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Sanepar marca presença em maior evento mundial sobre perdas de água nos sistemas

Enviado por Glaydson Angel… em

O Brasil foi sede, esta semana, do maior evento mundial de debates e troca de experiências sobre combate a perdas de água e eficiência operacional nos sistemas de abastecimento. A Water Loss 2026, conferência organizada por um grupo de especialistas do mundo todo que fazem parte da Associação Internacional da Água (IWA, na sigla em inglês), ocorreu no Rio de Janeiro de 26 a 29 de abril. A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) participou das discussões e marcou presença com uma comitiva de 20 especialistas.

“Pela importância do tema perdas de água e pela relevância da Sanepar nacional e internacionalmente, é importantíssima a participação dos nossos técnicos neste que é considerado o maior evento mundial sobre gestão de perdas de água e eficiência operacional”, destacou o diretor de Operações da Sanepar, Sergio Wippel, que acompanhou a comitiva.

De acordo com o diretor, na Conferência foram apresentadas as melhores práticas e o que de mais moderno e eficiente se tem feito no mundo relativo a perdas. “Podemos verificar como a Sanepar é competitiva no cenário nacional e internacional com relação à gestão de perdas. Entretanto, temos oportunidades de melhoria nos processos, e o congresso serve também para nos guiar nesse sentido”, disse.

Para expor uma parte do amplo e complexo trabalho que a Sanepar desenvolve no combate e redução de perdas, o engenheiro especialista da Companhia Marcelo Depexe apresentou, nesta quarta-feira (29), o estudo “A importância do fator pessoas em relação a tecnologias e processos na implantação de um programa de redução de perdas”.

“A Sanepar aplicou e utiliza várias tecnologias nos seus processos e para melhorar o direcionamento das equipes de pesquisa de vazamentos, como o uso de satélite e a ferramenta Fluid Movel, e percebemos que esses instrumentos proporcionam resultados melhores, inclusive em termos de redução do Índice de Perdas por Ligação (IPL), quando envolvemos as pessoas. Não só em treinamentos. Observamos que o foco em Tecnologias precisa estar alinhado com Processos e Pessoas para o sucesso”, destaca o engenheiro. Depexe também é coordenador da Câmara Técnica de Eficiência Operacional da Abes.

A água que se perde – No Brasil, 35% a 40% da água distribuída se perde ao longo do caminho que ela percorre. São níveis elevados que influenciam custos de produção, comprometem a segurança hídrica, reduzem receita das companhias e impactam nas metas para a universalização do saneamento.

“Nos sistemas onde atua, a Sanepar tem índices bem menores do que o percentual nacional, mas as perdas de água são uma luta diária em toda empresa de saneamento. E lutar contra perdas diretas e indiretas exige esforços ininterruptos e evolução constante, uma gestão baseada em dados, controle ativo e contínuo e detecção precoce de vazamentos, controle de pressões preditivo e inteligente e um combate profissional à perda aparente”, diz Wippel.

Há décadas a Companhia implantou e renova iniciativas corporativas perenes de combate e redução de perdas e melhoria da eficiência operacional. Uma delas é o Programa Corporativo de Redução e Controle de Perdas, que envolve ferramentas e equipes de trabalho em todas as cidades onde a Sanepar atua.

Outras ações da empresa na busca constante pela redução de vazamentos e perdas são as pesquisas intensivas por vazamentos ocultos, substituição de redes, automação e uso de inteligência artificial no monitoramento de redes e sistemas, fiscalização e combate a fraudes, substituição de equipamentos antigos das estações de captação até o cliente, ferramentas de análise e métricas avançadas de integração entre área comercial e operacional, entre outras iniciativas.

“Algumas das causas das perdas são a submedição, ligações irregulares (os gatos), equipamentos com vida útil defasada. Recentemente, a empresa renovou seu parque de hidrômetros e periodicamente faz a troca desses equipamentos nos imóveis, como outras substituições que são necessárias. O combate às perdas realmente se dá em muitas frentes, e a Sanepar tem profissionais batalhando em todas elas”, completa o diretor.

Sobre o evento – A Sanepar é patrocinadora e apoiadora do evento, organizado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes). A Water Loss 2026 coloca o Brasil no centro das discussões globais sobre perdas de água. Para gestores, engenheiros e analistas, a conferência anual da IWA é a chance de transformar tecnologia em resultado, com a troca de experiências reais e modelos de sucesso de empresas de mais de 60 países. Em uma série de workshops, painéis de discussões e sessões técnicas, especialistas, profissionais e partes interessadas de todo o mundo para explorar estratégias inovadoras, tecnologias e melhores práticas na área de conservação e distribuição de água.

A realização da WaterLoss no Brasil também amplia a conexão do país com as principais agendas internacionais de água e saneamento, ao mesmo tempo em que traz visibilidade para desafios que ainda são estruturais em diversas regiões. Ao reunir diferentes perspectivas, o evento contribui para qualificar o debate e fortalecer a construção de soluções mais consistentes para o setor.

Congresso Internacional no Rio de Janeiro reúne pelo menos 800 pessoas de mais de 60 países

Água
Equipe da Sanepar durante o conferência Water Loss 2026 Equipe da Sanepar durante o conferência Water Loss 2026 A Water Loss 2026, conferência organizada por especialistas do mundo todo que fazem parte da Associação Internacional da Água
Apresentação do engenheiro Marcelo Depexe Apresentação do engenheiro Marcelo Depexe O engenheiro Marcelo Depexe apresentou o estudo “A importância do fator pessoas em relação a tecnologias e processos na implantação de um programa de redução de perdas”
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Moradores de cinco cidades do Sudoeste já têm acesso ao pagamento no portão de casa para evitar corte de água

Enviado por Monica Venson em

O serviço de pagamento de débitos pendentes diretamente com o agente de campo no portão de casa chegou na região Sudoeste. Nesta modalidade, o cliente pode utilizar cartões de débito ou crédito para o pagamento da fatura de água. Os municípios contemplados pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), nesta fase, são o de Assis Chateaubriand, Corbélia, Marmeleiro, Medianeira e Vitorino, na Região Sudoeste do Paraná. 

O serviço, que visa evitar o corte no fornecimento de água, é disponibilizado para clientes com faturas vencidas há mais de 48 dias. A principal vantagem é a continuidade do fornecimento sem a necessidade de deslocamento até uma Central de Relacionamento para regularizar a pendência. O pagamento facilitado no cartão já funciona em Curitiba e em outras 32 cidades da Região Metropolitana e Litoral e mais de 140 municípios do interior do estado. 

A iniciativa faz parte de uma mudança no processo comercial da Sanepar na qual, ao realizar o pagamento na hora, a ordem de suspensão é cancelada automaticamente, poupando o cliente de taxas de religação e do transtorno de ficar sem água. Outro destaque é a opção de parcelamento, que pode ser feito em até 12 vezes no cartão de crédito.

Para o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, a novidade humaniza o atendimento e traz praticidade para as famílias. "Nosso objetivo não é interromper o abastecimento, mas garantir que o cliente tenha meios práticos de manter sua conta em dia. Entendemos que, na maior parte dos casos, o atraso de pagamento da fatura ocorre por um imprevisto financeiro ou uma desorganização momentânea. Ao levar a maquininha até a porta do morador, eliminamos a necessidade de deslocamento até uma central de atendimento e oferecemos condições de parcelamento que cabem no orçamento familiar. É uma solução que une tecnologia e respeito ao cidadão", reforça.

SEGURANÇA – O serviço é exclusivo para situações de cobrança vinculadas ao corte por atraso no pagamento. Na negociação, o agente informa o valor devido, o número da matrícula na Sanepar e o CPF do titular da matrícula para conferência do cliente. Além disso, o cliente pode conferir o valor exato do débito antes de passar o cartão consultando o aplicativo Minha Sanepar ou o WhatsApp oficial da Sanepar: (41) 9 9544-0115. A operação aceita apenas cartões de débito ou crédito das principais bandeiras. Na confirmação do pagamento, os dados passam por autenticação e autorização via token. A conta ou as contas pagas constarão no mesmo comprovante impresso, citando a matrícula, referência, vencimento e o valor original.

O gerente-geral Comercial da Sanepar, Sérgio Augusto Portela, explica que o foco da Sanepar é oferecer uma solução segura, imediata e cômoda para que o cliente não sofra o transtorno da interrupção do serviço, destacando que os agentes de campo não estão autorizados a receber pagamentos em dinheiro ou via Pix na maquininha. “O programa foi desenvolvido com toda a garantia e segurança para o cliente. O sucesso deste programa na Região Metropolitana de Curitiba incentivou a Sanepar a estender esse serviço que está sendo levado para todas as regiões do Paraná”, reforça.

Portela também lembra que, além de oferecer mais facilidade ao cliente, a empresa evita o manuseio desnecessário do hidrômetro, contribuindo para diminuir casos de vazamentos, por exemplo.

Nos municípios da região Sudoeste do estado, o trabalho é feito por agentes da empresa Enorsul, contratada pela Sanepar para o serviço. Os profissionais trabalham devidamente identificados com uniforme, crachá e veículos com a expressão “A serviço da Sanepar”. Caso o cliente fique em dúvida se a abordagem é mesmo feita pela Sanepar, deve entrar em contato diretamente por um dos canais oficiais da companhia, como o telefone 0800 200 0115.

Pagamento facilitado que evita a suspensão do fornecimento de água começa a funcionar em Assis Chateaubriand, Corbélia, Marmeleiro, Medianeira e Vitorino. Modalidade funciona com cartões de débito e crédito e agentes não estão autorizados a aceitar PIX ou dinheiro

Cliente
Cliente efetua pagamento na porta de casa Cliente efetua pagamento na porta de casa Agentes contratados estão devidamente uniformizados e não pedem dados pessoais, nem aceitam dinheiro ou PIX
imagem mostra máquina de cobrança de cartão imagem mostra máquina de cobrança de cartão Agentes contratados estão devidamente uniformizados e não pedem dados pessoais, nem aceitam dinheiro ou PIX
Agente efetua cobrança na porta da casa do cliente Agente efetua cobrança na porta da casa do cliente Agentes contratados estão devidamente uniformizados e não pedem dados pessoais, nem aceitam dinheiro ou PIX
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Museu da Sanepar vai abrir também aos domingos

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O Museu do Saneamento da Sanepar passará a receber visitantes também aos domingos, a partir do dia 26 de abril. A ampliação do funcionamento atende uma solicitação do próprio público e, agora, o Museu estará aberto de terça a domingo, das 9 às 17 horas, sendo a última entrada permitida até às 16 horas. Neste ano, o espaço já recebeu mais de 8 mil visitas, com uma média de 200 visitantes por dia. 

O Museu foi inaugurado em 2014 e a visitação já começa pela observação da fachada modernista do prédio. A edificação, de inigualável valor histórico, está formalmente inscrita como uma Unidade de Interesse de Preservação do Município (UIP) por se tratar da primeira Estação de Tratamento de Água de Curitiba, a ETA Tarumã. Inaugurada em 1945, a ETA foi desativada em 2004.

EXPOSIÇÃO - Inicialmente, o Museu funcionava apenas em horário comercial, de segunda a sexta-feira. Havia uma exposição de longa duração de painéis, objetos e elementos ligados à história do saneamento, como a carroça utilizada nos primórdios do serviço de esgotamento em Curitiba, materiais de fundição de tubulações de ferro e uma das lambretas da Sanepar. 

Em junho de 2022, parte desses elementos passou a ocupar uma parte do piso inferior da ETA Tarumã, junto a um núcleo especializado na história do saneamento no mundo, no Brasil e no Paraná, incluindo uma exposição sobre a própria ETA Tarumã. Na parte superior do prédio, foi aberta a nova exposição de longa duração, denominada "Planeta Água”, com mais recursos tecnológicos e uma abordagem multidisciplinar sobre a água.

AGENDAMENTO – As visitas ao Museu são gratuitas e podem ser agendadas pelo site www.museuplanetaagua.org.br (acesse o campo “Agende sua visita” e confira as datas e os horários disponíveis). Também é possível realizar visitas individuais ou em pequeno grupo de forma espontânea, sem agendamento. Em dias de lotação, há fornecimento de senhas no local. O acesso ao Museu é realizado apenas para pedestres pela Avenida Victor Ferreira do Amaral, 1760 - Tarumã - Curitiba/PR. O Museu não possui estacionamento para visitantes.

Para conhecer outros espaços de visitação da Sanepar, visite o site: https://e-ambiental.sanepar.com.br

Com entrada gratuita, o espaço abriga a exposição interativa Planeta Água e também uma área sobre a história do saneamento

Esporte e Cultura
Museu do Saneamento da Sanepar Museu do Saneamento da Sanepar
Museu do Saneamento da Sanepar Museu do Saneamento da Sanepar
Museu do Saneamento da Sanepar Museu do Saneamento da Sanepar
Museu do Saneamento da Sanepar Museu do Saneamento da Sanepar
Museu do Saneamento da Sanepar Museu do Saneamento da Sanepar
Museu do Saneamento da Sanepar Museu do Saneamento da Sanepar
Museu do Saneamento da Sanepar Museu do Saneamento da Sanepar
Museu do Saneamento da Sanepar Museu do Saneamento da Sanepar
Curitiba
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Sanepar encontra irregularidades em 37% dos imóveis vistoriados no Litoral

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realizou 2.335 vistorias técnico-operacionais (VTO) em imóveis de veraneio em Matinhos e Pontal do Paraná, no Litoral do estado, entre janeiro e março deste ano. O objetivo é identificar se os imóveis estão corretamente conectados à rede coletora de esgoto. Nessa amostra, foram encontradas irregularidades em 875 residências, o que representa 37%. 

A medida faz parte das ações de proteção das águas no Litoral e acontecem ao longo de todo o ano, com reforço no verão. Para o início da temporada 2026, a estratégia das equipes de vistoria foi realizar testes para verificar a quantidade de oxigênio na água de canais localizados na área urbana. Foram escolhidas para vistorias, as áreas que apresentaram baixos índices de oxigênio. 

Durante as visitas os clientes recebem orientações detalhadas sobre a correta interligação do seu esgoto à rede coletora da Sanepar. Se o problema não for solucionado em 30 dias, a Sanepar pode emitir multa chamada de sanção pecuniária, que é um cálculo feito em cima da média de consumo dos últimos cinco meses. 

"Nosso objetivo foi aproveitar a presença dos veranistas para realizar não apenas a vistoria técnica, mas um trabalho de educação ambiental direto", afirma o gestor da área de vistorias técnico-operacionais da Sanepar, Fábio Daia dos Santos Zuza. 

A quantidade de imóveis fechados é um dos desafios enfrentados pelas equipes. Nestes casos, comunicados oficiais, com contatos da equipe, são deixados nas residências para possibilitar o agendamento prévio da vistoria. Também é possível agendar pelo 0800 200 0115 ou em uma das centrais de atendimento da Sanepar. 

ANÁLISES NO LITORAL - Para verificar especificamente as mudanças nos mananciais do Litoral durante a temporada, período de maior concentração de pessoas na região, a Sanepar faz uma série de análises de qualidade, com coletas de dezembro a abril.  São estudos feitos nas áreas de captações de água direcionadas para as estações de tratamento e ao longo dos canais que chegam ao mar. No total, 16 pontos foram avaliados.

Entre os parâmetros analisados estão pH, quantidade de sólidos dissolvidos, salinidade, oxigênio dissolvido e análise de microbiologia. Os resultados da campanha 2025/2026 apontam aumento nos níveis de microrganismos que podem indicar lançamento irregular de esgoto, mau uso do solo, presença de fertilizantes ou dejetos de animais. 

ÁGUA TRATADA - De acordo com a geóloga da Gerência de Recursos Hídricos da Sanepar, Eduarda Lopes Postol, as bacias hidrográficas utilizadas como captações pela Companhia são preservadas por estarem mais distantes do ambiente urbano, o que contribui para a redução dos riscos de contaminação. 

“Assim que a água adentra a Estação de Tratamento de Água (ETA) são removidos os compostos orgânicos e atendidos os padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação. Por isso, a água de consumo tratada pela Sanepar não apresenta riscos de contaminação. Em sua fonte, ela apresenta os melhores padrões biológicos e ainda passará por etapas de desinfecção antes da distribuição”, ressalta. 

ESGOTO IRREGULAR - Já os canais que não são utilizados para abastecimento público, apresentaram altos valores de contagem de microrganismos ao longo de todos os meses de análise. “Os altos valores de fósforo encontrados indicam a contaminação do corpo hídrico por despejo de esgoto não tratado, provenientes de ligações irregulares”, explica a geóloga. 

REFLEXOS - O reflexo das irregularidades nas bacias é alteração dos padrões e quando a água bruta do rio se mistura com o mar, pode se tornar um vetor de contaminação nos momentos de lazer e recreação. 

Fábio afirma que a interligação correta na rede coletora de esgoto é essencial neste contexto. Além de evitar o extravasamento de esgoto nas ruas, protege o lençol freático e contribui para a balneabilidade das praias, refletindo diretamente na saúde pública e na preservação do meio ambiente. 

Eduarda observa que os resultados das análises auxiliam a Companhia na tomada de decisões sobre adoção de estratégias para cuidar da água e do meio ambiente e melhorar a qualidade dos mananciais em todo o percurso até chegar no mar. “Todo o manancial tem que estar saudável e conservado para termos uma água boa e de qualidade”. 

Além de ações educativas sobre a importância de interligar o esgoto na rede coletora e das vistorias técnico-operacionais, a Sanepar também tem outras iniciativas, como a implantação de parques lineares em áreas degradadas. No Litoral, está em fase de contratação a execução de um parque linear em Pontal do Paraná. 

A empresa vistoriou 2.335 imóveis de veraneio entre janeiro e março deste ano em Matinhos e Pontal do Paraná. Sem conexão com a rede coletora, o esgoto contamina rios, canais e olhos d’água, conforme aponta análises da Companhia

Esgoto
Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral
Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná
Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná
Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná
Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná
Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral
Matinhos
Pontal do Paraná
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Sanepar desenvolve alternativa versátil e de menor custo para monitorar a qualidade da água

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Monitorar a qualidade da água de forma constante e eficiente é um dos compromissos da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), que já conta com várias alternativas modernas oferecidas pelo mercado. Internamente, a Companhia também busca desenvolver soluções que ajudem a ampliar seu complexo sistema de monitoramento. Uma das mais recentes alternativas em teste é a Estação Remota, uma opção versátil e com custos mais acessíveis para cumprir esta missão.

O sistema desenvolvido por empregados da Sanepar é formado por uma sonda acoplada a uma estrutura flutuante. O equipamento, em contato com a água, faz o monitoramento de diversos parâmetros em tempo real e salva os dados em uma espécie de pequeno laboratório, também acoplado ao flutuante. Além de saber a qualidade da água do corpo hídrico, os parâmetros permitem fazer ajustes no tratamento de água ou de esgoto, principais atividades da Companhia.

VERSATILIDADE - Atualmente, os principais equipamentos usados pela Sanepar são fixos, com estruturas instaladas, principalmente, nas Estações de Tratamento de Água. A intenção desta nova solução não é substituir estes equipamentos, mas ser um complemento deste sistema. 

“Como ele é um equipamento menor e móvel, podemos usar para monitorar outros trechos do corpo hídrico que habitualmente não seriam monitorados por estas estruturas fixas. Isso ajudaria a ter uma visão mais completa da qualidade da água de um rio, por exemplo, e não apenas nos trechos mais próximos da captação”, explica Rafael Francis Leite, que atua na Gerência de Pesquisa e Inovação da Sanepar e desenvolveu a Estação Remota.

“Essa Estação também pode ser levada para analisar pontos mais remotos, que dificilmente poderiam ser analisados com estruturas maiores. Ela também pode ser usada para investigar se alguém está fazendo um despejo irregular de esgoto no rio, por exemplo, sem a necessidade de instalação de uma estrutura complexa”, destaca Leite. 

CUSTO MENOR - A versatilidade do equipamento, com uma única sonda podendo ser usada em diferentes ocasiões, é justamente um dos pontos que lhe confere o rótulo de uma alternativa mais barata para o monitoramento da qualidade da água. “Como não há a necessidade de fazer grandes obras para usar o equipamento, o custo do monitoramento é reduzido”, explica Leite.

Outro fator que contribui para a redução dos investimentos é a estrutura do flutuante. A alternativa desenvolvida pela Sanepar usa tubos de PVC para substituir boias industriais. O custo para montar o equipamento, em formato de “H”, é estimado em menos de R$ 1 mil, enquanto um flutuante pronto varia entre R$ 8 mil a R$ 25 mil, a depender do modelo.

Os modelos usados para os testes atuais, feitos nas estruturas internas da Sanepar, foram fabricados com sobras de tubos de PVC usados em outros projetos da Companhia. Segundo o pesquisador, essa é uma alternativa sustentável, por reaproveitar materiais que seriam descartados, o que também pode contribuir para a redução do custo final do monitoramento.

Outra redução de custo possível está relacionada ao que fazer com os resultados obtidos com a Estação Remota de monitoramento. “Você pode analisar uma parte específica dentro do tratamento e vai poder fazer a modelagem desse ponto, o que pode permitir que você reduza, em determinados horários, os gastos com produtos químicos ou mesmo com energia para abastecer equipamentos”, explica Leite.

INCENTIVO À INOVAÇÃO - Para o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, este tipo de iniciativa, que surge de pesquisas desenvolvidas internamente, reforça o espírito inovador da Companhia. “A Sanepar é uma empresa inovadora por natureza e iniciativas como esta traduzem este espírito da empresa. Temos um ambiente que incentiva a todo momento que os nossos empregados desenvolvam suas ideias para aprimorar processos”, destaca Bley.

PARCERIA ACADÊMICA – O desenvolvimento da Estação Remota, que atualmente passa por testes internos na Sanepar, está sendo aprimorado em conjunto com o Programa de Pós-Graduação Profissionalizante em Meio Ambiente Urbano e Industrial (PPGMAUI) da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A parceria visa integrar a experiência técnica dos saneparianos ao ambiente de pesquisa acadêmica, para validar soluções de baixo custo e alta eficiência no monitoramento da qualidade da água.

A iniciativa está em fase de testes e foi pensada para permitir que o mesmo equipamento seja usado para monitorar diferentes pontos de um corpo hídrico. Projeto tem parceria com o Programa de Pós-Graduação Profissionalizante em Meio Ambiente Urbano e Industrial (PPGMAUI) da Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Pesquisa e Inovação
Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água A alternativa desenvolvida pela Sanepar usa tubos de PVC para substituir boias industriais
Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água O sistema desenvolvido por empregados da Sanepar é formado por uma sonda acoplada a uma estrutura flutuante
Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água A versatilidade do equipamento, com uma única sonda podendo ser usada em diferentes ocasiões, é justamente um dos pontos que lhe confere o rótulo de uma alternativa mais barata para o monitoramento da qualidade da água
Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água O custo para montar o equipamento, em formato de “H”, é estimado em menos de R$ 1 mil, enquanto um flutuante pronto varia entre R$ 8 mil a R$ 25 mil, a depender do modelo
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Vistorias em imóveis orientam sobre como uso correto da rede de esgoto protege os recursos hídricos

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) iniciou em Céu Azul, na Região Oeste, vistorias no sistema de esgotamento sanitário da cidade. Nos próximos quatro meses, serão visitados cerca de 3,3 mil imóveis, o que corresponde a 100% das unidades que já contam com o serviço de coleta e tratamento de esgoto da cidade. A verificação da utilização correta do sistema que conta com mais de 70 quilômetros de tubulação assentada no subsolo tem como objetivo orientar e conscientizar os moradores da relação direta do uso adequado das ligações e da rede coletora de esgoto, tanto na eficiência do tratamento como para garantir a boa qualidade da água dos rios urbanos. 

O gerente regional da Sanepar, Rodolpho Tanaka Savelli reforça que as ligações feitas de forma inadequada trazem transtornos para sistema operacional da Sanepar, para os moradores e para a cidade. “Se as calhas de chuva estiverem interligadas ao sistema de esgoto, por exemplo, em dias de chuvas pode haver extravasamento em vias públicas ou refluxo do esgoto para dentro dos imóveis. E, se o esgoto for lançado nas galerias de águas pluviais, o prejuízo ambiental é grande, pois contamina o solo e a água dos córregos e rios”, afirma Savelli.

Nas vistorias, as equipes analisam se a ligação do imóvel à rede coletora de esgoto foi feita de forma adequada a fim de evitar transtornos operacionais, danos ao meio ambiente e incômodo à população. São analisados se o direcionamento do esgoto foi feito corretamente, se há e se a instalação da caixa de gordura foi feita de acordo com os padrões sanitários, se há lançamento da água da chuva na rede de esgoto e se há lançamento do esgoto em galerias pluviais. “Sem a caixa de retenção de gorduras, as tubulações ficam sujeitas a entupimentos, o que, além do mau cheiro, pode causar danos e rompimentos internos e nas redes coletoras de esgoto, além de transtornos nas estações de tratamento”, explica o gerente.

 DE CASA EM CASA -  No serviço de inspeção, é imprescindível a entrada dos técnicos nos imóveis com a finalidade de testar os dispositivos sanitários e de águas pluviais. Nessa visita, são feitos testes com a aplicação de corantes líquidos nas instalações hidráulicas, à base de água, aferindo sua presença na rede coletora de esgoto e/ou na galeria de águas pluviais. Se for encontrada qualquer anormalidade ou irregularidade, o morador é notificado para que faça as correções, com prazo de 30 dias. depois desse prazo será feita a segunda visita.


Os trabalhos serão feitos de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30, e para os casos dos imóveis que ficam fechados durante a semana, o trabalho será feito no sábado. 

IDENTIFICAÇÃO e SEGURANÇA – As equipes da empresa TREZZI e BONATTI LTDA, contratada para esse trabalho, vão utilizar uniformes e crachás de identificação de prestador de serviço para a Sanepar. Eles receberam treinamento específico para o serviço e não realizam qualquer cobrança de valores. Em caso de dúvida, os clientes podem entrar em contato com a Sanepar pelo telefone 0800 200 0115, por mensagem de WhatsApp no (41) 99544-0115, ou diretamente na Central de Relacionamento da Sanepar, na Rua Mal. Cândido Rondon, 395 – Bairro Centro.

Ação da Sanepar, em Céu Azul, busca melhoria operacional do sistema de coleta e tratamento de esgoto e conscientizar a população sobre o papel de cada um na proteção do meio ambiente

Socioambiental
vistoria em imóveis vistoria em imóveis Técnicos vão de casa em casa para verificar as condições das ligações de esgoto
vistoria de esgoto em imóveis vistoria de esgoto em imóveis Técnicos vão de casa em casa para verificar as condições das ligações de esgoto
Céu Azul
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Sanepar vai ampliar usina de biogás e quatro estações de tratamento com financiamento de banco alemão

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) consolida mais um passo importante em sua estratégia de sustentabilidade e eficiência operacional com a assinatura de um novo contrato de financiamento com o banco de desenvolvimento alemão KfW. O aporte de 50 milhões de euros - aproximadamente R$ 300 milhões - será destinado à segunda fase do programa Paraná Bem Tratado, focado na ampliação de estações de tratamento de esgoto, tratamento de lodo e produção e biogás. 

Diferente de outros modelos de financiamento do KfW, esta operação não exigiu garantia da União ou aporte de contrapartida do governo do Estado, sendo sustentada exclusivamente pela capacidade financeira da Sanepar, que investirá 20% do valor como contrapartida própria. Para o Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Sanepar, Abel Demetrio, a estrutura deste contrato demonstra a confiança do mercado internacional na Companhia.

"Este financiamento é um marco importante para a Sanepar. Viabilizar uma operação internacional deste porte com contrapartida financeira da Companhia, sem a necessidade de garantias do governo estadual ou federal, demonstra que a Sanepar possui saúde financeira e credibilidade que nos permite dialogar diretamente com grandes instituições globais, como o KfW, para acelerar investimentos estratégicos para o saneamento no Paraná", destaca Demetrio.

Rumo à Universalização - Os recursos serão aplicados na ampliação de quatro estações de tratamento de esgoto (ETEs): Norte e Sul, em Londrina; Pinhalzinho, em Umuarama; e Padilha, em Curitiba. O projeto prevê ainda a implantação de uma central de tratamento de lodo na capital e a ampliação da Usina de Tratamento de Lodos e Resíduos Orgânicos (ETE Belém Biogás), com foco no uso de biogás para geração de energia e secagem de lodo.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, enfatiza que o investimento é peça-chave para cumprir as exigências federais de saneamento. "Estamos trabalhando com foco total em atingir as metas de universalização estabelecidas pelo Novo Marco Legal do Saneamento. Este contrato com o KfW nos garante o fôlego necessário para expandir o atendimento e, ao mesmo tempo, elevar o nível tecnológico das nossas operações. Queremos que o Paraná continue sendo referência em eficiência e sustentabilidade", afirma Bley.

Sustentabilidade e Eficiência Operacional - Esta é a segunda operação de crédito entre as instituições. A primeira fase do programa Paraná Bem Tratado, também de 50 milhões de euros, já teve todo o seu montante desembolsado e encontra-se em fase de amortização, com as obras concluídas ou em vias de finalização.

O aproveitamento do metano e a redução de gases de efeito estufa são pilares do programa. A recuperação do biogás é vista como um vetor de desenvolvimento regional, permitindo a redução de custos operacionais e impactando positivamente na modicidade tarifária, ao mesmo tempo em que mitiga os efeitos das mudanças climáticas.

A cerimônia oficial de assinatura aconteceu no final de março e contou com a presença de Wilson Bley, Abel Demetrio e da diretora para a América Latina e Caribe do KfW, Claudia Arce. 

O aporte de 50 milhões de euros - aproximadamente R$ 300 milhões - será destinado à segunda fase do programa Paraná Bem Tratado, focado na ampliação de estações de tratamento de esgoto, tratamento de lodo e produção e biogás

Esgoto
Assinatura do financiamento com banco KfW Assinatura do financiamento com banco KfW Diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e a diretora para a América Latina e Caribe do KfW, Claudia Arce, assinam financiamento
Diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e a diretora para a América Latina e Caribe do KfW, Claudia Arce, assinam financiamento Diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e a diretora para a América Latina e Caribe do KfW, Claudia Arce, assinam financiamento Diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e a diretora para a América Latina e Caribe do KfW, Claudia Arce, assinam financiamento
Estação de Tratamento de Esgoto Padilha Sul em Curitiba Estação de Tratamento de Esgoto Padilha Sul em Curitiba Estação de Tratamento de Esgoto Padilha Sul em Curitiba
Estação de Tratamento de Esgoto Pinhalzinho em Umuarama Estação de Tratamento de Esgoto Pinhalzinho em Umuarama Estação de Tratamento de Esgoto Pinhalzinho em Umuarama
Usina de biogás da Estação de Tratamento de Esgoto Belém em Curitiba Usina de biogás da Estação de Tratamento de Esgoto Belém em Curitiba Usina de biogás da Estação de Tratamento de Esgoto Belém em Curitiba
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Sanepar é finalista em prêmio nacional de biogás com a Usina da ETE Belém

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) é finalista do Prêmio Melhores do Biogás Brasil, promovido pelo Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano. A ETE Belém – Biogás, também referida como USBioenergia ou USBio, localizada em São José dos Pinhais, concorre na categoria “Unidades/plantas geradoras de biogás – Saneamento”, consolidando-se como referência nacional na transformação de resíduos em energia limpa.

A indicação ao prêmio reforça o posicionamento da Sanepar como uma das principais operadoras de biogás do Brasil. A companhia possui mais de 200 estações de tratamento equipadas com reatores anaeróbicos em todo o Paraná.

"Estar novamente entre os finalistas de uma das maiores premiações de bioenergia do Brasil é um motivo de orgulho e demonstra nosso compromisso com cidades sustentáveis e a gestão focada na economia circular", afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

A ETE Belém – Biogás consolidou-se ao longo de 2025 como uma unidade de referência em codigestão em escala industrial, operando como um centro de tecnologia avançada para a valorização de substratos orgânicos e geração de energia renovável. A unidade possui capacidade técnica para processar simultaneamente 900 m³/dia de lodo de esgoto proveniente da ETE Belém e 150 toneladas/dia de resíduos orgânicos de grandes geradores. 

Com um desempenho operacional otimizado, a produção diária de biogás já atingiu patamares da ordem de 18.000 Nm³/dia, resultado de um sistema composto por dois biodigestores de 5.000 m³ cada e uma robusta infraestrutura de pós-digestão que assegura a completa estabilização e o aproveitamento do potencial energético dos materiais.

O biogás produzido é convertido em energia elétrica e calor em dois geradores de alto rendimento, com potência elétrica instalada total de 2,8 MW. A energia elétrica gerada supre integralmente a demanda interna da Usina de codigestão, garantindo sua autossuficiência. O excedente é injetado na rede elétrica via autoconsumo remoto. O calor gerado pela operação dos motores é reaproveitado para a estabilização térmica dos biodigestores, otimizando o processo fermentativo e a produtividade de biogás. 

“A indicação da ETE Belém - Biogás representa a validação de uma estratégia de inovação que transforma passivos ambientais em ativos energéticos. Na Sanepar, entendemos que os resíduos não são o fim da linha, mas potenciais fontes de recursos. Ao otimizarmos a codigestão de lodo com outros resíduos orgânicos, estamos escalando nossa capacidade de gerar energia limpa e reduzindo emissões de gases de efeito estufa. Essa iniciativa exemplifica como a ciência aplicada ao saneamento pode impulsionar a descarbonização,a transição energética e fortalecer a segurança energética do Paraná”, destaca Gustavo Rafael Collere Possetti, Especialista em Pesquisa e Inovação da Sanepar.

A operação da ETE Belém - Biogás pode ser traduzida em números expressivos. Somente no primeiro bimestre de 2026, a unidade recebeu mais de 6 milhões de toneladas de lodo e outros resíduos orgânicos. Nesse período, a eficiência da Usina resultou na geração de 1.517,50 MWh. Em outras palavras, essa eletricidade seria suficiente para abastecer uma cidade de 12 mil habitantes por um mês inteiro. O processo que é uma alternativa a disposição de lodo e resíduos orgânicos em aterros sanitários, reduz, portanto, custos operacionais e impactos ambientais.

"Operar uma unidade com o porte e a eficiência da ETE Belém - Biogás é motivo de imenso orgulho para nossa equipe. Ver o conceito de economia circular saindo do papel e se transformando em energia limpa é a prova de que a Sanepar está na fronteira tecnológica do setor. Não estamos apenas tratando esgoto; estamos operando uma verdadeira usina que gera valor, reduz custos e serve de modelo para o Brasil,” celebra um dos responsáveis pela operação da Usina da Sanepar, André Alves da Silva.

VOTAÇÃO: A premiação, que reconhece os principais destaques do setor de energia renovável no país, é decidida por votação popular. O público pode registrar o voto até o dia 9 de abril por meio do seguinte sítio eletrônico: https://biogasebiometano.com.br/melhores-votacao. Os vencedores serão anunciados entre 14 e 16 de abril, em cerimônia oficial em Foz do Iguaçu.

Votação popular para o Prêmio Melhores do Biogás Brasil segue até 9 de abril

Reconhecimento
Imagem aérea da usina ETE Belém Imagem aérea da usina ETE Belém A ETE Belém – Biogás consolidou-se ao longo de 2025 como uma unidade de referência em codigestão em escala industrial
Imagem área mostra a ETE Belém, usina de tratamento de esgoto em São José dos Pinhais Imagem área mostra a ETE Belém, usina de tratamento de esgoto em São José dos Pinhais A indicação ao prêmio reforça o posicionamento da Sanepar como uma das principais operadoras de biogás do Brasil
Imagem área mostra a ETE Belém, usina de tratamento de esgoto em São José dos Pinhais Imagem área mostra a ETE Belém, usina de tratamento de esgoto em São José dos Pinhais A ETE Belém – Biogás consolidou-se ao longo de 2025 como uma unidade de referência em codigestão em escala industrial
Imagem área mostra a ETE Belém, usina de tratamento de esgoto em São José dos Pinhais Imagem área mostra a ETE Belém, usina de tratamento de esgoto em São José dos Pinhais Com um desempenho operacional otimizado, a produção diária de biogás já atingiu patamares da ordem de 18.000 Nm³/dia
Curitiba
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Sanepar mobiliza 350 voluntários em mutirão de limpeza de rios no Paraná

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Na manhã deste sábado (21), cerca de 350 voluntários da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) participaram de mutirões de limpeza de rios em 11 cidades do Paraná. A ação celebra o Dia Mundial da Água, comemorado no 22 de março, e tem como objetivo central conscientizar a população sobre a importância vital de proteger os mananciais que garantem o abastecimento público.

A operadora Edna de Souza Silva, que trabalha há quase 15 anos na Estação de Tratamento de Água (ETA) Iguaçu, trocou o descanso do sábado pelo trabalho no mutirão de limpeza. "É difícil, o sábado é corrido, mas tirar esse tempo é fundamental. Cada tampinha ou saquinho de bolacha que tiramos faz a diferença lá na frente, no tratamento da água", disse Edna. 

Em Londrina, o técnico em logística da Sanepar, Wendel Barros de Amorim, participou da limpeza do Córrego Barreiro. Ele conta que, em um pequeno trecho, os voluntários encontraram todo tipo de lixo. “Aqui em um trecho de 20 metros quadrados já retiramos muita roupa, calçados, vidro, garrafas pets, muitas delas que devem ter sido arrastadas pela chuva até este local. Por isso a importância do descarte correto do lixo”, lembrou Amorim. 

Além de Curitiba e Londrina, a ação de limpeza aconteceu em Apucarana, Cambará, Campo Mourão, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Pato Branco, Jacarezinho, Guarapuava e Ponta Grossa. Em todos os pontos de coleta, o sentimento era de dever cumprido. 

O engenheiro Atieri Ferreira Zatoni, com 16 anos de casa, participou pela primeira vez e destacou a conexão entre o trabalho técnico e a ação socioambiental. Com larga experiência na manutenção de redes, Atieri conhece de perto os danos causados pelo lixo. "Na coleta de esgoto, vemos o descaso. O lixo causa obstruções e extravasamentos em dias de chuva. Precisamos colaborar para viver em harmonia com a natureza, pois todos somos clientes e precisamos dessa água", explica. 

Para Lucilene Costa, coordenadora do Programa de Voluntariado Corporativo da Sanepar, a adesão massiva reflete a cultura da empresa. "Essa marca de participação é um testemunho da nossa força coletiva em transformar a realidade dos nossos recursos hídricos. Ver o nosso time envolvido nessa ação reflete o verdadeiro espírito sanepariano", destaca.

A união de esforços também foi celebrada por Gislaine Ceschim, presidente do Rotary Club Corporativo Sanepar, que também participou da ação. "Entregamos à população mais do que um ambiente limpo: entregamos consciência, esperança e realização", afirma.

Sustentabilidade - A Sanepar reforça que essas ações de educação ambiental são pilares permanentes da Companhia. Ao minimizar os impactos da poluição e do descarte inadequado de resíduos, a empresa busca garantir a sustentabilidade dos mananciais para as futuras gerações paranaenses.

A operadora Edna lembra que a água precisa percorrer um longo caminho até chegar nas casas de milhões de paranaenses. “É preciso valorizar a água. Quando você abre a torneira, nem imagina todo processo que a água passou, desde o rio até o tratamento. Então valorize a água. Você cuidando aqui na ponta, lá no final vai ser uma água maravilhosa”, celebra.  

Ação celebra o Dia Mundial da Água, comemorado no 22 de março, e tem como objetivo conscientizar a população

Socioambiental
Voluntários da Sanepar limpando as margens do Rio Belém Voluntários da Sanepar limpando as margens do Rio Belém Cerca de 350 voluntários da Sanepar participaram de mutirões de limpeza de rios em 11 cidades do Paraná
Voluntários da Sanepar limpando as margens do Rio Belém Voluntários da Sanepar limpando as margens do Rio Belém Cerca de 350 voluntários da Sanepar participaram de mutirões de limpeza de rios em 11 cidades do Paraná
Voluntários da Sanepar limpando as margens do Rio Belém Voluntários da Sanepar limpando as margens do Rio Belém Cerca de 350 voluntários da Sanepar participaram de mutirões de limpeza de rios em 11 cidades do Paraná
Equipe de voluntários da Sanepar limpando rios no Paraná Equipe de voluntários da Sanepar limpando rios no Paraná
Equipe de voluntários da Sanepar limpando rios no Paraná Equipe de voluntários da Sanepar limpando rios no Paraná
Equipe de voluntários da Sanepar limpando rios no Paraná Equipe de voluntários da Sanepar limpando rios no Paraná
Equipe de voluntário em limpeza dos rio no Paraná Equipe de voluntário em limpeza dos rio no Paraná
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São José dos Pinhais sobe 12 posições e entra no Top 20 do saneamento no Brasil

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“O saneamento básico é vida. É tudo.” Essa é a opinião da cabeleireira Sueli Modesto Dias, 65 anos, moradora de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. A cidade, atendida pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), subiu 12 posições e agora está entre as 20 melhores do Brasil no ranking do saneamento do Instituto Trata Brasil, divulgado na quinta-feira (18). 

Há 30 anos vivendo na região, Sueli comenta que vivenciou a evolução do saneamento e concorda com a colocação. Com 345 mil habitantes, o município já atingiu a universalização do sistema de água tratada e atingiu alto índice no esgoto (87,16%), superando 87 dos 100 municípios analisados. O ranking tem foco nos locais mais populosos do país e avalia os indicadores do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA), ano-base 2024, publicados pelo Ministério das Cidades.

“A região metropolitana de Curitiba é extremamente expressiva na concentração de pessoas. São José dos Pinhais neste último ano subiu no ranking e ter esse resultado é motivo de muito orgulho para a Sanepar e um reconhecimento da eficiência dos serviços prestados. Mostra que os investimentos e o caminho do nosso planejamento estão corretos. Este é o nosso propósito, levar saúde pública para as pessoas”, destaca o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley. 

VIDA MELHOR - A cabeleireira lembra das dificuldades da época na qual não havia rede de água tratada na região e dependia de poço para ter água em casa. “Era muito complicado, não tinha água, não tinha esgoto. A gente fez um poço, mas ficamos uns anos sofrendo porque tinha que fazer o tratamento. Às vezes, a gente ficava com medo de usar e tinha que comprar água para tomar e cozinhar”, conta. 

Assim que a rede de água foi instalada pela Sanepar, a moradora abandonou o poço e afirma que já não precisou mais se preocupar com a água. “Foi uma bênção, mudou tudo. A gente tinha água à vontade nas caixas-d’água e foi muito bom. Mudou a vida de todo mundo pra muito melhor”, ressalta.

A chegada da rede de água também fez a diferença na vida da família do bombeiro militar Isaías Gonçalves de Mello, 52 anos. Quando se mudou para a cidade, na década de 80, as obras da rede de abastecimento estavam na fase inicial. “Com a chegada da canalização e a rede de água facilitou muito a vida, a água entrou dentro das casas, então foi uma melhora bem importante”, destaca. 

Ele afirma que por conta da cultura antiga de usar água de poço, no início havia um certo receio. “Ao longo do tempo foi se criando a confiança com relação à rede. Com toda mudança tem aquela dúvida, mas com certeza a melhora é significativa”, declara.

SAÚDE PÚBLICA – Os moradores relatam que antes também não havia coleta de esgoto, prejudicando a qualidade de vida e a saúde das pessoas. Além das valetas a céu aberto, os moradores tinham que lidar com o cheiro e os riscos de doenças. “Eram ratos demais, valeta aberta, muito mosquito. As pessoas tinham febre, caroços, feridas. Os ratos entravam para dentro das casas, se misturavam com as pessoas e tinha muita leptospirose”, relembra Sueli. 

Com a instalação da rede e o serviço de coleta de esgoto, o cenário foi transformado. “Com certeza mudou muito. Eu acho que é uma questão de saúde pública em geral, tanto em relação a riscos de doenças quanto à questão de qualidade de vida. Isso reflete e muito na questão de sanidade da saúde das pessoas que moram naquele local”, observa o bombeiro. 

“Quando veio a rede de esgoto foi maravilhoso. Os mosquitos diminuíram 90%, foi uma bênção mesmo”, complementa Sueli. 

INVESTIMENTOS - O relatório do Trata Brasil destaca o investimento de R$316,27 milhões realizado em saneamento na cidade no período entre 2020 e 2024 – média de R$183,01 per capita. A Sanepar segue com investimentos relevantes em São José dos Pinhais rumo a universalização da coleta de esgoto. Somente em 2025 foram investidos mais de R$113 milhões para ampliar ou aprimorar os serviços: mais de 73 milhões na rede de água, mais de R$ 27 milhões na rede de esgoto, além de quase R$ 13 milhões em outros investimentos. 

COMBATE A PERDAS - No indicador de perdas, que estabelece uma relação entre a água produzida e a água efetivamente consumida nas residências, São José dos Pinhais é a sétima cidade com o menor índice, 21,22%. O número é inferior aos parâmetros definidos pela Portaria nº 490/2021, que é de 25% para perdas na distribuição ou 216 L/por ligação por dia para perdas por ligação. “Isso é resultado do trabalho operacional contínuo e do investimento em tecnologia e inovação da Sanepar para combater as perdas e vazamentos de água na rede”, afirma o diretor de Operações da Sanepar, Sergio Wippel.

Moradores destacam a mudança na qualidade de vida e na saúde da população graças ao saneamento básico. Somente em 2025, Sanepar investiu mais de R$113 milhões em água e esgoto na cidade

Reconhecimento
Cabeleireira Sueli Modesto Dias na frente de sua casa em São José dos Pinhais Cabeleireira Sueli Modesto Dias na frente de sua casa em São José dos Pinhais Cabeleireira Sueli Modesto Dias, 65 anos, mora há 30 anos em São José dos Pinhais
Bombeiro militar Isaías Gonçalves de Mello, 52 anos, em frente sua casa em São José dos Pinhais Bombeiro militar Isaías Gonçalves de Mello, 52 anos, em frente sua casa em São José dos Pinhais Bombeiro militar Isaías Gonçalves de Mello, 52 anos, diz de chegada da rede de água foi um marco na região
São José dos Pinhais
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