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Sanepar faz novos testes sonoros em sirenes instaladas na Barragem do Miringuava

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) informa que realizará na próxima semana, entre os dias 15 e 19 de junho, uma nova rodada de testes sonoros das sirenes instaladas no entorno da Barragem do Miringuava, em São José dos Pinhais. O objetivo é garantir que os equipamentos estejam em perfeitas condições de funcionamento para serem usados em eventuais emergências. Durante os testes, não será preciso que os moradores deixem suas casas.

Os testes serão realizados durante toda a semana, em dois períodos do dia: das 8h às 12h e entre 13h30 e 17h30. Nesses momentos, a população que vive no entorno da Barragem deve ouvir dois tipos de sons: ruídos pontuais (chamado de teste surdo) e um som de sirene contínua (chamado de teste de simulação). 

“É importante reforçar que, em nenhum dos casos, será preciso que os moradores deixem suas casas. Trata-se de um procedimento de rotina e preventivo. Não há qualquer situação de risco ou emergência”, esclarece o coordenador dos Sistemas Integrados de Abastecimento da Sanepar (SAIC), Arion Garcia da Silva.

De acordo com o coordenador, “o grande objetivo é testar os equipamentos e aferir se está tudo funcionando perfeitamente e que nenhuma das sirenes precisa de manutenção”, completa Arion.

Os testes serão realizados em parceria com a Defesa Civil e o Município de São José dos Pinhais.

ZONA DE AUTOSSALVAMENTO (ZAS) - As 16 sirenes que serão testadas foram instaladas pela Sanepar na chamada Zona de Autossalvamento (ZAS), que compreende uma área de até dez quilômetros de distância a partir da barragem. O local, além dos equipamentos, também possui seis rotas de fuga e pontos de encontro sinalizados. 

Além da ZAS, a região também conta com uma Zona de Salvamento Secundário, localizada em um raio de 28 quilômetros da barragem e que tem 35 rotas de fuga e pontos de encontro sinalizados. 

TESTES ANTERIORES - Os equipamentos já foram testados em novembro do ano passado, como parte da rotina de monitoramento constante do sistema de alerta na região. Meses antes, a população local também participou de uma simulação de evacuação do entorno da barragem.

“Os testes e simulações também têm objetivos educativos e são importantes para assegurar que as pessoas saibam como agir em caso de real emergência, reconhecendo o som das sirenes, as rotas de fuga e os pontos de encontros próximos às suas residências”, explica Arion.

ENCHIMENTO DO MIRINGUAVA - A Barragem do Miringuava está no processo inicial de enchimento e, neste momento, encontra-se com um nível de 8,8% da sua capacidade máxima de reservação. O Sistema Miringuava, composto pela Barragem e Estação de Tratamento, tem capacidade para fornecer água à 650 mil pessoas que vivem em São José dos Pinhais, Curitiba, Fazenda Rio Grande e Araucária. A reservação de água na Barragem visa manter a produção de água potável em períodos de estiagem, garantindo o abastecimento público mesmo em períodos de baixos índices pluviométricos.

O objetivo é garantir o perfeito funcionamento dos equipamentos usados em situações de emergência. Moradores do entorno do reservatório ouvirão os sons das sirenes durante os testes, mas não precisam sair de casa

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Vista aérea panorâmica da Barragem de Miringuava em um dia ensolarado com nuvens esparsas. À direita, estende-se um grande reservatório de água azul-escura cercado por vegetação nativa, matas e colinas ao fundo. No centro da imagem, o talude de terra da barragem é coberto por grama verde, cortado por vias pavimentadas onde é possível ver pequenos veículos e estruturas técnicas, incluindo uma torre de captação de concreto que avança sobre a água Vista aérea panorâmica da Barragem de Miringuava em um dia ensolarado com nuvens esparsas. À direita, estende-se um grande reservatório de água azul-escura cercado por vegetação nativa, matas e colinas ao fundo. No centro da imagem, o talude de terra da barragem é coberto por grama verde, cortado por vias pavimentadas onde é possível ver pequenos veículos e estruturas técnicas, incluindo uma torre de captação de concreto que avança sobre a água Os testes serão realizados durante toda a semana, em dois períodos do dia: das 8h às 12h e entre 13h30 e 17h30.
Fotografia em plano médio focada nas costas de um técnico da Sanepar, um homem de cabelos grisalhos e óculos, que segura um decibelímetro digital apontado para cima para medir a intensidade do som. Ao fundo, após uma cerca de arame, outro operador trabalha subido em uma escada de madeira apoiada contra uma estrutura de concreto alta, realizando ajustes em uma caixa de comandos eletrônicos. O ambiente ao redor é repleto de mata verde densa. Fotografia em plano médio focada nas costas de um técnico da Sanepar, um homem de cabelos grisalhos e óculos, que segura um decibelímetro digital apontado para cima para medir a intensidade do som. Ao fundo, após uma cerca de arame, outro operador trabalha subido em uma escada de madeira apoiada contra uma estrutura de concreto alta, realizando ajustes em uma caixa de comandos eletrônicos. O ambiente ao redor é repleto de mata verde densa. O objetivo é garantir que os equipamentos estejam em perfeitas condições de funcionamento para serem usados em eventuais emergências
Fotografia em ângulo contrapicado de um poste de concreto que sustenta equipamentos do sistema de alerta da Sanepar, sob um céu nublado e cinzento. Próximo ao topo do poste, há duas placas de energia solar e antenas de transmissão direcionais. Na parte inferior do poste, uma caixa metálica cinza traz inscrições técnicas identificando o equipamento como "REMOTA 01 SANEPAR", acompanhada do telefone de contato 0800 e da indicação "BARRAGEM MIRINGUAVA". Fotografia em ângulo contrapicado de um poste de concreto que sustenta equipamentos do sistema de alerta da Sanepar, sob um céu nublado e cinzento. Próximo ao topo do poste, há duas placas de energia solar e antenas de transmissão direcionais. Na parte inferior do poste, uma caixa metálica cinza traz inscrições técnicas identificando o equipamento como "REMOTA 01 SANEPAR", acompanhada do telefone de contato 0800 e da indicação "BARRAGEM MIRINGUAVA". O objetivo é garantir que os equipamentos estejam em perfeitas condições de funcionamento para serem usados em eventuais emergências
São José dos Pinhais
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Sanepar ruma à universalização com 7 cidades na classificação máxima do saneamento

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) é destaque nacional no trabalho de universalização do saneamento básico com sete cidades atingindo a classificação máxima no ranking publicado, nesta terça-feira (9), pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES). Curitiba, Pinhais, Porecatu, Maringá, Matinhos, Campo Mourão e Londrina estão no topo do ranking que considerou dados de 2.558 municípios, representando aproximadamente 80% da população nacional. Todas as 27 capitais foram analisadas e apenas a capital paranaense recebeu a classificação máxima.

O estudo leva em consideração os índices de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto, além da coleta e destinação de resíduos sólidos. Cada cidade recebeu uma pontuação de 0 a 500 e foi qualificada em uma das quatro categorias: Rumo à Universalização (mais alta), Compromisso com a Universalização, Empenho para Universalização e Primeiros Passos para a Universalização (mais baixa). Nenhuma cidade do Paraná ficou na classificação mais baixa. 

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, destaca que o caminho paranaense para universalização une agilidade, investimentos e gestão inovadora. "Não estamos correndo para chegar em 2033, estamos trabalhando para antecipar essa entrega para 2029. O objetivo é garantir que o saneamento seja a base sólida para o desenvolvimento econômico de todo o Paraná”, explica Bley.

A consolidação desta meta antecipada fundamenta-se na organização em microrregiões, com ganho de escala e o uso inteligente do subsídio cruzado, garantindo que municípios menores recebam o mesmo nível de investimento que os grandes centros. Outro pilar é a adoção de Parcerias Público-Privadas (PPPs). "Estruturamos nossas parcerias para ganhar velocidade, enquanto mantemos a inteligência estratégica e a garantia social do serviço", pontua Bley.

CURITIBA - A capital dos paranaenses alcançou o topo isolado do grupo das 27 capitais brasileiras. Classificada na categoria máxima de desempenho operacional, a cidade já atende 100% da população com rede de abastecimento e coleta e tratamento de esgoto. Entre 2015 e 2024, a Sanepar investiu R$ 2,33 bilhões em Curitiba, sendo 70,7% exclusivamente em água e esgoto (R$ 1,65 bilhão). Outros R$ 2,5 bilhões serão investidos até 2030.

PARANÁ – O protagonismo do saneamento paranaense não se restringe à capital. O relatório da ABES destaca um fenômeno raro no cenário nacional: a uniformidade e a descentralização da qualidade dos serviços. Além das sete cidades com saneamento administrado pela Sanepar, Jussara também atingiu a classificação máxima. No segundo nível - Compromisso com a Universalização - são 43 municípios com pontuação de 489 a 450. Outras 175 cidades estão no terceiro nível - Empenho para Universalização - com pontuação entre 449,99 e 200. Nenhuma cidade do Paraná ficou na última categoria, com pontuação inferior a 200. 

INVESTIMENTOS - A Sanepar mantém 100% de cobertura de água tratada em todas as áreas urbanas de sua concessão. No esgotamento sanitário, o índice de atendimento urbano subiu para 82,6%, com a garantia de que 100% do volume coletado recebe tratamento integral.

O Marco Legal do Saneamento estipula o ano de 2033 como limite para que as companhias de todo o país garantam 99% da população com acesso à água tratada e 90% com coleta e tratamento de esgoto. Para sustentar essa arrancada rumo à universalização total até 2029, a Sanepar executa um dos planos plurianuais de investimentos mais ambiciosos de sua história. Para o período compreendido entre 2026 e 2030, o conselho da Companhia aprovou um montante global de R$ 13,077 bilhões em aportes financeiros.

"Nosso plano de investimentos para 2026-2030 é a materialização da nossa visão de que saneamento não é custo, é um investimento social e ambiental que gera retornos inestimáveis. Cada real aplicado em água limpa e coleta de esgoto se converte em menos leitos hospitalares ocupados e um meio ambiente mais resiliente. É um ciclo virtuoso de saúde, dignidade e desenvolvimento sustentável para o Paraná", afirma Bley.


Lista consolidada dos municípios do Paraná no ranking ABES 2026

1. Rumo à Universalização (Acima de 489,00 pontos)

  • Curitiba (Grande Porte) – 497,53 pontos
  • Pinhais (Grande Porte) – 497,39 pontos
  • Porecatu (Pequeno e Médio Porte) – 496,92 pontos
  • Jussara (Pequeno e Médio Porte) – 495,81 pontos
  • Maringá (Grande Porte) – 492,01 pontos
  • Matinhos (Pequeno e Médio Porte) – 491,46 pontos
  • Campo Mourão (Grande Porte) – 490,41 pontos
  • Londrina (Grande Porte) – 489,65 pontos

2. Compromisso com a Universalização (De 450,00 a 489,00 pontos)

  • Umuarama (Grande Porte) – 487,23 pontos
  • Cambará (Pequeno e Médio Porte) – 487,49 pontos
  • Flórida (Pequeno e Médio Porte) – 486,74 pontos
  • Cascavel (Grande Porte) – 486,10 pontos
  • Fazenda Rio Grande (Grande Porte) – 484,73 pontos
  • Ponta Grossa (Grande Porte) – 484,43 pontos
  • Telêmaco Borba (Pequeno e Médio Porte) – 484,00 pontos
  • Jataizinho (Pequeno e Médio Porte) – 483,45 pontos
  • Cidade Gaúcha (Pequeno e Médio Porte) – 482,47 pontos
  • Paranavaí (Pequeno e Médio Porte) – 482,24 pontos
  • Foz do Iguaçu (Grande Porte) – 481,06 pontos
  • Cornélio Procópio (Pequeno e Médio Porte) – 480,65 pontos
  • Nova Londrina (Pequeno e Médio Porte) – 479,97 pontos
  • Ibiporã (Pequeno e Médio Porte) – 478,13 pontos
  • Paiçandu (Pequeno e Médio Porte) – 477,52 pontos
  • Pontal do Paraná (Pequeno e Médio Porte) – 472,18 pontos
  • Sertanópolis (Pequeno e Médio Porte) – 471,77 pontos
  • São João do Caiuá (Pequeno e Médio Porte) – 470,80 pontos
  • Jacarezinho (Pequeno e Médio Porte) – 469,33 pontos
  • Santa Terezinha de Itaipu (Pequeno e Médio Porte) – 468,97 pontos
  • Apucarana (Grande Porte) – 468,15 pontos
  • Guarapuava (Grande Porte) – 467,26 pontos
  • Arapongas (Grande Porte) – 465,91 pontos
  • Itambé (Pequeno e Médio Porte) – 466,54 pontos
  • Guaratuba (Pequeno e Médio Porte) – 465,96 pontos
  • Piraquara (Grande Porte) – 465,12 pontos
  • Campina Grande do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 464,42 pontos
  • Cafelândia (Pequeno e Médio Porte) – 464,35 pontos
  • Paranaguá (Grande Porte) – 463,12 pontos
  • Pato Branco (Pequeno e Médio Porte) – 462,94 pontos
  • Porto Rico (Pequeno e Médio Porte) – 462,35 pontos
  • Porto Amazonas (Pequeno e Médio Porte) – 462,22 pontos
  • Santo Antônio da Platina (Pequeno e Médio Porte) – 461,56 pontos
  • Toledo (Grande Porte) – 461,44 pontos
  • São José dos Pinhais (Grande Porte) – 460,91 pontos
  • Loanda (Pequeno e Médio Porte) – 459,80 pontos
  • Lobato (Pequeno e Médio Porte) – 456,98 pontos
  • Clevelândia (Pequeno e Médio Porte) – 456,83 pontos
  • São Jorge do Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 455,02 pontos
  • Colombo (Grande Porte) – 454,51 pontos (Promovido)
  • Uraí (Pequeno e Médio Porte) – 454,15 pontos
  • Quatro Barras (Pequeno e Médio Porte) – 453,99 pontos
  • Primeiro de Maio (Pequeno e Médio Porte) – 451,69 pontos

3. Empenho para Universalização (De 200,00 a 449,99 pontos)

  • Carambeí (Pequeno e Médio Porte) – 448,27 pontos
  • Arapoti (Pequeno e Médio Porte) – 448,10 pontos
  • Joaquim Távora (Pequeno e Médio Porte) – 446,54 pontos
  • Araucária (Grande Porte) – 445,27 pontos
  • Guapirama (Pequeno e Médio Porte) – 443,87 pontos
  • Assaí (Pequeno e Médio Porte) – 443,08 pontos
  • Mandaguari (Pequeno e Médio Porte) – 443,07 pontos
  • Conselheiro Mairinck (Pequeno e Médio Porte) – 442,75 pontos
  • Colorado (Pequeno e Médio Porte) – 442,61 pontos
  • Irati (Pequeno e Médio Porte) – 441,83 pontos
  • Doutor Camargo (Pequeno e Médio Porte) – 441,55 pontos
  • Jandaia do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 441,40 pontos
  • Siqueira Campos (Pequeno e Médio Porte) – 439,37 pontos
  • Piraí do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 437,97 pontos
  • Ribeirão Claro (Pequeno e Médio Porte) – 436,96 pontos
  • Andirá (Pequeno e Médio Porte) – 436,95 pontos
  • Carlópolis (Pequeno e Médio Porte) – 436,78 pontos
  • Ribeirão do Pinhal (Pequeno e Médio Porte) – 435,53 pontos
  • Francisco Beltrão (Grande Porte) – 435,34 pontos
  • Palmas (Pequeno e Médio Porte) – 434,41 pontos
  • Corbélia (Pequeno e Médio Porte) – 433,12 pontos
  • Sarandi (Grande Porte) – 432,59 pontos
  • Guaíra (Pequeno e Médio Porte) – 432,33 pontos
  • Nova Esperança (Pequeno e Médio Porte) – 432,06 pontos
  • Palotina (Pequeno e Médio Porte) – 431,86 pontos
  • Mamborê (Pequeno e Médio Porte) – 428,06 pontos
  • Campo Largo (Grande Porte) – 427,89 pontos
  • Sengés (Pequeno e Médio Porte) – 426,47 pontos
  • Araruna (Pequeno e Médio Porte) – 426,05 pontos
  • Francisco Alves (Pequeno e Médio Porte) – 425,59 pontos
  • Vera Cruz do Oeste (Pequeno e Médio Porte) – 425,00 pontos
  • Diamante do Norte (Pequeno e Médio Porte) – 424,22 pontos
  • Céu Azul (Pequeno e Médio Porte) – 422,96 pontos
  • Japurá (Pequeno e Médio Porte) – 422,45 pontos
  • Matelândia (Pequeno e Médio Porte) – 421,95 pontos
  • Terra Boa (Pequeno e Médio Porte) – 421,47 pontos
  • Castro (Pequeno e Médio Porte) – 420,71 pontos
  • Cianorte (Pequeno e Médio Porte) – 420,56 pontos
  • Bandeirantes (Pequeno e Médio Porte) – 419,38 pontos
  • Tapejara (Pequeno e Médio Porte) – 417,30 pontos
  • Almirante Tamandaré (Grande Porte) – 415,45 pontos
  • Dois Vizinhos (Pequeno e Médio Porte) – 414,99 pontos
  • Alto Paraná (Pequeno e Médio Porte) – 413,86 pontos
  • Ampére (Pequeno e Médio Porte) – 413,14 pontos
  • Goioerê (Pequeno e Médio Porte) – 412,66 pontos
  • São João do Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 411,47 pontos
  • Santa Isabel do Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 411,33 pontos
  • Quatiguá (Pequeno e Médio Porte) – 411,12 pontos
  • Rolândia (Pequeno e Médio Porte) – 409,82 pontos
  • Prado Ferreira (Pequeno e Médio Porte) – 409,38 pontos
  • Barra do Jacaré (Pequeno e Médio Porte) – 409,31 pontos
  • São Pedro do Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 408,34 pontos
  • Realeza (Pequeno e Médio Porte) – 408,00 pontos
  • Imbituva (Pequeno e Médio Porte) – 404,53 pontos
  • Jaguapitã (Pequeno e Médio Porte) – 404,53 pontos
  • Marialva (Pequeno e Médio Porte) – 404,52 pontos
  • Coronel Vivida (Pequeno e Médio Porte) – 403,62 pontos
  • Renascença (Pequeno e Médio Porte) – 403,46 pontos
  • Tibagi (Pequeno e Médio Porte) – 402,78 pontos
  • Alto Piquiri (Pequeno e Médio Porte) – 402,38 pontos
  • Ubiratã (Pequeno e Médio Porte) – 399,39 pontos
  • Santo Antônio do Sudoeste (Pequeno e Médio Porte) – 394,13 pontos
  • Itambaracá (Pequeno e Médio Porte) – 393,95 pontos
  • São Miguel do Iguaçu (Pequeno e Médio Porte) – 390,60 pontos
  • Salto do Itararé (Pequeno e Médio Porte) – 389,25 pontos
  • Ivaiporã (Pequeno e Médio Porte) – 388,69 pontos
  • Nova Aurora (Pequeno e Médio Porte) – 388,61 pontos
  • Nova Olímpia (Pequeno e Médio Porte) – 388,07 pontos
  • Contenda (Pequeno e Médio Porte) – 387,90 pontos
  • Bela Vista do Paraíso (Pequeno e Médio Porte) – 387,05 pontos
  • Chopinzinho (Pequeno e Médio Porte) – 386,97 pontos
  • Ivaté (Pequeno e Médio Porte) – 386,58 pontos
  • Três Barras do Paraná (Pequeno e Médio Porte) – 385,79 pontos
  • Rio Negro (Pequeno e Médio Porte) – 385,06 pontos
  • União da Vitória (Pequeno e Médio Porte) – 384,19 pontos
  • Corumbataí do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 382,78 pontos
  • Capanema (Pequeno e Médio Porte) – 380,25 pontos
  • Medianeira (Pequeno e Médio Porte) – 378,97 pontos
  • Reserva (Pequeno e Médio Porte) – 377,29 pontos
  • Santa Helena (Pequeno e Médio Porte) – 377,18 pontos
  • Mariluz (Pequeno e Médio Porte) – 375,96 pontos
  • Lapa (Pequeno e Médio Porte) – 375,92 pontos
  • Laranjeiras do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 375,44 pontos
  • Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 375,42 pontos
  • São João (Pequeno e Médio Porte) – 372,28 pontos
  • Altônia (Pequeno e Médio Porte) – 371,52 pontos
  • Terra Rica (Pequeno e Médio Porte) – 371,00 pontos
  • Santa Cruz de Monte Castelo (Pequeno e Médio Porte) – 368,71 pontos
  • Santa Tereza do Oeste (Pequeno e Médio Porte) – 367,98 pontos
  • Santa Fé (Pequeno e Médio Porte) – 367,37 pontos
  • Iporã (Pequeno e Médio Porte) – 366,10 pontos
  • Bocaiúva do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 364,03 pontos
  • Morretes (Pequeno e Médio Porte) – 363,80 pontos
  • Marilândia do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 363,74 pontos
  • Xambrê (Pequeno e Médio Porte) – 363,46 pontos
  • Mandaguaçu (Pequeno e Médio Porte) – 363,43 pontos
  • Santa Izabel do Oeste (Pequeno e Médio Porte) – 361,61 pontos
  • Nova América da Colina (Pequeno e Médio Porte) – 360,89 pontos
  • Rebouças (Pequeno e Médio Porte) – 360,46 pontos
  • Assis Chateaubriand (Pequeno e Médio Porte) – 360,33 pontos
  • Pitanga (Pequeno e Médio Porte) – 360,27 pontos
  • Pérola (Pequeno e Médio Porte) – 359,52 pontos
  • Curiúva (Pequeno e Médio Porte) – 359,24 pontos
  • Pinhão (Pequeno e Médio Porte) – 359,13 pontos
  • Prudentópolis (Pequeno e Médio Porte) – 358,66 pontos
  • Paranacity (Pequeno e Médio Porte) – 358,44 pontos
  • Guaraniaçu (Pequeno e Médio Porte) – 358,27 pontos
  • Leópolis (Pequeno e Médio Porte) – 355,28 pontos
  • Floraí (Pequeno e Médio Porte) – 353,81 pontos
  • Paraíso do Norte (Pequeno e Médio Porte) – 353,64 pontos
  • Ipiranga (Pequeno e Médio Porte) – 353,56 pontos
  • Campo Magro (Pequeno e Médio Porte) – 353,56 pontos
  • Lunardelli (Pequeno e Médio Porte) – 351,11 pontos
  • Reserva do Iguaçu (Pequeno e Médio Porte) – 349,89 pontos
  • Perobal (Pequeno e Médio Porte) – 347,46 pontos
  • Quedas do Iguaçu (Pequeno e Médio Porte) – 347,24 pontos
  • Capitão Leônidas Marques (Pequeno e Médio Porte) – 345,93 pontos
  • Marmeleiro (Pequeno e Médio Porte) – 344,66 pontos
  • Mangueirinha (Pequeno e Médio Porte) – 343,85 pontos
  • Santa Cecília do Pavão (Pequeno e Médio Porte) – 343,51 pontos
  • Candói (Pequeno e Médio Porte) – 343,50 pontos
  • Teixeira Soares (Pequeno e Médio Porte) – 342,73 pontos
  • Itaipulândia (Pequeno e Médio Porte) – 342,63 pontos
  • Marechal Cândido Rondon (Pequeno e Médio Porte) – 339,42 pontos
  • Inácio Martins (Pequeno e Médio Porte) – 339,06 pontos
  • Itaperuçu (Pequeno e Médio Porte) – 338,46 pontos
  • Cruzeiro do Oeste (Pequeno e Médio Porte) – 338,41 pontos
  • Barbosa Ferraz (Pequeno e Médio Porte) – 338,33 pontos
  • Santana do Itararé (Pequeno e Médio Porte) – 338,27 pontos
  • Sapopema (Pequeno e Médio Porte) – 335,34 pontos
  • Jaguariaíva (Pequeno e Médio Porte) – 334,55 pontos
  • Salto do Lontra (Pequeno e Médio Porte) – 333,68 pontos
  • Cândido de Abreu (Pequeno e Médio Porte) – 331,65 pontos
  • Balsa Nova (Pequeno e Médio Porte) – 331,44 pontos
  • Santa Mariana (Pequeno e Médio Porte) – 331,34 pontos
  • Anastácio (Pequeno e Médio Porte) – 330,19 pontos
  • Ibaiti (Pequeno e Médio Porte) – 329,18 pontos
  • Imbaú (Pequeno e Médio Porte) – 328,59 pontos
  • Ventania (Pequeno e Médio Porte) – 325,62 pontos
  • Campo do Tenente (Pequeno e Médio Porte) – 321,01 pontos
  • São Jorge do Patrocínio (Pequeno e Médio Porte) – 320,83 pontos
  • Bituruna (Pequeno e Médio Porte) – 319,56 pontos
  • Centenário do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 319,35 pontos
  • Manoel Ribas (Pequeno e Médio Porte) – 318,34 pontos
  • Agudos do Sul (Pequeno e Médio Porte) – 318,13 pontos
  • Vitorino (Pequeno e Médio Porte) – 315,40 pontos
  • General Carneiro (Pequeno e Médio Porte) – 315,01 pontos
  • Palmeira (Pequeno e Médio Porte) – 314,63 pontos
  • Rio Azul (Pequeno e Médio Porte) – 314,41 pontos
  • Moreira Sales (Pequeno e Médio Porte) – 314,06 pontos
  • Mallet (Pequeno e Médio Porte) – 313,84 pontos
  • Wenceslau Braz (Pequeno e Médio Porte) – 311,62 pontos
  • São João do Triunfo (Pequeno e Médio Porte) – 299,39 pontos
  • Jardim Alegre (Pequeno e Médio Porte) – 291,49 pontos
  • Maria Helena (Pequeno e Médio Porte) – 291,09 pontos
  • Jaboti (Pequeno e Médio Porte) – 281,66 pontos
  • Faxinal (Pequeno e Médio Porte) – 280,15 pontos
  • Icaraíma (Pequeno e Médio Porte) – 279,57 pontos
  • Cantagalo (Pequeno e Médio Porte) – 279,00 pontos
  • Tamarana (Pequeno e Médio Porte) – 292,35 pontos
  • Mandirituba (Pequeno e Médio Porte) – 276,11 pontos
  • Alto Paraíso (Pequeno e Médio Porte) – 274,42 pontos
  • Guaraqueçaba (Pequeno e Médio Porte) – 265,69 pontos
  • Palmital (Pequeno e Médio Porte) – 244,81 pontos
  • Querência do Norte (Pequeno e Médio Porte) – 243,22 pontos
  • Turvo (Pequeno e Médio Porte) – 241,11 pontos
  • Ortigueira (Pequeno e Médio Porte) – 255,49 pontos
  • Engenheiro Beltrão (Pequeno e Médio Porte) – 232,36 pontos
  • Iretama (Pequeno e Médio Porte) – 232,15 pontos
  • Antônio Olinto (Pequeno e Médio Porte) – 224,89 pontos
  • Cruz Machado (Pequeno e Médio Porte) – 214,78 pontos
  • Cerro Azul (Pequeno e Médio Porte) – 210,19 pontos
  • Nova Laranjeiras (Pequeno e Médio Porte) – 258,71 pontos
  • Pinhalão (Pequeno e Médio Porte) – 251,60 pontos
  • Abatiá (Pequeno e Médio Porte) – 304,72 pontos
  • Rosário do Ivaí (Pequeno e Médio Porte) – 305,59 pontos

4. Primeiros Passos para a Universalização (Abaixo de 200,00 pontos)

Nenhum município habilitado do estado do Paraná foi classificado nesta categoria mais crítica.

 

Curitiba é a única capital brasileira no ranking elaborado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) com as melhores cidades. Sanepar está investindo R$ 13 bilhões para cumprir metas antes do prazo legal

Reconhecimento
Estação de Tratamento de Esgoto Bélem Estação de Tratamento de Esgoto Bélem Estação de Tratamento de Esgoto Bélem
Equipe da Sanepar trabalha na manutenção da rede de coleta de esgoto Equipe da Sanepar trabalha na manutenção da rede de coleta de esgoto Equipe da Sanepar trabalha na manutenção da rede de coleta de esgoto
Estação de Tratamento de Água Iguaçu em Curitiba Estação de Tratamento de Água Iguaçu em Curitiba Estação de Tratamento de Água Iguaçu em Curitiba
Curitiba
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Sanepar contribui na formação de cadetes do Corpo de Bombeiros

Enviado por Getulio Xavier… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) participou, nesta sexta-feira (15), de uma etapa crucial da formação de bombeiros militares do estado com a realização de um treinamento simulado de emergências com produtos perigosos envolvendo cloro. A formação foi realizada na Estação de Tratamento de Água (ETA) Iraí, localizada no município de Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba.

Ao todo, 16 cadetes do 3º ano do Curso de Formação de Oficiais do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná participaram do treinamento realizado pela Sanepar em conjunto com a empresa Hidromar, fornecedora de cloro para tratamento de água.

A aula envolveu teoria e prática, com foco no manuseio correto do produto e também mostrou como identificar vazamentos e quais ações devem ser tomadas durante essas ocorrências.

“Quando é possível realizar esses treinamentos conjuntos todos ganham com o desenvolvimento mútuo. Essa turma que está sendo formada, por exemplo, vai atuar em todas as regiões do estado. Com esta formação, estamos multiplicando conhecimento”, explicou o coordenador da Gerência de Produção de Água da Sanepar Arion Garcia da Silva.

EXPERIÊNCIA - Para o major Alexandre Mançano Cavalca, que atua na formação dos cadetes, a Sanepar é uma parceira essencial nesta etapa de formação dos bombeiros por ser uma empresa com ampla experiência no correto manuseio do cloro.

“As equipes da Sanepar têm expertise no atendimento a vazamentos e a estão compartilhando com o Corpo de Bombeiros Militar. Em uma situação de emergência, podemos atuar em conjunto, em parceria, com todo esse conhecimento. É uma instituição auxiliando a outra, sempre”, destacou o major.

AULA TEÓRICA E PRÁTICA - A formação contou com um módulo teórico, em que os bombeiros puderam conhecer mais profundamente as propriedades e perigos do manuseio do cloro, substância utilizada no tratamento de água, considerada altamente tóxica em casos de acidente.

A instrução foi aplicada pelo químico industrial Junior Mariano de Oliveira, responsável pelos treinamentos da Hidromar, e pelos saneparianos Anderson Fabiano, supervisor da ETA Iraí, e José Roberto Correa, coordenador de Saúde e Segurança do Trabalho.

Na parte prática, os cadetes foram até os cilindros que armazenam o cloro, que é um gás, na ETA Iraí, utilizando roupas encapsuladas nível A, proteção respiratória e ferramentas específicas para contenção de vazamentos em cilindros e em tanques de armazenamento.

Assim, colocaram em prática os conhecimentos obtidos na aula. As atividades foram realizadas em ambiente controlado e simulado, sem utilização real do produto químico.

Apesar da baixa incidência de acidentes com gás cloro no Paraná, o Corpo de Bombeiros mantém treinamento constante para atuação em emergências químicas de alta complexidade.

AGILIDADE NA RESPOSTA - O Estado possui intensa circulação de produtos perigosos pelas rodovias e atividades industriais que demandam preparação especializada das equipes de resposta.

“O cloro é um produto extremamente importante para a sociedade, mas também extremamente tóxico quando ocorre um vazamento. Pode causar irritações severas, problemas respiratórios graves e até levar vítimas à morte. Por isso é fundamental que os bombeiros estejam preparados para agir rapidamente e minimizar os danos”, explicou o major Alexandre.

O treinamento também abordou o uso do chamado “kit cloro”, conjunto de ferramentas específicas utilizado para contenção emergencial de vazamentos. Além da retirada de vítimas e isolamento da área, as equipes treinam técnicas para impedir a dissipação do gás e evitar novos contaminados.

Expertise da Companhia com o manuseio seguro do cloro foi compartilhada em um treinamento teórico e prático realizado na Estação de Tratamento de Água Iraí

Institucional e Governança
Sanepar contribui na formação de cadetes do Corpo de Bombeiros. Sanepar contribui na formação de cadetes do Corpo de Bombeiros. Sanepar contribui na formação de cadetes do Corpo de Bombeiros.
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Curitiba
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Nova base operacional da Sanepar é inaugurada em Curitiba

Enviado por Getulio Xavier… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) inaugurou, nesta quinta-feira (14), a sua nova Base Operacional em Curitiba. A estrutura de 7,9 mil m² é dividida em cinco pavimentos e passa a concentrar as atividades administrativas, operacionais e comerciais da Gerência Regional Norte da Companhia. O local também abriga um novo reservatório que amplia a capacidade de abastecimento da capital e de cidades vizinhas.

“Aqui, teremos toda a área operacional, de investimento, comercial e administrativa. Será um local de atendimento moderno, com uma Central de Relacionamento com melhor capacidade de acolhimento a todos os nossos consumidores”, destacou Wilson Bley, diretor-presidente da Sanepar.

Para a construção da nova Base Operacional da Sanepar, foram investidos quase R$ 30 milhões. A edificação, localizada sobre o Centro de Reservação do Bacacheri, conta com uma nova Central de Relacionamento, estacionamento, modernos ambientes de trabalho, além de áreas de recreação e treinamento para os empregados da Sanepar.

“Esse novo espaço mostra a pujança dessa empresa que é a Sanepar”, avaliou Bley. “E como essa nova base vai também congregar todo mundo em um só espaço, teremos uma interação diária, isso melhora e muito o nosso serviço”, projetou o diretor-presidente.

A capacidade estimada do espaço é de 500 pessoas por dia, incluindo prestadores de serviço e público em geral. Para a gerente da Regional Norte da Sanepar, Kelen Suleku, que comandará a equipe que atuará no local, a nova estrutura permitirá que os empregados otimizem a operação na região. “Essa nova estrutura traz mais motivação para que todos atuem de maneira mais dedicada e façam um trabalho ainda melhor para a população.”

MAIS ÁGUA – O local, que já tinha capacidade para armazenar 9 milhões de litros de água, agora poderá armazenar 15 milhões de litros. A ampliação de quase 60% na capacidade foi possível pela construção de uma nova câmara de 6 milhões de litros.

“É uma estrutura excelente. Tudo muito organizado. Significa que a Sanepar está cumprindo com a sua obrigação de ser a melhor empresa de saneamento desse país. O novo reservatório vai ajudar muito a região Norte de Curitiba e a Região Metropolitana”, comentou o vice-governador Darci Piana, que esteve presente na inauguração da Base Operacional.

O incremento do Centro de Reservação do Bacacheri beneficiará 250 mil pessoas de Curitiba e Região Metropolitana. Na capital, 13 bairros são atendidos pelo equipamento, que também serve de passagem estratégica para os reservatórios do Santa Cândida e Cachoeira, que atendem Colombo e Almirante Tamandaré.

A ampliação da capacidade de abastecer a região também foi destacada por Marilza Dias, secretária municipal do Meio Ambiente de Curitiba e que representou, no evento de inauguração, o prefeito Eduardo Pimentel. “Em tempos de mudanças climáticas, temos que nos preparar e nos adaptar para situações de escassez. A expansão da capacidade de armazenamento, sozinha, não resolve totalmente o problema, mas é um ponto importante da equação para garantir o abastecimento de água. E essa obra prova que a Sanepar não é referência para todo o país à toa”, declarou.

DESAFIOS DA ENGENHARIA – A nova Base Operacional da Sanepar em Curitiba foi classificada como um “desafio da engenharia” por Josiane dos Santos Castro Correia, engenheira de produção civil da Sanepar e coordenadora de obras da região Norte. “É um projeto muito inovador por ser uma edificação em cima de um reservatório, isso é inédito na Sanepar. Foi desafiador, porque fizemos a obra com o reservatório que já existia aqui em operação, o que exigiu todo um cuidado técnico com as adutoras que existiam no local”, finalizou.

Espaço de 7,9 mil m² será a sede da Gerência Regional Norte e concentrará as atividades operacionais, administrativas e comerciais da Companhia na região. A obra também ampliou a capacidade de reservação de água para atender Curitiba e cidades vizinhas

Investimentos e Obras
A fachada da nova Base Operacional e Reservatório do Bacacheri. A fachada da nova Base Operacional e Reservatório do Bacacheri. A fachada da nova Base Operacional e Reservatório do Bacacheri.
Inauguração da nova Base Operacional e Reservatório do Bacacheri. Inauguração da nova Base Operacional e Reservatório do Bacacheri. Evento de inauguração da nova Base Operacional e Reservatório do Bacacheri.
O vice-governador Darci Piana participa do evento de inauguração da nova Base Operacional e Reservatório do Bacacheri. O vice-governador Darci Piana participa do evento de inauguração da nova Base Operacional e Reservatório do Bacacheri. O vice-governador Darci Piana participa do evento de inauguração da nova Base Operacional e Reservatório do Bacacheri.
Evento de inauguração da nova Base Operacional e Reservatório do Bacacheri. Evento de inauguração da nova Base Operacional e Reservatório do Bacacheri. Evento de inauguração da nova Base Operacional e Reservatório do Bacacheri.
Evento de inauguração da nova Base Operacional e Reservatório do Bacacheri. Evento de inauguração da nova Base Operacional e Reservatório do Bacacheri. Evento de inauguração da nova Base Operacional e Reservatório do Bacacheri.
Evento de inauguração da nova Base Operacional e Reservatório do Bacacheri. Evento de inauguração da nova Base Operacional e Reservatório do Bacacheri. Evento de inauguração da nova Base Operacional e Reservatório do Bacacheri.
O interior da nova Base Operacional e Reservatório do Bacacheri. O interior da nova Base Operacional e Reservatório do Bacacheri. O interior da nova Base Operacional e Reservatório do Bacacheri.
Vista aérea da nova base operacional e reservatório do Bacacheri. Vista aérea da nova base operacional e reservatório do Bacacheri. Vista aérea da nova base operacional e reservatório do Bacacheri.
Vista aérea da nova base operacional e reservatório do Bacacheri. Vista aérea da nova base operacional e reservatório do Bacacheri. Vista aérea da nova base operacional e reservatório do Bacacheri.
Curitiba
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Sanepar ensina como manter a qualidade da água em comunidades rurais

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Na região Sudoeste, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) está, em parceria com as prefeituras, levando água potável de qualidade para mais de 17 comunidades rurais, onde vivem 1.020 famílias. Além das obras de infraestrutura para garantir água nas torneiras, a Sanepar também presta apoio técnico para que os moradores operem os sistemas rurais, assegurando o consumo de água segura.

O superintendente da Sanepar na região Sudoeste, Marcio Luis de Souza, reforça que mesmo nas comunidades rurais é necessário tratar a água para garantir a potabilidade. “O Programa Sanepar Rural, em parceria com as prefeituras e a comunidade, é um exemplo de como esforços conjuntos conseguem levar qualidade de vida para todos os paranaenses. Compartilhar esta tecnologia é missão da Sanepar para promover a saúde pública”, afirma Souza. 

Ouro Verde do Oeste foi um dos municípios aos quais a Sanepar levou conhecimento e técnica para que os moradores tenham acesso a uma água própria para o consumo. A técnica química Maria das Graças Alves reuniu os responsáveis por cuidar do sistema da Linha Gustavo para reforçar o treinamento de aplicação de produtos e manutenção dos equipamentos, garantindo que as famílias atendidas possam consumir a água do poço com segurança.

O treinamento consistiu em explicar o processo de tratamento, além de orientar a equipe responsável pela manutenção sobre o preparo dos produtos químicos e a realização de análises para verificar a qualidade da água que chega às residências. “O treinamento visa garantir que, no campo, eles tenham a mesma qualidade da água que é entregue nas cidades onde a Sanepar atua. O objetivo é que eles saibam realmente tratar a água e resolver os problemas cotidianos da operação”, comenta a técnica.

Francisco Xavier dos Santos é agricultor e morador da Linha Alvorada do Oeste. Ele será um dos responsáveis pela operação do poço que abastece as comunidades. “Pretendo aprender junto com a comunidade e trabalhar de uma forma mais correta. O treinamento é bom e, se eu não conseguir estar presente, haverá outra pessoa para atuar no meu lugar”, diz.

Margareth Buena Saxer, proprietária de um sítio na Linha Gustavo, também participou da capacitação e celebrou a implantação do poço. “Estávamos há 12 anos esperando para usufruir da água tratada. A Maria é excelente, explicou bem e não deixou dúvidas sobre o tratamento.”

O PROGRAMA – Com mais de 45 anos de existência, o Sanepar Rural atua na implantação de sistemas de água para comunidades rurais e periféricas no Paraná. Para viabilizar a operação, engenheiros e técnicos da Sanepar fazem os estudos técnicos, orçamento e contratação de materiais hidráulicos, equipamentos eletromecânicos e dão suporte socioambiental. Em contrapartida, o município disponibiliza o manancial de abastecimento, mão de obra e insumos de construção civil.

Na região Sudoeste, desde 2023, a companhia entregou para as comunidades 13 obras, atendendo quase 600 famílias nos municípios de São Miguel do Iguaçu, Flor da Serra do Sul, Santo Antônio do Sudoeste, Mariópolis, Salgado Filho, Guaraniaçu, Coronel Vivida, Dois Vizinhos, Jesuítas, Manfrinópolis, Nova Aurora, Ouro Verde do Oeste e Pérola do Oeste.

Além da infraestrutura de redes, equipamentos eletromecânicos e reservatórios, o programa de saneamento rural da Sanepar contempla apoio técnico para as comunidades gerirem o próprio abastecimento

Socioambiental
Treinamento da equipe que vai tratar água em comunidade rural de Ouro Verde do Oeste Treinamento da equipe que vai tratar água em comunidade rural de Ouro Verde do Oeste Treinamento da equipe que vai tratar água em comunidade rural de Ouro Verde do Oeste
Morador de Ouro Verde do Oeste Morador de Ouro Verde do Oeste Francisco Xavier dos Santos é agricultor e morador da Linha Alvorada do Oeste. Ele será um dos responsáveis pela operação do poço
Moradora de comunidade rural de Ouro Verde do Oeste Moradora de comunidade rural de Ouro Verde do Oeste Margareth Buena Saxer, proprietária de um sítio na Linha Gustavo, também participou da capacitação e celebrou a implantação do poço
Treinamento da equipe que vai tratar água em comunidade rural de Ouro Verde do Oeste Treinamento da equipe que vai tratar água em comunidade rural de Ouro Verde do Oeste Treinamento da equipe que vai tratar água em comunidade rural de Ouro Verde do Oeste
Ouro Verde do Oeste
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Programas e Projetos
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Sanepar instala novos equipamentos para ampliar abastecimento em Curitiba e Região

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) instalará, nesta terça-feira (12), novas válvulas de sucção no Reservatório do Tarumã. A ação é uma etapa essencial da modernização dos equipamentos no local, que integra um grande pacote de investimentos pensado para ampliar a capacidade de abastecimento de Curitiba e Região Metropolitana. Para realização do trabalho, o abastecimento será interrompido em alguns bairros de Curitiba, Colombo e Almirante Tamandaré. 

No reservatório do Tarumã, a Sanepar já instalou três novas bombas que formam, na prática, uma nova estação elevatória de água. As válvulas instaladas na terça garantirão a vedação adequada e funcionamento pleno do sistema.

“Os equipamentos instalados ali são modernos e permitem um maior controle operacional e um trabalho mais automatizado. Com eles temos mais opções de regulagens de pressão, que reduzem perdas, ajudam a evitar sobrecargas, mitigam vazamentos e, por serem novos e modernos, exigem menos manutenção”, explica o engenheiro Rodrigo Kuzma, gestor do contrato. 

INVESTIMENTO DE R$ 63 MILHÕES - O pacote de investimentos, do qual estes novos equipamentos fazem parte, soma R$ 63 milhões e contempla também melhorias nos sistemas Recalque Iguaçu Solitude e Recalque Iguaçu Salgado Filho; Campo Comprido; Santa Cândida; e no Recalque Central de São José dos Pinhais. A previsão é de que todas as etapas do investimento sejam concluídas em 2027.

PREPARADOS PARA O FUTURO - Todo esse investimento tem como objetivo central complementar o Sistema de Abastecimento de Água Integrado de Curitiba e Região Metropolitana (SAIC) para atender o crescimento populacional.

“Obras como essa são fundamentais para preparar a Sanepar para o futuro. O objetivo é garantir que as próximas gerações continuem a receber água com qualidade. Estamos, portanto, investindo para construir um legado para nosso estado”, afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

PARADA PROGRAMADA - Para que as novas válvulas de sucção sejam instaladas, uma parada programada no abastecimento está agendada para esta terça-feira (12), com normalização prevista para a manhã de quarta-feira (13). Confira os bairros que podem ser afetados:

Almirante Tamandaré: Cachoeira, Colônia Prado, Graziele, Lamenha Grande, São Jorge e Tanguá.

Curitiba: Abranches, Ahú, Água Verde, Alto da Glória, Alto da XV, Atuba, Bacacheri, Barreirinha, Batel, Bigorrilho, Boa Vista, Bom Retiro, Cabral, Cachoeira, Campina do Siqueira, Capão da Imbuia, Cascatinha, Centro, Centro Cívico, Cristo Rei, Hugo Lange, Jardim Botânico, Jardim Social, Juvevê, Mercês, Pilarzinho, Prado Velho, Rebouças, Santa Cândida, São Lourenço, Seminário, Taboão, Tarumã, Tingui, Vila Izabel e Vista Alegre.

Colombo: Atuba, Campo Alto, Campo Pequeno, Rio Pequeno e Rio Verde.

Neste período, é essencial fazer o uso econômico da água. Priorize a água tratada para alimentação e higiene. Não desperdice. Adie serviços que não sejam essenciais.

Podem ficar sem água durante este período principalmente os clientes que não têm caixa-d'água no imóvel, conforme recomendação da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). A Sanepar sugere que cada imóvel tenha uma caixa-d'água de pelo menos 500 litros. Assim, é possível ter água por 24 horas, no mínimo.

Melhoria no reservatório do Tarumã faz parte de uma série de investimentos feitos pela Companhia para acompanhar o crescimento populacional da região

Água
Novas válvulas de sucção no Reservatório do Tarumã Novas válvulas de sucção no Reservatório do Tarumã No reservatório do Tarumã, a Sanepar já instalou três novas bombas que formam, na prática, uma nova estação elevatória de água
Novas válvulas de sucção no Reservatório do Tarumã Novas válvulas de sucção no Reservatório do Tarumã Melhoria no reservatório do Tarumã faz parte de uma série de investimentos feitos pela Companhia para acompanhar o crescimento populacional da região
Novas válvulas de sucção no Reservatório do Tarumã Novas válvulas de sucção no Reservatório do Tarumã . A ação é uma etapa essencial da modernização dos equipamentos no local
Almirante Tamandaré
Colombo
Curitiba
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Sanepar comemora 40 anos de estação que abastece 720 mil pessoas na Grande Curitiba

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Nesta sexta-feira (8), a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) celebra os 40 anos da inauguração da Estação de Tratamento Passaúna, em Curitiba. Com uma produção atual de 2 mil litros por segundo (l/s), a unidade fornece 20% do total de água tratada produzida pelo Sistema Integrado de Abastecimento de Curitiba (SAIC), que atende a capital e a Região Metropolitana.

A inauguração da Estação Passaúna, em 8 de maio de 1986, foi um marco para a Companhia e para o estado do Paraná. 

Mais que a pompa da presença do então ministro do Desenvolvimento Urbano e do Meio Ambiente, Deni Schwartz, do então governador do Paraná, José Richa, e do então presidente da Sanepar, Fabiano Campelo, na cerimônia, a entrega da unidade consolidou o projeto de um sistema de abastecimento integrado para a região, que contava com outras duas estações de tratamento de água – Iguaçu e Tarumã – e a represa Cayuguava, em Piraquara.

“Naquele momento, a Sanepar tinha o compromisso de ampliar o abastecimento de água tratada em Curitiba e RMC e acompanhar o crescimento populacional da região. O início da operação da ETA Passaúna foi essencial para honrar essa proposta. Hoje, é uma das nossas 168 estações de tratamento de água que garantem 100% de água tratada em 345 cidades”, celebra o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

CRESCIMENTO - À época, a Sanepar investiu Cz$ 75 milhões para a construção da nova unidade (a moeda em vigor era o cruzado; em valores atualizados para o real de 2026, corresponde a cerca de R$ 27 milhões), investimento que facilitou o acesso à água tratada a 250 mil moradores dos bairros Cidade Industrial de Curitiba (CIC) e parte de Araucária.

Hoje, a Estação Passaúna atende 720 mil pessoas de 25 bairros curitibanos (Santa Felicidade, Butiatuvinha, Campo Comprido, Cidade Industrial de Curitiba, Augusta, Bigorrilho, Campina do Siqueira, Santo Inácio, Mossunguê, Riviera, São Braz, Orleans, Fazendinha, São Miguel, Cascatinha, Lamenha Pequena, Pilarzinho, São João, Capão Raso, Pinheirinho, Sítio Cercado, Tatuquara, Portão, Vila Izabel e Santa Quitéria) e bairros de outras quatro cidades: Araucária, Campo Largo, Campo Magro e Almirante Tamandaré. Além disso, sendo parte do SAIC, a água tratada lá pode ser direcionada a diferentes regiões que precisem de um reforço no abastecimento.

SOFT OPENING - Naquele 8 de maio de 1986, a Estação Passaúna era entregue para iniciar sua operação no que atualmente seria chamado de “soft opening”, ou seja, abaixo de sua capacidade para a época. Os trabalhos começaram com a distribuição de 200 l/s. A previsão era ampliar, até o final daquele ano, para 500 l/s, longe ainda de sua capacidade máxima.

“A capital e a RMC estavam crescendo e era necessário que o abastecimento acompanhasse esse ritmo. Por isso, a Sanepar vislumbrou o projeto do Sistema Passaúna, em que a primeira etapa foi a entrega da Estação de Tratamento, que fazia a captação a fio d’água [direto do rio]”, lembra o coordenador da Gerência de Produção de Água da Sanepar, Arion Garcia da Silva.

A produção atual – os 2 mil l/s – só seria possível no início da década seguinte, depois da conclusão da segunda etapa do projeto: o enchimento da Represa Passaúna, que na época estava ainda em construção.

BOAS LEMBRANÇAS – O agente de suporte do Centro de Controle Operacional (CCO) da Companhia em Curitiba, Mario de Oliveira, 61 anos, conta que a Estação Passaúna foi sua porta de entrada na Companhia em 1991, quando a unidade estava ampliando a produção com o enchimento da represa. Ele era “sulfiteiro”, responsável pela produção da mistura de produtos químicos usados no tratamento da água.

A profissão ficou no passado – atualmente, os produtos chegam prontos às unidades – mas ficaram as boas lembranças do tempo em que “lá era tudo mato": nas proximidades, não havia casas ou comércio. “Mas foi um tempo muito bacana. Todo mundo levava o almoço de casa e, nesse horário, a equipe se reunia para jogar caixeta”, rememora. Hoje colega de Oliveira no CCO, o funcionário Elgson Walter Niedzwiedz, 53 anos e 34 de Sanepar, também tem a Estação Passaúna no currículo.

DO MANUAL AO AUTOMÁTICO - Sua função era mais solitária: ficava no posto de captação, responsável por ligar e desligar o equipamento de bombeamento. “Fiquei um ano lá, a vazão que vinha da represa ainda não era a máxima. Eu passava muito frio, em um lugar isolado”, conta.

Na época, toda a operação era manual e a comunicação dele com a equipe na estação era por rádio amador e informava o nível da reserva de hora em hora. Hoje, todo o processo é automático e interligado ao CCO, no bairro Alto da XV.

Recém-aposentado, Sérgio Luiz de Oliveira, 60 anos, foi técnico de operação responsável pelas análises de qualidade da água da Estação Passaúna por 25 anos. “Trabalhei com quem esteve na inauguração; contavam boas histórias. Sou do tempo em que os equipamentos eram analógicos, tudo mais difícil, mas todos comprometidos em fazer o melhor para a população”, diz.

Com uma produção atual de 2 mil litros de água tratada por segundo, a Estação de Tratamento Passaúna teve papel importante para que o abastecimento acompanhasse o ritmo de crescimento de Curitiba e Região Metropolitana a partir do final dos anos 1980

Institucional e Governança
Construção da Estação de Tratamento de Água Passaúna em Curitiba Construção da Estação de Tratamento de Água Passaúna em Curitiba Construção da Estação de Tratamento de Água Passaúna em Curitiba
Construção da Estação de Tratamento de Água Passaúna em Curitiba Construção da Estação de Tratamento de Água Passaúna em Curitiba Construção da Estação de Tratamento de Água Passaúna em Curitiba
Estação de Tratamento de Água Passaúna em Curitiba Estação de Tratamento de Água Passaúna em Curitiba Estação de Tratamento de Água Passaúna em Curitiba
Construção da Estação de Tratamento de Água Passaúna em Curitiba Construção da Estação de Tratamento de Água Passaúna em Curitiba Construção da Estação de Tratamento de Água Passaúna em Curitiba
Construção da Estação de Tratamento de Água Passaúna em Curitiba Construção da Estação de Tratamento de Água Passaúna em Curitiba Construção da Estação de Tratamento de Água Passaúna em Curitiba
Estação de Tratamento de Água Passaúna em Curitiba Estação de Tratamento de Água Passaúna em Curitiba Estação de Tratamento de Água Passaúna em Curitiba
Estação de Tratamento de Água Passaúna em Curitiba Estação de Tratamento de Água Passaúna em Curitiba Estação de Tratamento de Água Passaúna em Curitiba
Curitiba
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Sanepar marca presença em maior evento mundial sobre perdas de água nos sistemas

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O Brasil foi sede, esta semana, do maior evento mundial de debates e troca de experiências sobre combate a perdas de água e eficiência operacional nos sistemas de abastecimento. A Water Loss 2026, conferência organizada por um grupo de especialistas do mundo todo que fazem parte da Associação Internacional da Água (IWA, na sigla em inglês), ocorreu no Rio de Janeiro de 26 a 29 de abril. A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) participou das discussões e marcou presença com uma comitiva de 20 especialistas.

“Pela importância do tema perdas de água e pela relevância da Sanepar nacional e internacionalmente, é importantíssima a participação dos nossos técnicos neste que é considerado o maior evento mundial sobre gestão de perdas de água e eficiência operacional”, destacou o diretor de Operações da Sanepar, Sergio Wippel, que acompanhou a comitiva.

De acordo com o diretor, na Conferência foram apresentadas as melhores práticas e o que de mais moderno e eficiente se tem feito no mundo relativo a perdas. “Podemos verificar como a Sanepar é competitiva no cenário nacional e internacional com relação à gestão de perdas. Entretanto, temos oportunidades de melhoria nos processos, e o congresso serve também para nos guiar nesse sentido”, disse.

Para expor uma parte do amplo e complexo trabalho que a Sanepar desenvolve no combate e redução de perdas, o engenheiro especialista da Companhia Marcelo Depexe apresentou, nesta quarta-feira (29), o estudo “A importância do fator pessoas em relação a tecnologias e processos na implantação de um programa de redução de perdas”.

“A Sanepar aplicou e utiliza várias tecnologias nos seus processos e para melhorar o direcionamento das equipes de pesquisa de vazamentos, como o uso de satélite e a ferramenta Fluid Movel, e percebemos que esses instrumentos proporcionam resultados melhores, inclusive em termos de redução do Índice de Perdas por Ligação (IPL), quando envolvemos as pessoas. Não só em treinamentos. Observamos que o foco em Tecnologias precisa estar alinhado com Processos e Pessoas para o sucesso”, destaca o engenheiro. Depexe também é coordenador da Câmara Técnica de Eficiência Operacional da Abes.

A água que se perde – No Brasil, 35% a 40% da água distribuída se perde ao longo do caminho que ela percorre. São níveis elevados que influenciam custos de produção, comprometem a segurança hídrica, reduzem receita das companhias e impactam nas metas para a universalização do saneamento.

“Nos sistemas onde atua, a Sanepar tem índices bem menores do que o percentual nacional, mas as perdas de água são uma luta diária em toda empresa de saneamento. E lutar contra perdas diretas e indiretas exige esforços ininterruptos e evolução constante, uma gestão baseada em dados, controle ativo e contínuo e detecção precoce de vazamentos, controle de pressões preditivo e inteligente e um combate profissional à perda aparente”, diz Wippel.

Há décadas a Companhia implantou e renova iniciativas corporativas perenes de combate e redução de perdas e melhoria da eficiência operacional. Uma delas é o Programa Corporativo de Redução e Controle de Perdas, que envolve ferramentas e equipes de trabalho em todas as cidades onde a Sanepar atua.

Outras ações da empresa na busca constante pela redução de vazamentos e perdas são as pesquisas intensivas por vazamentos ocultos, substituição de redes, automação e uso de inteligência artificial no monitoramento de redes e sistemas, fiscalização e combate a fraudes, substituição de equipamentos antigos das estações de captação até o cliente, ferramentas de análise e métricas avançadas de integração entre área comercial e operacional, entre outras iniciativas.

“Algumas das causas das perdas são a submedição, ligações irregulares (os gatos), equipamentos com vida útil defasada. Recentemente, a empresa renovou seu parque de hidrômetros e periodicamente faz a troca desses equipamentos nos imóveis, como outras substituições que são necessárias. O combate às perdas realmente se dá em muitas frentes, e a Sanepar tem profissionais batalhando em todas elas”, completa o diretor.

Sobre o evento – A Sanepar é patrocinadora e apoiadora do evento, organizado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes). A Water Loss 2026 coloca o Brasil no centro das discussões globais sobre perdas de água. Para gestores, engenheiros e analistas, a conferência anual da IWA é a chance de transformar tecnologia em resultado, com a troca de experiências reais e modelos de sucesso de empresas de mais de 60 países. Em uma série de workshops, painéis de discussões e sessões técnicas, especialistas, profissionais e partes interessadas de todo o mundo para explorar estratégias inovadoras, tecnologias e melhores práticas na área de conservação e distribuição de água.

A realização da WaterLoss no Brasil também amplia a conexão do país com as principais agendas internacionais de água e saneamento, ao mesmo tempo em que traz visibilidade para desafios que ainda são estruturais em diversas regiões. Ao reunir diferentes perspectivas, o evento contribui para qualificar o debate e fortalecer a construção de soluções mais consistentes para o setor.

Congresso Internacional no Rio de Janeiro reúne pelo menos 800 pessoas de mais de 60 países

Água
Equipe da Sanepar durante o conferência Water Loss 2026 Equipe da Sanepar durante o conferência Water Loss 2026 A Water Loss 2026, conferência organizada por especialistas do mundo todo que fazem parte da Associação Internacional da Água
Apresentação do engenheiro Marcelo Depexe Apresentação do engenheiro Marcelo Depexe O engenheiro Marcelo Depexe apresentou o estudo “A importância do fator pessoas em relação a tecnologias e processos na implantação de um programa de redução de perdas”
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Sanepar entrega novas estradas rurais para atender população no entorno do Miringuava

Enviado por Chelsea Karina… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) entregou seis novas estradas rurais para atender a população do entorno do Reservatório Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O investimento feito pela empresa nas novas vias é de R$ 14 milhões.

As seis novas estradas rurais ficam em diferentes pontos ao redor do Reservatório e somam cerca de 10 quilômetros de extensão. Veja a localização de cada trecho:

●      Trecho II: a estrada tem 2,4 quilômetros de extensão, começa ao lado da Capela Nossa Senhora das Dores - Papanduva da Serra e segue até a Cabanha Montes Verdes (clique aqui e veja no mapa);

●      Trechos III e IV: o trecho III começa na Rua João Maria Escrivá e segue pela Rua Maurício Schulies por 2,2 quilômetros (clique aqui e veja no mapa), onde se une ao trecho IV, que tem mais 1,5 quilômetro de extensão (clique aqui e veja no mapa);

●      Trecho V e VII: unem as ruas Padre Stanislaw Turbanski e Maurício Schulies em dois pontos distintos. O trecho V, de 700 metros, liga a região próximo à Capela Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Antinha ao entorno da Chácara Paraíba (clique aqui e veja no mapa). O trecho VII, de 1 quilômetro, une a região da Chácara Dona Catarina ao entorno da Estância Rancho de Ferro (clique aqui e veja no mapa);

●      Trecho VI: a estrada tem 2 quilômetros, começa na Rua Padre Stanislaw Turbanski, próximo à Chácara Bênçãos no Monte de Gerizim, e termina pouco antes da Confeitaria K&M (clique aqui e veja no mapa).

ESTRADAS LIBERADAS - As obras foram finalizadas em março, com a instalação de defensas metálicas, limpeza e ajustes. Uma vistoria técnica conjunta feita pela Sanepar e pela Secretaria de Obras da prefeitura de São José dos Pinhais foi realizada no dia 30 de março. A vistoria serviu para liberar definitivamente as vias, que já possuíam autorização para uso provisório desde o fim de 2025.

As estradas rurais feitas pela Sanepar têm como principal objetivo garantir o deslocamento seguro da população local após o enchimento do reservatório do Miringuava.

“Garantir o deslocamento e o bem-estar de todos aqueles que habitam o entorno deste reservatório tão importante para a população de Curitiba e Região é também uma etapa essencial para a Sanepar neste empreendimento”, avalia o diretor-presidente da Companhia, Wilson Bley.

Para Bley, a construção do reservatório e de toda a estrutura do seu entorno é “fundamental para o abastecimento acompanhar o crescimento da região, ainda mais em um contexto de agravamento da crise climática dos eventos extremos, como as estiagens”. 

ESTRUTURAS - As obras contratadas pela Sanepar contam com base e sub-base, que são camadas estruturais que garantem sustentação fundamental para suportar o tráfego de veículos e cargas. As estradas receberam revestimento em saibro. Cercas, estruturas de contenção e defensas metálicas também foram instaladas nos seis trechos.

As obras na região também realizaram a conformação de talude, processo essencial para corrigir inclinações, garantir a estabilidade dos terrenos e evitar erosão e deslizamento de terras. Os trechos também receberam a hidrossemeadura, uma técnica moderna de plantio em áreas de difícil acesso, como taludes ou encostas. O método garante recomposição rápida da vegetação e também ajuda a evitar erosão e deslizamentos.

As seis novas estradas, por fim, contam com estruturas de drenagem, formadas por tubulações de concreto e galerias celulares.

O padrão das estradas foi aprovado pela população. Bianca Cristina Lourenço, que mora entre os trechos II e III, disse ter gostado de como ficaram as vias. “As obras ficaram boas. Seria bom se outras estradas da região também fossem feitas da mesma forma”, opinou.

Acir Magno, caminhoneiro que circula com frequência no entorno do Miringuava, também disse ter notado que as vias ficaram mais seguras. “A estrada ficou mais larga, agora passam dois carros com mais tranquilidade”, comentou após passar pelos trechos III e IV. “Essas grades ao lado da pista também passam mais segurança”, completa Magno.

COMPROMISSO AMBIENTAL - Assim como na construção do Reservatório, a Sanepar também atuou no salvamento de fauna e flora durante as obras das seis estradas rurais na região.

Os animais resgatados na região foram levados para áreas seguras de preservação, garantindo a proteção das espécies locais antes da formação do lago. Exemplares de plantas raras ou ameaçadas também foram identificados e remanejados. A Sanepar, ao mapear a flora local, também coletou sementes e produziu mudas que serão utilizadas em amplos programas de reflorestamento no entorno da bacia, criando novos corredores ecológicos.

RESERVATÓRIO MIRINGUAVA - O Reservatório Miringuava foi projetado para fortalecer a segurança hídrica para os moradores de Curitiba e Região Metropolitana. Quando estiver completamente cheia, a represa será capaz de, sozinha, fornecer água para 650 mil pessoas dos bairros Campo de Santana, Caximba, CIC, Ganchinho, Tatuquara, Umbará e Sítio Cercado, em Curitiba; e também das cidades de Araucária, Fazenda Rio Grande e São José dos Pinhais.

Companhia investiu R$ 14 milhões para estruturar seis vias próximas ao reservatório em São José dos Pinhais

Investimentos e Obras
Estradas rurais Miringuava Estradas rurais Miringuava
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Moradores de cinco cidades do Sudoeste já têm acesso ao pagamento no portão de casa para evitar corte de água

Enviado por Monica Venson em

O serviço de pagamento de débitos pendentes diretamente com o agente de campo no portão de casa chegou na região Sudoeste. Nesta modalidade, o cliente pode utilizar cartões de débito ou crédito para o pagamento da fatura de água. Os municípios contemplados pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), nesta fase, são o de Assis Chateaubriand, Corbélia, Marmeleiro, Medianeira e Vitorino, na Região Sudoeste do Paraná. 

O serviço, que visa evitar o corte no fornecimento de água, é disponibilizado para clientes com faturas vencidas há mais de 48 dias. A principal vantagem é a continuidade do fornecimento sem a necessidade de deslocamento até uma Central de Relacionamento para regularizar a pendência. O pagamento facilitado no cartão já funciona em Curitiba e em outras 32 cidades da Região Metropolitana e Litoral e mais de 140 municípios do interior do estado. 

A iniciativa faz parte de uma mudança no processo comercial da Sanepar na qual, ao realizar o pagamento na hora, a ordem de suspensão é cancelada automaticamente, poupando o cliente de taxas de religação e do transtorno de ficar sem água. Outro destaque é a opção de parcelamento, que pode ser feito em até 12 vezes no cartão de crédito.

Para o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, a novidade humaniza o atendimento e traz praticidade para as famílias. "Nosso objetivo não é interromper o abastecimento, mas garantir que o cliente tenha meios práticos de manter sua conta em dia. Entendemos que, na maior parte dos casos, o atraso de pagamento da fatura ocorre por um imprevisto financeiro ou uma desorganização momentânea. Ao levar a maquininha até a porta do morador, eliminamos a necessidade de deslocamento até uma central de atendimento e oferecemos condições de parcelamento que cabem no orçamento familiar. É uma solução que une tecnologia e respeito ao cidadão", reforça.

SEGURANÇA – O serviço é exclusivo para situações de cobrança vinculadas ao corte por atraso no pagamento. Na negociação, o agente informa o valor devido, o número da matrícula na Sanepar e o CPF do titular da matrícula para conferência do cliente. Além disso, o cliente pode conferir o valor exato do débito antes de passar o cartão consultando o aplicativo Minha Sanepar ou o WhatsApp oficial da Sanepar: (41) 9 9544-0115. A operação aceita apenas cartões de débito ou crédito das principais bandeiras. Na confirmação do pagamento, os dados passam por autenticação e autorização via token. A conta ou as contas pagas constarão no mesmo comprovante impresso, citando a matrícula, referência, vencimento e o valor original.

O gerente-geral Comercial da Sanepar, Sérgio Augusto Portela, explica que o foco da Sanepar é oferecer uma solução segura, imediata e cômoda para que o cliente não sofra o transtorno da interrupção do serviço, destacando que os agentes de campo não estão autorizados a receber pagamentos em dinheiro ou via Pix na maquininha. “O programa foi desenvolvido com toda a garantia e segurança para o cliente. O sucesso deste programa na Região Metropolitana de Curitiba incentivou a Sanepar a estender esse serviço que está sendo levado para todas as regiões do Paraná”, reforça.

Portela também lembra que, além de oferecer mais facilidade ao cliente, a empresa evita o manuseio desnecessário do hidrômetro, contribuindo para diminuir casos de vazamentos, por exemplo.

Nos municípios da região Sudoeste do estado, o trabalho é feito por agentes da empresa Enorsul, contratada pela Sanepar para o serviço. Os profissionais trabalham devidamente identificados com uniforme, crachá e veículos com a expressão “A serviço da Sanepar”. Caso o cliente fique em dúvida se a abordagem é mesmo feita pela Sanepar, deve entrar em contato diretamente por um dos canais oficiais da companhia, como o telefone 0800 200 0115.

Pagamento facilitado que evita a suspensão do fornecimento de água começa a funcionar em Assis Chateaubriand, Corbélia, Marmeleiro, Medianeira e Vitorino. Modalidade funciona com cartões de débito e crédito e agentes não estão autorizados a aceitar PIX ou dinheiro

Cliente
Cliente efetua pagamento na porta de casa Cliente efetua pagamento na porta de casa Agentes contratados estão devidamente uniformizados e não pedem dados pessoais, nem aceitam dinheiro ou PIX
imagem mostra máquina de cobrança de cartão imagem mostra máquina de cobrança de cartão Agentes contratados estão devidamente uniformizados e não pedem dados pessoais, nem aceitam dinheiro ou PIX
Agente efetua cobrança na porta da casa do cliente Agente efetua cobrança na porta da casa do cliente Agentes contratados estão devidamente uniformizados e não pedem dados pessoais, nem aceitam dinheiro ou PIX
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