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Excelência ambiental: Aterro da Sanepar mantém selo internacional ISO 14.001

Enviado por Carla Bastos Dias em

Operado pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), o Aterro Sanitário de Resíduos Sólidos de Cianorte alcançou um marco de excelência ao renovar a certificação NBR ISO 14.001:2015, com registro de zero não conformidades em auditoria externa. A ISO 14.001 se refere a uma norma internacional que estabelece diretrizes para sistemas de gestão ambiental.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, destaca o compromisso ambiental como fundamento da sua atuação em todas as áreas da Companhia. “As atividades da Sanepar são pautadas no compromisso com a conservação ambiental. A gestão dos processos é feita com respeito e cumprimento de todas normas que têm o objetivo de promover a sustentabilidade”, diz.  

O Aterro de Cianorte foi o pioneiro do Paraná e o primeiro do Brasil, sob a gestão de uma empresa estatal de saneamento, a obter essa certificação internacional. "Isto significa um resultado perfeito em relação às exigências da certificação. Também demonstra a maturidade e a alta competência da gestão ambiental no local, que mantém a certificação ISO 14.001, alcançada pela primeira vez em 2013 e mantida desde então", explicou o gerente de Gestão Ambiental da Sanepar, Ronald Gervasoni.

ESTRATÉGIA E GESTÃO DE RISCOS - Para Gervasoni, o Sistema de Gestão Ambiental (SGA) da Sanepar aplicado no aterro é a chave para a excelência na operação. "O SGA é o framework da Companhia, sendo essencial para a sua sustentabilidade. Sua implementação vai além dos escopos certificados, sendo um alinhamento estratégico que blinda o negócio contra riscos operacionais e fortalece nossa governança ambiental em toda a Sanepar", detalhou o gerente.

A metodologia do SGA proporciona a identificação e o gerenciamento de riscos ambientais, além de promover a conscientização dos empregados sobre a preservação ambiental. O resultado reflete diretamente a competência técnica e o empenho da equipe em zelar pela excelência operacional e pelo desenvolvimento responsável das atividades.

O desempenho foi reconhecido pelo Auditor Líder da QMS Certification, Neimar Ricardo. "O resultado de zero não conformidades nesta auditoria é de extrema importância e serve como um poderoso indicador da maturidade do SGA. Isso demonstra também, de forma inequívoca, a eficácia dos controles implementados pela Sanepar, o alto nível de excelência da equipe e a robustez do SGA do Aterro de Cianorte", comentou Ricardo.

ENGAJAMENTO E TRABALHO EM EQUIPE - Para os empregados do aterro, a manutenção da certificação ISO 14001 é garantia de que todos os processos operacionais sejam padronizados e acompanhados por sistemas de controle ambiental, em conformidade com as normas legais, promovendo segurança à população e respeito ao meio ambiente.

"Ela não apenas valida nossos padrões rigorosos de engenharia e controle ambiental, mas também assegura a prevenção contínua de contaminações, refletindo nosso compromisso com a excelência operacional", afirmou o gerente da Sanepar que integra a alta direção do Comitê do Sistema de Gestão Ambiental do Aterro, Marcos Moretto.

Lutero Eduardo Lucio, químico responsável pela implementação do SGA no Aterro, reforça que a excelente performance na auditoria externa é mérito, em especial, da equipe operacional que trabalha no local e que conta com empregados dedicados como Marcio Benitz, Paulo Cesar Martins, José Jadir Correia Barros, Marcio Santos e Pedro Fortunato. "A excelência na gestão é resultado direto do envolvimento e da dedicação da equipe. Este resultado de zero não conformidades, após 13 anos de certificação, é um testemunho da responsabilidade e da competência", comentou Lutero.

GESTÃO DO LIXO – O aterro de Cianorte é operado pela Sanepar desde o ano de 2002, por meio de concessão entre a Companhia e o município de Cianorte. O aterro trata ainda, com contratos específicos, os resíduos sólidos urbanos coletados nos municípios de Terra Boa, São Tomé, Indianópolis e Guaporema.

Além do Aterro de Cianorte, a Sanepar opera mais dois aterros no estado: em Apucarana, no Vale do Ivaí, e em Cornélio Procópio, no Norte Pioneiro, ambos operados com a mesma metodologia de gestão ambiental. Em Cornélio Procópio, assim como em Cianorte, a Sanepar atua também na coleta dos resíduos.

CERTIFICAÇÃO – Neste ano, a auditoria externa foi realizada pela QMS Brasil, na última semana de maio, com a participação de auditores externos, dos empregados do aterro, das áreas de gestão ambiental da Sanepar e do coordenador Industrial, Ismael Vasquez. A QMS Certification é um organismo de certificação em processos de qualidade que teve origem na Austrália, atualmente com a matriz nos Estados Unidos e forte atuação global com presença em mais de 30 países.

Avaliação externa deu nota máxima para a gestão ambiental do aterro de Cianorte, certificando que a operação segue padrões internacionais. A Companhia de Saneamento do Paraná é pioneira nessa certificação no Brasil.

Socioambiental
O Aterro de Cianorte foi o pioneiro do Paraná e o primeiro do Brasil, sob a gestão de uma empresa estatal de saneamento, a obter o selo internacional ISO 14.001 O Aterro de Cianorte foi o pioneiro do Paraná e o primeiro do Brasil, sob a gestão de uma empresa estatal de saneamento, a obter o selo internacional ISO 14.001 O Aterro de Cianorte foi o pioneiro do Paraná e o primeiro do Brasil, sob a gestão de uma empresa estatal de saneamento, a obter o selo internacional ISO 14.001
Aterro Sanitário de Resíduos Sólidos de Cianorte Aterro Sanitário de Resíduos Sólidos de Cianorte Aterro Sanitário de Resíduos Sólidos de Cianorte
 ISO 14.001 é uma norma internacional que estabelece diretrizes para sistemas de gestão ambiental  ISO 14.001 é uma norma internacional que estabelece diretrizes para sistemas de gestão ambiental ISO 14.001 é uma norma internacional que estabelece diretrizes para sistemas de gestão ambiental
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Paraná tem duas cidades no ranking das melhores na gestão de perdas de água

Enviado por Giovanna Migot… em

O novo relatório do Instituto Trata Brasil (ITB), divulgado na terça-feira (2), trouxe duas cidades paranaenses no ranking dos municípios com os menores índices de perdas de água nos sistemas de abastecimento público: Maringá e São José do Pinhais, ambas com o saneamento administrado pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Em todo o Paraná, o índice de perdas ficou em 33,40% abaixo da média nacional que é de 39,53%. Desde que o estudo começou a ser divulgado, em 2018, os resultados do estado são melhores que a média nacional. 

Os índices são reflexo de ações como o Programa de Redução e Controle de Perdas e de tecnologias adotadas pela empresa que integram o “Sanepar 5.0”, política de transformação digital da Companhia. Só em 2025, foram investidos R$ 14,8 milhões em pesquisa, desenvolvimento e inovação. 

A Sanepar já adota o monitoramento inteligente para detecção de vazamentos, como hidrofones instalados na rede de distribuição; sensores de pressão, para identificar variações provocadas por rompimentos; pesquisa de vazamentos com imagens de satélite e inspeção não destrutiva de adutoras com uso de esferas inteligentes.

“Temos nossas equipes cada vez mais empenhadas em incorporar novas tecnologias para identificar e resolver as situações que implicam em perdas de água nos sistemas”, afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley. 

MARINGÁ – a cidade do Noroeste do Paraná está na lista das 12 entre 100 municípios mais populosos do país considerados excelentes no combate às perdas. Maringá apresenta um indicador de 22,78% de perdas totais de água no sistema distribuidor e 152,42 litros de perdas por ligação por dia. O critério de excelência é de até 25% em perdas na distribuição e de 216 litros de perdas por ligação por dia (l/l/d), segundo a Portaria n. 788/2024, do Ministério das Cidades. 

Um estudo feito por profissionais da Sanepar apresentado no WaterLoss 2026, principal evento global sobre perdas de água, apontou a adoção das ferramentas de tecnologia e o engajamento das equipes como a base para a melhoria de resultados na gestão dos sistemas de abastecimento.

“Ter Maringá entre os 12 únicos municípios brasileiros que cumprem as exigentes metas de eficiência do Governo Federal nos enche de orgulho e sinaliza um exemplo a ser seguido”, destaca Bley.

O superintendente regional da Sanepar na Região Noroeste, Vitor Gorzoni, relaciona os bons resultados de Maringá especialmente à capacidade técnica das equipes de controle operacional e manutenção de redes.

“Temos um grande engajamento dos nossos empregados no controle de pressões na rede, monitoramento de vazões e na pesquisa por vazamentos ocultos. Desde a detecção do problema até encontrar a solução, tudo é feito no menor tempo possível para obter a maior efetividade do trabalho”, afirma.

SÃO JOSÉ DOS PINHAIS – a cidade da região Metropolitana de Curitiba também se destaca nacionalmente pelo trabalho de combate às perdas de água no último estudo divulgado pelo Trata Brasil.  Ele ocupa a 13.ª posição entre os municípios com menores perdas totais no sistema com um indicador de 21,22% de perdas no sistema.

O indicador médio computado na amostra do estudo foi de 35,56%, sendo que apenas 20 municípios possuem níveis de perdas na distribuição menores que 25%, enquanto 14 têm perdas superiores a 50%. 

Em 2023, São José foi território de um projeto piloto de identificação de vazamentos subterrâneos com base em imagens de satélite. A tecnologia israelense que dá, com maior exatidão, a localização de vazamentos ocultos é hoje utilizada em outros municípios do estado. Com os relatórios especializados, a Sanepar faz a confirmação do vazamento em campo e os reparos necessários. 

“Temos uma política forte de inovação nos processos operacionais da Companhia. Não paramos nunca de investir em ferramentas e treinamento do nosso pessoal, estamos todos muito empenhados no combate às perdas de água porque sabemos que isto implica em sermos uma empresa mais sustentável”, pontua o diretor de Operações da Sanepar, Sergio Wippel.

Maringá e São José do Pinhais são destaque no estudo do Instituto Trata Brasil. Desde que começou a ser divulgado, em 2018, os resultados da Sanepar são melhores que a média nacional

Pesquisa e Inovação
tecnicos testando adutora em busca de vazamento tecnicos testando adutora em busca de vazamento Novas tecnologias são aplicadas na identificação de vazamentos
esfera na mão de um tecnico esfera na mão de um tecnico Novas tecnologias são aplicadas na identificação de vazamentos
tecnicos observando a rede em busca de vazamento tecnicos observando a rede em busca de vazamento Novas tecnologias são aplicadas na identificação de vazamentos
estação de tratamento de água com reservatório ao fundo estação de tratamento de água com reservatório ao fundo Maringá: bons resultados tem como base a capacidade técnica das equipes de controle operacional e manutenção de redes
tecnicos no centro de controle operacional observando as telas dos computadores tecnicos no centro de controle operacional observando as telas dos computadores Maringá - Centro de Controle Operacional monitora todo o sistema 24h
reservatório de água elevado da sanepar em maringá reservatório de água elevado da sanepar em maringá Maringá: reservatório elevado, cartão postal da cidade
estação de tratamento de água vista aérea estação de tratamento de água vista aérea Maringá - Estação de Tratamento de Água
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Sanepar transforma madeiras do Reservatório Miringuava em material para primeira xiloteca caiçara do Paraná

Enviado por Carla Bastos Dias em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) destinou madeiras da supressão vegetal do Reservatório Miringuava para a formação da primeira xiloteca caiçara do Paraná. O projeto, em parceria com a Universidade Federal do Paraná – Campus Litoral e a Associação de Cultura Popular Mandicuera, alia a sustentabilidade à educação ambiental ao preservar o conhecimento sobre as árvores da Mata Atlântica e fortalecer a cultura tradicional caiçara. A madeira dará origem a três coleções: uma para a Sanepar, uma para o Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR (MAE) e outra para a Associação Mandicuera. 

O engenheiro florestal Aurélio Lourenço Rodrigues, coordenador de serviços e sistemas de gestão ambiental da Sanepar, explica que a xiloteca faz parte das ações da Companhia para preservar a memória das principais espécies lenhosas da flora da região do Reservatório Miringuava. “Difundir o conhecimento das árvores da Mata Atlântica, em que algumas espécies do Miringuava também são comuns para a comunidade caiçara, contribui para a educação ambiental. Nem todo mundo tem acesso à floresta, então a proposta é exatamente a de preservar esse material para que as pessoas possam conhecê-lo de uma outra forma”, declara. 

ESPÉCIES – De acordo com o engenheiro florestal Fernando Bechara, professor do curso de licenciatura em Educação do Campo da UFPR Litoral e vice-coordenador do projeto, foram catalogadas 44 espécies de madeira. Entre os exemplares, estão o cedro rosa, uma madeira comercial e muito utilizada na movelaria e na construção de casas caiçaras. 

O carvalho é outra espécie que compõe o acervo e é um exemplo de como as peças físicas possibilitam conectar diversas informações sobre a madeira e os processos da natureza. “O carvalho é uma madeira pesada, que cresce devagar, agrega as fibras e fica mais densa, com menos ar. Já a madeira leve cresce muito rápido e junta muito ar. A madeira mais pesada vai sequestrar mais carbono do que uma madeira mais leve”, explica. 

Outro exemplar é a casca de anta, uma espécie de cataia utilizada pelas antas para cicatrização de ferimentos. “O curioso é que no Litoral também tem uma cataia, mas é de outra família, que na verdade é uma pimenta (Pimenta pseudocaryophyllus). Ambas têm eugenol, um óleo medicinal e muito utilizado para fazer o uísque caiçara. Então é muito importante na cultura caiçara”, afirma Bechara. 

EDUCAÇÃO – A criação de uma xiloteca era um sonho antigo de Aorélio Domingues, fundador e mestre da Associação de Cultura Popular Mandicuera, para disseminar e salvaguardar o conhecimento e a cultura tradicional das madeiras utilizadas nos usos e costumes caiçaras para as novas gerações. “A juventude já não tem acesso à floresta como nós tivemos. A gente tem um conhecimento muito vasto dessas madeiras e hoje notamos que os jovens estão perdendo isso. A xiloteca tem a frente de uma educação popular, que, além de libertadora, está focada no que faz sentido dentro da comunidade”, destaca. 

Segundo Domingues, essa será a primeira xiloteca do Litoral. “Ela é muito importante no sentido que os livros não deram conta de preservar esse conhecimento por causa da linguagem científica e pela dificuldade de identificar a madeira em uma fotografia. Com a xiloteca você pega na madeira, sabe se é leve, pesada, branca, vermelha, qual a textura, a sonoridade. A gente já entende a propriedade daquela madeira tocando nela, se é boa para barco, casa ou para instrumento. É muito mais interessante uma criança pegar peças de madeira, algo concreto que traz o universo dela. É muito mais rápido do que ficar tentando explicar”, afirma o mestre. 

O processo de criação das peças da xiloteca envolve o corte, o beneficiamento e a catalogação das madeiras, que são identificadas pelo nome popular, científico e a localização geográfica dentro do território. Com apoio técnico da UFPR Litoral, o mestre Aorélio já produziu as peças que serão destinadas à Sanepar e ao MAE. A próxima etapa é beneficiar as madeiras que ficarão na associação e terão características diferentes das outras peças para tornar o conhecimento tradicional ainda mais acessível. 

CIÊNCIA E TRADIÇÃO – Para o povo que vive da floresta e do mar há mais de 500 anos, organizar o saber tradicional caiçara ultrapassa o benefício à própria comunidade – cria uma rede de conhecimento junto à universidade e às pessoas interessadas em conhecer as madeiras nativas da Mata Atlântica. “A proposta da xiloteca era da comunidade e veio ao encontro de ações da universidade. E a Sanepar já tinha exemplares de madeiras catalogadas, o que acelerou muito o processo. Foi muito importante a chegada da Sanepar junto com a comunidade, construindo relações que vão além da água, que traz outras correntes”, acredita Domingues. 

A professora Andressa Tavares, coordenadora do projeto e docente do curso de licenciatura em Educação do Campo da UFPR Litoral, destaca que a xiloteca articula o conhecimento tradicional com o científico, promovendo o diálogo com as comunidades do litoral. “Tivemos a sorte de encontrar a Sanepar construindo o Reservatório Miringuava no momento em que precisávamos. Este foi o pontapé, e agora queremos produzir materiais bibliográficos, didáticos e digitais para disponibilizar esse conhecimento também na internet. Traz benefícios para a comunidade local e para a sociedade em geral”, acrescenta.

Projeto em parceria com a UFPR Litoral e a Associação de Cultura Popular Mandicuera é fundamental para salvaguardar o conhecimento sobre a Mata Atlântica e a cultura tradicional caiçara. Peças farão parte do acervo da própria Companhia, do MAE-UFPR e da associação

Socioambiental
Aorélio Domingues, fundador e mestre da Associação de Cultura Popular Mandicuera Aorélio Domingues, fundador e mestre da Associação de Cultura Popular Mandicuera Aorélio Domingues, fundador e mestre da Associação de Cultura Popular Mandicuera
Entre os exemplares catalogados, estão o cedro rosa, uma madeira comercial e muito utilizada na movelaria e na construção de casas caiçaras Entre os exemplares catalogados, estão o cedro rosa, uma madeira comercial e muito utilizada na movelaria e na construção de casas caiçaras Entre os exemplares catalogados, estão o cedro rosa, uma madeira comercial e muito utilizada na movelaria e na construção de casas caiçaras
Xiloteca faz parte das ações da Companhia para preservar a memória das principais espécies lenhosas da flora da região do Reservatório Miringuava Xiloteca faz parte das ações da Companhia para preservar a memória das principais espécies lenhosas da flora da região do Reservatório Miringuava Xiloteca faz parte das ações da Companhia para preservar a memória das principais espécies lenhosas da flora da região do Reservatório Miringuava
44 espécies de madeira foram catalogadas para o projeto da xiloteca 44 espécies de madeira foram catalogadas para o projeto da xiloteca 44 espécies de madeira foram catalogadas para o projeto da xiloteca
Professora Andressa Tavares, coordenadora do projeto e docente do curso de licenciatura em Educação do Campo da UFPR Litoral, e a voluntária do projeto da xiloteca, Vitória Rodrigues de Paula Professora Andressa Tavares, coordenadora do projeto e docente do curso de licenciatura em Educação do Campo da UFPR Litoral, e a voluntária do projeto da xiloteca, Vitória Rodrigues de Paula Professora Andressa Tavares, coordenadora do projeto e docente do curso de licenciatura em Educação do Campo da UFPR Litoral, e a voluntária do projeto da xiloteca, Vitória Rodrigues de Paula
Aorélio Domingues, fundador e mestre da Associação de Cultura Popular Mandicuera Aorélio Domingues, fundador e mestre da Associação de Cultura Popular Mandicuera Aorélio Domingues, fundador e mestre da Associação de Cultura Popular Mandicuera
Peças da xiloteca foram beneficiadas na Associação de Cultura Popular Mandicuera Peças da xiloteca foram beneficiadas na Associação de Cultura Popular Mandicuera Peças da xiloteca foram beneficiadas na Associação de Cultura Popular Mandicuera
Xiloteca vai ajudar a salvaguardar o conhecimento sobre as madeiras da floresta, também utilizadas na confecção de instrumentos musicais pela comunidade caiçara Xiloteca vai ajudar a salvaguardar o conhecimento sobre as madeiras da floresta, também utilizadas na confecção de instrumentos musicais pela comunidade caiçara Xiloteca vai ajudar a salvaguardar o conhecimento sobre as madeiras da floresta, também utilizadas na confecção de instrumentos musicais pela comunidade caiçara
Paranaguá
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Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui

Enviado por Adriana Brum em

Na manhã desta sexta-feira (29), 32 empregados que fazem parte do voluntariado da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) viajaram 130 quilômetros, pela estrada e pelo mar, para contribuir com a preservação ambiental da ilha de Superagui, em Guaraqueçaba, litoral norte do Paraná. Em um dia de trabalho, o grupo retirou da ilha 1,5 tonelada de entulhos que estavam na orla.

Os voluntários, de diversas áreas da empresa, foram além da catação dos resíduos deixados na beira-mar por moradores, turistas ou trazidos pelas marés, e também promoveram a conscientização da comunidade sobre a destinação correta do entulho, materiais recicláveis e inservíveis.

Três saneparianos foram até a escola da ilha, o Colégio Estadual do Campo Ilha de Superagui, para incentivar o descarte correto de materiais recicláveis e materiais educativos com foco em ações socioeducativas e ambientais e deixaram um tambor para arrecadação de tampinhas plásticas.

PRESERVAÇÃO AMBIENTAL - Os saneparianos reforçaram com a comunidade a importância de fazer a limpeza da beira-mar e das áreas de moradia constantemente, separando os materiais por destinação, seguindo os dias de coleta para cada tipo de entulho, para que sejam retirados da ilha com eficiência.

PORTAS-ABERTAS - A coordenadora do Programa de Voluntariado Corporativo da Sanepar, Lucilene Costa, destacou que a ação desta última sexta-feira de maio aproximou a companhia da comunidade, da associação de catadores e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Guaraqueçaba para a criação de novas agendas conjuntas, fortalecendo a conscientização da comunidade quanto à preservação do meio ambiente e à importância da destinação correta dos resíduos.

“Essa parceria de hoje abre um leque de iniciativas futuras, porque não queremos apenas fazer uma atividade pontual, mas promover a preservação contínua”, disse Costa. 

A ação atendeu ao pedido feito pela Associação de Catadores de Reciclagem Cata Gurà diretoria executiva da Companhia para uma ação conjunta de limpeza na praia na comunidade de Superagui. A Sanepar também entregou 50 caixas d’água para a comunidade local. 

Também participaram da limpeza voluntários da prefeitura e do ICMBIo, com apoio da Prefeitura de Guaraqueçaba e do Instituto Água e Terra (IAT), que providenciaram as barcas para o transporte do grupo até a ilha.

 

Ação contou com 32 empregados da Companhia que participaram de ação para conscientização local sobre a destinação correta do entulho, materiais recicláveis e inservíveis

Socioambiental
Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui
Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui
Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui
Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui
Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui Voluntários da Sanepar retiram 1,5 tonelada de entulho da praia em Superagui
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Guaraqueçaba
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Sanepar faz vistoria em imóveis de Santo Antônio da Platina e região

Enviado por Ediane Battistuz em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) está dando continuidade, em 2026, ao trabalho de Vistoria Técnica Operacional (VTO) em imóveis comerciais e residenciais de Santo Antônio da Platina e região. Equipes da empresa Engezzi Engenharia, a serviço da Sanepar, verificam as ligações internas para atestar que os imóveis estejam corretamente ligados à rede de esgoto. Isso garante a coleta adequada do resíduo e o bom funcionamento do sistema de tratamento de esgoto, protegendo a saúde das pessoas e preservando o meio ambiente.

Em Santo Antônio da Platina, até o momento mais de quatro mil imóveis foram vistoriados. Até o fim deste ano, a vistoria deve se estender a todos os imóveis do município. Até 2028, pelo menos 25 mil imóveis devem passar pela varredura nos municípios da região.

Nesta vistoria, os técnicos avaliam se as instalações hidrossanitárias estão de acordo com as normas da Sanepar e a Legislação Ambiental. Para isso, conferem os pontos de lançamento de esgoto do banheiro, de pias da cozinha e churrasqueira, lavanderia e pontos de captação de água de chuva, como ralos. Também verificam a existência e a funcionalidade da caixa de retenção de gordura. Os testes são feitos com corantes não tóxicos colocados na água.

“A destinação incorreta da água da chuva na rede de esgoto é uma das principais causas de refluxo nos imóveis e de transbordamento de esgoto nas ruas, o que causa transtornos e danos ambientais. Para que esteja interligado corretamente, o esgoto do imóvel precisa ser lançado na rede coletora da Sanepar e a água de chuva lançada na galeria pluvial”, explica a gerente operacional da Sanepar na região, Flávia Giovanna Laiter Garcia.

Estando tudo de acordo com a ligação, o morador receberá o certificado de regularidade do imóvel. Nos casos em que for identificada alguma inconformidade, a equipe de vistoria orienta o cliente, por meio de uma notificação, sobre as adequações que devem ser feitas. O cliente recebe um prazo de 60 dias para corrigir a irregularidade. Caso persista a incorreção, o cliente pode ser multado e a situação é repassada à Vigilância Sanitária do Município.

Este serviço é um procedimento padrão feito periodicamente pela Sanepar. Em 2025, foram vistoriados em cerca de dez mil imóveis em municípios da área de abrangência da Sanepar na região, como Cambará, Jacarezinho, Siqueira Campos, Ibaiti, Joaquim Távora, Carlópolis e Quatiguá. Em 2026, foram incluídos municípios como Barra do Jacaré, Guapirama, Conselheiro Mairinck, Salto do Itararé e Santana do Itararé, que já estão ou em breve estarão passando pelas vistorias.

Flavia Giovanna Laiter Garcia, gerente operacional da Sanepar

 

As equipes de vistoria andam sempre em duplas, estão uniformizadas e portando crachá da empresa contratada, e em hipótese alguma vão solicitar ao cliente qualquer tipo de documento ou pagamento.

Em caso de dúvidas, os clientes podem entrar em contato com a Sanepar pelos canais oficiais de atendimento: o telefone 0800 200 0115, que funciona 24 horas por dia e a ligação é gratuita, o WhatsApp (41) 99544-0115, o site.sanepar.com.br/servicos e o Aplicativo Minha Sanepar. É essencial ter em mãos a fatura de água ou número da matrícula do imóvel.

Até 2028, todos os imóveis de municípios da região serão vistoriados. Equipes orientam o cliente para garantir que destinação de esgoto, água da chuva e gordura é adequada

Esgoto
Vistorias Técnicas Operacionais em Santo Antônio da Platina Vistorias Técnicas Operacionais em Santo Antônio da Platina
Vistorias Técnicas Operacionais em Santo Antônio da Platina Vistorias Técnicas Operacionais em Santo Antônio da Platina
Vistorias Técnicas Operacionais em Santo Antônio da Platina Vistorias Técnicas Operacionais em Santo Antônio da Platina
Vistorias Técnicas Operacionais em Santo Antônio da Platina Vistorias Técnicas Operacionais em Santo Antônio da Platina
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Santo Antônio da Platina
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Investimentos da Sanepar em rede de esgoto podem ter evitado 3.988 internações desde 2019

Enviado por Getulio Xavier… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), com seus investimentos para universalizar a coleta e tratamento de esgoto até 2029, pode ter evitado, nos últimos oito anos, 3.988 internações por Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado (DRSAIs), como diarreia, hepatite A e leptospirose. 

A conclusão se dá diante de um novo estudo do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), que mostrou que uma expansão de 1% na rede de esgoto no Paraná pode evitar 476 internações. 

Nas cidades em que a Companhia é responsável pelo serviço no estado, o Índice de Atendimento com Rede Coletora de Esgoto (IARCE) era de 74,22% em dezembro de 2019. Atualmente, o Índice é de 82,6%, um salto de 8,3 pontos percentuais.

Na prática, além de evitar o aumento dessas doenças, o avanço no saneamento também garante que o sistema seja desafogado e que este atendimento possa ser redirecionado para outras áreas com maior demanda no momento. São leitos e equipes que passam a ficar disponíveis, otimizando o uso dos recursos humanos e financeiros da saúde no Paraná. 

Do ponto de vista econômico, quase R$ 3,3 milhões são poupados a cada 10% de aumento na rede de esgoto, projeta o estudo. “Em termos de gastos hospitalares diretos, observou-se uma estimativa de R$ 4,79 milhões economizados pela ampliação da cobertura de saneamento nos últimos anos”, destacam os pesquisadores em outro trecho.

RUMO À UNIVERSALIZAÇÃO - No estado, a Sanepar é responsável pelo saneamento em 344 dos 399 municípios, coletando 82,4% do esgoto nas áreas urbanas e tratando 100% do que recolheu, dentro da legislação ambiental. A intenção é chegar a 90% de índice de coleta até 2029, antecipando em quatro anos a meta estabelecida pelo Marco Legal do Saneamento. 

“O impacto da universalização será um verdadeiro legado da Sanepar para o Paraná”, explica Wilson Bley, diretor-presidente da Companhia. “É muito mais do que saneamento, é saúde pública de qualidade para a população. Isso sem contar com todos os impactos econômicos, com a redução de gastos hospitalares e ganhos reais na qualidade de vida, emprego e renda daqueles com acesso à água e ao esgoto”, completa.

Nesse quesito, explica o Ipardes, convém citar que o avanço no saneamento também evita uma perda de R$ 2,68 milhões no PIB do estado. A cifra está relacionada com a queda nos afastamentos de trabalhadores acometidos por DRSAIs. 

“A questão do saneamento é um fator econômico importante, porque um estado com padrões adequados consegue ter acréscimo ao PIB, além de uma redução de perda de capacidade laboral e dias parados”, destaca Jorge Callado, diretor-presidente do Ipardes. “No estudo, mostramos que o saneamento tem reflexos não só na saúde, como também nos aspectos econômicos e sociais, além da sustentabilidade do estado.” 

QUALIDADE DE VIDA – A rotina de Ismail Donizete é um dos vários exemplos práticos desses impactos positivos citados pelo estudo do Ipardes. Desde que a vila onde mora em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba, passou a ser atendida pela coleta de esgoto, a qualidade de vida e a saúde da família teriam avançado de forma significativa. 

“Depois que fizeram estas benfeitorias, com certeza a qualidade de vida melhorou muito. A gente passava muito perrengue para circular na região, porque era meio que um esgoto a céu aberto, com valetas escorrendo água para todo canto. Piorava porque o povo jogava lixo, misturava com chuva e esgoto. Então, com certeza melhorou 100% a rotina e a saúde”, conta. “Eu só tenho a elogiar. A gente paga a taxa, mas vale a pena”, completa.

Marcelina da Silva Tavares, outra moradora do município, também observou que situações que antes eram comuns e ofereciam risco para a saúde da vizinhança deixaram de acontecer após as obras de esgotamento na cidade. 

“Bichos como mosca, barata e rato diminuíram bastante. Outra coisa que senti muita diferença é o cheiro ruim que tinha na região e agora, com a rede de esgoto, não tem mais esse problema”, destaca.

A sensação de melhora observada por Ismail e Marcelina não é por acaso: na cidade, a Sanepar investiu R$ 77 milhões entre 2019 e 2025. Desse total, R$ 29 milhões foram destinados aos sistemas de abastecimento de água, R$ 47 milhões para o sistema de esgotamento sanitário e o restante em outras áreas. O município agora tem oferta de água tratada em 100% de sua área urbana e a cobertura da rede de coleta e tratamento de esgoto passou de 41% em janeiro de 2019 para 71% atualmente.

CONCLUSÕES SEMELHANTES - O novo estudo do Ipardes se soma a uma série de outras estimativas que também apontaram, ao longo dos últimos anos, a importância e os benefícios dos investimentos em saneamento. 

O Trata Brasil, por exemplo, também concluiu em 2025 que os investimentos da Sanepar ajudaram a reduzir as taxas de internações e mortalidade infantil. O número de mortes por DRSAI reduziu em 3,6% na faixa etária de 0 a 4 anos e 5,9% entre crianças de 5 a 9 anos. Em relação ao número de internações, houve queda de 6,9% de 0 a 4 anos e de 3,9% de 5 a 9 anos. O período analisado é de 2008 a 2024, intervalo em que o serviço de coleta de esgoto prestado pela Sanepar cresceu 24 pontos percentuais, saltando de uma cobertura de 56,15% para 80,16%.

Do ponto de vista econômico, o próprio Ipardes já havia citado, em abril deste ano, a Sanepar como um dos motores do bom momento econômico no Paraná. De acordo com o estudo, a empresa ampliou 44,6% sua participação no PIB do estado, passando a contribuir com 1% - ou R$ 7,81 bilhões - de todos os investimentos e geração de empregos e renda que movimentaram a economia de forma direta e indireta em 2025. 

Outro estudo com conclusões semelhantes sobre a importância do saneamento básico para a saúde pública foi feito pelo instituto Trata Brasil em janeiro deste ano. De acordo com a entidade especialista no setor, a cada R$ 1 investido em saneamento básico no Paraná, foram gerados outros R$ 3,16 em ganhos sociais. Os dados levam em conta a melhora na saúde, na produtividade, no emprego e no desenvolvimento daqueles que possuem acesso aos serviços de água e esgoto. Além de triplicar a riqueza social, este mesmo R$ 1 investido em saneamento no Paraná, segundo a Organização Mundial da Saúde, faz com que sejam poupados outros R$ 4 com atendimentos.

Segundo essas estimativas, portanto, o pacote de R$ 13 bilhões de investimentos da Sanepar no abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto até 2030 pode gerar R$ 41 bilhões em ganhos sociais e ajudar a economizar outros R$ 52 bilhões na saúde. 

Segundo o Ipardes, a cada 1% de avanço na rede de esgoto do Paraná, 476 pessoas deixam de ser internadas por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado

Esgoto
Obras de ampliação da rede de esgoto em Matinhos. Obras de ampliação da rede de esgoto em Matinhos. Obras de ampliação da rede de esgoto em Matinhos.
Obras de ampliação da rede de esgoto em Matinhos. Obras de ampliação da rede de esgoto em Matinhos. Obras de ampliação da rede de esgoto em Matinhos.
Obras de ampliação da rede de esgoto em Rio Branco do Sul Obras de ampliação da rede de esgoto em Rio Branco do Sul Obras de ampliação da rede de esgoto em Rio Branco do Sul
Obras de ampliação da rede de esgoto em Rio Branco do Sul. Obras de ampliação da rede de esgoto em Rio Branco do Sul. Obras de ampliação da rede de esgoto em Rio Branco do Sul.
Tubulações utilizadas em obras de ampliação da rede de esgoto em Roncador. Tubulações utilizadas em obras de ampliação da rede de esgoto em Roncador.
Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná. Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná. Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná.
Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná. Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná. Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná.
Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná. Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná. Ipardes apresenta para a Sanepar o estudo sobre a relação entre o saneamento e a incidência de DRSAIs no Paraná.
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Sanepar já plantou 250 mil árvores nativas no entorno do Reservatório Miringuava

Enviado por Glaydson Angel… em

Desde o início da construção do Reservatório Miringuava, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) atua com estratégias de recuperação ambiental na área. Além do resgate da flora e da fauna locais, é feito o plantio de mudas para restaurar as áreas. Até o momento, 250 mil mudas de 35 espécies diferentes já foram plantadas em 112 hectares.

Segundo o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, o Miringuava é uma reserva essencial para garantir a segurança hídrica da população e para enfrentar cenários de escassez hídrica, cada vez mais iminentes diante das mudanças climáticas. “O impacto ambiental de uma obra dessa magnitude é inevitável. Entretanto, planejamos e executamos ações que visam mitigar os impactos e promover benefícios ambientais, concomitantes à garantia do abastecimento público”, observa.

INOVAÇÃO - A área total da barragem do Miringuava é de 430 hectares, sendo que 350 hectares eram vegetação nativa. O diretor de Meio Ambiente e Ação Social da Sanepar, Fernando Guedes, lembra que a desocupação da área verde foi autorizada em 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a licença emitida pelo Instituto Água e Terra (IAT).

“A recuperação ambiental com plantios de mudas teve início antes mesmo do enchimento do reservatório, o que é considerado inovador no contexto do saneamento, possibilitando o início  da restauração do entorno, acelerando os processos ecológicos e beneficiando o próprio reservatório”, destaca Guedes.

As margens da barragem e as áreas em recuperação farão parte de um corredor de biodiversidade de 8 milhões de metros quadrados que será conectado ao Parque Nacional Guaricana, área 62% superior à utilizada para a reservação de água. “O objetivo é criar um maciço florestal no entorno do reservatório que será direcionado para fazer essa conexão com a unidade de Conservação Federal. O IAT exige que a compensação ambiental seja maior do que a supressão vegetal e a Sanepar está propondo 950 hectares de compensação, mais do que o dobro do que a área ocupada pelo Miringuava”, afirma o engenheiro florestal da Sanepar, Aurélio Lourenço Rodrigues

 RECUPERAÇÃO – De acordo com Rodrigues, as áreas em recuperação eram ocupadas por usos diversos, como pastagens e agricultura. Cerca de 35 espécies diferentes foram plantadas, incluindo as de rápido crescimento inicial, como a aroeira e a bracatinga, e outras típicas da floresta da região, como araçá, pitangueira, açoita-cavalo, cedro e araucária.

São necessárias várias etapas no processo de recuperação, que incluem o preparo, a adubação e a correção do solo. Foram utilizadas mudas produzidas pela própria Sanepar e também por parceiros, como o IAT, a ONG Sociedade Chauá e a Itaipu Binacional.

Após o plantio, o trabalho foca na manutenção das mudas, com práticas como o coroamento, que consiste na limpeza ao redor do tronco da planta para evitar competição com vegetação indesejada. Também é realizado controle de pragas e aplicação de nutrientes que favorecem o crescimento das plantas ao longo do tempo.

PROTEÇÃO DA ÁGUA – A ocupação das áreas pelos ecossistemas nativos aumenta a disponibilidade hídrica, a qualidade da água e a vida útil do reservatório ao melhorar a infiltração da água no solo e evitar a erosão. “Se o sedimento vai para o corpo hídrico, ocorre o assoreamento, diminuindo o volume útil do reservatório, e pode ocorrer o enriquecimento de nutrientes que não são bem-vindos na água”, esclarece o engenheiro florestal da área de Pesquisa da Sanepar, Maurício Bergamini Scheer.

Ele ressalta ainda que a recuperação com o plantio de mudas ajuda a natureza a prestar seus serviços ecossistêmicos e contribui para o estoque de carbono, importante para retirar o gás carbônico do ar, um dos principais gases causadores do efeito estufa.

EXEMPLO - Scheer é responsável pelo estabelecimento de 25 hectares de sítios experimentais no entorno do Reservatório Piraquara II que fazem parte de uma rede de estações relacionadas a linha de pesquisa "Novos processos para a Conservação de Mananciais". “Estabelecemos unidades demonstrativas com vários tratamentos para que as demais áreas da Companhia pudessem usar as experiências adquiridas no processo de restauração ambiental e sucessão ecológica de acordo com os diversos graus e níveis de degradação do solo”, esclarece.

As técnicas aplicadas visam melhorar a condição de sombreamento, fixação de carbono, umidade do terreno e a recuperação de nutrientes do solo. As plantas crescem e depositam folhas que reproduzem a matéria orgânica do solo perdido, alimentando o ciclo natural que vai devolver a biodiversidade da área. “Damos um empurrãozinho para a natureza fazer o seu papel”, pontua Scheer.

Uma das estratégias aplicadas com bons resultados na sucessão ecológica é o plantio de linhas de bracatinga, que tem rápido crescimento, fixa o nitrogênio atmosférico e ajuda a mudar o microclima e as condições do solo. Nas entrelinhas é feito o plantio de espécies diversas com crescimento mais lento e que precisam de mais sombra e umidade para crescer. “A bracatinga tem uma vida curta, então com 14 ou 15 anos vai começar a sair naturalmente do sistema, dando espaço para as outras espécies plantadas e muitas outras que a própria natureza traz”, conta o pesquisador.

O conhecimento obtido a partir dessas pesquisas e o sucesso dos sítios experimentais são aplicados na recuperação de áreas pela Sanepar, como as do reservatório Miringuava. Os estudos ainda ultrapassam as fronteiras da Companhia e contribuem para a ciência em publicações científicas internacionais sobre restauração ecológica e ao fazer parte de planos de trabalho com estudantes, professores e pesquisadores de universidades.

MIRINGUAVA - O reservatório Miringuava está em processo de enchimento e vai ampliar a disponibilidade de água em 25% do Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba (SAIC), formado pelos reservatórios Iraí, Passaúna, Piraquara I e Piraquara II. Sua capacidade de reservação de 38,2 bilhões de litros atenderá 650 mil pessoas diretamente e fortalecerá o sistema de abastecimento de 3,5 milhões de habitantes da região metropolitana. Com a água reservada, a ETA Miringuava dobrará a sua capacidade de tratamento, passando de 1.000 para 2.000 litros de água por segundo. 

O IAT exige que a compensação ambiental seja maior do que a supressão vegetal e a Sanepar está propondo cerca de 950 hectares de compensação, mais do que o dobro do que a área ocupada pelo reservatório do Miringuava

Socioambiental
Plantio de mudas no Miringuava Plantio de mudas no Miringuava Plantio de mudas no Miringuava
Plantio de mudas no Miringuava Plantio de mudas no Miringuava Plantio de mudas no Miringuava
Plantio de mudas no Miringuava Plantio de mudas no Miringuava Engenheiro florestal da Sanepar, Aurélio Lourenço Rodrigues
Viveiro de Mudas Piraquara II Viveiro de Mudas Piraquara II Engenheiro florestal da área de Pesquisa da Sanepar, Maurício Bergamini Scheer
 Viveiro de mudas no Piraquara II   Viveiro de mudas no Piraquara II  Viveiro de mudas no Piraquara II
Viveiro de Mudas Piraquara II Viveiro de Mudas Piraquara II Viveiro de mudas no Piraquara II
Viveiro de Mudas Piraquara II Viveiro de Mudas Piraquara II Viveiro de mudas no Piraquara II
Viveiro de Mudas Piraquara II Viveiro de Mudas Piraquara II Viveiro de mudas no Piraquara II
Plantio de mudas no Miringuava Plantio de mudas no Miringuava Plantio de mudas no Miringuava
São José dos Pinhais
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Sanepar contribui na formação de cadetes do Corpo de Bombeiros

Enviado por Getulio Xavier… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) participou, nesta sexta-feira (15), de uma etapa crucial da formação de bombeiros militares do estado com a realização de um treinamento simulado de emergências com produtos perigosos envolvendo cloro. A formação foi realizada na Estação de Tratamento de Água (ETA) Iraí, localizada no município de Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba.

Ao todo, 16 cadetes do 3º ano do Curso de Formação de Oficiais do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná participaram do treinamento realizado pela Sanepar em conjunto com a empresa Hidromar, fornecedora de cloro para tratamento de água.

A aula envolveu teoria e prática, com foco no manuseio correto do produto e também mostrou como identificar vazamentos e quais ações devem ser tomadas durante essas ocorrências.

“Quando é possível realizar esses treinamentos conjuntos todos ganham com o desenvolvimento mútuo. Essa turma que está sendo formada, por exemplo, vai atuar em todas as regiões do estado. Com esta formação, estamos multiplicando conhecimento”, explicou o coordenador da Gerência de Produção de Água da Sanepar Arion Garcia da Silva.

EXPERIÊNCIA - Para o major Alexandre Mançano Cavalca, que atua na formação dos cadetes, a Sanepar é uma parceira essencial nesta etapa de formação dos bombeiros por ser uma empresa com ampla experiência no correto manuseio do cloro.

“As equipes da Sanepar têm expertise no atendimento a vazamentos e a estão compartilhando com o Corpo de Bombeiros Militar. Em uma situação de emergência, podemos atuar em conjunto, em parceria, com todo esse conhecimento. É uma instituição auxiliando a outra, sempre”, destacou o major.

AULA TEÓRICA E PRÁTICA - A formação contou com um módulo teórico, em que os bombeiros puderam conhecer mais profundamente as propriedades e perigos do manuseio do cloro, substância utilizada no tratamento de água, considerada altamente tóxica em casos de acidente.

A instrução foi aplicada pelo químico industrial Junior Mariano de Oliveira, responsável pelos treinamentos da Hidromar, e pelos saneparianos Anderson Fabiano, supervisor da ETA Iraí, e José Roberto Correa, coordenador de Saúde e Segurança do Trabalho.

Na parte prática, os cadetes foram até os cilindros que armazenam o cloro, que é um gás, na ETA Iraí, utilizando roupas encapsuladas nível A, proteção respiratória e ferramentas específicas para contenção de vazamentos em cilindros e em tanques de armazenamento.

Assim, colocaram em prática os conhecimentos obtidos na aula. As atividades foram realizadas em ambiente controlado e simulado, sem utilização real do produto químico.

Apesar da baixa incidência de acidentes com gás cloro no Paraná, o Corpo de Bombeiros mantém treinamento constante para atuação em emergências químicas de alta complexidade.

AGILIDADE NA RESPOSTA - O Estado possui intensa circulação de produtos perigosos pelas rodovias e atividades industriais que demandam preparação especializada das equipes de resposta.

“O cloro é um produto extremamente importante para a sociedade, mas também extremamente tóxico quando ocorre um vazamento. Pode causar irritações severas, problemas respiratórios graves e até levar vítimas à morte. Por isso é fundamental que os bombeiros estejam preparados para agir rapidamente e minimizar os danos”, explicou o major Alexandre.

O treinamento também abordou o uso do chamado “kit cloro”, conjunto de ferramentas específicas utilizado para contenção emergencial de vazamentos. Além da retirada de vítimas e isolamento da área, as equipes treinam técnicas para impedir a dissipação do gás e evitar novos contaminados.

Expertise da Companhia com o manuseio seguro do cloro foi compartilhada em um treinamento teórico e prático realizado na Estação de Tratamento de Água Iraí

Institucional e Governança
Sanepar contribui na formação de cadetes do Corpo de Bombeiros. Sanepar contribui na formação de cadetes do Corpo de Bombeiros. Sanepar contribui na formação de cadetes do Corpo de Bombeiros.
Sanepar contribui na formação de cadetes do Corpo de Bombeiros. Sanepar contribui na formação de cadetes do Corpo de Bombeiros. Sanepar contribui na formação de cadetes do Corpo de Bombeiros.
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Curitiba
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SEMANA NACIONAL DE MUSEUS: Museu da Sanepar abre inscrições de oficina para crianças

Enviado por Glaydson Angel… em

O Museu do Saneamento, em Curitiba, está com inscrições abertas, até o dia 21 de maio, para a oficina "Água e Paz: o Direito ao Bem Comum", direcionada para crianças de 7 a 10 anos de idade. A atividade ocorrerá no dia 24 de maio (domingo), das 14 às 16 horas, nas dependências do Museu, dentro da programação nacional da 24ª Semana Nacional de Museus (SNM).

A atividade é gratuita, envolve recorte e colagem para a produção de cartaz sobre o mesmo tema da oficina. O cartaz ficará em exposição no Museu do Saneamento.

As vagas são limitadas e as crianças participantes devem estar acompanhadas de um adulto responsável, que deve permanecer com a criança durante todo o tempo da oficina. Após a inscrição é necessário aguardar o e-mail de confirmação da vaga e as orientações sobre a participação. As inscrições ocorrem pelo link: https://forms.gle/BML9HU2hax4n7Kz48

PAZ - A oficina infantil da Sanepar é parte das celebrações do Dia Internacional dos Museus (18/05) e da SNM, organizada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em um circuito nacional de eventos para a comemoração desse dia. Nesta edição, considerando o contexto mundial de conflitos, o tema da SNM, definido pelo Ibram, é “Museus: unindo um mundo dividido". O Museu do Saneamento embarca nesse processo, tratando da paz e da água, seu assunto principal, relembrando o papel social dos museus na promoção do diálogo e do conhecimento.

MUSEU - Mantido pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), o Museu do Saneamento tem acesso para pedestres pela Avenida Victor Ferreira do Amaral, 1.760, no bairro Tarumã, em Curitiba (não há estacionamento para visitantes no local). O espaço abre para visitas de terça a domingo, das 9 às 17 horas, com entrada permitida até as 16.

VISITAS - As visitas ao Museu são gratuitas e devem ser agendadas para grupos a partir de cinco pessoas pelo site www.museuplanetaagua.org.br (acesse o campo “Agende sua visita” e confira as datas e os horários disponíveis). É possível fazer visitas individuais ou em pequenos grupos de forma espontânea, sem agendamento. Em dias de lotação, há fornecimento de senhas no local. Neste ano, o espaço já recebeu mais de 8 mil visitas, com uma média de 200 pessoas por dia.

Para conhecer outros espaços de visitação da Sanepar visite o site: e-ambiental.sanepar.com.br

Tema da atividade busca a reflexão sobre a água e a paz no mundo. Ação faz parte da programação nacional da 24ª Semana Nacional de Museus (SNM)

Socioambiental
Exposição Planeta Água no Museu do Saneamento da Sanepar Exposição Planeta Água no Museu do Saneamento da Sanepar Exposição Planeta Água no Museu do Saneamento da Sanepar
Exposição Planeta Água no Museu do Saneamento da Sanepar Exposição Planeta Água no Museu do Saneamento da Sanepar Exposição Planeta Água no Museu do Saneamento da Sanepar
Exposição Planeta Água no Museu do Saneamento. Exposição Planeta Água no Museu do Saneamento. Esqueleto de baleia feito com plástico encontrado na natureza é uma das atrações da exposição Planeta Água, no Museu do Saneamento.
Curitiba
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Sanepar ensina como manter a qualidade da água em comunidades rurais

Enviado por Glaydson Angel… em

Na região Sudoeste, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) está, em parceria com as prefeituras, levando água potável de qualidade para mais de 17 comunidades rurais, onde vivem 1.020 famílias. Além das obras de infraestrutura para garantir água nas torneiras, a Sanepar também presta apoio técnico para que os moradores operem os sistemas rurais, assegurando o consumo de água segura.

O superintendente da Sanepar na região Sudoeste, Marcio Luis de Souza, reforça que mesmo nas comunidades rurais é necessário tratar a água para garantir a potabilidade. “O Programa Sanepar Rural, em parceria com as prefeituras e a comunidade, é um exemplo de como esforços conjuntos conseguem levar qualidade de vida para todos os paranaenses. Compartilhar esta tecnologia é missão da Sanepar para promover a saúde pública”, afirma Souza. 

Ouro Verde do Oeste foi um dos municípios aos quais a Sanepar levou conhecimento e técnica para que os moradores tenham acesso a uma água própria para o consumo. A técnica química Maria das Graças Alves reuniu os responsáveis por cuidar do sistema da Linha Gustavo para reforçar o treinamento de aplicação de produtos e manutenção dos equipamentos, garantindo que as famílias atendidas possam consumir a água do poço com segurança.

O treinamento consistiu em explicar o processo de tratamento, além de orientar a equipe responsável pela manutenção sobre o preparo dos produtos químicos e a realização de análises para verificar a qualidade da água que chega às residências. “O treinamento visa garantir que, no campo, eles tenham a mesma qualidade da água que é entregue nas cidades onde a Sanepar atua. O objetivo é que eles saibam realmente tratar a água e resolver os problemas cotidianos da operação”, comenta a técnica.

Francisco Xavier dos Santos é agricultor e morador da Linha Alvorada do Oeste. Ele será um dos responsáveis pela operação do poço que abastece as comunidades. “Pretendo aprender junto com a comunidade e trabalhar de uma forma mais correta. O treinamento é bom e, se eu não conseguir estar presente, haverá outra pessoa para atuar no meu lugar”, diz.

Margareth Buena Saxer, proprietária de um sítio na Linha Gustavo, também participou da capacitação e celebrou a implantação do poço. “Estávamos há 12 anos esperando para usufruir da água tratada. A Maria é excelente, explicou bem e não deixou dúvidas sobre o tratamento.”

O PROGRAMA – Com mais de 45 anos de existência, o Sanepar Rural atua na implantação de sistemas de água para comunidades rurais e periféricas no Paraná. Para viabilizar a operação, engenheiros e técnicos da Sanepar fazem os estudos técnicos, orçamento e contratação de materiais hidráulicos, equipamentos eletromecânicos e dão suporte socioambiental. Em contrapartida, o município disponibiliza o manancial de abastecimento, mão de obra e insumos de construção civil.

Na região Sudoeste, desde 2023, a companhia entregou para as comunidades 13 obras, atendendo quase 600 famílias nos municípios de São Miguel do Iguaçu, Flor da Serra do Sul, Santo Antônio do Sudoeste, Mariópolis, Salgado Filho, Guaraniaçu, Coronel Vivida, Dois Vizinhos, Jesuítas, Manfrinópolis, Nova Aurora, Ouro Verde do Oeste e Pérola do Oeste.

Além da infraestrutura de redes, equipamentos eletromecânicos e reservatórios, o programa de saneamento rural da Sanepar contempla apoio técnico para as comunidades gerirem o próprio abastecimento

Socioambiental
Treinamento da equipe que vai tratar água em comunidade rural de Ouro Verde do Oeste Treinamento da equipe que vai tratar água em comunidade rural de Ouro Verde do Oeste Treinamento da equipe que vai tratar água em comunidade rural de Ouro Verde do Oeste
Morador de Ouro Verde do Oeste Morador de Ouro Verde do Oeste Francisco Xavier dos Santos é agricultor e morador da Linha Alvorada do Oeste. Ele será um dos responsáveis pela operação do poço
Moradora de comunidade rural de Ouro Verde do Oeste Moradora de comunidade rural de Ouro Verde do Oeste Margareth Buena Saxer, proprietária de um sítio na Linha Gustavo, também participou da capacitação e celebrou a implantação do poço
Treinamento da equipe que vai tratar água em comunidade rural de Ouro Verde do Oeste Treinamento da equipe que vai tratar água em comunidade rural de Ouro Verde do Oeste Treinamento da equipe que vai tratar água em comunidade rural de Ouro Verde do Oeste
Ouro Verde do Oeste
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