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Maringá: Sanepar conclui etapa crucial da obra que duplica capacidade de água na Zona Norte

Enviado por Giovanna Migot… em

Mais de 15 horas de trabalho, envolvendo cerca de 50 trabalhadores, entre encanadores, serventes, soldadores, técnicos, operadores de guindaste e engenheiros. Este foi o balanço do trabalho da última quarta-feira (22) na Rua Córdoba para interligar a segunda linha do anel Canadá ao Centro de Reservação Central de Maringá. O trânsito será parcialmente liberado nesta sexta-feira (24). Os testes da nova tubulação vão começar na próxima semana.

Os investimentos da Sanepar nesta obra ultrapassam os R$ 6 milhões e duplicam a capacidade de transporte de água para a região Norte da cidade. 

“Estamos satisfeitos com o resultado. Teremos um reforço importante na região norte com essa duplicação. Agora temos duas linhas, então isso nos dá bastante tranquilidade para operar o sistema”, observa o gerente de Projetos e Obras da Sanepar no Noroeste, Marcelo Dias.

Ele conta que a etapa de interligação do anel Canadá realizada nesta quarta-feira foi o momento mais complexo da obra. Com ajuda de refletores para trabalho seguro no período noturno, os profissionais envolvidos se revezaram até as 22h para concluir o serviço. Tudo para realizar as conexões das tubulações, a antiga e a nova, que têm a proteção e ancoragem nas caixas que também viabilizam manobras.

A alocação das caixas de concreto, medindo 3,4 metros de largura por 6 metros de altura e pesando em média 20 toneladas, na valeta aberta na Rua Córdoba (medindo seis metros de profundidade, 9 metros de largura e 17 metros de comprimento) exigiu um esforço logístico especializado, com caminhão munck equipado com guindaste para até 160 toneladas.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, considera que o trabalho desta semana foi muito bem planejado e executado. “Estamos acompanhando a evolução das obras em Maringá e podemos afirmar que a intervenção foi muito bem sucedida. Esta é a fase final de uma obra importante, que permite o crescimento da cidade. Por isso, os transtornos momentâneos trarão grandes benefícios”, afirma. 

Bley lembra que a Sanepar mantém investimentos volumosos em Maringá. Neste momento, apenas com as obras em andamento na cidade, entre água e esgoto, a soma supera os R$ 75 milhões. “Nosso compromisso com a população maringaense é forte e sólido. A Sanepar vem investindo tanto para melhorar as condições de atendimento dos clientes com os serviços que já são universalizados, quanto para a maior eficiência no tratamento do esgoto visando ganhos ambientais para o município”, destaca.

ANEL CANADÁ - Os trabalhos iniciados em janeiro de 2025, para levar mais água para a região Norte de Maringá, percorreram diversas ruas com a implantação de cerca de quatro quilômetros de tubulações. A Sanepar utilizou em quase toda a obra um método não-destrutivo para o assentamento das barras com diâmetros entre 400 e 600 milímetros, ou seja, sem a necessidade de abrir valetas de fora a fora na via.  

Há duas semanas, para a abertura das valetas onde foram alocadas as caixas de ancoragem e manobras, o trânsito ficou impedido na Rua Córdoba, entre as ruas Mário Monteschio e Marechal Cândido Rondon. O acesso ficou restrito aos moradores, para a movimentação de maquinários pesados, prezando pela segurança de todos. O trânsito será parcialmente liberado nesta sexta-feira (24). A recomposição do asfalto será feita nos próximos dias.

Nova linha do Anel Canadá, que recebeu investimentos de mais de R$ 6 milhões, deve entrar em testes na próxima semana

Investimentos e Obras
trabalhadores em obra de ampliação de tubulação de água trabalhadores em obra de ampliação de tubulação de água Interligação do anel Canadá em Maringá envolveu mais de 50 homens e 15 horas de trabalho, até as 22h da última quarta-feira
trabalhadores em obra de ampliação de tubulação de água trabalhadores em obra de ampliação de tubulação de água Com cerca de 4 km de extensão e diâmetros entre 400 e 600 milímetros, nova linha da tubulação dobra capacidade de abastecimento na região Norte
trabalhadores em obra de ampliação de tubulação de água trabalhadores em obra de ampliação de tubulação de água Interligação do anel Canadá em Maringá envolveu mais de 50 homens e 15 horas de trabalho, até as 22h da última quarta-feira
trabalhadores em obra de ampliação de tubulação de água trabalhadores em obra de ampliação de tubulação de água Interligação do anel Canadá em Maringá envolveu mais de 50 homens e 15 horas de trabalho, até as 22h da última quarta-feira
trabalhadores em obra de ampliação de tubulação de água trabalhadores em obra de ampliação de tubulação de água Com cerca de 4 km de extensão e diâmetros entre 400 e 600 milímetros, nova linha da tubulação dobra capacidade de abastecimento na região Norte
Maringá
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Sanepar acelera obra no sistema de abastecimento de Faxinal

Enviado por Giovanna Migot… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) programou, para o próximo domingo (26), uma interligação na obra do novo reservatório em execução no sistema de Faxinal. O serviço, de elevada complexidade, será realizado das 7h às 16h e é necessário interromper o abastecimento na cidade. A previsão é de que haja a normalização entre a noite e a madrugada de segunda-feira (27).
 
A obra em execução abrange um reservatório semi-enterrado com capacidade de cerca de 1.300 metros cúbicos, uma estação elevatória da água tratada e 2,4 quilômetros de adutora. O recurso direcionado para este empreendimento é de R$ 6,3 milhões, e aumenta em quatro vezes a capacidade de reservação local.  

O prazo para entrega desta obra é o segundo semestre.
 
ÁGUA E ESGOTO - Os investimentos em Faxinal somam mais de R$ 30 milhões, em obras de ampliação dos sistemas de abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto. Neste momento, está sendo elaborado o projeto executivo de operacionalização do poço 7, já perfurado e que tem previsão de vazão de 72 mil litros por hora.

A obra de ampliação do sistema de esgoto também segue em execução com investimentos de R$ 24,5 milhões. Trata-se da implantação de 44 mil metros de tubulações, da construção de duas estações elevatórias e um módulo de pós tratamento na Estação de Tratamento de Esgoto São Pedro.

Ao término da obra, o atendimento com rede coletora vai passar de 47% para mais de 75% da população. 
 

Interligações exigem paradas programadas na distribuição de água que serão comunicadas previamente. Os investimentos em Faxinal somam mais de R$ 30 milhões, em obras de ampliação dos sistemas de abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto

Investimentos e Obras
trabalhadores trabalham na construção de um reservatório em concreto. ferragens bem aparentes trabalhadores trabalham na construção de um reservatório em concreto. ferragens bem aparentes Obra no sistema de abastecimento segue em ritmo acelerado em Faxinal
trabalhadores trabalham na construção de um reservatório em concreto. ferragens bem aparentes trabalhadores trabalham na construção de um reservatório em concreto. ferragens bem aparentes Novo reservatório tem capacidade para cerca de 1.300 metros cúbicos de água
Faxinal
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Caixa-d’água garante estabilidade e usuários não percebem as manutenções no sistema de água

Enviado por Monica Venson em

Um levantamento realizado pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) traçou o perfil da segurança hídrica dos imóveis no Paraná. Os dados mostram que uma parcela significativa da população — 23% nas residências e 30% nos comércios —, ainda está vulnerável a interrupções no abastecimento por falta de caixa-d’água ou cisterna. 

O estudo também reforça a importância da caixa-d’água não apenas como reserva de emergência, mas como fator determinante na percepção de qualidade do serviço e na continuidade do abastecimento no Paraná: 78% dos clientes com reservatório afirmam não ter sentido falta de água no período de um ano.  

Para o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, o reservatório doméstico é uma extensão do sistema de distribuição. “Este cenário revela que quem tem caixa-d’água não é afetado por interferências no abastecimento. Da mesma forma que a Companhia investe nos sistemas de reservação para a estabilidade do sistema, a caixa-d’água dos imóveis residenciais e comerciais permite o acesso à água, mesmo em casos de interrupção temporária”, comenta Bley. 

DIFERENÇA REGIONAL - A posse do reservatório doméstico nas residências varia conforme a região do estado. Na região Nordeste, 87,7% dos entrevistados disseram que possuem caixa-d’água nas suas residências. Já a região Sudoeste apresenta o menor índice, onde 64,3% dos imóveis residenciais e 54,7% dos comércios possuem reservação. Entre os municípios pesquisados, Telêmaco Borba, na região Sudeste  (56,6%) e Foz do Iguaçu (59,5%), no Oeste, apresentaram os menores índices de imóveis residenciais com a instalação destes equipamentos. 

O empresário Raimundo Wagner Moreira investe na construção de imóveis para venda e locação em Foz do Iguaçu e faz parte de uma minoria que reconhece a importância da reservação doméstica para o negócio e para a tranquilidade dos inquilinos e compradores. “É um item de extrema importância em uma obra. Caso a Sanepar precise fazer alguma manutenção na rede, a gente não fica desabastecido. Sempre coloquei o equipamento, inclusive estou fazendo uma obra nova e já está no projeto também fazer a caixa-d’água, afirma Moreira.” 

NORMAS TÉCNICAS - A norma técnica brasileira indica que todas as residências devem ter uma caixa-d’água. “O perfil das famílias que existem no Paraná é composto, geralmente, por três a quatro pessoas. Para esse perfil, uma caixa-d’água com 500 litros de volume consegue atender o abastecimento de uma residência por um dia, ou seja, por 24 horas. Isso é importante porque eventualmente vão ocorrer manutenções nas redes de distribuição de água e o serviço terá que ser interrompido para que se possa efetuar consertos ou outras intervenções, como interligações de obras desse tipo”, explica o gerente de engenharia da Sanepar, Eduardo Arrosi.

Arrosi também destaca a necessidade de instalação de cisternas para auxiliar no sistema de bombeamento de prédios e edificações com mais de dois pavimentos. Para construções com mais de 600 metros quadrados, é necessária a aprovação do projeto hidrossanitário na Sanepar. Em casos de prédios com dois ou mais pavimentos, é exigida a construção de uma cisterna. 

“As normas brasileiras recomendam que a Sanepar, e qualquer outra concessionária de distribuição de água, forneça uma pressão de 10 metros de coluna d'água (m.c.a.) na entrada do hidrômetro. Ou seja, a água teria força suficiente para subir 10 metros. Por isso, nos casos acima de dois pavimentos — nos quais os edifícios chegam muito próximo ou ultrapassam essas alturas — é necessária a cisterna com sistema de bombeamento. Com isso, o cliente não vai sentir falta de água”, comenta Arrosi.

ESTABILIDADE NO ABASTECIMENTO - A infraestrutura interna mitiga o impacto de paradas técnicas. Na região Noroeste, onde o índice de reservação é alto, a satisfação com a continuidade atinge 85,5%. Este número traduz o impacto positivo e revela a importância da caixa-d’água. 

“Eventualmente vão ocorrer manutenções nas redes de distribuição e o serviço terá que ser interrompido para consertos ou outras intervenções. Também é importante ressaltar que para distribuir água nós dependemos da energia elétrica. Então, quando há falta de eletricidade, pode ocorrer a paralisação no sistema de abastecimento de água. Nesses casos, tendo a caixa-d’água, o consumidor não vai sentir a falta, porque vai ter essa reserva em sua residência”, comenta Arrosi.

Além disso, diferente da eletricidade, a velocidade de deslocamento da água no sistema é muito menor e a retomada do abastecimento depende de vários fatores que são levados em consideração pelos técnicos da Sanepar. Nesses casos, a caixa-d’água residencial funciona como uma garantia. 

METODOLOGIA  – O levantamento contratado pela Sanepar foi realizado pelo Instituto Radar Pesquisas e ouviu no mês de novembro de 2025, 2.900 pessoas, sendo 2.400 de clientes residenciais e 500 clientes de imóveis comerciais em cidades polos de cada região do Paraná.  

 

Pesquisa contratada pela empresa mostra 78% dos clientes com reservatórios dizem não ter sentido falta de água no período de 12 meses. A falta do equipamento gera transtornos quando é necessário um serviço de manutenção por parte da Sanepar

Água
imagem mostra uma caixa d"água imagem mostra uma caixa d"água Pesquisa da Sanepar reforça importância da caixa d'água para reservação em casa
imagem mostra uma caixa d'água imagem mostra uma caixa d'água Pesquisa da Sanepar reforça importância da caixa d'água para reservação em casa
Empresário Raimundo Wagner destaca importância da reservação no imóvel Empresário Raimundo Wagner destaca importância da reservação no imóvel Empresário Raimundo Wagner destaca importância da reservação no imóvel
Foz do Iguaçu
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Obras do anel Canadá em Maringá entram na reta final

Enviado por Giovanna Migot… em

Na próxima quarta-feira (22), será realizada a etapa final da obra do anel de distribuição de água Canadá, em Maringá, no Noroeste. A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) está investindo cerca de R$ 6,25 milhões para duplicar a capacidade de abastecimento no entorno da Avenida Mandacaru e parte da região norte da cidade e, em função da interligação da tubulação, a área ficará momentaneamente desabastecida. O trabalho agendado para a data tem elevada complexidade e deve durar o dia todo.

PARADA - O abastecimento de água ficará interrompido durante a obra nos jardins Tropical, Petrópolis, São Jorge, do Carmo, Continental, Santa Cruz, Três Lagoas, Império do Sol, Paris I, II, III e IV, Santa Helena, Brasil, Real, Alto da Boa Vista, Moreschi, Imperador, além dos parques das Laranjeiras, Planville, Brasília, Cidade Universitária, Residencial Andrea e Hortência, e as vilas Vardelina e Santa Izabel, os conjuntos residenciais Planville e Sanenge, Núcleo Social Papa João XXIII e o Condomínio Hannover.

O serviço está programado para ser realizado das 8h às 18h e a normalização da distribuição de água está prevista para ocorrer de maneira gradativa até o fim da noite.

O SERVIÇO – A etapa final da obra do anel Canadá terá, na quarta (22), o momento mais complexo e importante, que consiste na alocação das caixas para manobras e para as curvas (mudança de direção de fluxo) das tubulações, que necessitam de escoramento/ancoragem.

As peças em concreto pesam em média 20 toneladas, o que exige içamento para a descida em valetas abertas na Rua Córdoba, entre as ruas Mário Monteschio e a Marechal Cândido Rondon.

As valetas para acomodar as caixas têm dimensões que impressionam. Ambas têm seis metros de profundidade, uma delas tem 9 metros de largura por 17 metros de comprimento no meio da Rua Córdoba.

Há duas semanas o trânsito está impedido e o acesso restrito aos moradores. “A interdição é necessária pela movimentação de maquinários pesados, para a segurança de todos”, justifica o gerente de Projetos e Obras da Sanepar no Noroeste, Marcelo Dias.

A OBRA – A obra do anel Canadá integra o plano de ampliação do Sistema de Abastecimento de Água (SAA) de Maringá e permite que a cidade continue crescendo. “Com os cerca de quatro quilômetros de tubulações de grande dimensão estamos duplicando a capacidade de transporte de água para a região Norte de 400 metros cúbicos de água por hora para 800”, resume Dias.  

O anel levará água do reservatório central de Maringá, da Avenida Pedro Taques, até o Centro de Reservação Canadá. Trata-se da segunda linha da tubulação. A obra deve ser concluída em maio.

Apenas com as obras em andamento na cidade, entre água e esgoto, a Sanepar está investindo mais de R$ 75 milhões em Maringá.

 

Quarta (22) será feita alocação das caixas para manobras e para as curvas das tubulações na Rua Córdoba

Água
trabalhadores na obra de implantação do anel canadá. valetas nas ruas e concretagem de caixa trabalhadores na obra de implantação do anel canadá. valetas nas ruas e concretagem de caixa Obra do Anel Canadá duplica capacidade de distribuição de água na região Norte de Maringá
trabalhadores na obra de implantação do anel canadá. valetas nas ruas e concretagem de caixa trabalhadores na obra de implantação do anel canadá. valetas nas ruas e concretagem de caixa Etapa final de obra exige interdição da Rua Córdoba entre as ruas Mário Monteschio e a Marechal Cândido Rondon
trabalhadores na obra de implantação do anel canadá. valetas nas ruas e concretagem de caixa trabalhadores na obra de implantação do anel canadá. valetas nas ruas e concretagem de caixa Acesso restrito a moradores presa por segurança diante de valetas de grandes dimensões e movimentação de maquinários pesados
Maringá
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Sanepar usa drone e barco autônomo para garantir eficiência na represa do Miringuava

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) está aplicando métodos inovadores e tecnologia de ponta no processo para o enchimento e operação do novo Reservatório do Miringuava, em São José dos Pinhais. O monitoramento do acumulo de água ocorre 24 horas por dia e o acompanhamento tem como guia os modelos digitais produzidos antes do fechamento da comporta em janeiro. O enchimento completo da represa depende do regime de chuvas na bacia do Rio Miringuava.      

A equipe técnica da Companhia aproveitou a etapa final da supressão vegetal na área que está sendo alagada para tirar milhares de fotos. Foi utilizado um drone voando a 120 metros de altura e antenas GNSS (Global Navigation Satellite System) de alta precisão – GPS avançados – para georreferenciar as imagens. Com ajuda de softwares de geoprocessamento de alta performance, foi possível criar modelos 3D do fundo do futuro reservatório. 

Segundo o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, essas ações visam dar suporte técnico rigoroso para a tomada de decisões durante o enchimento do lago e a futura operação, garantindo a eficiência do sistema de abastecimento. “A Sanepar não está apenas construindo uma obra de concreto, mas criando uma base de dados digital e científica para operar o Miringuava com a máxima eficiência nas próximas décadas,” explica Bley. 

Diferente dos mapas cartográficos antigos, que possuíam curvas de nível a cada 5 metros, o novo levantamento gerou um modelo digital do terreno com resolução espacial de 20 centímetros, explicou o engenheiro da Sanepar Mauricio Bergamini Scheer, da Gerência de Pesquisa e Inovação. “Isso significa que a Sanepar consegue ver detalhes do terreno do tamanho de um palmo, permitindo simular digitalmente como a água vai ocupar cada pedacinho do vale”, detalha Scheer. 

MEDIÇÃO - Paralelamente ao mapeamento, a Sanepar investiu na consolidação de uma rede de estações hidrometeorológicas de pesquisa. Desde 2020, sensores instalados registram o nível dos rios continuamente, somando mais de 150 mil registros cada.

Para medir a vazão que está alimentando o reservatório, a equipe utilizou diversos equipamentos de alta tecnologia, como um pequeno barco autônomo. Ele é equipado com sensores acústicos que leem a velocidade e a profundidade da água em diferentes cenários, desde estiagens severas até cheias.

O diretor de Inovação e Novos Negócios da Sanepar, Anatalicio Risden Junior, explica que com essas informações, a Sanepar pode traçar os planos de trabalho para a gestão da represa. “Os dados mostraram, por exemplo, que em 2021 a bacia do rio produziu cerca de 30% menos água do que nos anos seguintes. Isso ajuda a Sanepar a prever como a barragem vai se comportar em tempos de seca severa”, explica Risden. 

Fórmulas matemáticas criadas a partir dos dados do barco com sensores acústicos estão permitindo que a Sanepar saiba exatamente quanta água entra e sai da barragem. Com a simulação digital do enchimento e a visualização de detalhes do terreno que ficarão submersos, a Sanepar terá maior facilidade para futuras inspeções e a gestão do manancial. 

“A Sanepar fez todos as ações necessárias para garantir a regularidade no abastecimento da região, seja aplicando os recursos financeiros para construção da estrutura física, seja colocando os melhores profissionais e tecnologia de ponta nesse projeto. Agora contamos com o regime de chuva para concluir o enchimento”, disse Bley. 

FAUNA e FLORA – Para proteger a biodiversidade da região e compensar a área utilizada pela barragem, a Sanepar planejou a criação de um corredor de biodiversidade em 700 hectares (ha), uma área 62,6% superior à que está sendo utilizada para reservação de água (430,6 ha).

Equipes especializadas fizeram o resgate e o remanejamento de animais terrestres e aquáticos para áreas seguras de preservação, trabalho que segue durante todas as fases de enchimento do reservatório.

Também foi feito o inventário e o manejo da vegetação, com resgate e realocação de espécies raras ou ameaçadas, coleta de sementes e produção de mudas para o reflorestamento.

Equipamentos e softwares de última geração foram usados para o mapeamento digital e criação de modelos 3D do fundo do reservatório em enchimento

Água
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva
Equipe usa drones para mapear represa do Miringuava Equipe usa drones para mapear represa do Miringuava
Equipes da Sanepar realizam mapeamento 3D da represa do Miringuava Equipes da Sanepar realizam mapeamento 3D da represa do Miringuava
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D do reservatório do Miringuava Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D do reservatório do Miringuava
São José dos Pinhais
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Sanepar encontra irregularidades em 37% dos imóveis vistoriados no Litoral

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realizou 2.335 vistorias técnico-operacionais (VTO) em imóveis de veraneio em Matinhos e Pontal do Paraná, no Litoral do estado, entre janeiro e março deste ano. O objetivo é identificar se os imóveis estão corretamente conectados à rede coletora de esgoto. Nessa amostra, foram encontradas irregularidades em 875 residências, o que representa 37%. 

A medida faz parte das ações de proteção das águas no Litoral e acontecem ao longo de todo o ano, com reforço no verão. Para o início da temporada 2026, a estratégia das equipes de vistoria foi realizar testes para verificar a quantidade de oxigênio na água de canais localizados na área urbana. Foram escolhidas para vistorias, as áreas que apresentaram baixos índices de oxigênio. 

Durante as visitas os clientes recebem orientações detalhadas sobre a correta interligação do seu esgoto à rede coletora da Sanepar. Se o problema não for solucionado em 30 dias, a Sanepar pode emitir multa chamada de sanção pecuniária, que é um cálculo feito em cima da média de consumo dos últimos cinco meses. 

"Nosso objetivo foi aproveitar a presença dos veranistas para realizar não apenas a vistoria técnica, mas um trabalho de educação ambiental direto", afirma o gestor da área de vistorias técnico-operacionais da Sanepar, Fábio Daia dos Santos Zuza. 

A quantidade de imóveis fechados é um dos desafios enfrentados pelas equipes. Nestes casos, comunicados oficiais, com contatos da equipe, são deixados nas residências para possibilitar o agendamento prévio da vistoria. Também é possível agendar pelo 0800 200 0115 ou em uma das centrais de atendimento da Sanepar. 

ANÁLISES NO LITORAL - Para verificar especificamente as mudanças nos mananciais do Litoral durante a temporada, período de maior concentração de pessoas na região, a Sanepar faz uma série de análises de qualidade, com coletas de dezembro a abril.  São estudos feitos nas áreas de captações de água direcionadas para as estações de tratamento e ao longo dos canais que chegam ao mar. No total, 16 pontos foram avaliados.

Entre os parâmetros analisados estão pH, quantidade de sólidos dissolvidos, salinidade, oxigênio dissolvido e análise de microbiologia. Os resultados da campanha 2025/2026 apontam aumento nos níveis de microrganismos que podem indicar lançamento irregular de esgoto, mau uso do solo, presença de fertilizantes ou dejetos de animais. 

ÁGUA TRATADA - De acordo com a geóloga da Gerência de Recursos Hídricos da Sanepar, Eduarda Lopes Postol, as bacias hidrográficas utilizadas como captações pela Companhia são preservadas por estarem mais distantes do ambiente urbano, o que contribui para a redução dos riscos de contaminação. 

“Assim que a água adentra a Estação de Tratamento de Água (ETA) são removidos os compostos orgânicos e atendidos os padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação. Por isso, a água de consumo tratada pela Sanepar não apresenta riscos de contaminação. Em sua fonte, ela apresenta os melhores padrões biológicos e ainda passará por etapas de desinfecção antes da distribuição”, ressalta. 

ESGOTO IRREGULAR - Já os canais que não são utilizados para abastecimento público, apresentaram altos valores de contagem de microrganismos ao longo de todos os meses de análise. “Os altos valores de fósforo encontrados indicam a contaminação do corpo hídrico por despejo de esgoto não tratado, provenientes de ligações irregulares”, explica a geóloga. 

REFLEXOS - O reflexo das irregularidades nas bacias é alteração dos padrões e quando a água bruta do rio se mistura com o mar, pode se tornar um vetor de contaminação nos momentos de lazer e recreação. 

Fábio afirma que a interligação correta na rede coletora de esgoto é essencial neste contexto. Além de evitar o extravasamento de esgoto nas ruas, protege o lençol freático e contribui para a balneabilidade das praias, refletindo diretamente na saúde pública e na preservação do meio ambiente. 

Eduarda observa que os resultados das análises auxiliam a Companhia na tomada de decisões sobre adoção de estratégias para cuidar da água e do meio ambiente e melhorar a qualidade dos mananciais em todo o percurso até chegar no mar. “Todo o manancial tem que estar saudável e conservado para termos uma água boa e de qualidade”. 

Além de ações educativas sobre a importância de interligar o esgoto na rede coletora e das vistorias técnico-operacionais, a Sanepar também tem outras iniciativas, como a implantação de parques lineares em áreas degradadas. No Litoral, está em fase de contratação a execução de um parque linear em Pontal do Paraná. 

A empresa vistoriou 2.335 imóveis de veraneio entre janeiro e março deste ano em Matinhos e Pontal do Paraná. Sem conexão com a rede coletora, o esgoto contamina rios, canais e olhos d’água, conforme aponta análises da Companhia

Esgoto
Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral
Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná
Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná
Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná
Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná
Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral
Matinhos
Pontal do Paraná
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Sanepar desenvolve alternativa versátil e de menor custo para monitorar a qualidade da água

Enviado por Glaydson Angel… em

Monitorar a qualidade da água de forma constante e eficiente é um dos compromissos da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), que já conta com várias alternativas modernas oferecidas pelo mercado. Internamente, a Companhia também busca desenvolver soluções que ajudem a ampliar seu complexo sistema de monitoramento. Uma das mais recentes alternativas em teste é a Estação Remota, uma opção versátil e com custos mais acessíveis para cumprir esta missão.

O sistema desenvolvido por empregados da Sanepar é formado por uma sonda acoplada a uma estrutura flutuante. O equipamento, em contato com a água, faz o monitoramento de diversos parâmetros em tempo real e salva os dados em uma espécie de pequeno laboratório, também acoplado ao flutuante. Além de saber a qualidade da água do corpo hídrico, os parâmetros permitem fazer ajustes no tratamento de água ou de esgoto, principais atividades da Companhia.

VERSATILIDADE - Atualmente, os principais equipamentos usados pela Sanepar são fixos, com estruturas instaladas, principalmente, nas Estações de Tratamento de Água. A intenção desta nova solução não é substituir estes equipamentos, mas ser um complemento deste sistema. 

“Como ele é um equipamento menor e móvel, podemos usar para monitorar outros trechos do corpo hídrico que habitualmente não seriam monitorados por estas estruturas fixas. Isso ajudaria a ter uma visão mais completa da qualidade da água de um rio, por exemplo, e não apenas nos trechos mais próximos da captação”, explica Rafael Francis Leite, que atua na Gerência de Pesquisa e Inovação da Sanepar e desenvolveu a Estação Remota.

“Essa Estação também pode ser levada para analisar pontos mais remotos, que dificilmente poderiam ser analisados com estruturas maiores. Ela também pode ser usada para investigar se alguém está fazendo um despejo irregular de esgoto no rio, por exemplo, sem a necessidade de instalação de uma estrutura complexa”, destaca Leite. 

CUSTO MENOR - A versatilidade do equipamento, com uma única sonda podendo ser usada em diferentes ocasiões, é justamente um dos pontos que lhe confere o rótulo de uma alternativa mais barata para o monitoramento da qualidade da água. “Como não há a necessidade de fazer grandes obras para usar o equipamento, o custo do monitoramento é reduzido”, explica Leite.

Outro fator que contribui para a redução dos investimentos é a estrutura do flutuante. A alternativa desenvolvida pela Sanepar usa tubos de PVC para substituir boias industriais. O custo para montar o equipamento, em formato de “H”, é estimado em menos de R$ 1 mil, enquanto um flutuante pronto varia entre R$ 8 mil a R$ 25 mil, a depender do modelo.

Os modelos usados para os testes atuais, feitos nas estruturas internas da Sanepar, foram fabricados com sobras de tubos de PVC usados em outros projetos da Companhia. Segundo o pesquisador, essa é uma alternativa sustentável, por reaproveitar materiais que seriam descartados, o que também pode contribuir para a redução do custo final do monitoramento.

Outra redução de custo possível está relacionada ao que fazer com os resultados obtidos com a Estação Remota de monitoramento. “Você pode analisar uma parte específica dentro do tratamento e vai poder fazer a modelagem desse ponto, o que pode permitir que você reduza, em determinados horários, os gastos com produtos químicos ou mesmo com energia para abastecer equipamentos”, explica Leite.

INCENTIVO À INOVAÇÃO - Para o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, este tipo de iniciativa, que surge de pesquisas desenvolvidas internamente, reforça o espírito inovador da Companhia. “A Sanepar é uma empresa inovadora por natureza e iniciativas como esta traduzem este espírito da empresa. Temos um ambiente que incentiva a todo momento que os nossos empregados desenvolvam suas ideias para aprimorar processos”, destaca Bley.

PARCERIA ACADÊMICA – O desenvolvimento da Estação Remota, que atualmente passa por testes internos na Sanepar, está sendo aprimorado em conjunto com o Programa de Pós-Graduação Profissionalizante em Meio Ambiente Urbano e Industrial (PPGMAUI) da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A parceria visa integrar a experiência técnica dos saneparianos ao ambiente de pesquisa acadêmica, para validar soluções de baixo custo e alta eficiência no monitoramento da qualidade da água.

A iniciativa está em fase de testes e foi pensada para permitir que o mesmo equipamento seja usado para monitorar diferentes pontos de um corpo hídrico. Projeto tem parceria com o Programa de Pós-Graduação Profissionalizante em Meio Ambiente Urbano e Industrial (PPGMAUI) da Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Pesquisa e Inovação
Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água A alternativa desenvolvida pela Sanepar usa tubos de PVC para substituir boias industriais
Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água O sistema desenvolvido por empregados da Sanepar é formado por uma sonda acoplada a uma estrutura flutuante
Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água A versatilidade do equipamento, com uma única sonda podendo ser usada em diferentes ocasiões, é justamente um dos pontos que lhe confere o rótulo de uma alternativa mais barata para o monitoramento da qualidade da água
Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água O custo para montar o equipamento, em formato de “H”, é estimado em menos de R$ 1 mil, enquanto um flutuante pronto varia entre R$ 8 mil a R$ 25 mil, a depender do modelo
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Vistorias em imóveis orientam sobre como uso correto da rede de esgoto protege os recursos hídricos

Enviado por Monica Venson em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) iniciou em Céu Azul, na Região Oeste, vistorias no sistema de esgotamento sanitário da cidade. Nos próximos quatro meses, serão visitados cerca de 3,3 mil imóveis, o que corresponde a 100% das unidades que já contam com o serviço de coleta e tratamento de esgoto da cidade. A verificação da utilização correta do sistema que conta com mais de 70 quilômetros de tubulação assentada no subsolo tem como objetivo orientar e conscientizar os moradores da relação direta do uso adequado das ligações e da rede coletora de esgoto, tanto na eficiência do tratamento como para garantir a boa qualidade da água dos rios urbanos. 

O gerente regional da Sanepar, Rodolpho Tanaka Savelli reforça que as ligações feitas de forma inadequada trazem transtornos para sistema operacional da Sanepar, para os moradores e para a cidade. “Se as calhas de chuva estiverem interligadas ao sistema de esgoto, por exemplo, em dias de chuvas pode haver extravasamento em vias públicas ou refluxo do esgoto para dentro dos imóveis. E, se o esgoto for lançado nas galerias de águas pluviais, o prejuízo ambiental é grande, pois contamina o solo e a água dos córregos e rios”, afirma Savelli.

Nas vistorias, as equipes analisam se a ligação do imóvel à rede coletora de esgoto foi feita de forma adequada a fim de evitar transtornos operacionais, danos ao meio ambiente e incômodo à população. São analisados se o direcionamento do esgoto foi feito corretamente, se há e se a instalação da caixa de gordura foi feita de acordo com os padrões sanitários, se há lançamento da água da chuva na rede de esgoto e se há lançamento do esgoto em galerias pluviais. “Sem a caixa de retenção de gorduras, as tubulações ficam sujeitas a entupimentos, o que, além do mau cheiro, pode causar danos e rompimentos internos e nas redes coletoras de esgoto, além de transtornos nas estações de tratamento”, explica o gerente.

 DE CASA EM CASA -  No serviço de inspeção, é imprescindível a entrada dos técnicos nos imóveis com a finalidade de testar os dispositivos sanitários e de águas pluviais. Nessa visita, são feitos testes com a aplicação de corantes líquidos nas instalações hidráulicas, à base de água, aferindo sua presença na rede coletora de esgoto e/ou na galeria de águas pluviais. Se for encontrada qualquer anormalidade ou irregularidade, o morador é notificado para que faça as correções, com prazo de 30 dias. depois desse prazo será feita a segunda visita.


Os trabalhos serão feitos de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30, e para os casos dos imóveis que ficam fechados durante a semana, o trabalho será feito no sábado. 

IDENTIFICAÇÃO e SEGURANÇA – As equipes da empresa TREZZI e BONATTI LTDA, contratada para esse trabalho, vão utilizar uniformes e crachás de identificação de prestador de serviço para a Sanepar. Eles receberam treinamento específico para o serviço e não realizam qualquer cobrança de valores. Em caso de dúvida, os clientes podem entrar em contato com a Sanepar pelo telefone 0800 200 0115, por mensagem de WhatsApp no (41) 99544-0115, ou diretamente na Central de Relacionamento da Sanepar, na Rua Mal. Cândido Rondon, 395 – Bairro Centro.

Ação da Sanepar, em Céu Azul, busca melhoria operacional do sistema de coleta e tratamento de esgoto e conscientizar a população sobre o papel de cada um na proteção do meio ambiente

Socioambiental
vistoria em imóveis vistoria em imóveis Técnicos vão de casa em casa para verificar as condições das ligações de esgoto
vistoria de esgoto em imóveis vistoria de esgoto em imóveis Técnicos vão de casa em casa para verificar as condições das ligações de esgoto
Céu Azul
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Roncador: com investimentos da Sanepar moradores terão acesso a saneamento

Enviado por Monica Venson em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) está investindo R$ 24,3 milhões em obras para levar o serviço de esgoto para Roncador. A implantação de uma rede de coleta com mais de 34 quilômetros está sendo executada no município com o objetivo de dotar a cidade de infraestrutura de saneamento adequada. Além disso, uma unidade de tratamento de esgoto, que vai utilizar soluções baseadas na natureza, deve permitir que 100% do esgoto coletado receba tratamento adequado e eficiente.

Com quase 12 mil habitantes, o município chegará a pouco mais de 50% de atendimento com o serviço de coleta e tratamento de esgoto ao final das obras, beneficiando mais de 1,9 mil famílias. Além das redes coletoras, toda a estrutura de saneamento também inclui uma unidade de tratamento e a implantação de tubulação de maior porte – que faz a ligação entre as redes que passam em frente às casas e o tratamento de esgoto.

“A Sanepar se mantém firme na missão de universalizar o saneamento no Paraná, tornando-o o primeiro estado brasileiro a alcançar a meta estabelecida pelo Marco Regulatório do Saneamento, que é atingir 90% de atendimento com o serviço de esgoto. Para isso, está programado um ousado plano de investimentos financeiros, utilizando tecnologia de ponta e inovadora para levar saúde à população, aliada à conservação de recursos naturais”, afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

MÉTODOS INOVADORES – A previsão é de que as obras sejam concluídas em 2027. Até lá, os moradores devem aguardar autorização da Sanepar para fazer a ligação domiciliar à rede coletora. Para a implantação da tubulação, com investimentos de mais de R$ 10 milhões, está sendo adotado um método não destrutivo que utiliza uma perfuratriz, o que evita a abertura de valas para o assentamento da tubulação.

A construção da unidade de tratamento também está em andamento. Os investimentos para a implantação de uma estação de tratamento que utiliza tecnologia inovadora, com solução baseada na natureza, são de cerca de R$ 14 milhões. “Será implantado no município um sistema conhecido como wetlands, em que são utilizadas plantas para fazer a depuração do esgoto. Esta tecnologia alinha-se ao conceito de economia circular, oferecendo uma solução eficiente, com benefícios ambientais e sociais”, comenta o gerente de projetos e obras da Sanepar, Marcelo Dias. 

ORIENTAÇÕES SOBRE AS OBRAS – Mesmo utilizando uma técnica de engenharia que evita maiores transtornos com a abertura de valas, as obras de saneamento têm longa duração, são complexas e executadas no subsolo, onde, além de infraestrutura de telecomunicação e drenagem urbana, também estão as redes de água. E as movimentações no subsolo podem danificar as tubulações de água, provocando interrupções no abastecimento e transtornos temporários à população. “Por isso, é importante que cada residência tenha uma caixa de água adequada ao consumo da família e os moradores fiquem atentos aos canais de atendimento ao cliente da Sanepar, pois eles trazem informações sobre o abastecimento de forma atualizada”, explica a gerente regional da Sanepar, Araceli Stella.

Obras de implantação da rede de esgoto, que devem terminar no ano que vem, vão permitir que mais da metade dos imóveis da cidade tenha acesso ao sistema de esgoto

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imagem mostra tubulação de esgoto imagem mostra tubulação de esgoto Sanepar implanta sistema de coleta e tratamento de esgoto em Roncador
Mostra implantação da rede de esgoto em Roncador Mostra implantação da rede de esgoto em Roncador Sanepar implanta sistema de coleta e tratamento de esgoto em Roncador
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Sanepar incluiu mais de 100 mil famílias no mapa do esgotamento sanitário em 2025

Enviado por Giovanna Migot… em

Com o fornecimento de água tratada já atingindo 100% da população urbana nos municípios onde atua, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) direcionou R$ 1,4 bilhão em investimentos para ampliar sua rede de coleta e tratamento de esgoto no ano de 2025. Isso possibilitou a inclusão de mais de 100 mil famílias no mapa do esgotamento sanitário. No mês que se comemora o Dia Mundial da Saúde, a Sanepar destaca a importância dos investimentos em saneamento para redução de doenças de veiculação hídrica.

O indicador de atendimento com rede coletora de esgoto da Sanepar é de mais de 82%, sendo que todo o volume coletado é 100% tratado. A média nacional é de 59,7% na coleta e 49% no tratamento, o que ainda implica na saúde e na morte especialmente de crianças, idosos e mulheres em regiões periféricas e vulneráveis.

Com investimentos de mais R$ 6,75 bilhões, entre 2026 e 2030, a Companhia deve ajudar o Brasil a mudar o curso da sua história atingindo nos municípios que atua 90% de cobertura com esgotamento sanitário, meta prevista no Marco Legal do Saneamento.

“O Paraná tem muito o que comemorar, pois temos um estado muito bem estruturado em unidades de saúde, das básicas às mais complexas. Sobretudo, na parte que nos compete, podemos nos orgulhar de ser uma companhia estadual de saneamento empenhada em isolar a população das doenças de circulação hídrica, distribuindo água potável 24 horas por dia e buscando soluções para dar o devido destino para o esgoto doméstico”, afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

O diretor de Meio Ambiente e Ação Social da Sanepar, Fernando Guedes, afirma que a busca por atingir a universalização do saneamento integra a gestão da Sanepar. Ele destaca a atuação transversal das diretorias no que diz respeito aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a inserção das metas para atingi-los no planejamento estratégico como sinais de avanços importantes.

Guedes conta que a Sanepar tem discutido os ODS dentro da gestão, mantendo o tema sob holofotes ao mesmo tempo em que incorpora práticas sustentáveis na cultura organizacional. Levando em consideração, especialmente o ODS 6 - água potável e saneamento – ele observa: “Entendemos nosso papel tanto visando a sustentabilidade ambiental quanto social, integrando este movimento global que busca a saúde em primeiro lugar. E isso, aqui dentro, fazemos todos nós saneparianos, imbuídos da missão de impactar positivamente na qualidade de vida da população rumo à universalização do saneamento”.  


 

A Companhia aplicou R$ 1,4 bilhão para ampliar a coleta e melhorar estruturas de tratamento de esgoto no Paraná

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menina sorri com copo de água na mão, na janela de casa menina sorri com copo de água na mão, na janela de casa Investimentos da Sanepar em obras de saneamento reduzem de doenças de veiculação hídrica
mulher sorri com copo de água na mão mulher sorri com copo de água na mão Com água potável e coleta e tratamento de esgoto mulheres e crianças têm mais saúde
mãe e filha sorriem com copo de água na mão mãe e filha sorriem com copo de água na mão Com água potável e coleta e tratamento de esgoto mulheres e crianças têm mais saúde
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