado.” 

QUALIDADE DE VIDA – A rotina de Ismail Donizete é um dos vários exemplos práticos desses impactos positivos citados pelo estudo do Ipardes. Desde que a vila onde mora em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba, passou a ser atendida pela coleta de esgoto, a qualidade de vida e a saúde da família teriam avançado de forma significativa. 

“Depois que fizeram estas benfeitorias, com certeza a qualidade de vida melhorou muito. A gente passava muito perrengue para circular na região, porque era meio que um esgoto a céu aberto, com valetas escorrendo água para todo canto. Piorava porque o povo jogava lixo, misturava com chuva e esgoto. Então, com certeza melhorou 100% a rotina e a saúde”, conta. “Eu só tenho a elogiar. A gente paga a taxa, mas vale a pena”, completa.

Marcelina da Silva Tavares, outra moradora do município, também observou que situações que antes eram comuns e ofereciam risco para a saúde da vizinhança deixaram de acontecer após as obras de esgotamento na cidade. 

“Bichos como mosca, barata e rato diminuíram bastante. Outra coisa que senti muita diferença é o cheiro ruim que tinha na região e agora, com a rede de esgoto, não tem mais esse problema”, destaca.

A sensação de melhora observada por Ismail e Marcelina não é por acaso: na cidade, a Sanepar investiu R$ 77 milhões entre 2019 e 2025. Desse total, R$ 29 milhões foram destinados aos sistemas de abastecimento de água, R$ 47 milhões para o sistema de esgotamento sanitário e o restante em outras áreas. O município agora tem oferta de água tratada em 100% de sua área urbana e a cobertura da rede de coleta e tratamento de esgoto passou de 41% em janeiro de 2019 para 71% atualmente.

CONCLUSÕES SEMELHANTES - O novo estudo do Ipardes se soma a uma série de outras estimativas que também apontaram, ao longo dos últimos anos, a importância e os benefícios dos investimentos em saneamento. 

O Trata Brasil, por exemplo, também concluiu em 2025 que os investimentos da Sanepar ajudaram a reduzir as taxas de internações e mortalidade infantil. O número de mortes por DRSAI reduziu em 3,6% na faixa etária de 0 a 4 anos e 5,9% entre crianças de 5 a 9 anos. Em relação ao número de internações, houve queda de 6,9% de 0 a 4 anos e de 3,9% de 5 a 9 anos. O período analisado é de 2008 a 2024, intervalo em que o serviço de coleta de esgoto prestado pela Sanepar cresceu 24 pontos percentuais, saltando de uma cobertura de 56,15% para 80,16%.

Do ponto de vista econômico, o próprio Ipardes já havia citado, em abril deste ano, a Sanepar como um dos motores do bom momento econômico no Paraná. De acordo com o estudo, a empresa ampliou 44,6% sua participação no PIB do estado, passando a contribuir com 1% - ou R$ 7,81 bilhões - de todos os investimentos e geração de empregos e renda que movimentaram a economia de forma direta e indireta em 2025. 

Outro estudo com conclusões semelhantes sobre a importância do saneamento básico para a saúde pública foi feito pelo instituto Trata Brasil em janeiro deste ano. De acordo com a entidade especialista no setor, a cada R$ 1 investido em saneamento básico no Paraná, foram gerados outros R$ 3,16 em ganhos sociais. Os dados levam em conta a melhora na saúde, na produtividade, no emprego e no desenvolvimento daqueles que possuem acesso aos serviços de água e esgoto. Além de triplicar a riqueza social, este mesmo R$ 1 investido em saneamento no Paraná, segundo a Organização Mundial da Saúde, faz com que sejam poupados outros R$ 4 com atendimentos.

Segundo essas estimativas, portanto, o pacote de R$ 13 bilhões de investimentos da Sanepar no abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto até 2030 pode gerar R$ 41 bilhões em ganhos sociais e ajudar a economizar outros R$ 52 bilhões na saúde. 

Segundo o Ipardes, a cada 1% de avanço na rede de esgoto do Paraná, 476 pessoas deixam de ser internadas por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado

Esgoto
Obras de ampliação da rede de esgoto em Matinhos. Obras de ampliação da rede de esgoto em Matinhos. Obras de ampliação da rede de esgoto em Matinhos.
Obras de ampliação da rede de esgoto em Matinhos. Obras de ampliação da rede de esgoto em Matinhos. Obras de ampliação da rede de esgoto em Matinhos.
Obras de ampliação da rede de esgoto em Rio Branco do Sul Obras de ampliação da rede de esgoto em Rio Branco do Sul Obras de ampliação da rede de esgoto em Rio Branco do Sul
Obras de ampliação da rede de esgoto em Rio Branco do Sul. Obras de ampliação da rede de esgoto em Rio Branco do Sul. Obras de ampliação da rede de esgoto em Rio Branco do Sul.
Tubulações utilizadas em obras de ampliação da rede de esgoto em Roncador. Tubulações utilizadas em obras de ampliação da rede de esgoto em Roncador.
Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná. Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná. Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná.
Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná. Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná. Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná.
Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná. Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná. Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná.
Notícia Importada
Desligado
Início
Fim
Inscrever-se em Ambiental