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Sanepar consolida parceria com Paraguai e ajuda país a evitar perdas de água na distribuição

Enviado por Adriana Brum em

 Sanepar está trabalhando em uma iniciativa inédita para apoiar o Paraguai no combate às perdas de água nos sistemas de distribuição e no aprimoramento da gestão do sistema de saneamento. A companhia atua como interlocutora técnica do governo brasileiro contribuindo com a capacitação e implementação do programa para a melhoria da gestão dos sistemas de saneamento, especialmente focada na redução de perdas de água.

Nesta quarta-feira (1), membros da Sanepar, da Empresa de Serviços Sanitários do Paraguai S.A. (ESSAP), da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) e da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) apresentaram a iniciativa ao vice-governador Darci Piana, no Palácio Iguaçu. Técnicos e diretores de todas as entidades envolvidas acompanharam a agenda.

Reconhecida como exemplo nacional em inovação e infraestrutura, a Sanepar foi convidada pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil, via ABC, para dar apoio técnico e institucional à ESSAP. A missão paranaense é ajudar no desenvolvimento e na implementação do programa de colaboração para a melhoria da gestão dos sistemas de saneamento, com foco especial na redução das perdas de água.

“A Sanepar é a melhor e maior empresa pública de saneamento do País. E, com essa parceria, vai beneficiar o Paraguai, um grande parceiro comercial do Paraná, e beneficiar todo mundo. Ganha a Sanepar, que vai ter que transferir tecnologia e tem que se preparar para isso, e ganham também o Paraná, o Paraguai e o meio ambiente. Juntos poderemos cuidar mais e melhor desse recurso natural”, disse Piana.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley Lipski, reforçou que esse trabalho coletivo vai beneficiar os dois lados, a começar por um item específico. “A ESSAP e a Sanepar estabelecem uma boa parceria, muito direcionada nesse primeiro momento às perdas de água. Somos um exemplo nessa área. Mas isso não se interrompe aqui. A Sanepar se prepara para o futuro”, declarou.

“Temos muito interesse em ajudar os irmãos paraguaios. A nossa divisa é um rio e nós temos muito a propiciar a eles e vice-versa. Esse intercâmbio vai ajudar a Sanepar a continuar prestando um serviço qualificado e teremos um grande parceiro, aqui do nosso lado, para levarmos saúde pública e inclusão social a todos os cidadãos”, acrescentou.

A Sanepar tem hoje um dos menores índices de perda de água do Brasil, com 34%, segundo o Instituto Trata Brasil. A média nacional é de 40%. Esse desempenho é resultado dos investimentos em monitoramento em tempo real, uso de tecnologias de ponta para detecção de vazamentos e da Plano de Manutenção Preventiva de Adutoras, que determina a periodicidade das inspeções dessas estruturas. Hoje o Paraguai tem perda de água estimada em 45%. A intenção é mudar esse cenário em três anos, reduzindo para 35%.

Além desse desafio, o presidente da ESSAP, Luis Fernando Bernal, explica que o convênio tem outro objetivo fundamental para a empresa.

“Com essa ação conjunta, vamos estabelecer um roteiro que tem como ponto inicial um diagnóstico da nossa situação atual, sobre onde estamos e para onde queremos ir.  E ele é fundamental para a elaboração de um Plano Diretor, que estamos levando adiante depois de 30 anos, e nos direcionará nas próximas décadas. A partir dele, poderemos fazer investimentos futuros que se traduzirão em melhor serviço de água e saneamento para o Paraguai”, contou.

INVESTIMENTO – Alinhado com o Plano Nacional de Desenvolvimento Paraguai 2030, o projeto trilateral tem um custo estimado de cerca de US$ 591 mil, divididos entre os três entes. São aproximadamente US$ 350 mil provenientes do Brasil, US$ 191 mil do Japão e US$ 50 mil do Paraguai. A iniciativa se enquadra no Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6 (ODS 6) da Organização das Nações Unidas (ONU), cuja meta é a universalização do acesso à água potável e saneamento básico até 2030.

As atividades do “Projeto de fortalecimento das capacidades em estratégia institucional de capacitação e redes de distribuição da ESSAP” foram iniciadas em 2024, quando profissionais da Sanepar participaram da Oficina de Planejamento, em Assunção, para a definição dos termos da colaboração. Nesta segunda fase, os paraguaios retribuem a visita, ficando uma semana em Curitiba em busca de capacitação e troca de conhecimentos.

Entre 29 de setembro e 3 de outubro, a comitiva vai conhecer as unidades operacionais e os principais processos de trabalho da Sanepar, assim como o programa corporativo de combate a perdas, visando replicar esse programa para todo o território paraguaio. A programação inclui ainda um workshop para transferência de tecnologia.

“O governo japonês, a JICA, está tentando dar um apoio para o Paraguai em relação à infraestrutura de água. Para melhorar esse trabalho, precisamos de um parceiro de confiança, que é a Sanepar. O Paraná abriga uma grande comunidade japonesa, é um parceiro comercial do Japão, e ambos sempre tiveram uma relação de mútua confiança”, afirmou Rei Oiwa, cônsul-geral adjunto do Japão em Curitiba.

Além de recursos financeiros para a iniciativa, ele não descarta contribuições técnicas nesse processo. “O Japão é um país muito experiente em relação aos serviços de água e gostaria de compartilhar tecnologias com a Sanepar e o Paraguai”, complementou.

A viabilização desse mutirão se deu após a ABC responder ao pedido de cooperação feito pelo governo do Paraguai. “Nós redirecionamos esse pedido para a Sanepar por conta da experiência que nós já temos com ela em outros projetos, pela qualidade dos serviços oferecidos e pela excelência do corpo técnico. É uma cooperação técnica: um fortalecimento institucional por meio de treinamento dos técnicos da ESSAP”, explicou Josué Ferreira Nunes Neto, analista de Projetos de Cooperação Técnica.

A parceria tem uma segunda linha de ação estipulada, voltada para a capacitação da mão de obra. Concomitantemente ao trabalho de campo, está sendo elaborado um plano de treinamento, que será transformado em cursos disponíveis em uma plataforma de ensino a distância (EaD). Por meio dessa ferramenta, os profissionais serão treinados e atualizados. Inicialmente, o foco é o combate à perda de água, mas outros temas farão parte do rol de opções desse recurso.

“O ponto inovador dessa cooperação é que nós não estamos prestando só uma consultoria, nós estamos construindo em conjunto com eles uma estratégia, uma metodologia de gestão de treinamentos”, confirmou o representante da ABC.

Nesta quarta-feira (1), membros da Sanepar, da Empresa de Serviços Sanitários do Paraguai S.A. (ESSAP), da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) e da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) apresentaram a iniciativa ao vice-governador Darci Piana, no Palácio Iguaçu

Institucional e Governança
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Curitiba
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Sanepar oficializa investimento de R$ 3,19 milhões para obras de saneamento em Quedas do Iguaçu

Enviado por Getulio Xavier… em

Com investimento de R$ 3,19 milhões, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e a Prefeitura de Quedas do Iguaçu assinaram nesta quarta-feira (10) o contrato de ampliação de esgotamento sanitário na cidade.

A parceria foi oficializada em uma reunião entre o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e o prefeito da cidade, Rafael Moura, realizada na Sede da Companhia, em Curitiba. As obras de saneamento vão beneficiar cerca de 1,7 mil pessoas que vivem nos bairros Alto Recreio e Primavera. 

Os investimentos serão direcionados para a ampliação da rede coletora de esgoto, que ganhará um aumento de quase 11 quilômetros, fazendo o índice de atendimento na cidade saltar para 67% após a conclusão da obra. O índice de abastecimento de água na cidade já atingiu 100%.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, ressaltou que a iniciativa “faz parte das ações rumo à universalização, unindo esforços da Sanepar com os municípios e o Governo do Estado”. Os investimentos, segundo o diretor-presidente, são uma forma da Companhia “promover dignidade social e saúde pública”.

A respeito do impacto para a população de Quedas do Iguaçu, o prefeito Rafael Moura foi claro: “é política pública que faz diferença na vida das pessoas”.

O deputado estadual Gugu Bueno, que esteve presente no ato de formalização do investimento, destacou que “parcerias dessa natureza causam impacto social transformador em todo o estado”.

Ampliação de 11 quilômetros na rede de esgoto da cidade vai beneficiar aproximadamente 1,7 mil pessoas

Esgoto
Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu.
Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu.
Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu.
Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu. Assinatura de investimento em esgotamento sanitário em Quedas do Iguaçu.
Quedas do Iguaçu
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Turma do Planeta Azul ganha versão digital em campanha da Sanepar contra o desperdício de água

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) lançou uma nova campanha institucional para incentivar o uso consciente de água com a Turma do Planeta Azul, que agora retorna a cena em uma versão digital, com o conceito “Não desperdice água: Quem é inteligente, vem com a gente”.

A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso, especialmente no cenário atual de estiagem prolongada. “O cuidado com a água deve ser contínuo, independente das condições climáticas. Contudo, o calor excessivo e a menor quantidade de chuvas registradas no Paraná resultaram em um cenário de seca em 2026, que exige atenção reforçada ao uso racional da água para reduzir os impactos no abastecimento público. Por isso a necessidade de sensibilizar a população em relação ao cuidado com a água”, afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

A Turma do Planeta Azul chega nos canais de televisão, rádios, nas redes sociais, jornais e portais com dicas importantes como limpar a calçada com a vassoura, reaproveitar a água da máquina, regar as plantas com regador, fechar a torneira ao escovar os dentes e lavar a louça, diminuir o tempo no banho e usar o balde ao invés da mangueira.

A diretora adjunta de Comunicação e Marketing da Sanepar, Melissa Ferreira, destaca que as peças têm um tom lúdico para atrair a atenção de crianças e adultos e mostrar que cada um deve fazer a sua parte. “Nosso foco é incentivar o cuidado responsável com a água, mostrando que quem cuida é um guardião do bem-estar coletivo e que o desperdício não deve ser tolerado”, declara. 

 

USO CONSCIENTE DA ÁGUA – A Sanepar mantém em seu site orientações de consumo da água para evitar desperdícios, como verificar a existência de vazamentos, reaproveitar a água da máquina e não jogar lixo na rede de esgoto. 

A Companhia ainda orienta como detectar vazamentos, fazer a limpeza da caixa-d’água e da caixa de gordura aqui

Todas as orientações também estão no Guia do Cliente, uma publicação completa sobre os serviços prestados pela Sanepar, além de explicações sobre todas as etapas do tratamento da água, do esgoto e outros assuntos relacionados ao saneamento. 

Com o conceito “Não desperdice água: Quem é inteligente, vem com a gente”, iniciativa usa a Turma do Planeta Azul para mostrar como economizar água em situações do cotidiano.

Água
No jardim de uma casa, cercados por plantas e flores e em frente a uma cerca de madeira, uma menina loira de cabelo cacheado em jardineira jeans e um menino negro de óculos e jaleco branco estão agachados lado a lado. Ambos seguram lupas de metal e olham atentamente para um pequeno vazamento de água que sai de um cano marrom deitado no chão, identificando o desperdício no quintal. No jardim de uma casa, cercados por plantas e flores e em frente a uma cerca de madeira, uma menina loira de cabelo cacheado em jardineira jeans e um menino negro de óculos e jaleco branco estão agachados lado a lado. Ambos seguram lupas de metal e olham atentamente para um pequeno vazamento de água que sai de um cano marrom deitado no chão, identificando o desperdício no quintal. A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
Quatro crianças em estilo animação 3D estão reunidas em uma calçada em frente a casas residenciais. À esquerda, uma menina loira de cabelo cacheado usa uma vassoura para limpar o chão ensaboado. Ao lado dela, outra menina de chapéu e camiseta amarela usa um celular para filmar a ação. Um menino negro de óculos segura um balde com água reaproveitada, enquanto um menino menor, ajoelhado à direita, limpa o chão com uma esponja amarela Quatro crianças em estilo animação 3D estão reunidas em uma calçada em frente a casas residenciais. À esquerda, uma menina loira de cabelo cacheado usa uma vassoura para limpar o chão ensaboado. Ao lado dela, outra menina de chapéu e camiseta amarela usa um celular para filmar a ação. Um menino negro de óculos segura um balde com água reaproveitada, enquanto um menino menor, ajoelhado à direita, limpa o chão com uma esponja amarela A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
Uma menina de cabelos longos e ondulados, usando um chapéu estilo bucket de cor clara com pequenas flores bordadas e uma camiseta amarela, sorri enquanto segura um tablet preto com a mão esquerda. Com a mão direita, ela aponta para a tela do aparelho, que exibe um aplicativo de controle de uma máquina de lavar roupas ("LAVADORA") com ícones de ciclo, velocidade, temperatura e início. O fundo mostra uma sala de estar borrada e, no canto superior direito, o logotipo da Sanepar. Uma menina de cabelos longos e ondulados, usando um chapéu estilo bucket de cor clara com pequenas flores bordadas e uma camiseta amarela, sorri enquanto segura um tablet preto com a mão esquerda. Com a mão direita, ela aponta para a tela do aparelho, que exibe um aplicativo de controle de uma máquina de lavar roupas ("LAVADORA") com ícones de ciclo, velocidade, temperatura e início. O fundo mostra uma sala de estar borrada e, no canto superior direito, o logotipo da Sanepar. A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
Um menino negro de óculos, vestindo um jaleco branco de cientista com canetas no bolso, está de perfil voltado para a esquerda apontando uma régua de madeira para uma lousa negra. No quadro-negro, há desenhos em giz branco ilustrando um ciclo de reaproveitamento de água: o desenho de um piso quadriculado com a palavra "PISO" e uma seta que aponta para o desenho de um carro cercado por bolhas de sabão com a palavra "CARRO". No canto superior direito do quadro, está o logotipo azul da Sanepar. Um menino negro de óculos, vestindo um jaleco branco de cientista com canetas no bolso, está de perfil voltado para a esquerda apontando uma régua de madeira para uma lousa negra. No quadro-negro, há desenhos em giz branco ilustrando um ciclo de reaproveitamento de água: o desenho de um piso quadriculado com a palavra "PISO" e uma seta que aponta para o desenho de um carro cercado por bolhas de sabão com a palavra "CARRO". No canto superior direito do quadro, está o logotipo azul da Sanepar. A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
Uma menina loira de cabelos crespos e volumosos, vestindo uma jardineira jeans decorada com desenhos de sol e flores sobre uma camiseta rosa, sorri para a câmera em um banheiro. Ela está em pé ao lado de uma bancada de mármore e aponta com o dedo indicador para uma torneira metálica de bica alta que está fechada, incentivando a economia de água. O reflexo de suas costas e do banheiro é visível no espelho da parede. Uma menina loira de cabelos crespos e volumosos, vestindo uma jardineira jeans decorada com desenhos de sol e flores sobre uma camiseta rosa, sorri para a câmera em um banheiro. Ela está em pé ao lado de uma bancada de mármore e aponta com o dedo indicador para uma torneira metálica de bica alta que está fechada, incentivando a economia de água. O reflexo de suas costas e do banheiro é visível no espelho da parede. A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
No primeiro plano à direita, uma menina sorridente de camiseta rosa estica o braço para tirar uma selfie com o celular. Na tela do celular e ao fundo da imagem à esquerda, um encanador adulto com uniforme azul de trabalho aparece ajoelhado embaixo da pia da cozinha, usando uma chave inglesa para consertar a tubulação, que goteja água dentro de um balde de metal. No canto superior direito da imagem, está o logotipo da Sanepar. No primeiro plano à direita, uma menina sorridente de camiseta rosa estica o braço para tirar uma selfie com o celular. Na tela do celular e ao fundo da imagem à esquerda, um encanador adulto com uniforme azul de trabalho aparece ajoelhado embaixo da pia da cozinha, usando uma chave inglesa para consertar a tubulação, que goteja água dentro de um balde de metal. No canto superior direito da imagem, está o logotipo da Sanepar. A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
Um menino de cabelo curto e camiseta azul escuro com estampa de dinossauro está escovando os dentes em um banheiro iluminado. Ele está posicionado de perfil à esquerda, olhando para o seu próprio reflexo em um grande espelho à sua frente. A pia de mármore cinza está limpa e a torneira cromada permanece totalmente fechada enquanto ele escova os dentes. Um menino de cabelo curto e camiseta azul escuro com estampa de dinossauro está escovando os dentes em um banheiro iluminado. Ele está posicionado de perfil à esquerda, olhando para o seu próprio reflexo em um grande espelho à sua frente. A pia de mármore cinza está limpa e a torneira cromada permanece totalmente fechada enquanto ele escova os dentes. A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso A campanha visa reforçar que pequenas atitudes fazem a diferença para evitar o desperdício e preservar este recurso tão valioso
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Sanepar ruma à universalização com 7 cidades na classificação máxima do saneamento

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) é destaque nacional no trabalho de universalização do saneamento básico com sete cidades atingindo a classificação máxima no ranking publicado, nesta terça-feira (9), pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES). Curitiba, Pinhais, Porecatu, Maringá, Matinhos, Campo Mourão e Londrina estão no topo do ranking que considerou dados de 2.558 municípios, representando aproximadamente 80% da população nacional. Todas as 27 capitais foram analisadas e apenas a capital paraense recebeu a classificação máxima. 

O estudo leva em consideração os índices de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto, além da coleta e destinação de resíduos sólidos. Cada cidade recebeu uma pontuação de 0 a 500 e foi qualificada em uma das quatro categorias: Rumo à Universalização (mais alta), Compromisso com a Universalização, Empenho para Universalização e Primeiros Passos para a Universalização (mais baixa). Nenhuma cidade do Paraná ficou na classificação mais baixa. 

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, destaca que o caminho paranaense para universalização une agilidade, investimentos e gestão inovadora. "Não estamos correndo para chegar em 2033, estamos trabalhando para antecipar essa entrega para 2029. O objetivo é garantir que o saneamento seja a base sólida para o desenvolvimento econômico de todo o Paraná”, explica Bley.

A consolidação desta meta antecipada fundamenta-se na organização em microrregiões, com ganho de escala e o uso inteligente do subsídio cruzado, garantindo que municípios menores recebam o mesmo nível de investimento que os grandes centros. Outro pilar é a adoção de Parcerias Público-Privadas (PPPs). "Estruturamos nossas parcerias para ganhar velocidade, enquanto mantemos a inteligência estratégica e a garantia social do serviço", pontua Bley.

CURITIBA - A capital dos paranaenses alcançou o topo isolado do grupo das 27 capitais brasileiras. Classificada na categoria máxima de desempenho operacional, a cidade já atende 100% da população com rede de abastecimento e coleta e tratamento de esgoto. Entre 2015 e 2024, a Sanepar investiu R$ 2,33 bilhões em Curitiba, sendo 70,7% exclusivamente em água e esgoto (R$ 1,65 bilhão). Outros R$ 2,5 bilhões serão investidos até 2030.

PARANÁ – O protagonismo do saneamento paranaense não se restringe à capital. O relatório da ABES destaca um fenômeno raro no cenário nacional: a uniformidade e a descentralização da qualidade dos serviços. Além das sete cidades com saneamento administrado pela Sanepar, Jussara também atingiu a classificação máxima. No segundo nível - Compromisso com a Universalização - são 43 municípios com pontuação de 489 a 450. Outras 175 cidades estão no terceiro nível - Empenho para Universalização - com pontuação entre 449,99 e 200. Nenhuma cidade do Paraná ficou na última categoria, com pontuação inferior a 200. 

INVESTIMENTOS - A Sanepar mantém 100% de cobertura de água tratada em todas as áreas urbanas de sua concessão. No esgotamento sanitário, o índice de atendimento urbano subiu para 82,6%, com a garantia de que 100% do volume coletado recebe tratamento integral.

O Marco Legal do Saneamento estipula o ano de 2033 como limite para que as companhias de todo o país garantam 99% da população com acesso à água tratada e 90% com coleta e tratamento de esgoto. Para sustentar essa arrancada rumo à universalização total até 2029, a Sanepar executa um dos planos plurianuais de investimentos mais ambiciosos de sua história. Para o período compreendido entre 2026 e 2030, o conselho da Companhia aprovou um montante global de R$ 13,077 bilhões em aportes financeiros.

"Nosso plano de investimentos para 2026-2030 é a materialização da nossa visão de que saneamento não é custo, é um investimento social e ambiental que gera retornos inestimáveis. Cada real aplicado em água limpa e coleta de esgoto se converte em menos leitos hospitalares ocupados e um meio ambiente mais resiliente. É um ciclo virtuoso de saúde, dignidade e desenvolvimento sustentável para o Paraná", afirma Bley.


Lista consolidada dos municípios do Paraná no ranking ABES 2026

1. Rumo à Universalização (Acima de 489,00 pontos)

  • Curitiba (Grande Porte) – 497,53 pontos
  • Pinhais (Grande Porte) – 497,39 pontos
  • Porecatu (Pequeno e Médio Porte) – 496,92 pontos
  • Jussara (Pequeno e Médio Porte) – 495,81 pontos
  • Maringá (Grande Porte) – 492,01 pontos
  • Matinhos (Pequeno e Médio Porte) – 491,46 pontos
  • Campo Mourão (Grande Porte) – 490,41 pontos
  • Londrina (Grande Porte) – 489,65 pontos

2. Compromisso com a Universalização (De 450,00 a 489,00 pontos)

  • Umuarama (Grande Porte) – 487,23 pontos
  • Cambará (Pequeno e Médio Porte) – 487,49 pontos
  • Flórida (Pequeno e Médio Porte) – 486,74 pontos
  • Cascavel (Grande Porte) – 486,10 pontos
  • Fazenda Rio Grande (Grande Porte) – 484,73 pontos
  • Ponta Grossa (Grande Porte) – 484,43 pontos
  • Telêmaco Borba (Pequeno e Médio Porte) – 484,00 pontos
  • Jataizinho (Pequeno e Médio Porte) – 483,45 pontos
  • Cidade Gaúcha (Pequeno e Médio Porte) – 482,47 pontos
  • Paranavaí (Pequeno e Médio Porte) – 482,24 pontos
  • Foz do Iguaçu (Grande Porte) – 481,06 pontos
  • Cornélio Procópio (Pequeno e Médio Porte) – 480,65 pontos
  • Nova Londrina (Pequeno e Médio Porte) – 479,97 pontos
  • Ibiporã (Pequeno e Médio Porte) – 478,13 pontos
  • Paiçandu (Pequeno e Médio Porte) – 477,52 pontos
  • Pontal do Paraná (Pequeno e Médio Porte) – 472,18 pontos
  • Sertanópolis (Pequeno e Médio Porte) – 471,77 pontos
  • São João do Caiuá (Pequeno e Médio Porte) – 470,80 pontos
  • Jacarezinho (Pequeno e Médio Porte) – 469,33 pontos
  • Santa Terezinha de Itaipu (Pequeno e Médio Porte) – 468,97 pontos
  • Apucarana (Grande Porte) – 468,15 pontos
  • Guarapuava (Grande Porte) – 467,26 pontos
  • Arapongas (Grande Porte) – 465,91 pontos
  • Itambé (Pequeno e Médio Porte) – 466,54 pontos
  • Guaratuba (Pequeno e Médio Porte) – 465,96 pontos
  • Piraquara (Grande Porte) – 465,12 pontos
  • Campina Grande do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 464,42 pontos
  • Cafelândia (Pequeno e Médio Porte) – 464,35 pontos
  • Paranaguá (Grande Porte) – 463,12 pontos
  • Pato Branco (Pequeno e Médio Porte) – 462,94 pontos
  • Porto Rico (Pequeno e Médio Porte) – 462,35 pontos
  • Porto Amazonas (Pequeno e Médio Porte) – 462,22 pontos
  • Santo Antônio da Platina (Pequeno e Médio Porte) – 461,56 pontos
  • Toledo (Grande Porte) – 461,44 pontos
  • São José dos Pinhais (Grande Porte) – 460,91 pontos
  • Loanda (Pequeno e Médio Porte) – 459,80 pontos
  • Lobato (Pequeno e Médio Porte) – 456,98 pontos
  • Clevelândia (Pequeno e Médio Porte) – 456,83 pontos
  • São Jorge do Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 455,02 pontos
  • Colombo (Grande Porte) – 454,51 pontos (Promovido)
  • Uraí (Pequeno e Médio Porte) – 454,15 pontos
  • Quatro Barras (Pequeno e Médio Porte) – 453,99 pontos
  • Primeiro de Maio (Pequeno e Médio Porte) – 451,69 pontos

3. Empenho para Universalização (De 200,00 a 449,99 pontos)

  • Carambeí (Pequeno e Médio Porte) – 448,27 pontos
  • Arapoti (Pequeno e Médio Porte) – 448,10 pontos
  • Joaquim Távora (Pequeno e Médio Porte) – 446,54 pontos
  • Araucária (Grande Porte) – 445,27 pontos
  • Guapirama (Pequeno e Médio Porte) – 443,87 pontos
  • Assaí (Pequeno e Médio Porte) – 443,08 pontos
  • Mandaguari (Pequeno e Médio Porte) – 443,07 pontos
  • Conselheiro Mairinck (Pequeno e Médio Porte) – 442,75 pontos
  • Colorado (Pequeno e Médio Porte) – 442,61 pontos
  • Irati (Pequeno e Médio Porte) – 441,83 pontos
  • Doutor Camargo (Pequeno e Médio Porte) – 441,55 pontos
  • Jandaia do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 441,40 pontos
  • Siqueira Campos (Pequeno e Médio Porte) – 439,37 pontos
  • Piraí do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 437,97 pontos
  • Ribeirão Claro (Pequeno e Médio Porte) – 436,96 pontos
  • Andirá (Pequeno e Médio Porte) – 436,95 pontos
  • Carlópolis (Pequeno e Médio Porte) – 436,78 pontos
  • Ribeirão do Pinhal (Pequeno e Médio Porte) – 435,53 pontos
  • Francisco Beltrão (Grande Porte) – 435,34 pontos
  • Palmas (Pequeno e Médio Porte) – 434,41 pontos
  • Corbélia (Pequeno e Médio Porte) – 433,12 pontos
  • Sarandi (Grande Porte) – 432,59 pontos
  • Guaíra (Pequeno e Médio Porte) – 432,33 pontos
  • Nova Esperança (Pequeno e Médio Porte) – 432,06 pontos
  • Palotina (Pequeno e Médio Porte) – 431,86 pontos
  • Mamborê (Pequeno e Médio Porte) – 428,06 pontos
  • Campo Largo (Grande Porte) – 427,89 pontos
  • Sengés (Pequeno e Médio Porte) – 426,47 pontos
  • Araruna (Pequeno e Médio Porte) – 426,05 pontos
  • Francisco Alves (Pequeno e Médio Porte) – 425,59 pontos
  • Vera Cruz do Oeste (Pequeno e Médio Porte) – 425,00 pontos
  • Diamante do Norte (Pequeno e Médio Porte) – 424,22 pontos
  • Céu Azul (Pequeno e Médio Porte) – 422,96 pontos
  • Japurá (Pequeno e Médio Porte) – 422,45 pontos
  • Matelândia (Pequeno e Médio Porte) – 421,95 pontos
  • Terra Boa (Pequeno e Médio Porte) – 421,47 pontos
  • Castro (Pequeno e Médio Porte) – 420,71 pontos
  • Cianorte (Pequeno e Médio Porte) – 420,56 pontos
  • Bandeirantes (Pequeno e Médio Porte) – 419,38 pontos
  • Tapejara (Pequeno e Médio Porte) – 417,30 pontos
  • Almirante Tamandaré (Grande Porte) – 415,45 pontos
  • Dois Vizinhos (Pequeno e Médio Porte) – 414,99 pontos
  • Alto Paraná (Pequeno e Médio Porte) – 413,86 pontos
  • Ampére (Pequeno e Médio Porte) – 413,14 pontos
  • Goioerê (Pequeno e Médio Porte) – 412,66 pontos
  • São João do Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 411,47 pontos
  • Santa Isabel do Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 411,33 pontos
  • Quatiguá (Pequeno e Médio Porte) – 411,12 pontos
  • Rolândia (Pequeno e Médio Porte) – 409,82 pontos
  • Prado Ferreira (Pequeno e Médio Porte) – 409,38 pontos
  • Barra do Jacaré (Pequeno e Médio Porte) – 409,31 pontos
  • São Pedro do Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 408,34 pontos
  • Realeza (Pequeno e Médio Porte) – 408,00 pontos
  • Imbituva (Pequeno e Médio Porte) – 404,53 pontos
  • Jaguapitã (Pequeno e Médio Porte) – 404,53 pontos
  • Marialva (Pequeno e Médio Porte) – 404,52 pontos
  • Coronel Vivida (Pequeno e Médio Porte) – 403,62 pontos
  • Renascença (Pequeno e Médio Porte) – 403,46 pontos
  • Tibagi (Pequeno e Médio Porte) – 402,78 pontos
  • Alto Piquiri (Pequeno e Médio Porte) – 402,38 pontos
  • Ubiratã (Pequeno e Médio Porte) – 399,39 pontos
  • Santo Antônio do Sudoeste (Pequeno e Médio Porte) – 394,13 pontos
  • Itambaracá (Pequeno e Médio Porte) – 393,95 pontos
  • São Miguel do Iguaçu (Pequeno e Médio Porte) – 390,60 pontos
  • Salto do Itararé (Pequeno e Médio Porte) – 389,25 pontos
  • Ivaiporã (Pequeno e Médio Porte) – 388,69 pontos
  • Nova Aurora (Pequeno e Médio Porte) – 388,61 pontos
  • Nova Olímpia (Pequeno e Médio Porte) – 388,07 pontos
  • Contenda (Pequeno e Médio Porte) – 387,90 pontos
  • Bela Vista do Paraíso (Pequeno e Médio Porte) – 387,05 pontos
  • Chopinzinho (Pequeno e Médio Porte) – 386,97 pontos
  • Ivaté (Pequeno e Médio Porte) – 386,58 pontos
  • Três Barras do Paraná (Pequeno e Médio Porte) – 385,79 pontos
  • Rio Negro (Pequeno e Médio Porte) – 385,06 pontos
  • União da Vitória (Pequeno e Médio Porte) – 384,19 pontos
  • Corumbataí do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 382,78 pontos
  • Capanema (Pequeno e Médio Porte) – 380,25 pontos
  • Medianeira (Pequeno e Médio Porte) – 378,97 pontos
  • Reserva (Pequeno e Médio Porte) – 377,29 pontos
  • Santa Helena (Pequeno e Médio Porte) – 377,18 pontos
  • Mariluz (Pequeno e Médio Porte) – 375,96 pontos
  • Lapa (Pequeno e Médio Porte) – 375,92 pontos
  • Laranjeiras do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 375,44 pontos
  • Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 375,42 pontos
  • São João (Pequeno e Médio Porte) – 372,28 pontos
  • Altônia (Pequeno e Médio Porte) – 371,52 pontos
  • Terra Rica (Pequeno e Médio Porte) – 371,00 pontos
  • Santa Cruz de Monte Castelo (Pequeno e Médio Porte) – 368,71 pontos
  • Santa Tereza do Oeste (Pequeno e Médio Porte) – 367,98 pontos
  • Santa Fé (Pequeno e Médio Porte) – 367,37 pontos
  • Iporã (Pequeno e Médio Porte) – 366,10 pontos
  • Bocaiúva do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 364,03 pontos
  • Morretes (Pequeno e Médio Porte) – 363,80 pontos
  • Marilândia do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 363,74 pontos
  • Xambrê (Pequeno e Médio Porte) – 363,46 pontos
  • Mandaguaçu (Pequeno e Médio Porte) – 363,43 pontos
  • Santa Izabel do Oeste (Pequeno e Médio Porte) – 361,61 pontos
  • Nova América da Colina (Pequeno e Médio Porte) – 360,89 pontos
  • Rebouças (Pequeno e Médio Porte) – 360,46 pontos
  • Assis Chateaubriand (Pequeno e Médio Porte) – 360,33 pontos
  • Pitanga (Pequeno e Médio Porte) – 360,27 pontos
  • Pérola (Pequeno e Médio Porte) – 359,52 pontos
  • Curiúva (Pequeno e Médio Porte) – 359,24 pontos
  • Pinhão (Pequeno e Médio Porte) – 359,13 pontos
  • Prudentópolis (Pequeno e Médio Porte) – 358,66 pontos
  • Paranacity (Pequeno e Médio Porte) – 358,44 pontos
  • Guaraniaçu (Pequeno e Médio Porte) – 358,27 pontos
  • Leópolis (Pequeno e Médio Porte) – 355,28 pontos
  • Floraí (Pequeno e Médio Porte) – 353,81 pontos
  • Paraíso do Norte (Pequeno e Médio Porte) – 353,64 pontos
  • Ipiranga (Pequeno e Médio Porte) – 353,56 pontos
  • Campo Magro (Pequeno e Médio Porte) – 353,56 pontos
  • Lunardelli (Pequeno e Médio Porte) – 351,11 pontos
  • Reserva do Iguaçu (Pequeno e Médio Porte) – 349,89 pontos
  • Perobal (Pequeno e Médio Porte) – 347,46 pontos
  • Quedas do Iguaçu (Pequeno e Médio Porte) – 347,24 pontos
  • Capitão Leônidas Marques (Pequeno e Médio Porte) – 345,93 pontos
  • Marmeleiro (Pequeno e Médio Porte) – 344,66 pontos
  • Mangueirinha (Pequeno e Médio Porte) – 343,85 pontos
  • Santa Cecília do Pavão (Pequeno e Médio Porte) – 343,51 pontos
  • Candói (Pequeno e Médio Porte) – 343,50 pontos
  • Teixeira Soares (Pequeno e Médio Porte) – 342,73 pontos
  • Itaipulândia (Pequeno e Médio Porte) – 342,63 pontos
  • Marechal Cândido Rondon (Pequeno e Médio Porte) – 339,42 pontos
  • Inácio Martins (Pequeno e Médio Porte) – 339,06 pontos
  • Itaperuçu (Pequeno e Médio Porte) – 338,46 pontos
  • Cruzeiro do Oeste (Pequeno e Médio Porte) – 338,41 pontos
  • Barbosa Ferraz (Pequeno e Médio Porte) – 338,33 pontos
  • Santana do Itararé (Pequeno e Médio Porte) – 338,27 pontos
  • Sapopema (Pequeno e Médio Porte) – 335,34 pontos
  • Jaguariaíva (Pequeno e Médio Porte) – 334,55 pontos
  • Salto do Lontra (Pequeno e Médio Porte) – 333,68 pontos
  • Cândido de Abreu (Pequeno e Médio Porte) – 331,65 pontos
  • Balsa Nova (Pequeno e Médio Porte) – 331,44 pontos
  • Santa Mariana (Pequeno e Médio Porte) – 331,34 pontos
  • Anastácio (Pequeno e Médio Porte) – 330,19 pontos
  • Ibaiti (Pequeno e Médio Porte) – 329,18 pontos
  • Imbaú (Pequeno e Médio Porte) – 328,59 pontos
  • Ventania (Pequeno e Médio Porte) – 325,62 pontos
  • Campo do Tenente (Pequeno e Médio Porte) – 321,01 pontos
  • São Jorge do Patrocínio (Pequeno e Médio Porte) – 320,83 pontos
  • Bituruna (Pequeno e Médio Porte) – 319,56 pontos
  • Centenário do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 319,35 pontos
  • Manoel Ribas (Pequeno e Médio Porte) – 318,34 pontos
  • Agudos do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 318,13 pontos
  • Vitorino (Pequeno e Médio Porte) – 315,40 pontos
  • General Carneiro (Pequeno e Médio Porte) – 315,01 pontos
  • Palmeira (Pequeno e Médio Porte) – 314,63 pontos
  • Rio Azul (Pequeno e Médio Porte) – 314,41 pontos
  • Moreira Sales (Pequeno e Médio Porte) – 314,06 pontos
  • Mallet (Pequeno e Médio Porte) – 313,84 pontos
  • Wenceslau Braz (Pequeno e Médio Porte) – 311,62 pontos
  • São João do Triunfo (Pequeno e Médio Porte) – 299,39 pontos
  • Jardim Alegre (Pequeno e Médio Porte) – 291,49 pontos
  • Maria Helena (Pequeno e Médio Porte) – 291,09 pontos
  • Jaboti (Pequeno e Médio Porte) – 281,66 pontos
  • Faxinal (Pequeno e Médio Porte) – 280,15 pontos
  • Icaraíma (Pequeno e Médio Porte) – 279,57 pontos
  • Cantagalo (Pequeno e Médio Porte) – 279,00 pontos
  • Tamarana (Pequeno e Médio Porte) – 292,35 pontos
  • Mandirituba (Pequeno e Médio Porte) – 276,11 pontos
  • Alto Paraíso (Pequeno e Médio Porte) – 274,42 pontos
  • Guaraqueçaba (Pequeno e Médio Porte) – 265,69 pontos
  • Palmital (Pequeno e Médio Porte) – 244,81 pontos
  • Querência do Norte (Pequeno e Médio Porte) – 243,22 pontos
  • Turvo (Pequeno e Médio Porte) – 241,11 pontos
  • Ortigueira (Pequeno e Médio Porte) – 255,49 pontos
  • Engenheiro Beltrão (Pequeno e Médio Porte) – 232,36 pontos
  • Iretama (Pequeno e Médio Porte) – 232,15 pontos
  • Antônio Olinto (Pequeno e Médio Porte) – 224,89 pontos
  • Cruz Machado (Pequeno e Médio Porte) – 214,78 pontos
  • Cerro Azul (Pequeno e Médio Porte) – 210,19 pontos
  • Nova Laranjeiras (Pequeno e Médio Porte) – 258,71 pontos
  • Pinhalão (Pequeno e Médio Porte) – 251,60 pontos
  • Abatiá (Pequeno e Médio Porte) – 304,72 pontos
  • Rosário do Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 305,59 pontos

4. Primeiros Passos para a Universalização (Abaixo de 200,00 pontos)

Nenhum município habilitado do estado do Paraná foi classificado nesta categoria mais crítica.

 

Curitiba é a única capital brasileira no ranking elaborado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) com as melhores cidades. Sanepar está investindo R$ 13 bilhões para cumprir metas antes do prazo legal

Reconhecimento
Estação de Tratamento de Esgoto Bélem Estação de Tratamento de Esgoto Bélem Estação de Tratamento de Esgoto Bélem
Equipe da Sanepar trabalha na manutenção da rede de coleta de esgoto Equipe da Sanepar trabalha na manutenção da rede de coleta de esgoto Equipe da Sanepar trabalha na manutenção da rede de coleta de esgoto
Estação de Tratamento de Água Iguaçu em Curitiba Estação de Tratamento de Água Iguaçu em Curitiba Estação de Tratamento de Água Iguaçu em Curitiba
Curitiba
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Paraná tem duas cidades no ranking das melhores na gestão de perdas de água

Enviado por Giovanna Migot… em

O novo relatório do Instituto Trata Brasil (ITB), divulgado na terça-feira (2), trouxe duas cidades paranaenses no ranking dos municípios com os menores índices de perdas de água nos sistemas de abastecimento público: Maringá e São José do Pinhais, ambas com o saneamento administrado pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Em todo o Paraná, o índice de perdas ficou em 33,40% abaixo da média nacional que é de 39,53%. Desde que o estudo começou a ser divulgado, em 2018, os resultados do estado são melhores que a média nacional. 

Os índices são reflexo de ações como o Programa de Redução e Controle de Perdas e de tecnologias adotadas pela empresa que integram o “Sanepar 5.0”, política de transformação digital da Companhia. Só em 2025, foram investidos R$ 14,8 milhões em pesquisa, desenvolvimento e inovação. 

A Sanepar já adota o monitoramento inteligente para detecção de vazamentos, como hidrofones instalados na rede de distribuição; sensores de pressão, para identificar variações provocadas por rompimentos; pesquisa de vazamentos com imagens de satélite e inspeção não destrutiva de adutoras com uso de esferas inteligentes.

“Temos nossas equipes cada vez mais empenhadas em incorporar novas tecnologias para identificar e resolver as situações que implicam em perdas de água nos sistemas”, afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley. 

MARINGÁ – a cidade do Noroeste do Paraná está na lista das 12 entre 100 municípios mais populosos do país considerados excelentes no combate às perdas. Maringá apresenta um indicador de 22,78% de perdas totais de água no sistema distribuidor e 152,42 litros de perdas por ligação por dia. O critério de excelência é de até 25% em perdas na distribuição e de 216 litros de perdas por ligação por dia (l/l/d), segundo a Portaria n. 788/2024, do Ministério das Cidades. 

Um estudo feito por profissionais da Sanepar apresentado no WaterLoss 2026, principal evento global sobre perdas de água, apontou a adoção das ferramentas de tecnologia e o engajamento das equipes como a base para a melhoria de resultados na gestão dos sistemas de abastecimento.

“Ter Maringá entre os 12 únicos municípios brasileiros que cumprem as exigentes metas de eficiência do Governo Federal nos enche de orgulho e sinaliza um exemplo a ser seguido”, destaca Bley.

O superintendente regional da Sanepar na Região Noroeste, Vitor Gorzoni, relaciona os bons resultados de Maringá especialmente à capacidade técnica das equipes de controle operacional e manutenção de redes.

“Temos um grande engajamento dos nossos empregados no controle de pressões na rede, monitoramento de vazões e na pesquisa por vazamentos ocultos. Desde a detecção do problema até encontrar a solução, tudo é feito no menor tempo possível para obter a maior efetividade do trabalho”, afirma.

SÃO JOSÉ DOS PINHAIS – a cidade da região Metropolitana de Curitiba também se destaca nacionalmente pelo trabalho de combate às perdas de água no último estudo divulgado pelo Trata Brasil.  Ele ocupa a 13.ª posição entre os municípios com menores perdas totais no sistema com um indicador de 21,22% de perdas no sistema.

O indicador médio computado na amostra do estudo foi de 35,56%, sendo que apenas 20 municípios possuem níveis de perdas na distribuição menores que 25%, enquanto 14 têm perdas superiores a 50%. 

Em 2023, São José foi território de um projeto piloto de identificação de vazamentos subterrâneos com base em imagens de satélite. A tecnologia israelense que dá, com maior exatidão, a localização de vazamentos ocultos é hoje utilizada em outros municípios do estado. Com os relatórios especializados, a Sanepar faz a confirmação do vazamento em campo e os reparos necessários. 

“Temos uma política forte de inovação nos processos operacionais da Companhia. Não paramos nunca de investir em ferramentas e treinamento do nosso pessoal, estamos todos muito empenhados no combate às perdas de água porque sabemos que isto implica em sermos uma empresa mais sustentável”, pontua o diretor de Operações da Sanepar, Sergio Wippel.

Maringá e São José do Pinhais são destaque no estudo do Instituto Trata Brasil. Desde que começou a ser divulgado, em 2018, os resultados da Sanepar são melhores que a média nacional

Pesquisa e Inovação
tecnicos testando adutora em busca de vazamento tecnicos testando adutora em busca de vazamento Novas tecnologias são aplicadas na identificação de vazamentos
esfera na mão de um tecnico esfera na mão de um tecnico Novas tecnologias são aplicadas na identificação de vazamentos
tecnicos observando a rede em busca de vazamento tecnicos observando a rede em busca de vazamento Novas tecnologias são aplicadas na identificação de vazamentos
estação de tratamento de água com reservatório ao fundo estação de tratamento de água com reservatório ao fundo Maringá: bons resultados tem como base a capacidade técnica das equipes de controle operacional e manutenção de redes
tecnicos no centro de controle operacional observando as telas dos computadores tecnicos no centro de controle operacional observando as telas dos computadores Maringá - Centro de Controle Operacional monitora todo o sistema 24h
reservatório de água elevado da sanepar em maringá reservatório de água elevado da sanepar em maringá Maringá: reservatório elevado, cartão postal da cidade
estação de tratamento de água vista aérea estação de tratamento de água vista aérea Maringá - Estação de Tratamento de Água
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Sanepar apresenta detalhes da obra que vai triplicar capacidade de abastecimento em Marilândia do Sul

Enviado por Giovanna Migot… em

A Sanepar está investindo mais de R$ 4,5 milhões na ampliação do sistema de abastecimento de água de Marilândia do Sul, no Norte do Estado. Os detalhes da obra que será iniciada em breve foram apresentados em reunião no gabinete do prefeito Walmir Peres nesta quarta-feira (27).

A obra consiste na interligação de um novo poço com capacidade de produção de mais de 2 milhões de litros de água por dia (l/d). A produção atual é de 1.100 milhões l/d. Para transportar esta água até os reservatórios existentes e distribuir à população, serão implantados de mais de 7 mil metros de tubulações entre adutoras e rede de distribuição, incluindo uma travessia sob a linha férrea. Também serão construídas três novas estações elevatórias.

O superintendente da Sanepar na região Nordeste, Rafael Leite, destaca que esta obra vai resolver, definitivamente, a falta de água que tem ocorrido em horários de elevado consumo, especialmente em fins de semana. “A gente tem hoje uma obra muito importante para solucionar o problema de falta d'água em Marilândia”, pontua.

Ele diz que este grande volume de água dá garantia de crescimento para a cidade. “A obra tem previsão de um ano para ser concluída e vai dar uma segurança para o sistema de água de Marilândia por vários anos, entre 15 a 20 anos”, reforça.

O prefeito comemora e afirma que a cidade está passando por um momento de grande alegria com a chegada desta obra. “Vamos ter um poço que tem um potencial muito grande de água para nossa população e, com certeza, com essa obra, nós vamos sanar todos os problemas do nosso município de falta de água”, comenta.

Peres pede um pouco de paciência para a população em relação à poeira e a alguns impactos no trânsito devido ao corte de ruas e calçadas para a implantação das tubulações. “Eu falo assim que toda obra que é feita é para melhoria; o transtorno tem, mas depois vai compensar tudo com o bem-estar”, observa.

A obra será executada pela empresa Terral Construtora Ltda., que já está articulando a contratação de trabalhadores para os serviços, além da locação de maquinários e equipamentos. Ao todo, a obra deve gerar cerca de 115 empregos diretos e indiretos, movimentando a economia local.

Também participaram da reunião na prefeitura de Marilândia do Sul, o chefe de gabinete, Maicon Nunes, e o assessor da Casa Civil do estado na região, Aquiles Takeda. Pela Sanepar, estavam os gerentes Regional de Apucarana, Luiz Carlos Jacovassi, e Comercial da Região Nordeste, Evelise Kluk, e o coordenador de Obras Nordeste, Henrique da Silva Santos, além de engenheiros e técnicos.

Novo poço produzirá mais de 2 milhões de litros de água por dia. Obra de interligação deve ter início nos próximos 30 dias

Água
autoridades sentadas em reunião no gabinete do prefeito autoridades sentadas em reunião no gabinete do prefeito Em reunião na prefeitura, Sanepar apresenta detalhes da obra que vai triplicar produção de água em Marilândia do Sul
autoridades sentadas em reunião no gabinete do prefeito autoridades sentadas em reunião no gabinete do prefeito Investimento da Sanepar no município soma mais de R$ 4,5 milhões e resolve desabastecimento pontual aos fins de semana
autoridades sentadas em reunião no gabinete do prefeito autoridades sentadas em reunião no gabinete do prefeito Investimento da Sanepar no município soma mais de R$ 4,5 milhões e resolve desabastecimento pontual aos fins de semana
autoridades sentadas em reunião no gabinete do prefeito autoridades sentadas em reunião no gabinete do prefeito Interligação de novo poço terá mais de 7 km de linha de adutora e rede de distribuição, além de três elevatórias de água
autoridades sentadas em reunião no gabinete do prefeito autoridades sentadas em reunião no gabinete do prefeito Interligação de novo poço terá mais de 7 km de linha de adutora e rede de distri-buição, além de três elevatórias de água
Marilândia do Sul
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Investimentos da Sanepar em rede de esgoto podem ter evitado 3.988 internações desde 2019

Enviado por Getulio Xavier… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), com seus investimentos para universalizar a coleta e tratamento de esgoto até 2029, pode ter evitado, nos últimos oito anos, 3.988 internações por Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado (DRSAIs), como diarreia, hepatite A e leptospirose. 

A conclusão se dá diante de um novo estudo do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), que mostrou que uma expansão de 1% na rede de esgoto no Paraná pode evitar 476 internações. 

Nas cidades em que a Companhia é responsável pelo serviço no estado, o Índice de Atendimento com Rede Coletora de Esgoto (IARCE) era de 74,22% em dezembro de 2019. Atualmente, o Índice é de 82,6%, um salto de 8,3 pontos percentuais.

Na prática, além de evitar o aumento dessas doenças, o avanço no saneamento também garante que o sistema seja desafogado e que este atendimento possa ser redirecionado para outras áreas com maior demanda no momento. São leitos e equipes que passam a ficar disponíveis, otimizando o uso dos recursos humanos e financeiros da saúde no Paraná. 

Do ponto de vista econômico, quase R$ 3,3 milhões são poupados a cada 10% de aumento na rede de esgoto, projeta o estudo. “Em termos de gastos hospitalares diretos, observou-se uma estimativa de R$ 4,79 milhões economizados pela ampliação da cobertura de saneamento nos últimos anos”, destacam os pesquisadores em outro trecho.

RUMO À UNIVERSALIZAÇÃO - No estado, a Sanepar é responsável pelo saneamento em 344 dos 399 municípios, coletando 82,4% do esgoto nas áreas urbanas e tratando 100% do que recolheu, dentro da legislação ambiental. A intenção é chegar a 90% de índice de coleta até 2029, antecipando em quatro anos a meta estabelecida pelo Marco Legal do Saneamento. 

“O impacto da universalização será um verdadeiro legado da Sanepar para o Paraná”, explica Wilson Bley, diretor-presidente da Companhia. “É muito mais do que saneamento, é saúde pública de qualidade para a população. Isso sem contar com todos os impactos econômicos, com a redução de gastos hospitalares e ganhos reais na qualidade de vida, emprego e renda daqueles com acesso à água e ao esgoto”, completa.

Nesse quesito, explica o Ipardes, convém citar que o avanço no saneamento também evita uma perda de R$ 2,68 milhões no PIB do estado. A cifra está relacionada com a queda nos afastamentos de trabalhadores acometidos por DRSAIs. 

“A questão do saneamento é um fator econômico importante, porque um estado com padrões adequados consegue ter acréscimo ao PIB, além de uma redução de perda de capacidade laboral e dias parados”, destaca Jorge Callado, diretor-presidente do Ipardes. “No estudo, mostramos que o saneamento tem reflexos não só na saúde, como também nos aspectos econômicos e sociais, além da sustentabilidade do estado.” 

QUALIDADE DE VIDA – A rotina de Ismail Donizete é um dos vários exemplos práticos desses impactos positivos citados pelo estudo do Ipardes. Desde que a vila onde mora em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba, passou a ser atendida pela coleta de esgoto, a qualidade de vida e a saúde da família teriam avançado de forma significativa. 

“Depois que fizeram estas benfeitorias, com certeza a qualidade de vida melhorou muito. A gente passava muito perrengue para circular na região, porque era meio que um esgoto a céu aberto, com valetas escorrendo água para todo canto. Piorava porque o povo jogava lixo, misturava com chuva e esgoto. Então, com certeza melhorou 100% a rotina e a saúde”, conta. “Eu só tenho a elogiar. A gente paga a taxa, mas vale a pena”, completa.

Marcelina da Silva Tavares, outra moradora do município, também observou que situações que antes eram comuns e ofereciam risco para a saúde da vizinhança deixaram de acontecer após as obras de esgotamento na cidade. 

“Bichos como mosca, barata e rato diminuíram bastante. Outra coisa que senti muita diferença é o cheiro ruim que tinha na região e agora, com a rede de esgoto, não tem mais esse problema”, destaca.

A sensação de melhora observada por Ismail e Marcelina não é por acaso: na cidade, a Sanepar investiu R$ 77 milhões entre 2019 e 2025. Desse total, R$ 29 milhões foram destinados aos sistemas de abastecimento de água, R$ 47 milhões para o sistema de esgotamento sanitário e o restante em outras áreas. O município agora tem oferta de água tratada em 100% de sua área urbana e a cobertura da rede de coleta e tratamento de esgoto passou de 41% em janeiro de 2019 para 71% atualmente.

CONCLUSÕES SEMELHANTES - O novo estudo do Ipardes se soma a uma série de outras estimativas que também apontaram, ao longo dos últimos anos, a importância e os benefícios dos investimentos em saneamento. 

O Trata Brasil, por exemplo, também concluiu em 2025 que os investimentos da Sanepar ajudaram a reduzir as taxas de internações e mortalidade infantil. O número de mortes por DRSAI reduziu em 3,6% na faixa etária de 0 a 4 anos e 5,9% entre crianças de 5 a 9 anos. Em relação ao número de internações, houve queda de 6,9% de 0 a 4 anos e de 3,9% de 5 a 9 anos. O período analisado é de 2008 a 2024, intervalo em que o serviço de coleta de esgoto prestado pela Sanepar cresceu 24 pontos percentuais, saltando de uma cobertura de 56,15% para 80,16%.

Do ponto de vista econômico, o próprio Ipardes já havia citado, em abril deste ano, a Sanepar como um dos motores do bom momento econômico no Paraná. De acordo com o estudo, a empresa ampliou 44,6% sua participação no PIB do estado, passando a contribuir com 1% - ou R$ 7,81 bilhões - de todos os investimentos e geração de empregos e renda que movimentaram a economia de forma direta e indireta em 2025. 

Outro estudo com conclusões semelhantes sobre a importância do saneamento básico para a saúde pública foi feito pelo instituto Trata Brasil em janeiro deste ano. De acordo com a entidade especialista no setor, a cada R$ 1 investido em saneamento básico no Paraná, foram gerados outros R$ 3,16 em ganhos sociais. Os dados levam em conta a melhora na saúde, na produtividade, no emprego e no desenvolvimento daqueles que possuem acesso aos serviços de água e esgoto. Além de triplicar a riqueza social, este mesmo R$ 1 investido em saneamento no Paraná, segundo a Organização Mundial da Saúde, faz com que sejam poupados outros R$ 4 com atendimentos.

Segundo essas estimativas, portanto, o pacote de R$ 13 bilhões de investimentos da Sanepar no abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto até 2030 pode gerar R$ 41 bilhões em ganhos sociais e ajudar a economizar outros R$ 52 bilhões na saúde. 

Segundo o Ipardes, a cada 1% de avanço na rede de esgoto do Paraná, 476 pessoas deixam de ser internadas por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado

Esgoto
Obras de ampliação da rede de esgoto em Matinhos. Obras de ampliação da rede de esgoto em Matinhos. Obras de ampliação da rede de esgoto em Matinhos.
Obras de ampliação da rede de esgoto em Matinhos. Obras de ampliação da rede de esgoto em Matinhos. Obras de ampliação da rede de esgoto em Matinhos.
Obras de ampliação da rede de esgoto em Rio Branco do Sul Obras de ampliação da rede de esgoto em Rio Branco do Sul Obras de ampliação da rede de esgoto em Rio Branco do Sul
Obras de ampliação da rede de esgoto em Rio Branco do Sul. Obras de ampliação da rede de esgoto em Rio Branco do Sul. Obras de ampliação da rede de esgoto em Rio Branco do Sul.
Tubulações utilizadas em obras de ampliação da rede de esgoto em Roncador. Tubulações utilizadas em obras de ampliação da rede de esgoto em Roncador.
Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná. Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná. Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná.
Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná. Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná. Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná.
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Sanepar já plantou 250 mil árvores nativas no entorno do Reservatório Miringuava

Enviado por Glaydson Angel… em

Desde o início da construção do Reservatório Miringuava, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) atua com estratégias de recuperação ambiental na área. Além do resgate da flora e da fauna locais, é feito o plantio de mudas para restaurar as áreas. Até o momento, 250 mil mudas de 35 espécies diferentes já foram plantadas em 112 hectares.

Segundo o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, o Miringuava é uma reserva essencial para garantir a segurança hídrica da população e para enfrentar cenários de escassez hídrica, cada vez mais iminentes diante das mudanças climáticas. “O impacto ambiental de uma obra dessa magnitude é inevitável. Entretanto, planejamos e executamos ações que visam mitigar os impactos e promover benefícios ambientais, concomitantes à garantia do abastecimento público”, observa.

INOVAÇÃO - A área total da barragem do Miringuava é de 430 hectares, sendo que 350 hectares eram vegetação nativa. O diretor de Meio Ambiente e Ação Social da Sanepar, Fernando Guedes, lembra que a desocupação da área verde foi autorizada em 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a licença emitida pelo Instituto Água e Terra (IAT).

“A recuperação ambiental com plantios de mudas teve início antes mesmo do enchimento do reservatório, o que é considerado inovador no contexto do saneamento, possibilitando o início  da restauração do entorno, acelerando os processos ecológicos e beneficiando o próprio reservatório”, destaca Guedes.

As margens da barragem e as áreas em recuperação farão parte de um corredor de biodiversidade de 8 milhões de metros quadrados que será conectado ao Parque Nacional Guaricana, área 62% superior à utilizada para a reservação de água. “O objetivo é criar um maciço florestal no entorno do reservatório que será direcionado para fazer essa conexão com a unidade de Conservação Federal. O IAT exige que a compensação ambiental seja maior do que a supressão vegetal e a Sanepar está propondo 950 hectares de compensação, mais do que o dobro do que a área ocupada pelo Miringuava”, afirma o engenheiro florestal da Sanepar, Aurélio Lourenço Rodrigues

 RECUPERAÇÃO – De acordo com Rodrigues, as áreas em recuperação eram ocupadas por usos diversos, como pastagens e agricultura. Cerca de 35 espécies diferentes foram plantadas, incluindo as de rápido crescimento inicial, como a aroeira e a bracatinga, e outras típicas da floresta da região, como araçá, pitangueira, açoita-cavalo, cedro e araucária.

São necessárias várias etapas no processo de recuperação, que incluem o preparo, a adubação e a correção do solo. Foram utilizadas mudas produzidas pela própria Sanepar e também por parceiros, como o IAT, a ONG Sociedade Chauá e a Itaipu Binacional.

Após o plantio, o trabalho foca na manutenção das mudas, com práticas como o coroamento, que consiste na limpeza ao redor do tronco da planta para evitar competição com vegetação indesejada. Também é realizado controle de pragas e aplicação de nutrientes que favorecem o crescimento das plantas ao longo do tempo.

PROTEÇÃO DA ÁGUA – A ocupação das áreas pelos ecossistemas nativos aumenta a disponibilidade hídrica, a qualidade da água e a vida útil do reservatório ao melhorar a infiltração da água no solo e evitar a erosão. “Se o sedimento vai para o corpo hídrico, ocorre o assoreamento, diminuindo o volume útil do reservatório, e pode ocorrer o enriquecimento de nutrientes que não são bem-vindos na água”, esclarece o engenheiro florestal da área de Pesquisa da Sanepar, Maurício Bergamini Scheer.

Ele ressalta ainda que a recuperação com o plantio de mudas ajuda a natureza a prestar seus serviços ecossistêmicos e contribui para o estoque de carbono, importante para retirar o gás carbônico do ar, um dos principais gases causadores do efeito estufa.

EXEMPLO - Scheer é responsável pelo estabelecimento de 25 hectares de sítios experimentais no entorno do Reservatório Piraquara II que fazem parte de uma rede de estações relacionadas a linha de pesquisa "Novos processos para a Conservação de Mananciais". “Estabelecemos unidades demonstrativas com vários tratamentos para que as demais áreas da Companhia pudessem usar as experiências adquiridas no processo de restauração ambiental e sucessão ecológica de acordo com os diversos graus e níveis de degradação do solo”, esclarece.

As técnicas aplicadas visam melhorar a condição de sombreamento, fixação de carbono, umidade do terreno e a recuperação de nutrientes do solo. As plantas crescem e depositam folhas que reproduzem a matéria orgânica do solo perdido, alimentando o ciclo natural que vai devolver a biodiversidade da área. “Damos um empurrãozinho para a natureza fazer o seu papel”, pontua Scheer.

Uma das estratégias aplicadas com bons resultados na sucessão ecológica é o plantio de linhas de bracatinga, que tem rápido crescimento, fixa o nitrogênio atmosférico e ajuda a mudar o microclima e as condições do solo. Nas entrelinhas é feito o plantio de espécies diversas com crescimento mais lento e que precisam de mais sombra e umidade para crescer. “A bracatinga tem uma vida curta, então com 14 ou 15 anos vai começar a sair naturalmente do sistema, dando espaço para as outras espécies plantadas e muitas outras que a própria natureza traz”, conta o pesquisador.

O conhecimento obtido a partir dessas pesquisas e o sucesso dos sítios experimentais são aplicados na recuperação de áreas pela Sanepar, como as do reservatório Miringuava. Os estudos ainda ultrapassam as fronteiras da Companhia e contribuem para a ciência em publicações científicas internacionais sobre restauração ecológica e ao fazer parte de planos de trabalho com estudantes, professores e pesquisadores de universidades.

MIRINGUAVA - O reservatório Miringuava está em processo de enchimento e vai ampliar a disponibilidade de água em 25% do Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba (SAIC), formado pelos reservatórios Iraí, Passaúna, Piraquara I e Piraquara II. Sua capacidade de reservação de 38,2 bilhões de litros atenderá 650 mil pessoas diretamente e fortalecerá o sistema de abastecimento de 3,5 milhões de habitantes da região metropolitana. Com a água reservada, a ETA Miringuava dobrará a sua capacidade de tratamento, passando de 1.000 para 2.000 litros de água por segundo. 

O IAT exige que a compensação ambiental seja maior do que a supressão vegetal e a Sanepar está propondo cerca de 950 hectares de compensação, mais do que o dobro do que a área ocupada pelo reservatório do Miringuava

Socioambiental
Plantio de mudas no Miringuava Plantio de mudas no Miringuava Plantio de mudas no Miringuava
Plantio de mudas no Miringuava Plantio de mudas no Miringuava Plantio de mudas no Miringuava
Plantio de mudas no Miringuava Plantio de mudas no Miringuava Engenheiro florestal da Sanepar, Aurélio Lourenço Rodrigues
Viveiro de Mudas Piraquara II Viveiro de Mudas Piraquara II Engenheiro florestal da área de Pesquisa da Sanepar, Maurício Bergamini Scheer
 Viveiro de mudas no Piraquara II   Viveiro de mudas no Piraquara II  Viveiro de mudas no Piraquara II
Viveiro de Mudas Piraquara II Viveiro de Mudas Piraquara II Viveiro de mudas no Piraquara II
Viveiro de Mudas Piraquara II Viveiro de Mudas Piraquara II Viveiro de mudas no Piraquara II
Viveiro de Mudas Piraquara II Viveiro de Mudas Piraquara II Viveiro de mudas no Piraquara II
Plantio de mudas no Miringuava Plantio de mudas no Miringuava Plantio de mudas no Miringuava
São José dos Pinhais
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Parceria de R$ 2,3 milhões do Programa Sanepar Rural beneficia quatro municípios do Paraná

Enviado por Getulio Xavier… em

Os municípios de Campo Bonito, Paulo Frontin, Antônio Olinto e São João do Triunfo assinaram, nesta terça-feira (26), parcerias com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) que totalizam R$ 2,3 milhões em investimentos e vão beneficiar pelo menos 1,7 mil pessoas. Os recursos fazem parte do Programa Sanepar Rural, iniciativa que visa implementar ou ampliar os sistemas de abastecimento de água potável para comunidades que vivem fora dos centros urbanos.

As parcerias foram oficializadas em reuniões dos prefeitos com o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, realizadas na Sede da Companhia, em Curitiba. Durante as agendas para assinatura dos termos de compromisso, Bley destacou “a saúde pública e a dignidade” como os principais impactos sociais do Programa. “Esse trabalho também atende reivindicações da base de deputados para que ocorra uma extensão da atuação da Sanepar para comunidades rurais e que, por meio de parcerias, possam ser investidos recursos para incrementar o saneamento do Paraná, um estado em desenvolvimento pleno”, destaca.

PARCERIAS COM MUNICÍPIOS – As obras do Programa Sanepar Rural são realizadas em regime de parcerias. Nesse sistema, a Sanepar contribui com os estudos técnicos, materiais hidráulicos, equipamentos, treinamento e suporte técnico, ambiental e sócio-comunitário. Os municípios, em contrapartida, disponibilizam o manancial de abastecimento, mão de obra e insumos de construção civil.

COMUNIDADES BENEFICIADAS – Em Campo Bonito, no Oeste do Paraná, serão beneficiados moradores da comunidade rural de Santa Maria. No local, serão implantados 9,6 quilômetros de rede de distribuição de água e 3,1 quilômetros de adutora. Para o prefeito Mario Weber, “a parceria facilitará a vida das famílias que vivem na região”.

Em Paulo Frontin, no Sul do estado, moradores da comunidade do Limoeiro terão um incremento de 6,5 quilômetros de rede de água potável e 2,1 quilômetros de rede adutora. “É um impacto positivo para uma comunidade que há muito tempo espera essa melhoria”, avalia o prefeito Irineu Inácio Zacharias.

Já em Lavador, zona rural de Antônio Olinto, município do Sudeste paranaense, as novas redes de água e adutora beneficiarão 459 pessoas. “O Sanepar Rural é um programa que faz a diferença na vida dessas famílias”, comenta o prefeito Fabio Machiavelli.

Em São João do Triunfo, cidade dos Campos Gerais, os moradores de Faxinais dos Fabrícios e dos Seixas terão instalações de rede de abastecimento de água com aproximadamente 16 quilômetros. Faxinais são comunidades do campo tradicionais, exclusivas do estado do Paraná, que praticam o uso comum da terra, da criação de animais soltos e preservação das araucárias. O prefeito Mário Cezar da Silva ressalta que esse investimento irá beneficiar comunidades carentes no abastecimento de água tratada. “A cidade sofre com estiagem prolongada e essa construção conjunta do Governo do Estado, Sanepar e o município permite oferecer melhor qualidade de vida para a população do campo”.

O deputado estadual Hussein Bakri acompanhou os prefeitos nos atos de assinatura das parcerias. Para o parlamentar, “a Sanepar está presente na vida das pessoas e sua diretoria dá acesso para discutir soluções viáveis para os municípios, com investimentos reais que trazem segurança de uma vida melhor para a população”.

Zonas rurais de Campo Bonito, Paulo Frontin, Antônio Olinto e São João do Triunfo receberão ampliação do sistema de abastecimento de água, orientação técnica e materiais

Água
O prefeito Irineu Inácio Zacharias, da cidade de Paulo Frontin, durante a assinatura do programa Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley. O prefeito Irineu Inácio Zacharias, da cidade de Paulo Frontin, durante a assinatura do programa Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley. O prefeito Irineu Inácio Zacharias, da cidade de Paulo Frontin, durante a assinatura do programa Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley.
O prefeito Irineu Inácio Zacharias, da cidade de Paulo Frontin, durante a assinatura do programa Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley, e do deputado Hussein Bakri. O prefeito Irineu Inácio Zacharias, da cidade de Paulo Frontin, durante a assinatura do programa Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley, e do deputado Hussein Bakri. O prefeito Irineu Inácio Zacharias, da cidade de Paulo Frontin, durante a assinatura do programa Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley, e do deputado Hussein Bakri.
O prefeito Mário Cezar da Silva, de São João do Triunfo, assina termo do Sanepar Rural. O prefeito Mário Cezar da Silva, de São João do Triunfo, assina termo do Sanepar Rural. O prefeito Mário Cezar da Silva, de São João do Triunfo, assina termo do Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley, e do deputado Hussein Bakri.
O prefeito Mário Cezar da Silva, de São João do Triunfo, assina termo do Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley. O prefeito Mário Cezar da Silva, de São João do Triunfo, assina termo do Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley. O prefeito Mário Cezar da Silva, de São João do Triunfo, assina termo do Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley.
O prefeito Mario Weber, de Campo Bonito, assina os termos da parceria do Programa Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley. O prefeito Mario Weber, de Campo Bonito, assina os termos da parceria do Programa Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley. O prefeito Mario Weber, de Campo Bonito, assina os termos da parceria do Programa Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley.
O prefeito Mario Weber, de Campo Bonito, assina os termos da parceria do Programa Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley. O prefeito Mario Weber, de Campo Bonito, assina os termos da parceria do Programa Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley. O prefeito Mario Weber, de Campo Bonito, assina os termos da parceria do Programa Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley.
O prefeito Fabio Machiavelli, da cidade de Antônio Olinto, assina o termo de parceria do Programa Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley. O prefeito Fabio Machiavelli, da cidade de Antônio Olinto, assina o termo de parceria do Programa Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley. O prefeito Fabio Machiavelli, da cidade de Antônio Olinto, assina o termo de parceria do Programa Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley, e do deputado Hussein Bakri.
O prefeito Fabio Machiavelli, da cidade de Antônio Olinto, assina o termo de parceria do Programa Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley, e do deputado Hussein Bakri. O prefeito Fabio Machiavelli, da cidade de Antônio Olinto, assina o termo de parceria do Programa Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley, e do deputado Hussein Bakri. O prefeito Fabio Machiavelli, da cidade de Antônio Olinto, assina o termo de parceria do Programa Sanepar Rural ao lado do diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley, e do deputado Hussein Bakri.
Antônio Olinto
Campo Bonito
Paulo Frontin
São João do Triunfo
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Sanepar amplia rede de esgoto para atender 450 famílias em Cascavel

Enviado por Monica Venson em

Com o índice de 99% da população com acesso à coleta e tratamento de esgoto, Cascavel já atingiu a marca de universalização do saneamento segundo marco legal (Lei Federal nº 14.026/2020). Mesmo assim, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) mantém volume de investimentos na cidade e vai ampliar a rede para atender mais 450 famílias com rede de coleta de esgoto. 

Serão investidos quase R$ 6 milhões na implantados de cerca de 20 quilômetros de rede para transportar o esgoto até as estações de tratamento e a construção de três unidades de bombeamento. Serão atendidas as regiões do Lago Azul, além do Loteamento Caiobá e do Jardim Metropolitano. A ampliação também irá beneficiar loteamentos consolidados como o Ecopark. 

Estes investimentos foram tratados pelo presidente da Sanepar, Wilson Bley e o prefeito de Cascavel, Renato Silva, em recente visita à cidade durante a entrega do terreno que recebeu os resíduos do desassoreamento do Lago de Cascavel. “A Sanepar tem um compromisso com o desenvolvimento socioeconômico de Cascavel e mesmo com o saneamento universalizado na cidade, os investimentos na cidade são contínuos visando a promoção da saúde pública”, comentou Bley. 

A previsão é que o trabalho comece no início do segundo semestre. “Somente após a conclusão das obras é que os moradores poderão aterrar as fossas e conectar o esgoto à rede pública. Quando estiver liberado, a Sanepar fará o comunicado aos moradores e vai orientar sobre a forma correta da ligação”, explica o gerente regional Rodolpho Savelli.

Com investimentos de quase R$ 6 milhões, obras vão levar o serviço de coleta de esgoto para o Lago Azul, Jardim Metropolitano, Loteamento Caiobá e Ecopark

Esgoto
obras em esgoto ampliam rede em Cascevel obras em esgoto ampliam rede em Cascevel Obras em Cascavel, depois de finalizadas, vão atender 500 imóveis da cidade
Cascavel terá rede de esgoto ampliada Cascavel terá rede de esgoto ampliada Cascavel terá rede de esgoto ampliada
Cascavel
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