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Banco alemão financia duas importantes obras em Londrina

Enviado por Giovanna Migot… em

Com recursos de cerca de R$ 300 milhões de reais, o banco de desenvolvimento alemão KfW está financiado cinco obras da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) no estado sendo duas delas em Londrina. Tratam-se das obras de ampliação e modernização das estações de tratamento de esgoto (ETEs) Norte, localizada no Jardim Eucalipto, e Sul, no Parque Municipal João Milanez.

O aporte que está sendo feito agora se destina à segunda fase do programa Paraná Bem Tratado, mas as obras já estão em andamento com recursos próprios (da Sanepar) aplicados de forma antecipada. “Temos esta parceria com o KfW desde o desenho deste modelo que tem grande impacto no que diz respeito à eficiência operacional e minimização da emissão dos gases de efeito estufa”, explica o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

“Conseguimos dar início às obras e avançar para além dos 20% de contrapartida, com base na relação de extrema confiança que já havíamos construído. O contrato cumpre uma formalidade para o efetivo envio dos recursos”, destaca Bley.

Os investimentos em Londrina viabilizam uma Central de Tratamento de Lodo, que, embora anexa à ETE Sul, vai atender a região metropolitana. A unidade fará a secagem do lodo de seis ETEs: quatro locais, uma de Cambé e outra de Tamarana. As obras abrangem ainda a implantação das estruturas para coleta, armazenamento e tratamento do biogás gerado na ETE Sul, possibilitando sua utilização como combustível no processo de secagem dos lodos.

“A unidade tem tecnologias inovadoras e sustentáveis, prevendo a utilização dos dois principais subprodutos gerados na ETE como fontes de energia. Atualmente o biogás é queimado e o lodo segue para aterro”, explica o gerente de Convênios e Parcerias da Sanepar, Eduardo Pegorini.

SECAGEM DO LODO: O sistema de secagem térmica do lodo tem como peça principal um tambor de aço, com 18 metros de comprimento, 4,3 metros de diâmetro e pesa 43 toneladas, com capacidade de processar até 5 toneladas por hora. Complementa o sistema, um gerador de gases, que mede 6 metros de comprimento por 3 metros de largura e 40 toneladas.

O gerente geral da Sanepar na Região Nordeste, Rafael Leite, chama a atenção para o ganho ambiental dos investimentos do KfW, com a conversão daquilo que seria um passivo em ativo energético. “O processo de secagem é capaz de reduzir o volume de quatro caçambas de lodo úmido para uma única caçamba de lodo seco. Aproveitando o gás da estação, deixamos de emitir gases de efeito estufa e mitigamos as mudanças climáticas”, resume.

Leite também indica de redução de custos logísticos. “A Sanepar mantém uma política de alinhamento de suas operações aos conceitos de ETEs Sustentáveis, nesse sentido investimos para aproveitar os subprodutos dos processos e reduzir demandas por aterros e recursos naturais”, explica o gerente-geral.


Com um investimento de R$ 58,8 milhões, a obra tem entrega final prevista para novembro, iniciando fases de pré-operação e operação assistida em julho.

Ainda em 2026, a ETE Sul passará pela segunda fase de ampliação, incluindo reformas, melhorias em reatores e tratamento preliminar. Segundo Pegorini, isso aumentará a eficiência da unidade e a geração de biogás.

RARIDADE – Os equipamentos que compõem a Central de Tratamento de Lodo da ETE Sul são raros. O tambor secador modelo Bruthus, por exemplo, só é utilizado em outras seis estações no Brasil. Desses, apenas dois operam utilizando biogás e lodo de esgoto como fontes de energia: um em Minas Gerais e o outro na ETE Atuba Sul, na Sanepar, em Curitiba. Os demais estão em ETEs no Rio de Janeiro e Minas.

ENERGIA ELÉTRICA - Na ETE Norte, em Londrina, os investimentos visam além da otimização e confiabilidade dos processos de tratamento de esgoto, o aproveitamento do biogás para geração de energia elétrica para a operação da própria unidade.

A obra está orçada em R$ 62 milhões e vai revitalizar cinco reatores anaeróbios e um digestor existente, além de prever a construção de um novo digestor e aprimorar o tratamento preliminar. A conclusão está prevista para março de 2028.

OUTRAS OBRAS – Recursos do KfW se desdobram em obras nas ETEs Pinhalzinho, em Umuarama, e Padilha, em Curitiba. Na Capital também estão previstas a implantação de uma central de tratamento de lodo e a ampliação da Usina de Tratamento de Lodos e Resíduos Orgânicos (Usbio), anexo à ETE Belém.

MITIGAR GEE - O biogás é um residual do processo que trata o esgoto doméstico de forma anaeróbica, isto é, sem oxigênio. O processo acontece dentro de biodigestores, onde bactérias degradam a matéria orgânica, liberando o gás que é composto principalmente por metano e dióxido de carbono.

A redução de gases de efeito estufa (GEE) a partir do aproveitamento do biogás é o pilar do Programa Paraná Bem Tratado, uma iniciativa da Sanepar na década de 2010, com pesquisa e cooperação técnica envolvendo diversas instituições do Paraná e do Brasil, junto com a agência de cooperação técnica da Alemanha GIZ.
 

 

KfW está viabilizando ampliações das ETEs Norte e Sul com aproveitamento do biogás para tratar lodo e gerar energia

Pesquisa e Inovação
estação de tratamento de esgoto vista do alto estação de tratamento de esgoto vista do alto Sanepar e KfW viabilizam obras com elevados ganhos ambientais em Londrina (by Giovanna Fonseca)
central de tratamento do lodo, um prédio na cor verde central de tratamento do lodo, um prédio na cor verde Sanepar e KfW viabilizam obras com elevados ganhos ambientais em Londrina (by Giovanna Fonseca)
tambor de secagem de lodo, peça de grandes dimensões em aço tambor de secagem de lodo, peça de grandes dimensões em aço Obras visam aproveitamento de biogás de estações de tratamento de esgoto (by Giovanna Fonseca)
balão de biogás, branco, enorme balão de biogás, branco, enorme Biogás vai virar energia para secar lodo de sete de ETES na central de tratamento anexa à ETE Sul (by Giovanna Fonseca)
estação de tratamento de esgoto - obra vista de cima estação de tratamento de esgoto - obra vista de cima Obra na ETE Norte visa fornecimento de energia para operação da própria unidade (fotos by Cembra)
estação de tratamento de esgoto - obra vista de cima estação de tratamento de esgoto - obra vista de cima Obra na ETE Norte visa fornecimento de energia para operação da própria unidade (fotos by Cembra)
estação de tratamento de esgoto - obra vista de cima estação de tratamento de esgoto - obra vista de cima Obra na ETE Norte visa fornecimento de energia para operação da própria unidade (fotos by Cembra)
Londrina
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Sanepar é a empresa com mais cidades no ranking do saneamento nacional 

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) é a empresa com o maior número de cidades no ranking nacional do saneamento básico, divulgado nesta quarta-feira (18) pelo Instituto Trata Brasil. Seis cidades paranaenses, geridas pela Sanepar, aparecem  entre os 20 municípios com as melhores ofertas de atendimento nos serviços de água e esgoto do país: Foz do Iguaçu, Maringá, São José dos Pinhais, Ponta Grossa, Londrina e Curitiba. Na sequência do ranking aparece a Sabesp com cinco cidades. 

O desempenho da Sanepar é resultado de uma trajetória de crescimento contínuo, expansão acelerada, robustez financeira e inovação tecnológica operacional. Entre 2021 e 2025, foram investidos mais de R$9,5 bilhões nos sistemas de água e esgoto nos municípios operados pela Companhia. Nas seis cidades destaque no ranking, somente no ano passado, os investimentos ultrapassaram R$786 milhões. 

Maringá (12º), São José dos Pinhais (13º), Ponta Grossa (15º), Londrina (17º), Curitiba (19º) e Foz do Iguaçu (9º lugar) estão entre as 20 melhores do levantamento nacional. “O resultado é um reconhecimento ao alto desempenho dos serviços realizados pela Sanepar, responsável pela captação, tratamento e distribuição de água, além da coleta e tratamento de esgoto”, afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

A liderança da Companhia se consolida com índices de atendimento de água universalizados, oferecendo o serviço para 100% da população urbana e mais de 82% com serviço de coleta e tratamento de esgoto, sendo que todo o volume coletado recebe tratamento.

Segundo o Instituto Trata Brasil, Foz do Iguaçu alcançou o índice de 96,3% de atendimento total com esgoto; Maringá aparece com 99,4%; São José dos Pinhais com 87,16%; Ponta Grossa com 98,3%; Londrina atingiu 98,30% e Curitiba, 100%.

Os resultados das cidades paranaenses superam as médias nacionais. Em 2024, a média de atendimento de água na área urbana do país, de acordo com o Sinisa (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento), foi de 98,4%. Já na coleta de esgoto, a média nacional foi de 62,3%. Entre os estados brasileiros, o Paraná fica à frente de Goiás e Minas Gerais, que possuem índices de atendimento de esgoto de 70,9% e 86,3%, respectivamente.

O ranking elaborado pelo Instituto Trata Brasil (ITB), em parceria com a consultoria GO Associados, também mantém Curitiba como uma das capitais com melhores índices. Neste ano, a capital paranaense ficou atrás apenas de Goiânia (GO) e São Paulo (SP). Presente em 345 municípios paranaenses, a Sanepar é responsável por um dos maiores programas de saneamento do país.

"A Sanepar mantém o compromisso de tornar o Paraná o primeiro estado brasileiro a universalizar o saneamento, levando o serviço a 90% da população. Para isso, programamos investir mais de R$ 13 bilhões no ciclo 2026–2030. A Sanepar está na vanguarda com projetos como as PPPs, que são um caminho para transformar o saneamento em prioridade nas políticas públicas, com foco em resultados concretos para a população", comenta Wilson Bley.

ESTUDO – O Ranking Trata Brasil 2026 publica anualmente o panorama do saneamento com foco nos 100 municípios mais populosos do Brasil. Para produzir o levantamento, o instituto analisou os indicadores do Sinisa (ano-base 2024), publicados pelo Ministério das Cidades. O levantamento avalia dez indicadores distribuídos em três dimensões: Nível de Atendimento, Melhoria do Atendimento e Nível de Eficiência.

PERDAS MÍNIMAS – O Paraná também se mantém como destaque no combate às perdas na distribuição de água. A Companhia possui um dos menores índices do país, com 33,4%, enquanto a média brasileira é superior a 39%. No Paraná, os destaques deste ano foram São José dos Pinhais (21,22%), Maringá (22,78%), Londrina (29,61%) e Foz do Iguaçu (29,85%).

“Com a aprovação do Marco Legal do Saneamento, as companhias têm um desafio muito grande no intuito de buscar a universalização, que significa acesso à água tratada para 99% da população, acesso à coleta e tratamento de esgoto para 90%. E, a eficiência operacional tem um papel de suma importância nesse cenário. Para alcançar os 25% de perdas estipulados no Marco do Saneamento, é preciso um grande esforço. A Sanepar já possui um dos menores índices do Brasil e tem concentrado esforços com grande investimento para alcançar a meta”, comenta o diretor de Operações da Sanepar, Sergio Wippel.

O Programa de Combate a Perdas da Companhia tem atraído o interesse de outros países e se transformou em referência internacional, com parcerias em países como Paraguai e Honduras, onde a Companhia protagoniza convênios para transferência de tecnologia e capacitação técnica.

Seis cidades operadas pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) estão entre as 20 mais bem ranqueadas pelo Instituto Trata Brasil, em levantamento divulgado nesta quarta-feira (18). Entre 2021 e 2025, foram investidos mais de R$9,5 bilhões nos sistemas de água e esgoto nos municípios operados pela Companhia

Reconhecimento
Estação de Tratamento de Água Iguaçu Estação de Tratamento de Água Iguaçu
Estação de Tratamento de Água  Passaúna Estação de Tratamento de Água  Passaúna
Estação de Tratamento de Esgoto Ouro Verde em Foz do Iguaçu Estação de Tratamento de Esgoto Ouro Verde em Foz do Iguaçu
Curitiba
Foz do Iguaçu
Londrina
Maringá
Ponta Grossa
São José dos Pinhais
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Representantes da Sanepar, Copel e prefeituras alinham ações para garantir abastecimento de água em Londrina e Cambé

Enviado por Emanuele Campo… em

Estabelecer estratégias para garantir regularidade no abastecimento de água tratada em Londrina e Cambé. Este foi o objetivo da reunião envolvendo representantes da Sanepar, Copel e das prefeituras das duas cidades nesta quinta-feira (11).   

A reunião de cunho técnico foi direcionada para o desenho de ações conjuntas visando o pleno funcionamento do Sistema Produtor Tibagi, desde a prevenção de quedas de energia até o atendimento emergencial da população em situações emergenciais.

Uma revisão dos fenômenos atmosféricos ocorridos em novembro e os que estão previstos para dezembro foi apresentada pelo Coordenador de Operação na Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (SIMEPAR), Marco Jusevicius.

De acordo com ele, chuva com tempestades estão previstas para os próximos dias. Ele também afirmou que as condições climáticas de ventos superiores a 170 quilômetros por hora, registrado após os ciclones que atingiram o Paraná recentemente não tem registros nos últimos 30 anos. “Já tivemos ciclone bomba registrado em julho de 2020, mas foram com características diferentes e de menor impacto. Fenômenos atmosféricos como estes em pleno verão é raríssimo”, garantiu.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, participou da reunião de maneira remota, da sede em Curitiba, na companhia de outros diretores. Ele enfatizou o envolvimento de todos para restabelecer a segurança operacional do Sistema Produtor Tibagi, desde agilizar contratações de equipamentos, o fornecimento de caixas de água para famílias em situação de vulnerabilidade, novas escalas de pessoal e implementar planos preventivos diante de um novo contexto climático.

Participantes da reunião, como os secretários municipais de Obras de Londrina, Otávio Gomes, e de Cambé, Manoel Cícero dos Santos, defenderam a atuação conjunta já que as cidades são conturbadas, como a poda de árvores livrando as redes elétricas, facilitando o acesso de equipes para manutenções em estradas danificadas pelas chuvas e o suporte no atendimento com caminhões-pipa em caso de paradas no abastecimento de água.

O prefeito Tiago Amaral, também de maneira remota (videoconferência), reforçou o pedido para que seja restabelecida a normalidade no abastecimento de água em Londrina. “Não importa de quem é a culpa. O importante é construir um sistema que nos blinde de uma situação como esta visando garantir o abastecimento da população”, disse.

CONTEXTO – O Sistema Tibagi corresponde a 65% do volume de água produzido no Sistema Integrado Londrina-Cambé e vem sofrendo paradas não programadas desde o início de novembro, em função de quedas de energia. Além das paradas emergenciais, houve paradas programadas com paralisação ou redução da capacidade produtiva, em função de obras de melhoria na rede da Copel e, também, problemas eletromecânicos em equipamentos da própria Sanepar.

O ponto crítico do desabastecimento em Londrina e Cambé parte do tornado que atingiu o Paraná em 7 de novembro e que provocou queda de energia em dezenas de cidades, com a consequente interrupção no fornecimento de água. Nesta ocasião, no Sistema Tibagi ficou sem energia desde as 20h da sexta (7) até as 14h do sábado (8), afetando o abastecimento de água nas duas cidades.

A Copel está realizando uma obra de melhoria na rede que atende o Tibagi, visando ampliar a oferta de energia para unidades do sistema. A obra é necessária para permitir a captação e tratamento de água em capacidade máxima, com garantia de segurança operacional e ganho de mais de 25% na produção. Os serviços de interligações demandam três manobras com interrupção total e parcial, duas etapas foram realizadas em 23 e 30 de novembro.  A terceira e última etapa está prevista para 18 de dezembro.

A obra consiste na construção de dois novos circuitos de média tensão, para o aumento de carga em três unidades do Sistema Tibagi

“Hoje nós trabalhamos com três conjuntos de motobomba, que produzem 1.800 litros de água por segundo. Com esta obra, a Sanepar poderá operar novas bombas, que já estão instaladas, e passa a trabalhar com 2.400 litros por segundo na produção Tibagi, o que representa uma ampliação de 25% na capacidade de produção do sistema”, explica o gerente geral da região Nordeste na Sanepar, Rafael Leite.

Ele destaca que a obra de melhoria no sistema elétrico trará dois benefícios principais: estabilidade na operação e ampliação da capacidade na captação e tratamento.

A obra soma R$ 6,1 milhões de investimento, dos quais R$ 1,2 milhão foram pagos pela Sanepar. O gerente de Operações de Campo da Copel na região Norte do Paraná, Douglas Bausewein, destacou a parceria entre as empresas, com foco no atendimento à população: “Tivemos uma reunião muito produtiva e esta união de esforços vai trazer melhorias importantes, tanto para Londrina quanto para Cambé. Estamos falando de novos circuitos alimentadores dedicados exclusivamente às unidades da Sanepar, o que vai atribuir maior robustez ao sistema”.

Atuação conjunta deve prevenir interrupções na produção do Sistema Tibagi e agilizar retomada da distribuição de água em caso de paradas emergenciais

Água
reuniao londrina reuniao londrina
reuniao londrina reuniao londrina
Cambé
Londrina
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Integridade e Diversidade são temas de aperfeiçoamento com Terceirizados da Sanepar

Enviado por Chelsea Karina… em

Centenas de profissionais terceirizados que prestam serviços comerciais em campo para a Sanepar em Londrina e Região, passaram por um treinamento inédito abordando questões de Integridade, Diversidade, Proteção de Dados e Segurança da Informação, nos dias 30 e 31 de outubro. 

Buscando alinhar a conduta à Imagem da Companhia, o treinamento mobilizou de modo híbrido 100% das equipes que atuam, por meio da Fimm, com atividades de leitura de consumo e entrega simultânea de faturas, ações de cobrança, realização de lacre, religação de água e outras vistorias nas cidades de Apucarana, Arapongas, Cornélio Procópio, Londrina e Santo Antônio da Platina.

A gerente de Gestão de Riscos e Compliance da Companhia, Caroline de Andrade, conta que o objetivo é preparar equipes terceirizadas para seguir uma conduta de acordo com as políticas e normativas da empresa, principalmente no contato direto prestando serviços no portão do cliente.

A Sanepar constrói relações de negócio baseadas na ética e na transparência. E mais do que prever esses requisitos em contrato, consideramos fundamental alinhar essa postura com quem leva o símbolo da Companhia no peito, pelas ruas, no dia a dia de trabalho”.

Essa também é a visão de uma das gestoras do contrato da Fimm na Sanepar, Angela Rosa Cozlik. Segundo ela, não é raro equipes de campo enfrentarem situações desafiadoras no ato da leitura ou do corte, requerendo uma dose extra de preparo para se posicionar de forma ética diante do cliente. “É de suma importância tratar desses assuntos com os quem trabalham na rua, para que estejam cientes e prevenidos, especialmente orientando em relação ao comportamento diante do cliente e denúncias, numa via de mão dupla no trato e no respeito”, pondera Angela.

Integridade para Todos - A adesão ao  Programa de Integridade da Sanepar é um requisito contratual fundamental para fortalecer os valores da Sanepar. Sensibilizar e disseminar o tema junto a Terceiros, é uma forma de padronizar as condutas de todos que atuam em nome da Companhia.

Com apresentações da coordenadora de Compliance, Adriane da Silva, do Encarregado de Proteção de Dados (DPO) Dalton Ito, e pela presidente do Comitê de Diversidade da Sanepar, Maria Claudia Lara, foram abordadas aplicações práticas do Código de Conduta e Integridade, orientações de uso do Canal de Denúncias, a Lei Geral de Proteção de Dados, procedimentos de Segurança da informação e o Guia da Diversidade. “Foi uma uma oportunidade de esclarecer, alertar e prevenir posturas em desacordo com a conduta esperada pela Sanepar”, declarou Adriane.

Terceiros - Atualmente, o número total de terceirizados ligados à Sanepar já supera o quadro próprio da Companhia. São 6.000 empregados diretos e 7.219 terceirizados atuando em todo o Estado. Isso reforça a necessidade da padronização da conduta.

O supervisor de equipe da Fimm, Diego Carlos, que já foi leiturista há anos atrás, tendo vivenciado muitas situações abordadas no treinamento, acredita no efeito duradouro dessas orientações no exercício das atividades dos profissionais treinados. “Tenho certeza que esse preparo vai fazer a diferença na rotina de trabalho de todos eles, principalmente na relação com o cliente. Todo mundo sai ganhando!”, avalia.

Além dos funcionários da Fimm, ao longo de 2025 já foram sensibilizados sobre o tema equipes de outras empresas terceirizadas de Curitiba, Ponta Grossa, Umuarama e do Litoral. A previsão é que ao longo do próximo ano, a Sanepar siga com uma intensa programação de treinamento de terceiros, buscando alcançar a totalidade de terceiros. “Com isso, teremos equipes cada vez mais integradas e em consonância com a ética propagada pela Sanepar. Isso assegura um melhor atendimento para todos”, completa a gerente Caroline.

Onde encontrar - O Código de Conduta e Integridade para Terceiros e a Política de Dados Pessoais e Privacidade estão disponibilizados no site da empresa, na área Sanepar Transparente, e no site de Relações com Investidores. O Guia da Diversidade Sanepar está disponível no espaço Sanepar Social, também no site da Companhia.Todos os materiais podem ser acessados por qualquer cidadão. 

Em dois dias, treinamento abordou questões de conduta orientando 100% dos agentes comerciais de campo de Londrina e Região

Institucional e Governança
Treinamento para terceiros Treinamento para terceiros
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Apucarana
Arapongas
Cornélio Procópio
Londrina
Santo Antônio da Platina
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Profissionais da Sanepar trabalham dia e noite para manter o sistema de esgoto funcionando

Enviado por Giovanna Migot… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) tem profissionais que fazem um trabalho silencioso e ininterrupto para manter o sistema de esgoto funcionando em 217 municípios do Paraná. São equipes que trabalham 24 horas por dia para monitorar o fluxo nas redes de coleta e nas estações elevatórias para que o esgoto chegue até as unidades de tratamento.

Projetados para operar com um horizonte de até 20 anos, tanto a implantação das redes quanto o dimensionamento da capacidade dos equipamentos são executados para atender tanto a demanda atual quanto futura, com a melhor tecnologia disponível. 

“Temos que despender um grande esforço e investimento para que o efluente final das estações de tratamento atenda aos padrões de lançamento previstos na legislação ambiental, que no Paraná é uma das mais rígidas do país”, comenta o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

O sistema implantado pela Sanepar leva em consideração a gestão por bacias hidrográficas, pois o relevo tem influência no caminho que o esgoto percorre entre as casas até as estações de tratamento. Em todo o Paraná, a Companhia mantém 665 unidades de bombeamento e 271 estações de tratamento de esgoto.

As tubulações somam mais de 43 mil quilômetros, desde redes de pequeno diâmetro, em frente às casas, até os grandes emissários e coletores, que fazem o transporte do efluente e normalmente ficam nas regiões mais baixas do relevo. Se colocar as tubulações em sequência na linha do Equador, a extensão destas redes daria a volta no planeta Terra.

DESAFIOS NA MANUTENÇÃO DAS REDES - O diretor de Operações da Sanepar, Sérgio Wippel, relata que a remoção do material que é lançado indevidamente na rede de esgoto exige um trabalho árduo e importante para o bom funcionamento do sistema. “É uma situação que implica em equipes e equipamentos sendo utilizados para manutenções preventivas e corretivas em diversos pontos das cidades, sem interrupções. E, mesmo assim, ainda podem acumular resíduos nas chegadas das estações, para isso temos mecanismos para remoção antes do tratamento do efluente propriamente dito”, explica.

A dupla Paulo Célio Silveira Silva e Renato Francisco da Silva integra a equipe de Manutenção de Redes da Sanepar em Londrina e opera o caminhão de sucção, para lavagem preventiva e desobstrução de rede, em horário comercial e também em plantões noturnos. Eles relatam que o trabalho é desafiador, especialmente pelo lançamento indevido de resíduos pelos usuários.  “Às vezes, pode parecer simples, mas quando você começa a trabalhar, fica duas, duas horas e meia lá para desentupir”, conta Paulo Célio.

Entre os materiais encontrados em manutenções estão: “sacolinha (plástica), pano, utensílios domésticos, garfo e faca, garrafa pet, latinha, pasta de dente, esmalte, papel higiênico, lenço umedecido – que é o pior, porque não dissolve, fica bastante denso na rede”.

Este material acaba entrando pelos ralos ou é descartado indevidamente no vaso sanitário, o que provoca extravasamento pelos poços de visita das redes nas ruas, além da possibilidade de fazer o esgoto voltar para dentro de algum imóvel.

Os esforços das equipes são grandes para manter o bom funcionamento da rede, executando constantes manutenções corretivas e preventivas também, que é a limpeza da rede para evitar o acúmulo de material. “A gente tem sempre mapeado onde tem muito caso de obstrução e ali sempre, mensalmente, é feita a limpeza preventiva”, destaca.

IMPORTÂNCIA DO TRABALHO NAS ESTAÇÕES – O técnico químico Luis Antonio Castro Alves dá suporte aos operadores de 11 estações de tratamento de esgoto (ETEs) na região de Arapongas. Estas unidades tratam a água usada na cozinha, banheiro e área de serviço das casas, ou seja, o esgoto doméstico, e devolve uma água livre de contaminantes para os rios. Este trabalho é impactado diretamente pelo uso inadequado do sistema. 

Luis Antonio afirma que todos estão sempre atentos para manter a eficiência do processo de tratamento de esgoto. A Sanepar investe em novas tecnologias para melhorar as condições de operação das estações, mas o trabalho do dia a dia do operador continua fundamental. “Temos sistemas manuais e automáticos, mesmo o sistema automático precisa de um auxílio humano para a limpeza e remoção do material mais grosso”, relata.

Ele destaca a importância da participação da população para evitar o lançamento de resíduos sólidos na rede de esgoto. “Esse lixo que é lançado na rede e entra dentro do sistema não agrega nada, pelo contrário, vai onerar o custo, porque a Sanepar despende um recurso para a contratação de caminhão-fossa, caçamba e transporte para destinar este material para o aterro”, explica sobre os impactos tanto na eficiência quanto nos custos operacionais. 

Texto: Giovanna Migotto Fonseca
Fotos: Giovanna Migotto Fonseca e André Thiago/Sanepar
Legendas:
1 e 2 – Equipes da Sanepar se revezam 24h para coletar a tratar esgoto
3 e 4 – Trabalho ininterrupto mantém em funcionamento 665 unidades de bombeamento e 271 ETEs e mais de 43 mil quilômetros

5 - Uso inadequado do sistema reflete na retirada de resíduos na rede e também na chegada das ETEs

Equipes da manutenção de redes, operações de estações de bombeamento e tratamento se revezam 24h

Esgoto
trabalhadores uniformizados e com capacetes possam ao lado do caminhão de hidrojateamento de esgoto trabalhadores uniformizados e com capacetes possam ao lado do caminhão de hidrojateamento de esgoto Equipes da Sanepar se revezam 24h para coletar a tratar esgoto
trabalhadores uniformizados usam caminhão de hidrojateamento para fazer manutenção na rede de esgoto trabalhadores uniformizados usam caminhão de hidrojateamento para fazer manutenção na rede de esgoto Trabalho ininterrupto mantém em funcionamento 665 unidades de bombeamento e 271 ETEs e mais de 43 mil quilômetros
trabalhador acessa painel de comando de automação em estação de tratamento de esgoto trabalhador acessa painel de comando de automação em estação de tratamento de esgoto Trabalho ininterrupto mantém em funcionamento 665 unidades de bombeamento e 271 ETEs e mais de 43 mil quilômetros
trabalhador caminho em passarela numa estação de tratamento de esgoto trabalhador caminho em passarela numa estação de tratamento de esgoto Trabalho ininterrupto mantém em funcionamento 665 unidades de bombeamento e 271 ETEs e mais de 43 mil quilômetros
trabalhador devidamente equipado com máscara, retira resíduos sólidos de gradeamento na entrada da estação de tratamento de esgoto trabalhador devidamente equipado com máscara, retira resíduos sólidos de gradeamento na entrada da estação de tratamento de esgoto Uso inadequado do sistema reflete na retirada de resíduos na rede e também na chegada das ETEs
Londrina
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Londrina terá a segunda unidade de secagem térmica de lodo da Sanepar

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) concluiu, na quinta-feira (4), a instalação dos principais equipamentos da nova unidade de secagem de lodo na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Sul, em Londrina. A obra representa investimento de cerca de R$ 60 milhões, com financiamento do banco alemão KfW, dentro de uma linha destinada à redução de gases de efeito estufa. 

O transporte e a montagem envolveram uma operação logística de alta complexidade, que mobilizou mais de 30 profissionais e uma frota de maquinários pesados, incluindo guindastes e caminhões. As peças saíram de Santa Catarina no início da semana, entre elas o tambor secador Bruthus — com 18 metros de comprimento, 4,3 metros de diâmetro e 43 toneladas — e um gerador de gases quentes de 40 toneladas. 

O lodo é um subproduto do tratamento do esgoto e apresenta um grande volume com o desafio de gestão e destinação. O gerente geral da Sanepar na Região Nordeste, Antônio Gil Gameiro, explica que a secagem do lodo é fundamental para minimizar toda a logística para a destinação do lodo das seis ETEs da região. ”Vai trazer a questão da sustentabilidade do processo, porque estaremos dando uma solução ambientalmente correta, uma solução em que diminuímos o volume de resíduo e, consequentemente, esse subproduto dessa queima ainda vai ser aproveitado novamente”, explica. 

O gerente de Convênios e Parcerias da Sanepar, Eduardo Pegorini, destaca que a iniciativa integra o Programa Paraná Bem Tratado, voltado a melhorias nas estações de tratamento de esgoto. "Este processo alia o aproveitamento do biogás, que é um gás de efeito estufa, e o lodo como fonte de energia, tornando o sistema mais sustentável. Em Londrina, serão tratadas cinco toneladas por hora, até 40 mil toneladas de lodo por ano, com uma redução de cinco para um no volume." 

A OBRA - A unidade está sendo implantada na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Sul, localizada no Parque Estadual João Milanez, no final da Avenida Europa, na região sul da cidade. O equipamento será usado no material produzido nas quatro estações de Londrina, duas de Cambé e uma de Tamarana. A obra foi iniciada em agosto de 2024 e a previsão é que seja concluída até abril de 2026. 

RARIDADE - Só existem seis equipamentos como este no Brasil. Desses, apenas dois operam utilizando biogás e lodo de esgoto como fontes de energia: um em Minas Gerais e o outro na ETE Atuba Sul, na Sanepar, em Curitiba. Os demais estão em ETEs no Rio de Janeiro e Minas. 

Na ETE Atuba Sul, os equipamentos da Unidade de Secagem Térmica de Lodo estão em funcionamento desde setembro de 2023 – com as mesmas dimensões dos instalados em Londrina.   

PESQUISA - O projeto de secagem térmica do lodo de esgoto na Sanepar teve origem a partir de uma grande pesquisa, com cooperação técnica envolvendo diversas instituições do Paraná e do Brasil, em conjunto com a agência de cooperação técnica da Alemanha GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit).

A obra em execução em Londrina está sendo realizada pelo consórcio formado pela construtora RAC Engenharia e a Albrecht. Os equipamentos utilizados nas ETEs da Sanepar são os maiores já produzidos por esta fabricante, que pesquisa aproveitamento energético de resíduos há mais de 20 anos e consolidou esta tecnologia do ponto de vista técnico e ambiental.

Obra tem cerca de R$ 60 milhões de investimentos na redução do lodo e do biogás residuais do tratamento do esgoto

Esgoto
 As peças saíram de Santa Catarina no início da semana, entre elas o tambor secador Bruthus — com 18 metros de comprimento, 4,3 metros de diâmetro e 43 toneladas — e um gerador de gases quentes de 40 toneladas  As peças saíram de Santa Catarina no início da semana, entre elas o tambor secador Bruthus — com 18 metros de comprimento, 4,3 metros de diâmetro e 43 toneladas — e um gerador de gases quentes de 40 toneladas As peças saíram de Santa Catarina no início da semana, entre elas o tambor secador Bruthus — com 18 metros de comprimento, 4,3 metros de diâmetro e 43 toneladas — e um gerador de gases quentes de 40 toneladas
 As peças saíram de Santa Catarina no início da semana, entre elas o tambor secador Bruthus — com 18 metros de comprimento, 4,3 metros de diâmetro e 43 toneladas — e um gerador de gases quentes de 40 toneladas.  As peças saíram de Santa Catarina no início da semana, entre elas o tambor secador Bruthus — com 18 metros de comprimento, 4,3 metros de diâmetro e 43 toneladas — e um gerador de gases quentes de 40 toneladas. As peças saíram de Santa Catarina no início da semana, entre elas o tambor secador Bruthus — com 18 metros de comprimento, 4,3 metros de diâmetro e 43 toneladas — e um gerador de gases quentes de 40 toneladas
 As peças saíram de Santa Catarina no início da semana, entre elas o tambor secador Bruthus — com 18 metros de comprimento, 4,3 metros de diâmetro e 43 toneladas — e um gerador de gases quentes de 40 toneladas.  As peças saíram de Santa Catarina no início da semana, entre elas o tambor secador Bruthus — com 18 metros de comprimento, 4,3 metros de diâmetro e 43 toneladas — e um gerador de gases quentes de 40 toneladas. As peças saíram de Santa Catarina no início da semana, entre elas o tambor secador Bruthus — com 18 metros de comprimento, 4,3 metros de diâmetro e 43 toneladas — e um gerador de gases quentes de 40 toneladas
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Sanepar ensina a fazer sabão, economizar e preservar o meio ambiente

Enviado por Glaydson Angel… em

A Sanepar tem ampliado sua atuação junto às comunidades do Paraná com iniciativas que unem educação ambiental, geração de renda e preservação dos recursos naturais. Um dos destaques desse trabalho é a oficina de sabão ecológico, que ensina famílias a reaproveitar o óleo de cozinha usado e transformá-lo em sabão de forma simples, econômica e sustentável.

O projeto, já realizado em diversos municípios do Estado, tem levado conhecimento a milhares de pessoas, mostrando que pequenas atitudes no dia a dia podem gerar grande impacto na preservação ambiental. O óleo descartado de forma incorreta, muitas vezes despejado na pia da cozinha, causa entupimentos nas redes de esgoto e pode contaminar a água e o solo. Com a técnica ensinada pela Sanepar, esse resíduo se transforma em produto útil, reduzindo custos domésticos e evitando danos ao meio ambiente.

O gestor de educação socioambiental da Sanepar Ronaldo Barreto, lembra que não se deve jogar o óleo na rede de esgoto. Na oficina, os participantes tem acesso a apostila e certificado. A receita do Ronaldo, que incentiva a reutilização do óleo de cozinha, tem também a informação sobre os danos que o descarte indevido do produto traz ao meio ambiente.

IMPACTOS - “Nunca mais eu compro sabão na minha vida”, afirma Ednalva da Silva Dutra. Ela saiu muito impressionada da Oficina de Sabão Ecológico promovida pela Sanepar, recentemente, em Paiçandu, no Noroeste do Estado. Encantada com a facilidade com que o óleo usado na cozinha vira sabão, com pouco esforço, ela já enxerga uma grande economia para a família além da possibilidade de gerar renda.

“Eu achei que eu ia chegar aqui, ia ficar batendo, batendo e batendo. Não; chega aqui, coloca os produtos, um negocinho, chacoalha: sabão. Ah, agora eu vou viver de sabão,” comemora Ednalva.

A gestora ambiental da Sanepar, que acompanha projetos de intervenção socioambiental no Norte do Paraná, Andrea Fontes, explica que a proposta da Sanepar com este tipo de oficina é realmente gerar renda, ao mesmo tempo em que conscientiza o participante sobre saneamento ambiental. “Nós falamos da correta utilização (da rede de esgoto) e do descarte do óleo, bem como dos impactos negativos de quando esse óleo é descartado indevidamente tanto na água quanto no solo”, explica Andrea.

De acordo com ela, as oficinas vêm também dar solução para um dos maiores problemas na operação da rede de esgoto: o entupimento. “Então, com poucos ingredientes tem-se a possibilidade de uma solução alternativa para a destinação desse óleo”, resume Andrea.

Com o óleo sendo reaproveitado para sabão, a família deixa de comprar produtos tradicionais de prateleira, para gastar apenas com soda cáustica.

ECONOMIA – A receita é simples: soda cáustica, água e óleo usado na cozinha, devidamente filtrado. Isto é tudo o que é necessário para resolver um problema ambiental e econômico, tanto na casa do cliente quanto na operação da rede de esgoto. Variações da receita são compartilhadas durante as oficinas: limão, açúcar, erva curtida no álcool ou essências. Qualquer aditivo deste tipo vai aproximar as características do produto final dos que ocupam as prateleiras dos mercados, sem tantas químicas e potenciais alergênicos.

Regina Quintiliano Prezotto, moradora do Jardim Primavera, em Londrina, participou da oficina no CRAS Norte B, junto com a filha, no ano passado. "Sempre guardei o óleo e já fazia sabão. Uso para tudo", conta Regina. Agora, a tarefa envolve toda a família.

O óleo descartado de forma incorreta, muitas vezes despejado na pia da cozinha, causa entupimentos nas redes de esgoto

Socioambiental
Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente
Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente
Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente
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Investimentos da Sanepar em Londrina somam quase R$1 bilhão

Enviado por Giovanna Migot… em

O diretor-presidente da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Wilson Bley, e o diretor de Operações, Sergio Wippel, estiveram na prefeitura de Londrina na tarde desta quinta-feira (21) para alinhar com o prefeito Tiago Amaral novas parcerias para ampliar e modernizar os sistemas de abastecimento e de coleta e tratamento de esgoto na cidade. Os investimentos da Sanepar com projetos e obras, de 2025 a 2029, somam quase R$ 1 bilhão.

A reunião contou com a participação de secretários municipais de pastas essenciais para o desenvolvimento dos diferentes empreendimentos previstos: Otávio Gomes (Obras e Pavimentação), Marcos Rambalducci (Planejamento, Orçamento e Tecnologia) e Claudio Bravim (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina -IPPUL).

A obra de ampliação e melhoria da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Norte, localizada no jardim Eucalipto, foi um dos pontos da pauta. Recém-licitada, ela visa o aproveitamento do biogás para geração de energia.

Ao final da reunião, Bley elogiou o pronto atendimento do prefeito e secretários para que Londrina avance ampliando no saneamento, especialmente com ganhos ambientais e socioeconômicos.

“O prefeito, de imediato, já fez todos os encaminhamentos. É um retrofit da ETE Norte que já existe e vamos dar um destino novo, com métodos mais contemporâneos, para que possamos performar ainda melhor daquilo que nós fazemos hoje. Teremos o uso do gás, para que possamos fazer termocombustão, e o lodo, que é produzido do tratamento do esgoto, possa ser secado e que tenha um destino ambientalmente mais adequado. Esse é o grande trabalho que estamos fazendo”, detalhou o presidente.

O prefeito declarou que “existem obras que são absolutamente estratégicas para a Sanepar e, automaticamente, para a cidade de Londrina. Como a ETE Norte, que é uma obra que vai trazer um resultado e um ganho significativo em termos de qualidade e capacidade de tratamento de esgoto. E, também, a destinação do lodo, problema ambiental extremamente importante e que vai ser destinado para fins de utilização do gás, para a geração de energia”.

“Tratamos de formas e ferramentas para a gente poder adiantar obras que, às vezes, são de tamanhos menores, mas extremamente importantes para a população que tem aguardado há bastante tempo. A ideia é a gente não perder serviço e não criar dificuldades um para o outro, porque a Sanepar é contratada nossa, da cidade de Londrina, para prestar serviço para nossa cidade e população. E a Prefeitura está aqui para servir a população, então estamos todos imbuídos do mesmo propósito, que é cuidar do povo londrinense”, destacou Amaral.

ÁGUA E ESGOTO – Wilson Bley citou também as demais melhorias, entregues no primeiro semestre, como os quatro grandes centros de reservação instalados nas zonas Norte, Sul e Leste  e a adutora da Sergipe, lembrando que Londrina é um polo importante para a Companhia enquanto segunda maior cidade do Paraná. “Eu vim hoje com uma reunião de trabalho, para entender as demandas do município, entender as nossas ações e, em cima disso, estabelecer uma sinergia tal que toda a população aqui de Londrina possa ser beneficiada. Água é vida e nós queremos entregar essa qualidade de vida a todos”, complementou.

Para o período de 2025 a 2029, a Sanepar investirá cerca de R$ 919,3 milhões em Londrina, incluindo as obras em andamento no município. Uma delas é a implantação de um moderno e completo sistema de esgotamento sanitário no distrito de Irerê. A obra contempla uma ETE e cerca de 13km de tubulações entre interceptor e rede coletora. Esse sistema deverá atender 65% do distrito. A obra tem conclusão prevista para fevereiro de 2026.

Outra obra em andamento é a Central de Tratamento de Lodo, para secagem térmica com aproveitamento de biogás. Os testes operacionais estão previstos para abril de 2026.

Também participaram da reunião na Prefeitura de Londrina, os gerentes Sergio Portela (Geral Comercial), Antonio Gil Gameiro  (Geral da Sanepar na Região Nordeste), Rafael Leite (Engenharia Nordeste), Victor Romano (Regional Londrina), Gil Henrique Kikuchi (Industrial Londrina), além do assessor da Presidência, Fabrício Castilho.


Texto: Juliana Gonçalves (N.Com) e Giovanna Migotto Fonseca (Sanepar)
Fotos: Giovanna Migotto Fonseca (Sanepar)

Legendas:

1 - Reunião na prefeitura de Londrina gera sinergia para avanços no saneamento

2 - Presidente Wilson Bley elogiou o pronto atendimento do prefeito e secretários

3 - Obras da Sanepar em Londrina somam quase R$ 1 bilhão para o quinquênio

4 – Tiago e Bley comemoram avanços e novas parcerias
 

Em reunião com prefeito Tiago Amaral, diretores alinharam novas parcerias para obras de água e esgoto

Investimentos e Obras
Reunião na prefeitura de Londrina gera sinergia para avanços no saneamento
Presidente Wilson Bley elogiou o pronto atendimento do prefeito e secretários
Obras da Sanepar em Londrina somam quase R$ 1 bilhão para o quinquênio
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