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Cascavel: Sanepar entrega área revitalizada após obra de desassoreamento do Lago Municipal

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) fez a entrega oficial, nesta quinta-feira (7), da revitalização de um terreno no bairro Cascavel Velho para a prefeitura da cidade. A área, que recebeu cerca de 22 mil metros cúbicos de lodo provenientes do desassoreamento do Lago Municipal, foi totalmente restaurada e preparada para receber equipamentos públicos que atendam às necessidades da comunidade.

Com investimento de aproximadamente R$ 1 milhão, a Sanepar transformou o que era um passivo ambiental em um ativo social. O trabalho incluiu o nivelamento do solo, criação de platôs, plantio de grama, cercamento e construção de calçadas.

Em visita ao local, o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, destacou que a iniciativa reflete o compromisso social da Companhia.

"Estamos entregando para a comunidade uma obra que é fruto dessa grande parceria com a prefeitura. Além do desassoreamento, fizemos todo um trabalho de estabilização e urbanização. Isso demonstra o lado social da Sanepar, transformando o que poderia ser um problema ambiental em um benefício para a sociedade", afirmou Bley.

Ele ressaltou ainda que a Sanepar trata a questão como saúde pública: "Tiramos o lodo, revitalizamos o parque onde fica o Lago e aqui, onde o material foi depositado, criamos um espaço seguro que deve ser bem aproveitado por toda a comunidade".

O prefeito de Cascavel, Renato Silva, agradeceu o empenho técnico da Sanepar e anunciou que a prefeitura planeja construir no local um ginásio de esportes, com capacidade para 1.200 pessoas.

Imagens comparativas do terreno antes e depois da revitalização

Imagens comparativas do terreno antes e depois da revitalização

 

"Era um problema que tínhamos: tirar esse lodo e achar um lugar adequado. Achamos o local, a Sanepar fez o trabalho técnico de excelência e agora o terreno está restabelecido e com árvores plantadas. É uma relação ganha-ganha para a natureza e para a sociedade", celebrou o prefeito.

O presidente da associação de moradores do bairro, Walmir Severgnini, disse o local era fonte de preocupação para a vizinhança e agora é motivo de orgulho. “No início, nós ficamos um pouco preocupados de como seria essa destinação do lodo, mas acompanhando o passo a passo da obra, vimos que foi um trabalho muito bem feito pela Sanepar. Uma área que antes era um local que trazia preocupação para nós, hoje se torna um cartão-postal aqui para o bairro Cascavel Velho”, disse. 

PROCESSO - O material retirado do Lago Municipal — composto basicamente de areia e terra — foi transportado por uma tubulação de 3,5 mil metros de extensão diretamente para o terreno no Cascavel Velho. Após o depósito, a Sanepar realizou um rigoroso processo de drenagem para retirar a umidade do material, com monitoramento constante do solo para garantir a estabilidade dos taludes e a segurança da área.

O desassoreamento do Lago, concluído em 2024 após dez meses de trabalho, é fundamental para a preservação e longevidade de um dos principais cartões-postais de Cascavel. Esse cuidado contribui para a saúde da água e a proteção de todo o ecossistema do local.

Com investimento de aproximadamente R$ 1 milhão, a Sanepar transformou o que era um passivo ambiental em um ativo social

Socioambiental
Imagem mostra o terreno após ser revitalizado pela Sanepar Imagem mostra o terreno após ser revitalizado pela Sanepar O trabalho incluiu o nivelamento do solo, criação de platôs, plantio de grama, cercamento e construção de calçadas
Autoridades no terreno no bairro Cascavel Velho Autoridades no terreno no bairro Cascavel Velho Entrega oficial da revitalização de um terreno no bairro Cascavel Velho para a prefeitura da cidade
Imagem da entrevista do diretor-presidente da Sanepar Wilson Bley Imagem da entrevista do diretor-presidente da Sanepar Wilson Bley
Imagem do presidente da associação de moradores do bairro Cascavel Velho Imagem do presidente da associação de moradores do bairro Cascavel Velho Presidente da associação de moradores do bairro Cascavel Velho
Imagem do prefeito Renato Silva Imagem do prefeito Renato Silva
Cascavel
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Sanepar sobe 18 posições no ranking de sustentabilidade da B3

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) registrou avanço significativo em sua trajetória de governança e sustentabilidade, de acordo com dados divulgados pela B3 na segunda-feira (04). Em sua quarta participação na carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3), da Bolsa, a Sanepar saltou da 62ª para a 44ª posição, um crescimento de 18 posições em relação ao ciclo anterior.

O ISE B3 é o principal e mais importante indicador do país para empresas que possuem capital aberto e são reconhecidas pelo compromisso com as políticas de ASG (Ambiental, Social e Governança). Pioneiro na América Latina, o índice serve como bússola para investidores que buscam ativos alinhados a critérios de responsabilidade e resiliência a longo prazo.

Para o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, o salto no ranking ratifica que a estratégia de expansão do saneamento no Paraná está alinhada às melhores práticas globais. “Este resultado é fruto de um trabalho integrado que coloca a sustentabilidade no centro da nossa estratégia de negócio. Subir 18 posições no ISE B3 não é apenas um número, mas a validação de que estamos entregando valor real aos nossos acionistas, clientes e ao meio ambiente", destaca Bley.

O avanço no ISE B3 é sustentado por práticas inovadoras que unem a eficiência operacional, preservação ambiental e ações sociais voltadas para funcionários, clientes e para a comunidade. A Sanepar já adota tecnologias de IA e IoT para detecção de vazamentos, reduzindo perdas e custos operacionais. Outros projetos, como a ampliação do uso de biogás para geração de energia e secagem de lodo e a redução das emissões de carbono com uso do etanol em sua frota de veículos, mostram a vocação ambiental da Companhia. 

Na edição deste ano, a Sanepar elevou sua pontuação ao priorizar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e fortalecer o engajamento social por meio de novos protocolos de relacionamento com o cliente e de programas de atendimento à comunidade. Entre os projetos estão o HidratAção, que leva água potável envasada gratuita para eventos culturais e esportivos, e o Sanepar Perto de Você que já ofertou serviços e educação ambiental para mais de 26 mil pessoas em 11 cidades do Paraná. 

A avaliação das empresas para o ingresso no ISE B3 é um processo rigoroso, baseado em um questionário robusto que segue as melhores práticas globais de ASG, explica Marilene Fernandes da Silva, da Gerência de Planejamento Estratégico (GPE) da Sanepar. “A conquista é resultado de um esforço coletivo que envolveu representantes de todas as Diretorias. O empenho de cada colega designado como ‘respondente’ foi fundamental, desde o levantamento de subsídios para o questionário até a curadoria das evidências solicitadas pela B3”, celebra Marilene.

Sobre o ISE B3 - A 21ª carteira do ISE B3, que entrou em vigor na segunda-feira, reúne 69 companhias de 38 setores que são referência em investimento socialmente responsável no Brasil. Além da Sanepar, apenas outras duas empresas da área de saneamento integram o ranking – Sabesp e Copasa. Criado em 2005 com apoio do Banco Mundial, o ISE B3 é o quarto índice de sustentabilidade do mundo. Ele avalia de forma rigorosa como as empresas lidam com questões climáticas, equidade social, transparência e eficiência de governança.

A Companhia elevou sua pontuação ao priorizar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e fortalecer o engajamento social por meio novos protocolos de relacionamento com o cliente e de programas sociais como o HidratAção e o Sanepar Perto de Você

Institucional e Governança
Visão aérea da estação de tratamento de esgoto da Sanepar na cidade de Santa Helena Visão aérea da estação de tratamento de esgoto da Sanepar na cidade de Santa Helena Sanepar desenvolve projetos com foco no desenvolvimento sustentável das cidades onde atua
Copo de água potável da Sanepar Copo de água potável da Sanepar Projeto HidratAção
Equipe da Sanepar no projeto Hidratação Equipe da Sanepar no projeto Hidratação Equipe da Sanepar destruí água potável gratuitamente em eventos
Crianças olhando experimento do projeto Sanepar Perto de Você Crianças olhando experimento do projeto Sanepar Perto de Você Sanepar Perto de Você já ofertou serviços e educação ambiental para mais de 26 mil pessoas em 11 cidades do Paraná
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Gestão inteligente do lodo no tratamento de esgoto da Sanepar conquista prêmio nacional

Enviado por Adriana Brum em

Dentre 200 projetos de infraestrutura concorrentes ao Prêmio InovaInfra 2026, referência nacional no setor, o projeto da ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) CIC Xisto, em Curitiba, foi um dos vencedores, pela inovação no processo de tratamento dos dejetos e gestão inteligente do lodo. 

A ampliação da estação da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) está em fase final de realização pela Goetze Lobato Engenharia (GEL) e se destacou como uma das 30 vencedoras da premiação anual promovida pela Revista O Empreiteiro. 

“A escolha do projeto da GEL para aumentar a qualidade do esgoto tratado pela Estação CIC Xisto foi por seu alinhamento com as diretrizes ao Programa Sanepar 5.0, que visa a universalização do saneamento nas cidades em que atuamos, aplica soluções inteligentes e que promovem a eficiência energética, a redução de materiais de descarte e a economia circular”, destaca o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

O troféu da premiação foi entregue em cerimônia realizada em 8 de abril, em São Paulo (SP), ao gerente de contrato da obra pela GEL, Guilherme Goetze.

Bley também esteve na premiação, em que a Sanepar teve outro projeto premiado: a implementação do projeto Smart Zoo – Fibra Óptica no Esgoto. A iniciativa utiliza as redes da Sanepar para levar conectividade ao Zoológico Municipal de Curitiba. 

MAIS EFICIENTE – O projeto de ampliação da ETE CIC Xisto está transformando completamente a unidade com melhorias na capacidade de produção, no aumento de pessoas atendidas, na qualidade ainda melhor da água efluente e potencial de reutilização de 100% dos resíduos sólidos.

As obras estão sendo realizadas com a estação em operação contínua, com a incorporação de tecnologias como os biorreatores combinados e preenchidos com dispositivos chamados “Biobobs”, semelhantes aos bobs de que cabelo, que facilitam a proliferação de bactérias que consomem a matéria orgânica. O método acelera a purificação da água, que é separada do material sólido resultante, o lodo.

A Sanepar, com este novo projeto, poderá ampliar a capacidade de tratamento dos dejetos de 435 mil pessoas para 778 mil pessoas, acompanhando o crescimento projetado da população de Curitiba e da RMC nas próximas décadas. A obra, praticamente, triplica a capacidade de tratamento, de 490 para 1.368 litros por segundo. 

“Fomos atrás do que seria a solução mais eficiente, tanto em termos energéticos quanto em custos operacionais para o tratamento total do esgoto. Essa combinação dos biorreatores com os Biobobs requer uma área menor e, portanto, consome menos energia, resultando em quatro vezes menos lodo do que uma solução tradicional”, destaca Goetze.

SOLUÇÃO NATURAL – O “pulo do gato” do projeto foi incluir na proposta a criação de três unidades de jardins mineralizadores em uma nova etapa do processo, a do tratamento do lodo. Também conhecidos como wetlands, os jardins mineralizadores são uma Solução Baseada na Natureza (SBN) que vai reduzir boa parte do material sólido com o uso de plantas.

A empreiteira está na fase final do plantio de 110 mil mudas de uma planta macrófita chamada Arundo donax, que absorve parte dos nutrientes e cria um ambiente favorável para a proliferação de bactérias que vão decompor a matéria, em um ciclo de 8 anos. 

O resultado será uma massa mineralizada 98% menor que o volume de entrada na estação e que pode ser destinada a geração de energia (térmica ou elétrica) ou ser usada como fertilizantes.

“Mais do que um prêmio, este reconhecimento reforça o papel da inovação como eixo estratégico da construção civil no enfrentamento dos desafios ambientais e operacionais do setor de saneamento”, disse Goetze. 

A PREMIAÇÃO – O Prêmio InovaInfra 2026 é a sétima edição de uma das principais premiações do setor de engenharia e infraestrutura no Brasil, promovido anualmente pela Revista O Empreiteiro, especializada no setor. 

A iniciativa reconhece projetos inovadores, selecionados por um júri especializado e independente, que utilizam novas tecnologias, aumentam a eficiência, produtividade e sustentabilidade na construção, gestão de obras e operação de infraestrutura no país.

O projeto e a execução da ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto CIC Xisto, realizadas pela Goetze Lobato Engenharia (GEL), foi um dos projetos vencedores do Prêmio InovaInfra 2026, referência em propostas inovadoras na construção civil no país

Esgoto
ETE CIC Xisto conquista prêmio nacional ETE CIC Xisto conquista prêmio nacional
Sanepar usa plantas para criar estação de esgoto lixo zero em Curitiba Sanepar usa plantas para criar estação de esgoto lixo zero em Curitiba
ETE CIC Xisto conquista prêmio nacional ETE CIC Xisto conquista prêmio nacional
Sanepar usa plantas para criar estação de esgoto lixo zero em Curitiba Sanepar usa plantas para criar estação de esgoto lixo zero em Curitiba
Sanepar usa plantas para criar estação de esgoto lixo zero em Curitiba Sanepar usa plantas para criar estação de esgoto lixo zero em Curitiba
Curitiba
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Sanepar marca presença em maior evento mundial sobre perdas de água nos sistemas

Enviado por Glaydson Angel… em

O Brasil foi sede, esta semana, do maior evento mundial de debates e troca de experiências sobre combate a perdas de água e eficiência operacional nos sistemas de abastecimento. A Water Loss 2026, conferência organizada por um grupo de especialistas do mundo todo que fazem parte da Associação Internacional da Água (IWA, na sigla em inglês), ocorreu no Rio de Janeiro de 26 a 29 de abril. A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) participou das discussões e marcou presença com uma comitiva de 20 especialistas.

“Pela importância do tema perdas de água e pela relevância da Sanepar nacional e internacionalmente, é importantíssima a participação dos nossos técnicos neste que é considerado o maior evento mundial sobre gestão de perdas de água e eficiência operacional”, destacou o diretor de Operações da Sanepar, Sergio Wippel, que acompanhou a comitiva.

De acordo com o diretor, na Conferência foram apresentadas as melhores práticas e o que de mais moderno e eficiente se tem feito no mundo relativo a perdas. “Podemos verificar como a Sanepar é competitiva no cenário nacional e internacional com relação à gestão de perdas. Entretanto, temos oportunidades de melhoria nos processos, e o congresso serve também para nos guiar nesse sentido”, disse.

Para expor uma parte do amplo e complexo trabalho que a Sanepar desenvolve no combate e redução de perdas, o engenheiro especialista da Companhia Marcelo Depexe apresentou, nesta quarta-feira (29), o estudo “A importância do fator pessoas em relação a tecnologias e processos na implantação de um programa de redução de perdas”.

“A Sanepar aplicou e utiliza várias tecnologias nos seus processos e para melhorar o direcionamento das equipes de pesquisa de vazamentos, como o uso de satélite e a ferramenta Fluid Movel, e percebemos que esses instrumentos proporcionam resultados melhores, inclusive em termos de redução do Índice de Perdas por Ligação (IPL), quando envolvemos as pessoas. Não só em treinamentos. Observamos que o foco em Tecnologias precisa estar alinhado com Processos e Pessoas para o sucesso”, destaca o engenheiro. Depexe também é coordenador da Câmara Técnica de Eficiência Operacional da Abes.

A água que se perde – No Brasil, 35% a 40% da água distribuída se perde ao longo do caminho que ela percorre. São níveis elevados que influenciam custos de produção, comprometem a segurança hídrica, reduzem receita das companhias e impactam nas metas para a universalização do saneamento.

“Nos sistemas onde atua, a Sanepar tem índices bem menores do que o percentual nacional, mas as perdas de água são uma luta diária em toda empresa de saneamento. E lutar contra perdas diretas e indiretas exige esforços ininterruptos e evolução constante, uma gestão baseada em dados, controle ativo e contínuo e detecção precoce de vazamentos, controle de pressões preditivo e inteligente e um combate profissional à perda aparente”, diz Wippel.

Há décadas a Companhia implantou e renova iniciativas corporativas perenes de combate e redução de perdas e melhoria da eficiência operacional. Uma delas é o Programa Corporativo de Redução e Controle de Perdas, que envolve ferramentas e equipes de trabalho em todas as cidades onde a Sanepar atua.

Outras ações da empresa na busca constante pela redução de vazamentos e perdas são as pesquisas intensivas por vazamentos ocultos, substituição de redes, automação e uso de inteligência artificial no monitoramento de redes e sistemas, fiscalização e combate a fraudes, substituição de equipamentos antigos das estações de captação até o cliente, ferramentas de análise e métricas avançadas de integração entre área comercial e operacional, entre outras iniciativas.

“Algumas das causas das perdas são a submedição, ligações irregulares (os gatos), equipamentos com vida útil defasada. Recentemente, a empresa renovou seu parque de hidrômetros e periodicamente faz a troca desses equipamentos nos imóveis, como outras substituições que são necessárias. O combate às perdas realmente se dá em muitas frentes, e a Sanepar tem profissionais batalhando em todas elas”, completa o diretor.

Sobre o evento – A Sanepar é patrocinadora e apoiadora do evento, organizado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes). A Water Loss 2026 coloca o Brasil no centro das discussões globais sobre perdas de água. Para gestores, engenheiros e analistas, a conferência anual da IWA é a chance de transformar tecnologia em resultado, com a troca de experiências reais e modelos de sucesso de empresas de mais de 60 países. Em uma série de workshops, painéis de discussões e sessões técnicas, especialistas, profissionais e partes interessadas de todo o mundo para explorar estratégias inovadoras, tecnologias e melhores práticas na área de conservação e distribuição de água.

A realização da WaterLoss no Brasil também amplia a conexão do país com as principais agendas internacionais de água e saneamento, ao mesmo tempo em que traz visibilidade para desafios que ainda são estruturais em diversas regiões. Ao reunir diferentes perspectivas, o evento contribui para qualificar o debate e fortalecer a construção de soluções mais consistentes para o setor.

Congresso Internacional no Rio de Janeiro reúne pelo menos 800 pessoas de mais de 60 países

Água
Equipe da Sanepar durante o conferência Water Loss 2026 Equipe da Sanepar durante o conferência Water Loss 2026 A Water Loss 2026, conferência organizada por especialistas do mundo todo que fazem parte da Associação Internacional da Água
Apresentação do engenheiro Marcelo Depexe Apresentação do engenheiro Marcelo Depexe O engenheiro Marcelo Depexe apresentou o estudo “A importância do fator pessoas em relação a tecnologias e processos na implantação de um programa de redução de perdas”
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Sanepar entrega novas estradas rurais para atender população no entorno do Miringuava

Enviado por Chelsea Karina… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) entregou seis novas estradas rurais para atender a população do entorno do Reservatório Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O investimento feito pela empresa nas novas vias é de R$ 14 milhões.

As seis novas estradas rurais ficam em diferentes pontos ao redor do Reservatório e somam cerca de 10 quilômetros de extensão. Veja a localização de cada trecho:

●      Trecho II: a estrada tem 2,4 quilômetros de extensão, começa ao lado da Capela Nossa Senhora das Dores - Papanduva da Serra e segue até a Cabanha Montes Verdes (clique aqui e veja no mapa);

●      Trechos III e IV: o trecho III começa na Rua João Maria Escrivá e segue pela Rua Maurício Schulies por 2,2 quilômetros (clique aqui e veja no mapa), onde se une ao trecho IV, que tem mais 1,5 quilômetro de extensão (clique aqui e veja no mapa);

●      Trecho V e VII: unem as ruas Padre Stanislaw Turbanski e Maurício Schulies em dois pontos distintos. O trecho V, de 700 metros, liga a região próximo à Capela Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Antinha ao entorno da Chácara Paraíba (clique aqui e veja no mapa). O trecho VII, de 1 quilômetro, une a região da Chácara Dona Catarina ao entorno da Estância Rancho de Ferro (clique aqui e veja no mapa);

●      Trecho VI: a estrada tem 2 quilômetros, começa na Rua Padre Stanislaw Turbanski, próximo à Chácara Bênçãos no Monte de Gerizim, e termina pouco antes da Confeitaria K&M (clique aqui e veja no mapa).

ESTRADAS LIBERADAS - As obras foram finalizadas em março, com a instalação de defensas metálicas, limpeza e ajustes. Uma vistoria técnica conjunta feita pela Sanepar e pela Secretaria de Obras da prefeitura de São José dos Pinhais foi realizada no dia 30 de março. A vistoria serviu para liberar definitivamente as vias, que já possuíam autorização para uso provisório desde o fim de 2025.

As estradas rurais feitas pela Sanepar têm como principal objetivo garantir o deslocamento seguro da população local após o enchimento do reservatório do Miringuava.

“Garantir o deslocamento e o bem-estar de todos aqueles que habitam o entorno deste reservatório tão importante para a população de Curitiba e Região é também uma etapa essencial para a Sanepar neste empreendimento”, avalia o diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley.

Para Bley, a construção do reservatório e de toda a estrutura do seu entorno é “fundamental para o abastecimento acompanhar o crescimento da região, ainda mais em um contexto de agravamento da crise climática dos eventos extremos, como as estiagens”. 

ESTRUTURAS - As obras contratadas pela Sanepar contam com base e sub-base, que são camadas estruturais que garantem sustentação fundamental para suportar o tráfego de veículos e cargas. As estradas receberam revestimento em saibro. Cercas, estruturas de contenção e defensas metálicas também foram instaladas nos seis trechos.

As obras na região também realizaram a conformação de talude, processo essencial para corrigir inclinações, garantir a estabilidade dos terrenos e evitar erosão e deslizamento de terras. Os trechos também receberam a hidrossemeadura, uma técnica moderna de plantio em áreas de difícil acesso, como taludes ou encostas. O método garante recomposição rápida da vegetação e também ajuda a evitar erosão e deslizamentos.

As seis novas estradas, por fim, contam com estruturas de drenagem, formadas por tubulações de concreto e galerias celulares.

O padrão das estradas foi aprovado pela população. Bianca Cristina Lourenço, que mora entre os trechos II e III, disse ter gostado de como ficaram as vias. “As obras ficaram boas. Seria bom se outras estradas da região também fossem feitas da mesma forma”, opinou.

Acir Magno, caminhoneiro que circula com frequência no entorno do Miringuava, também disse ter notado que as vias ficaram mais seguras. “A estrada ficou mais larga, agora passam dois carros com mais tranquilidade”, comentou após passar pelos trechos III e IV. “Essas grades ao lado da pista também passam mais segurança”, completa Magno.

COMPROMISSO AMBIENTAL - Assim como na construção do Reservatório, a Sanepar também atuou no salvamento de fauna e flora durante as obras das seis estradas rurais na região.

Os animais resgatados na região foram levados para áreas seguras de preservação, garantindo a proteção das espécies locais antes da formação do lago. Exemplares de plantas raras ou ameaçadas também foram identificados e remanejados. A Sanepar, ao mapear a flora local, também coletou sementes e produziu mudas que serão utilizadas em amplos programas de reflorestamento no entorno da bacia, criando novos corredores ecológicos.

RESERVATÓRIO MIRINGUAVA - O Reservatório Miringuava foi projetado para fortalecer a segurança hídrica para os moradores de Curitiba e Região Metropolitana. Quando estiver completamente cheia, a represa será capaz de, sozinha, fornecer água para 650 mil pessoas dos bairros Campo de Santana, Caximba, CIC, Ganchinho, Tatuquara, Umbará e Sítio Cercado, em Curitiba; e também das cidades de Araucária, Fazenda Rio Grande e São José dos Pinhais.

Companhia investiu R$ 14 milhões para estruturar seis vias próximas ao reservatório em São José dos Pinhais

Investimentos e Obras
Estradas rurais Miringuava Estradas rurais Miringuava
Estradas rurais Miringuava Estradas rurais Miringuava
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Estradas rurais Miringuava Estradas rurais Miringuava
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Curitiba
São José dos Pinhais
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Sanepar usa plantas para criar estação de esgoto lixo zero em Curitiba

Enviado por Adriana Brum em

Alinhada às necessidades ambientais de investir em sistemas que contribuam com o movimento Zero Waste (lixo zero), a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) está instalando o modelo de wetland na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) CIC Xisto, em Curitiba, que utiliza plantas no processo de purificação dos dejetos.

O projeto faz parte das obras de ampliação da estação, que vai ter a capacidade de tratar os dejetos coletados de 787 mil pessoas que vivem na área da Bacia do Iguaçu. Neste mês de abril, a instalação do novo modelo, que é uma Solução Baseada na Natureza (SBN), deve ser concluída com o plantio de 110 mil mudas de macrófitas em uma área de 25 mil m². 

Nesse espaço, as mudinhas serão responsáveis por transformar a parte sólida do esgoto tratado — o lodo — em biossólido. Essa iniciativa faz parte dos investimentos da Companhia em apostar na transformação de um passivo (o lodo) em um ativo, visto que seu tratamento pode resultar em biogás e fertilizantes.

APROVEITAMENTO TOTAL – Na ponta do lápis, a wetland é um modelo com potencial de reutilização de 100% dos resíduos: 98% do lodo que entra em uma das células da wetland é consumido no local por microrganismos e pelas próprias plantas. 

Os outros 2% resultantes do processo de mineralização são biossólidos, matéria com aspecto de húmus, reutilizável como fertilizante ou na geração de energia térmica ou elétrica (a partir da produção de biogás).

“Reduzir o descarte de resíduos é um dos grandes desafios de todas as cidades do mundo. Ao investir neste modelo baseado em soluções da natureza, a Sanepar reafirma seu compromisso com a preservação do meio ambiente”, destaca o diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley.

MAIOR EM PESSOAS ATENDIDAS – A Sanepar já tem wetlands em outras cidades do estado, mas a que está sendo criada na ETE CIC Xisto, no bairro Tatuquara, além de ser a primeira na capital paranaense, é uma das maiores nesse modelo em capacidade do número de pessoas a serem atendidas com o serviço, afirma a empresa responsável pelo projeto e pela execução da ampliação da unidade.

“A Sanepar aceitou o desafio de criar, em Curitiba, não a maior wetland em área, mas, em termos de atendimento à população, a maior que existe”, ressalta o gerente de projeto da Gel Engenharia, Guilherme Goetze.

REDUÇÃO DE CO2 E AUMENTO DE O2 – Uma wetland — também conhecida como “jardim de mineralização” — é um ambiente com macrófitas, plantas com grande “apetite” por nutrientes, em que o lodo é depositado formando um ecossistema rico em microrganismos. Ao mesmo tempo em que as plantas absorvem os nutrientes, os microrganismos se encarregam de decompor a matéria.

É um sistema que contribui com o meio ambiente ao reduzir a carga de gás carbônico (CO2) produzido pela estação e pelo aumento na liberação de oxigênio (O2) com as áreas plantadas. Para a empresa, o bônus vem com resiliência econômica, com menos energia elétrica gasta no processo e menos produtos químicos.

VIVEIRO E JARDIM PILOTO – A eficiência do sistema vem sendo testada desde outubro de 2025, com um jardim mineralizador piloto, em que o desenvolvimento da espécie escolhida para o plantio, a Arundo donax (mais conhecida como “cana-do-reino” ou “cana-da-roça”), conta com o acompanhamento de uma bióloga. A altura que as mudas atingiram em cinco meses — mais de dois metros — é um dos fatores que apontam o êxito da área de testes.

NO TEMPO DA NATUREZA – A purificação do lodo obedece ao ritmo da natureza: as plantas, que podem atingir entre 3 e 4 metros, vão permanecer “trabalhando” pelos próximos oito anos. “No modelo de wetland, deixamos de usar energia ou produtos químicos no lodo resultante do tratamento de esgoto; a própria planta faz a decomposição orgânica na zona de raízes”, explica o coordenador de obras da Sanepar, Murilo Cunico.

NA COP 30 – A etapa inicial do tratamento dos dejetos — responsável pela separação do líquido do sólido — também faz parte das obras, com a implantação de biorreatores combinados anaeróbio-aeróbio (BRC), que vão tornar a qualidade da água que retorna ao Rio Barigui ainda melhor e quase triplicar a capacidade de tratamento (de 490 para 1.368 litros por segundo), preparando a infraestrutura em saneamento para o crescimento da Região Metropolitana de Curitiba.

As obras de ampliação da CIC Xisto estão sendo feitas com a estação em funcionamento, com um investimento de R$ 375 milhões em crédito verde, captados pela Sanepar no Eco Invest, linha de financiamento vinculada ao Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FNMC) com apoio do Banco do Brasil. 

O projeto foi apresentado pela instituição financeira como modelo de investimento em iniciativas sustentáveis ao meio ambiente na COP 30, em Belém (PA).

PIONEIRISMO – Desde 2020 a Sanepar investe em tecnologias SBN. A primeira wetland da Companhia foi em Santa Helena. Depois vieram as unidades de Assis Chateaubriand, Vera Cruz do Oeste, Cambará, Cornélio Procópio e Joaquim Távora. O modelo está sendo implantado em Serranópolis, Saudade do Iguaçu, Turvo, Pinhão e Palotina.

Com a implantação do sistema que utiliza plantas no tratamento do lodo, a Estação CIC Xisto, em Curitiba, vai ser uma das maiores do mundo em atendimento de pessoas, com eficiência estimada de 98% na redução do volume de resíduos

Pesquisa e Inovação
Sanepar usa plantas para criar estação de esgoto lixo zero em Curitiba Sanepar usa plantas para criar estação de esgoto lixo zero em Curitiba
Sanepar usa plantas para criar estação de esgoto lixo zero em Curitiba Sanepar usa plantas para criar estação de esgoto lixo zero em Curitiba
Sanepar usa plantas para criar estação de esgoto lixo zero em Curitiba Sanepar usa plantas para criar estação de esgoto lixo zero em Curitiba
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Curitiba
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Caixa-d’água garante estabilidade e usuários não percebem as manutenções no sistema de água

Enviado por Monica Venson em

Um levantamento realizado pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) traçou o perfil da segurança hídrica dos imóveis no Paraná. Os dados mostram que uma parcela significativa da população — 23% nas residências e 30% nos comércios —, ainda está vulnerável a interrupções no abastecimento por falta de caixa-d’água ou cisterna. 

O estudo também reforça a importância da caixa-d’água não apenas como reserva de emergência, mas como fator determinante na percepção de qualidade do serviço e na continuidade do abastecimento no Paraná: 78% dos clientes com reservatório afirmam não ter sentido falta de água no período de um ano.  

Para o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, o reservatório doméstico é uma extensão do sistema de distribuição. “Este cenário revela que quem tem caixa-d’água não é afetado por interferências no abastecimento. Da mesma forma que a Companhia investe nos sistemas de reservação para a estabilidade do sistema, a caixa-d’água dos imóveis residenciais e comerciais permite o acesso à água, mesmo em casos de interrupção temporária”, comenta Bley. 

DIFERENÇA REGIONAL - A posse do reservatório doméstico nas residências varia conforme a região do estado. Na região Nordeste, 87,7% dos entrevistados disseram que possuem caixa-d’água nas suas residências. Já a região Sudoeste apresenta o menor índice, onde 64,3% dos imóveis residenciais e 54,7% dos comércios possuem reservação. Entre os municípios pesquisados, Telêmaco Borba, na região Sudeste  (56,6%) e Foz do Iguaçu (59,5%), no Oeste, apresentaram os menores índices de imóveis residenciais com a instalação destes equipamentos. 

O empresário Raimundo Wagner Moreira investe na construção de imóveis para venda e locação em Foz do Iguaçu e faz parte de uma minoria que reconhece a importância da reservação doméstica para o negócio e para a tranquilidade dos inquilinos e compradores. “É um item de extrema importância em uma obra. Caso a Sanepar precise fazer alguma manutenção na rede, a gente não fica desabastecido. Sempre coloquei o equipamento, inclusive estou fazendo uma obra nova e já está no projeto também fazer a caixa-d’água, afirma Moreira.” 

NORMAS TÉCNICAS - A norma técnica brasileira indica que todas as residências devem ter uma caixa-d’água. “O perfil das famílias que existem no Paraná é composto, geralmente, por três a quatro pessoas. Para esse perfil, uma caixa-d’água com 500 litros de volume consegue atender o abastecimento de uma residência por um dia, ou seja, por 24 horas. Isso é importante porque eventualmente vão ocorrer manutenções nas redes de distribuição de água e o serviço terá que ser interrompido para que se possa efetuar consertos ou outras intervenções, como interligações de obras desse tipo”, explica o gerente de engenharia da Sanepar, Eduardo Arrosi.

Arrosi também destaca a necessidade de instalação de cisternas para auxiliar no sistema de bombeamento de prédios e edificações com mais de dois pavimentos. Para construções com mais de 600 metros quadrados, é necessária a aprovação do projeto hidrossanitário na Sanepar. Em casos de prédios com dois ou mais pavimentos, é exigida a construção de uma cisterna. 

“As normas brasileiras recomendam que a Sanepar, e qualquer outra concessionária de distribuição de água, forneça uma pressão de 10 metros de coluna d'água (m.c.a.) na entrada do hidrômetro. Ou seja, a água teria força suficiente para subir 10 metros. Por isso, nos casos acima de dois pavimentos — nos quais os edifícios chegam muito próximo ou ultrapassam essas alturas — é necessária a cisterna com sistema de bombeamento. Com isso, o cliente não vai sentir falta de água”, comenta Arrosi.

ESTABILIDADE NO ABASTECIMENTO - A infraestrutura interna mitiga o impacto de paradas técnicas. Na região Noroeste, onde o índice de reservação é alto, a satisfação com a continuidade atinge 85,5%. Este número traduz o impacto positivo e revela a importância da caixa-d’água. 

“Eventualmente vão ocorrer manutenções nas redes de distribuição e o serviço terá que ser interrompido para consertos ou outras intervenções. Também é importante ressaltar que para distribuir água nós dependemos da energia elétrica. Então, quando há falta de eletricidade, pode ocorrer a paralisação no sistema de abastecimento de água. Nesses casos, tendo a caixa-d’água, o consumidor não vai sentir a falta, porque vai ter essa reserva em sua residência”, comenta Arrosi.

Além disso, diferente da eletricidade, a velocidade de deslocamento da água no sistema é muito menor e a retomada do abastecimento depende de vários fatores que são levados em consideração pelos técnicos da Sanepar. Nesses casos, a caixa-d’água residencial funciona como uma garantia. 

METODOLOGIA  – O levantamento contratado pela Sanepar foi realizado pelo Instituto Radar Pesquisas e ouviu no mês de novembro de 2025, 2.900 pessoas, sendo 2.400 de clientes residenciais e 500 clientes de imóveis comerciais em cidades polos de cada região do Paraná.  

 

Pesquisa contratada pela empresa mostra 78% dos clientes com reservatórios dizem não ter sentido falta de água no período de 12 meses. A falta do equipamento gera transtornos quando é necessário um serviço de manutenção por parte da Sanepar

Água
imagem mostra uma caixa d"água imagem mostra uma caixa d"água Pesquisa da Sanepar reforça importância da caixa d'água para reservação em casa
imagem mostra uma caixa d'água imagem mostra uma caixa d'água Pesquisa da Sanepar reforça importância da caixa d'água para reservação em casa
Empresário Raimundo Wagner destaca importância da reservação no imóvel Empresário Raimundo Wagner destaca importância da reservação no imóvel Empresário Raimundo Wagner destaca importância da reservação no imóvel
Foz do Iguaçu
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Sanepar renova seu parque de hidrômetros com substituição de 380 mil equipamentos em todo o Paraná

Enviado por Emanuele Campo… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) desenvolve em todo o estado um trabalho contínuo de manutenção preventiva de seu parque de hidrômetros. Com mais de 4,4 milhões de imóveis atendidos com água tratada em todo o Paraná, modernizar e manter a precisão dos equipamentos de medição contribui para a eficiência operacional do sistema de abastecimento, reduzindo perdas de água e garantindo a precisão da medição para o consumidor.

Em 2025, a Sanepar efetuou a troca de 364 mil hidrômetros. Para este ano, a meta da Companhia é substituir cerca de 380 mil medidores em todo o estado. Somente no primeiro bimestre deste ano, mais de 62,5 mil unidades já foram renovadas.

Conhecido popularmente como “relógio de água”, o hidrômetro é um instrumento de alta precisão. Em seu interior, engrenagens sensíveis trabalham de forma ininterrupta para registrar, em metros cúbicos, o volume de água que entra no imóvel. No entanto, por ser um equipamento hidráulico em movimento constante, ele sofre um desgaste natural com o passar do tempo, o que torna a sua renovação indispensável para manter a confiabilidade da medição de consumo.

Ao atingir o fim de sua vida útil — que pode variar de 4 a 10 anos, dependendo do modelo do equipamento e do volume de consumo —, o mecanismo interno pode apresentar falhas e gerar a submedição, que é quando o aparelho registra menor volume de água do que o realmente consumido.

De acordo com o gerente geral Comercial da Sanepar, Sérgio Portela, a substituição periódica preventiva do hidrômetro é um serviço totalmente gratuito para o cliente e segue as diretrizes de normas técnicas do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), que recomenda a substituição em razão do tempo de vida útil do aparelho. 

“Antes de serem instalados, os equipamentos novos passam por um rigoroso controle de calibração. Ao trocar os aparelhos antigos, a Sanepar garante que o volume de água registrado seja fiel ao volume consumido, o que assegura uma cobrança justa e evita distorções causadas por eventuais falhas mecânicas de equipamentos que tenham chegado ao fim de sua vida útil”, destaca.

COLABORAÇÃO – A colaboração do cliente mantendo o livre acesso das equipes ao hidrômetro, sem obstáculos como muros altos, grades fechadas ou animais que possam impedir o trabalho, é essencial para que a manutenção preventiva ocorra sem transtornos. Como medida de segurança, a orientação é para que os moradores sempre confiram se os profissionais estão devidamente uniformizados e portando crachá de identificação, caracterizados com a inscrição “a Serviço da Sanepar” antes de permitir o acesso. Em caso de dúvidas, os clientes devem entrar em contato com a Sanepar por um de seus canais oficiais, como o telefone 0800 200 0115, WhatsApp (41) 99544-0115, aplicativo Minha Sanepar ou pelo site da Companhia: www.sanepar.com.br

O trabalho, sem custo para o morador, segue diretrizes do Inmetro e tem como objetivo garantir a medição precisa e o combate às perdas de água

Cliente
troca preventiva de hidrômetro troca preventiva de hidrômetro troca preventiva de hidrômetro
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Sanepar usa drone e barco autônomo para garantir eficiência na represa do Miringuava

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) está aplicando métodos inovadores e tecnologia de ponta no processo para o enchimento e operação do novo Reservatório do Miringuava, em São José dos Pinhais. O monitoramento do acumulo de água ocorre 24 horas por dia e o acompanhamento tem como guia os modelos digitais produzidos antes do fechamento da comporta em janeiro. O enchimento completo da represa depende do regime de chuvas na bacia do Rio Miringuava.      

A equipe técnica da Companhia aproveitou a etapa final da supressão vegetal na área que está sendo alagada para tirar milhares de fotos. Foi utilizado um drone voando a 120 metros de altura e antenas GNSS (Global Navigation Satellite System) de alta precisão – GPS avançados – para georreferenciar as imagens. Com ajuda de softwares de geoprocessamento de alta performance, foi possível criar modelos 3D do fundo do futuro reservatório. 

Segundo o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, essas ações visam dar suporte técnico rigoroso para a tomada de decisões durante o enchimento do lago e a futura operação, garantindo a eficiência do sistema de abastecimento. “A Sanepar não está apenas construindo uma obra de concreto, mas criando uma base de dados digital e científica para operar o Miringuava com a máxima eficiência nas próximas décadas,” explica Bley. 

Diferente dos mapas cartográficos antigos, que possuíam curvas de nível a cada 5 metros, o novo levantamento gerou um modelo digital do terreno com resolução espacial de 20 centímetros, explicou o engenheiro da Sanepar Mauricio Bergamini Scheer, da Gerência de Pesquisa e Inovação. “Isso significa que a Sanepar consegue ver detalhes do terreno do tamanho de um palmo, permitindo simular digitalmente como a água vai ocupar cada pedacinho do vale”, detalha Scheer. 

MEDIÇÃO - Paralelamente ao mapeamento, a Sanepar investiu na consolidação de uma rede de estações hidrometeorológicas de pesquisa. Desde 2020, sensores instalados registram o nível dos rios continuamente, somando mais de 150 mil registros cada.

Para medir a vazão que está alimentando o reservatório, a equipe utilizou diversos equipamentos de alta tecnologia, como um pequeno barco autônomo. Ele é equipado com sensores acústicos que leem a velocidade e a profundidade da água em diferentes cenários, desde estiagens severas até cheias.

O diretor de Inovação e Novos Negócios da Sanepar, Anatalicio Risden Junior, explica que com essas informações, a Sanepar pode traçar os planos de trabalho para a gestão da represa. “Os dados mostraram, por exemplo, que em 2021 a bacia do rio produziu cerca de 30% menos água do que nos anos seguintes. Isso ajuda a Sanepar a prever como a barragem vai se comportar em tempos de seca severa”, explica Risden. 

Fórmulas matemáticas criadas a partir dos dados do barco com sensores acústicos estão permitindo que a Sanepar saiba exatamente quanta água entra e sai da barragem. Com a simulação digital do enchimento e a visualização de detalhes do terreno que ficarão submersos, a Sanepar terá maior facilidade para futuras inspeções e a gestão do manancial. 

“A Sanepar fez todos as ações necessárias para garantir a regularidade no abastecimento da região, seja aplicando os recursos financeiros para construção da estrutura física, seja colocando os melhores profissionais e tecnologia de ponta nesse projeto. Agora contamos com o regime de chuva para concluir o enchimento”, disse Bley. 

FAUNA e FLORA – Para proteger a biodiversidade da região e compensar a área utilizada pela barragem, a Sanepar planejou a criação de um corredor de biodiversidade em 700 hectares (ha), uma área 62,6% superior à que está sendo utilizada para reservação de água (430,6 ha).

Equipes especializadas fizeram o resgate e o remanejamento de animais terrestres e aquáticos para áreas seguras de preservação, trabalho que segue durante todas as fases de enchimento do reservatório.

Também foi feito o inventário e o manejo da vegetação, com resgate e realocação de espécies raras ou ameaçadas, coleta de sementes e produção de mudas para o reflorestamento.

Equipamentos e softwares de última geração foram usados para o mapeamento digital e criação de modelos 3D do fundo do reservatório em enchimento

Água
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva
Equipe usa drones para mapear represa do Miringuava Equipe usa drones para mapear represa do Miringuava
Equipes da Sanepar realizam mapeamento 3D da represa do Miringuava Equipes da Sanepar realizam mapeamento 3D da represa do Miringuava
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D do reservatório do Miringuava Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D do reservatório do Miringuava
São José dos Pinhais
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Banco alemão financia duas importantes obras em Londrina

Enviado por Giovanna Migot… em

Com recursos de cerca de R$ 300 milhões de reais, o banco de desenvolvimento alemão KfW está financiado cinco obras da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) no estado sendo duas delas em Londrina. Tratam-se das obras de ampliação e modernização das estações de tratamento de esgoto (ETEs) Norte, localizada no Jardim Eucalipto, e Sul, no Parque Municipal João Milanez.

O aporte que está sendo feito agora se destina à segunda fase do programa Paraná Bem Tratado, mas as obras já estão em andamento com recursos próprios (da Sanepar) aplicados de forma antecipada. “Temos esta parceria com o KfW desde o desenho deste modelo que tem grande impacto no que diz respeito à eficiência operacional e minimização da emissão dos gases de efeito estufa”, explica o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

“Conseguimos dar início às obras e avançar para além dos 20% de contrapartida, com base na relação de extrema confiança que já havíamos construído. O contrato cumpre uma formalidade para o efetivo envio dos recursos”, destaca Bley.

Os investimentos em Londrina viabilizam uma Central de Tratamento de Lodo, que, embora anexa à ETE Sul, vai atender a região metropolitana. A unidade fará a secagem do lodo de seis ETEs: quatro locais, uma de Cambé e outra de Tamarana. As obras abrangem ainda a implantação das estruturas para coleta, armazenamento e tratamento do biogás gerado na ETE Sul, possibilitando sua utilização como combustível no processo de secagem dos lodos.

“A unidade tem tecnologias inovadoras e sustentáveis, prevendo a utilização dos dois principais subprodutos gerados na ETE como fontes de energia. Atualmente o biogás é queimado e o lodo segue para aterro”, explica o gerente de Convênios e Parcerias da Sanepar, Eduardo Pegorini.

SECAGEM DO LODO: O sistema de secagem térmica do lodo tem como peça principal um tambor de aço, com 18 metros de comprimento, 4,3 metros de diâmetro e pesa 43 toneladas, com capacidade de processar até 5 toneladas por hora. Complementa o sistema, um gerador de gases, que mede 6 metros de comprimento por 3 metros de largura e 40 toneladas.

O gerente geral da Sanepar na Região Nordeste, Rafael Leite, chama a atenção para o ganho ambiental dos investimentos do KfW, com a conversão daquilo que seria um passivo em ativo energético. “O processo de secagem é capaz de reduzir o volume de quatro caçambas de lodo úmido para uma única caçamba de lodo seco. Aproveitando o gás da estação, deixamos de emitir gases de efeito estufa e mitigamos as mudanças climáticas”, resume.

Leite também indica de redução de custos logísticos. “A Sanepar mantém uma política de alinhamento de suas operações aos conceitos de ETEs Sustentáveis, nesse sentido investimos para aproveitar os subprodutos dos processos e reduzir demandas por aterros e recursos naturais”, explica o gerente-geral.


Com um investimento de R$ 58,8 milhões, a obra tem entrega final prevista para novembro, iniciando fases de pré-operação e operação assistida em julho.

Ainda em 2026, a ETE Sul passará pela segunda fase de ampliação, incluindo reformas, melhorias em reatores e tratamento preliminar. Segundo Pegorini, isso aumentará a eficiência da unidade e a geração de biogás.

RARIDADE – Os equipamentos que compõem a Central de Tratamento de Lodo da ETE Sul são raros. O tambor secador modelo Bruthus, por exemplo, só é utilizado em outras seis estações no Brasil. Desses, apenas dois operam utilizando biogás e lodo de esgoto como fontes de energia: um em Minas Gerais e o outro na ETE Atuba Sul, na Sanepar, em Curitiba. Os demais estão em ETEs no Rio de Janeiro e Minas.

ENERGIA ELÉTRICA - Na ETE Norte, em Londrina, os investimentos visam além da otimização e confiabilidade dos processos de tratamento de esgoto, o aproveitamento do biogás para geração de energia elétrica para a operação da própria unidade.

A obra está orçada em R$ 62 milhões e vai revitalizar cinco reatores anaeróbios e um digestor existente, além de prever a construção de um novo digestor e aprimorar o tratamento preliminar. A conclusão está prevista para março de 2028.

OUTRAS OBRAS – Recursos do KfW se desdobram em obras nas ETEs Pinhalzinho, em Umuarama, e Padilha, em Curitiba. Na Capital também estão previstas a implantação de uma central de tratamento de lodo e a ampliação da Usina de Tratamento de Lodos e Resíduos Orgânicos (Usbio), anexo à ETE Belém.

MITIGAR GEE - O biogás é um residual do processo que trata o esgoto doméstico de forma anaeróbica, isto é, sem oxigênio. O processo acontece dentro de biodigestores, onde bactérias degradam a matéria orgânica, liberando o gás que é composto principalmente por metano e dióxido de carbono.

A redução de gases de efeito estufa (GEE) a partir do aproveitamento do biogás é o pilar do Programa Paraná Bem Tratado, uma iniciativa da Sanepar na década de 2010, com pesquisa e cooperação técnica envolvendo diversas instituições do Paraná e do Brasil, junto com a agência de cooperação técnica da Alemanha GIZ.
 

 

KfW está viabilizando ampliações das ETEs Norte e Sul com aproveitamento do biogás para tratar lodo e gerar energia

Pesquisa e Inovação
estação de tratamento de esgoto vista do alto estação de tratamento de esgoto vista do alto Sanepar e KfW viabilizam obras com elevados ganhos ambientais em Londrina (by Giovanna Fonseca)
central de tratamento do lodo, um prédio na cor verde central de tratamento do lodo, um prédio na cor verde Sanepar e KfW viabilizam obras com elevados ganhos ambientais em Londrina (by Giovanna Fonseca)
tambor de secagem de lodo, peça de grandes dimensões em aço tambor de secagem de lodo, peça de grandes dimensões em aço Obras visam aproveitamento de biogás de estações de tratamento de esgoto (by Giovanna Fonseca)
balão de biogás, branco, enorme balão de biogás, branco, enorme Biogás vai virar energia para secar lodo de sete de ETES na central de tratamento anexa à ETE Sul (by Giovanna Fonseca)
estação de tratamento de esgoto - obra vista de cima estação de tratamento de esgoto - obra vista de cima Obra na ETE Norte visa fornecimento de energia para operação da própria unidade (fotos by Cembra)
estação de tratamento de esgoto - obra vista de cima estação de tratamento de esgoto - obra vista de cima Obra na ETE Norte visa fornecimento de energia para operação da própria unidade (fotos by Cembra)
estação de tratamento de esgoto - obra vista de cima estação de tratamento de esgoto - obra vista de cima Obra na ETE Norte visa fornecimento de energia para operação da própria unidade (fotos by Cembra)
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