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Cliente da Sanepar pode receber aviso de falta-d'água pelo celular

Enviado por Ediane Battistuz em

Clientes com o número de telefone celular atualizado no cadastro da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) podem receber, por mensagem direta, informação sobre o abastecimento de água no seu imóvel. Esses avisos são enviados quando seu bairro ou sua cidade estão com a distribuição de água comprometida, seja por interrupções programadas ou emergenciais, dependendo da área de abrangência e do tempo previsto para a normalização do abastecimento.

“A Sanepar possui o serviço de disparo de mensagens de texto curtas (SMS) diretamente ao número de telefone informado pelo cliente no seu cadastro junto à Companhia. É mais uma ferramenta que o cidadão tem para saber se está havendo ou quando haverá desabastecimento na sua rua ou no seu bairro", destaca o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley. Por SMS são enviados, ainda, avisos de débitos (ausência de pagamento) e outros informes. “Mas, de modo algum, o cliente vai receber cobrança ou qualquer pedido de informação, como informações pessoais ou do imóvel”, esclarece Bley.

O SMS (Short Message Service) é um sistema de envio de mensagens de texto curtas (até 160 caracteres) diretamente entre números de telefone, utilizando a rede celular, e não a internet. Essencial para comunicações rápidas, códigos de verificação e alertas, o SMS já vem disponível de fábrica nos smartphones, por meio de aplicativo "Mensagens" de qualquer celular Android ou iOS.

Para receber os avisos da Sanepar por SMS, o cliente precisa informar e manter atualizado seu número de telefone celular no cadastro que possui junto à Sanepar. A atualização pode ser feita rapidamente pelo Portal Minha Sanepar ou pelo Aplicativo da Sanepar. Também pode fazer a atualização pelos canais virtuais de atendimento, como o telefone 0800 200 0115 e o WhatsApp (41) 99544-0115, ou ainda pessoalmente nas Centrais de Relacionamento (consulte aqui o endereço da Central em sua localidade).

FAÇA VOCÊ MESMO – O próprio cliente pode incluir ou atualizar seu número de celular no aplicativo Minha Sanepar. Basta clicar em “Atualização Cadastral”, informar o número e marcar Sim na opção "Autorizo envio de SMS". “Essa forma de atualização é a mais fácil e rápida, pois o cliente mesmo inclui ou altera o número de telefone quando quiser. E o acesso ao aplicativo Minha Sanepar está mais facilitado: não é mais feito pelo cadastro Gov.br, e sim pela Central de Segurança – mesmo método usado para acessar os serviços do Detran, por exemplo”, explica o coordenador de Teleatendimento da Sanepar, Marcio Grevinski Junior.

Segundo o coordenador, cerca de 75% dos imóveis atendidos pela Sanepar informam um número de telefone celular no cadastro junto à Companhia. “Mas, muitas vezes o titular da fatura é outro, o número de telefone muda, o imóvel é alugado e o locatário não informa o número de celular no cadastro. Por isso, é preciso estar atento e manter os dados atualizados”, comenta Grevinski.

Desde o lançamento da nova versão do Minha Sanepar, em setembro de 2025, foram feitos mais de 700 mil downloads do aplicativo. “É um número expressivo para uma prestadora de serviço público. Se considerarmos que a Sanepar está presente em mais de três milhões de imóveis paranaenses, percebemos que este número poderia ser bem maior. Muitos clientes ainda não têm o aplicativo em seus smartphones e, assim, também não têm a comodidade de consultar e solicitar vários serviços de forma muito mais fácil e rápida pelo Minha Sanepar, como o recebimento de mensagem avisando sobre interrupções no abastecimento”, reforça o coordenador.

QUANDO E POR QUE FALTA ÁGUA – Em todo o Paraná a Sanepar gerencia uma estrutura gigantesca responsável por captar, tratar, reservar e distribuir água a mais de 11 milhões de pessoas em 345 municípios, além de Porto União, em Santa Catarina. Uma estrutura que abrange cerca de 64 mil quilômetros de redes de distribuição de água proveniente de 168 estações de tratamento de água e 1.219 poços, além de uma robusta infraestrutura de sistemas de bombeamento nas captações em rios, poços, estações de tratamento, estações elevatórias de água e reservatórios.

“Diante desta complexidade, é natural que ocorra a necessidade de interrupções no fornecimento de água para ajustes operacionais em equipamentos, manutenções corretivas e preventivas nas redes, sem falar nas paralisações de abastecimento por motivos que fogem do controle da Companhia – como quedas de energia e rompimentos de redes causados por terceiros. Por isso, neste momento, em algum lugar das centenas de sistemas que a Sanepar opera, pode estar ocorrendo uma manutenção ou obra que demande interromper o fornecimento de água para que o serviço seja feito”, comenta Wilson Bley.

AVISOS – As interrupções no fornecimento de água, chamadas pelas equipes da Sanepar de paradas de abastecimento, podem ser emergenciais ou programadas. As paradas programadas são avisadas com antecedência e as emergenciais são informadas após o imprevisto ser identificado e a equipe iniciar o trabalho de manutenção. Além de ser enviadas por SMS, as informações estão disponíveis nos canais oficiais de atendimento (confira abaixo) e, de acordo com a abrangência da paralisação, podem também ser divulgadas no site da Sanepar, no menu "Está sem água?".

Nesse mesmo menu, ao descer a página do site, tanto no computador quanto no smartphone, o cliente encontrará a opção "Consulte se há parada de abastecimento no seu endereço", seguida de um mapa. Ali, o cliente preenche o campo em branco com nome da rua, número predial e município para consultar se há registro de interrupção de abastecimento – programada ou emergencial – para seu imóvel.

O presidente da Companhia reforça um pedido que é feito com frequência pela Sanepar, e que segue as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas: que os clientes tenham caixa-d'água com capacidade para atender os moradores do imóvel por pelo menos 24 horas – para uma família de quatro pessoas, por exemplo, o reservatório precisa ser de no mínimo 500 litros.

A ABNT tem esta orientação e nós sempre a repetimos, porque é importante e garante que, diante da necessidade de conserto, obra ou serviço que exija a interrupção no fornecimento de água, o cliente não fique totalmente sem água no seu imóvel”, enfatiza Bley.

CANAIS OFICIAIS DE ATENDIMENTO AO CLIENTE DA SANEPAR

— WhatsApp (41) 99544-0115

— Site https://site.sanepar.com.br/servicos

— E-mail da Sanepar e Centrais de Relacionamento – https://www.sanepar.com.br/pontos-de-atendimento: no site, o cliente consulta qual o e-mail da Sanepar em sua cidade, os endereços das Centrais de Relacionamento e os horários de atendimento

— Aplicativo Minha Sanepar

— Telefone 0800 200 0115: funciona 24 horas por dia, sete dias por semana e a ligação é gratuita

Com o número de telefone atualizado no cadastro, é possível saber quando haverá interrupção do fornecimento de água em uma cidade ou bairro

Água
Pessoa segura celular com ícone de mensagem SMS Pessoa segura celular com ícone de mensagem SMS
Cliente pode receber aviso de falta-d'água por SMS no celular Cliente pode receber aviso de falta-d'água por SMS no celular
Cliente pode receber aviso de falta-d'água por SMS no celular Cliente pode receber aviso de falta-d'água por SMS no celular
Cliente pode receber aviso de falta-d'água por SMS no celular Cliente pode receber aviso de falta-d'água por SMS no celular
Cliente pode receber aviso de falta-d'água por SMS no celular Cliente pode receber aviso de falta-d'água por SMS no celular
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Sanepar firma nova parceria na Lapa para abastecimento de água em comunidades rurais

Enviado por Getulio Xavier… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) assinou, nesta quarta-feira (1º), um novo convênio com a Prefeitura da Lapa para a ampliação do abastecimento de água em comunidades rurais da cidade. A parceria foi assinada pelo diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e pelo prefeito da Lapa, Diego Ribas, na sede da Companhia, em Curitiba.

O convênio faz parte do Programa Sanepar Rural e prevê um investimento total de R$ 832 mil. Desse montante, R$ 532 mil serão custeados pela Sanepar para fornecimento de materiais hidráulicos, equipamentos, elaboração de estudo técnico de engenharia, apoio técnico ambiental e sócio-comunitário. Os outros R$ 300 mil são referentes ao valor da mão de obra e dos insumos de construção civil, que serão fornecidos pela Prefeitura.

Com a parceria, uma rede de 27,7 quilômetros será construída para o abastecimento da população das comunidades rurais de Pinheiros, Pedrinhas e São Bento. O prazo previsto para a execução da obra é de 24 meses.

MAIS DESENVOLVIMENTO - Segundo o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, os investimentos devem levar mais desenvolvimento para a população da região e integram o grande objetivo da Companhia de universalizar os serviços de saneamento até 2029.

“Esse convênio importante é uma nova oportunidade que temos de levar mais desenvolvimento e ação social para a cidade. Essa parceria vai beneficiar uma população que tem uma reivindicação muito antiga e que agora vai poder ter acesso a esse serviço com qualidade”, destacou Bley.

O prefeito da Lapa, Diego Ribas também celebrou a nova parceria e destacou a importância dos investimentos que a Sanepar tem feito na cidade. “Estivemos na Sanepar há 45 dias para fazer essa solicitação e hoje assinamos o convênio para levar água para essas localidades, que esperam por isso há 20 anos. Então, só tenho a agradecer ao empenho da Sanepar em atender mais esta demanda na região e reforçar a parceria e os investimentos na Lapa”, disse.

Também estiveram presentes na reunião de assinatura do convênio o diretor de Saneamento da Prefeitura, Diego Hoffmann; o chefe de gabinete do prefeito, Juliano Isber; o vereador Mário da Farmácia; e o representante da comunidade que será atendida com a nova rede de abastecimento, Luiz Carlos Kuss Ramos.

O diretor Comercial da Sanepar, Bihl Zanetti; o gerente-geral Comercial, Sérgio Portela; e o gerente de Relação com o Poder Concedente, Anderson Coelho, também participaram do encontro.

OUTRAS COMUNIDADES ATENDIDAS - Na Lapa, outras parcerias semelhantes entre Sanepar e Prefeitura foram firmadas ao longo dos últimos meses. As mais recentes garantem o abastecimento das comunidades rurais de Bonito e Passa Dois.

SANEPAR RURAL - O Programa Sanepar Rural tem como objetivo levar água potável aos moradores do interior, que vivem em localidades com distância superior a quatro quilômetros dos centros urbanos.

A iniciativa foi reconhecida como uma Boa Prática no prêmio Guardiões pela Água, promovido pelo Pacto Global da ONU no Brasil.

A iniciativa faz parte do Programa Sanepar Rural, conta com R$ 832 mil em investimentos e resultará em um aumento de 27,7 quilômetros na rede de distribuição no município

Água
O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e o prefeito da Lapa, Diego Ribas, seguram o documento que prevê obras para ampliar o abastecimento de água em comunidades rurais da cidade. O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e o prefeito da Lapa, Diego Ribas, seguram o documento que prevê obras para ampliar o abastecimento de água em comunidades rurais da cidade. O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e o prefeito da Lapa, Diego Ribas, seguram o documento que prevê obras para ampliar o abastecimento de água em comunidades rurais da cidade.
O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, assina a nova parceria para abastecer comunidades rurais na Lapa. O prefeito da cidade, Diego Ribas, e o vereador Mário da Farmácia, participaram da reunião que formalizou a parceria. O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, assina a nova parceria para abastecer comunidades rurais na Lapa. O prefeito da cidade, Diego Ribas, e o vereador Mário da Farmácia, participaram da reunião que formalizou a parceria. O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, assina a nova parceria para abastecer comunidades rurais na Lapa. O prefeito da cidade, Diego Ribas, e o vereador Mário da Farmácia, participaram da reunião que formalizou o convênio.
Reunião que formalizou o novo convênio entre Sanepar e Prefeitura da Lapa para ampliar o abastecimento de água em comunidades rurais. Reunião que formalizou o novo convênio entre Sanepar e Prefeitura da Lapa para ampliar o abastecimento de água em comunidades rurais. Reunião que formalizou o novo convênio entre Sanepar e Prefeitura da Lapa para ampliar o abastecimento de água em comunidades rurais.
Lapa
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Sanepar vai investir R$ 387 mil em distrito de São João do Ivaí

Enviado por Glaydson Angel… em

Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) vai investir R$ 387 mil no sistema de abastecimento de água do distrito de Santa Luzia da Alvorada, em São João do Ivaí. A parceria, meio do programa Sanepar Rural, foi oficializada na manhã desta quarta-feira (1), em reunião entre o diretor-presidente da companhia, Wilson Bley e o prefeito Fábio Hidek.

O projeto prevê melhoria do sistema de abastecimento de água na área rural. Estão previstas 280 novas ligações, com um alcance estimado de 1.260 pessoas beneficiadas. As obras, que devem ser executadas em um prazo de 24 meses, incluem a substituição de equipamentos hidráulicos da rede e a instalação de um reservatório com capacidade para 75 mil litros.

“Nós recebemos a demanda da cidade de São João do Ivaí e é com muita alegria que concretizamos a nossa parceria. Em breve as famílias da região poderão receber a água em casa, isso é fruto da soma de esforços entre Sanepar e o município”, declarou Bley. 

Também participaram do encontro a vice-prefeita Olivia Regina Fróes Eduardo, vereadores da cidade, o diretor da Sanepar Bihl Zanetti (Comercial) e os gerentes Anderson Linckold Friedrich Coelho (Relação com o Poder Concedente) e Sergio Portela (Comercial).

O aporte vai beneficiar cerca de 1,2 mil moradores do distrito de Santa Luzia da Alvorada

Água
Reunião entre a presidência da Sanepar e prefeito de São João do Ivaí Reunião entre a presidência da Sanepar e prefeito de São João do Ivaí
Reunião entre a presidência da Sanepar e prefeito de São João do Ivaí Reunião entre a presidência da Sanepar e prefeito de São João do Ivaí
Reunião entre a presidência da Sanepar e prefeito de São João do Ivaí Reunião entre a presidência da Sanepar e prefeito de São João do Ivaí
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Com onda de calor nos últimos dias, Sanepar reforça necessidade do consumo consciente de água

Enviado por Glaydson Angel… em

A onda de calor que atingiu o Sudoeste do Paraná na última semana provocou um aumento no consumo de água tratada nas cidades da região. No último sábado (28), a cidade de Capanema registrou temperatura de 38,1°C e em Loanda a máxima chegou aos 35,7°C. Nessa situação, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) reforça a importância do uso racional da água.

Embora a companhia mantenha investimentos contínuos em infraestrutura — como reservatórios, estações de tratamento e redes de distribuição —, o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, ressalta que a garantia do abastecimento depende de um esforço conjunto. “A água é um bem de todos e combater o desperdício é uma responsabilidade coletiva”, afirma.

Durante o feriado de Páscoa, as máximas não serão tão elevadas quanto no fim de semana anterior, mas ainda com alguns picos. Na cidade de Capanema, a previsão é de que a temperatura chegue aos 33°C no domingo (5), segundo o Simepar, o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná. Na cidade, a produção de água gira em torno 4,1 milhões de litros de água por dia. A média de consumo registrada pela Sanepar é de 114 litros de água por pessoa por dia no município. 

Também nesta época, a ocorrência de chuvas irregulares altera o padrão de consumo. Em Toledo, na região Oeste, a Sanepar produz em torno de 34 milhões de litros de água para atender mais de 60 mil imóveis da cidade. Em Cascavel, o volume de água produzido todos os dias ultrapassa 90 milhões de litros. Em fevereiro, o consumo médio de cada cascavelense foi de 116 litros de água por dia. No mês anterior, o consumo ficou em torno de 110 litros por pessoa por dia.   

Para manter o abastecimento de água independente das temperaturas, a Sanepar mantém equipes trabalhando 24 horas no controle de níveis de reservatórios, manutenção da infraestrutura das redes e equipamentos de bombeamento. A Sanepar administra em todo Paraná uma estrutura com cerca de 110 mil km de tubulações de água e esgoto, mais de 3,5 milhões de ligações de água e 2,6 milhões de ligações de esgoto. Opera 168 estações de tratamento de água e 1.219 poços, além de uma robusta infraestrutura de bombeamento. 

OS VILÕES DO DESPERDÍCIO - Um dos principais pontos de atenção durante a onda de calor são as piscinas infláveis. O hábito de descartar a água ao final do dia para renová-la na manhã seguinte é apontado pela Sanepar como uma prática crítica para o sistema.

“O desperdício de uma única piscina de 5 mil litros, trocada duas vezes no fim de semana, seria suficiente para abastecer uma família de quatro pessoas por 15 dias”, exemplifica Bley.

Para evitar o desabastecimento e a baixa pressão nas redes, a orientação é manter as piscinas cobertas e utilizar produtos para o tratamento da água, prolongando sua vida útil. No caso de piscinas fixas, a recomendação é a manutenção constante com profissionais especializados.

MUDANÇA DE HÁBITO - Além do cuidado com o lazer, a Sanepar orienta a substituição da mangueira pelo balde em limpezas domésticas. A lavagem de calçadas e carros, assim como a rega de plantas, deve ser feita com água reutilizada ou de forma controlada para evitar que o consumo individual prejudique o acesso de toda a comunidade ao recurso.

Companhia lembra que desperdício individual de água pode prejudicar o abastecimento coletivo

Água
Estação de Tratamento de Água de Cascavel Estação de Tratamento de Água de Cascavel
Estação de Tratamento de Água de Cascavel Estação de Tratamento de Água de Cascavel
Captação de água Rio do Salto Captação de água Rio do Salto
Centro de Reservação Sul em Cascavel Centro de Reservação Sul em Cascavel
Capanema
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Sanepar reposiciona tubulações de água na obra de duplicação da PR-412

Enviado por Adriana Brum em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza, na manhã desta terça-feira (31), a interligação de tubulações de grande porte à rede de abastecimento em Matinhos, em um dos trechos em que o Governo do Paraná está realizando a duplicação da PR-412.

A manobra vai demandar a interrupção da distribuição de água tratada, o que pode afetar o abastecimento temporariamente nos balneários de Praia Grande, Flamingo, Riviera e Rio da Onça. A normalização do serviço está prevista para o final da tarde do mesmo dia.

“Estamos reposicionando a tubulação que passa pela rodovia conforme a obra avança. Com a criação de novas vias para facilitar o tráfego, a rede de água precisa ser deslocada para não ficar debaixo do asfalto”, explica o gerente regional da Sanepar para o Litoral, Marcos Eduardo Muniz.

Nesta etapa inicial os serviços continuam concentrados na terraplenagem das novas vias marginais, sem maiores impactos na pista central. Também está avançando a obra de implantação do sistema de drenagem de águas e os serviços de sub-base das novas pistas, que terão pavimento asfáltico.

INVESTIMENTOS NO LITORAL - A Companhia tem feito o reposicionamento da tubulação e realizado as novas interligações na via conforme a obra avança pela PR-412. A duplicação começou em agosto de 2025, e vai abranger uma extensão de 14,3 km entre Matinhos e Pontal do Paraná, com um investimento total de R$ 274,5 milhões. A obra está sob a responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (Seil).

“Assim como o governo estadual, a Sanepar segue investindo em melhorias no litoral paranaense, tanto para atrair investimentos para os moradores quanto para o conforto dos turistas e veranistas”, destaca o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

A duplicação começou pela ponte sobre o Canal de Matinhos e segue até o entroncamento com a PR-407, em Praia de Leste, aumentando de duas para quatro pistas na rodovia, além das marginais em asfalto, duas pontes e um viaduto no cruzamento com a avenida Curitiba, em Matinhos.

Para assegurar o abastecimento aos moradores do litoral, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) tem instalado novas tubulações considerando a expansão de duas para quatro vias na rodovia entre Matinhos e Pontal do Paraná

Água
Sanepar reposiciona tubulações de água na obra de duplicação da PR-412 Sanepar reposiciona tubulações de água na obra de duplicação da PR-412
Matinhos
Pontal do Paraná
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Sanepar evita abrir buracos nas ruas em consertos com uso do “tatuzinho”

Enviado por Adriana Brum em

Causar o menor dano à estrutura urbana para realizar um conserto de vazamento é a missão dos “tatuzinhos”, equipamentos que têm o nome oficial de Perfuratriz Pneumática Direcional. Eles são utilizados pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) em manutenções preventivas e de emergência que exigem atravessar ruas ou grandes distâncias. Na prática, o tatuzinho é um equipamento que utiliza um Método Não Destrutivo (MND) para substituir tubulações das redes de água e esgoto, sem a necessidade de escavar em toda a extensão da obra.

“Essa é uma tecnologia que usamos há quase uma década na Sanepar, mas que a população nem percebe que está sendo utilizada. Ideal para áreas urbanas densas, evita a necessidade de abrir o asfalto e o calçamento, evitando transtornos ao trânsito e gerando menor impacto ambiental”, destaca o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

Não são em todas as intervenções que os tatuzinhos entram em cena, mas, onde podem atuar, reduzem o tempo da obra, com um resultado mais eficiente e com menor custo. 

Ele é bastante usado em trocas preventivas, a partir da detecção de um possível ponto de ruptura da tubulação, identificado pelo monitoramento on-line e em tempo real do Centro de Controle de Operações (CCO).

Esse alerta aciona uma equipe de manutenção para verificar a situação no local, mesmo antes de os clientes perceberem alguma alteração no fornecimento de água.

EM POUCAS HORAS - Constatado o vazamento, uma outra equipe entra em ação e, se o reparo exigir a abertura de valas de maior extensão, como as que atravessam a rua, prioriza-se o uso do tatuzinho. Foi assim com uma intervenção realizada na última quinta-feira (12), no bairro Santa Felicidade, em Curitiba.

Apesar da garoa insistente que inviabilizaria o início da obra no método tradicional, em algumas horas foi possível colocar uma nova tubulação que atravessou a rua por baixo da terra até a ligação com o ramal do outro lado, sem interromper a passagem de veículos e sem precisar enviar outra equipe para recompor o calçamento e o asfalto.

TATUZINHO EM AÇÃO – Depois que os profissionais identificam – por meio de técnicas como o uso de equipamentos de escuta (geofones) – o ponto mais provável do vazamento, são feitas duas pequenas aberturas, uma no início e outra no final do trecho de tubulação.

Usando ar comprimido para realizar o trabalho mecânico de perfuração, o tatuzinho faz um túnel entre os dois pontos, guiado pelos profissionais da manutenção, garantindo a trajetória correta. A antiga tubulação é desativada e a nova – em material flexível e resistente – é puxada por dentro desse túnel e conectada pelos dois lados. Na sequência, é feita a recomposição do calçamento e do gramado.

PREVENÇÃO E SEGURANÇA – O uso dos tatuzinhos também diminui os riscos da obra para os trabalhadores e usuários, além de evitar interferências com outras redes, como as de gás e telefonia.

Mais um benefício é a possibilidade de troca de uma tubulação completa, como explica o supervisor de manutenção de redes Carlos Augusto Ferraro Miorim. “Essa substituição completa, do colar até o cavalete, reduz as chances de ocorrerem novos vazamentos nessa área”.

Com tecnologia de Método Não Destrutivo, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) substitui tubulações de forma subterrânea, sem necessidade de escavar em toda a extensão da obra

Água
Sanepar evita abrir buracos nas ruas em consertos com uso do “tatuzinho” Sanepar evita abrir buracos nas ruas em consertos com uso do “tatuzinho”
Sanepar evita abrir buracos nas ruas em consertos com uso do “tatuzinho” Sanepar evita abrir buracos nas ruas em consertos com uso do “tatuzinho”
Sanepar evita abrir buracos nas ruas em consertos com uso do “tatuzinho” Sanepar evita abrir buracos nas ruas em consertos com uso do “tatuzinho”
Sanepar evita abrir buracos nas ruas em consertos com uso do “tatuzinho” Sanepar evita abrir buracos nas ruas em consertos com uso do “tatuzinho”
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7 em cada 10 caixas-d’água estão sem limpeza no Litoral, revela pesquisa encomendada pela Sanepar

Enviado por Carla Bastos Dias em

Dados coletados pelo Instituto Paraná Pesquisas a pedido da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) no Litoral, com moradores e veranistas, revelaram que 86,8% dos imóveis têm caixa-d’água, contudo, 7 em cada 10 reservatórios domiciliares estão sem limpeza. 

A cabeleireira Celina Santos de Lima, 54 anos, é proprietária de um imóvel em Matinhos e frequenta o litoral principalmente na temporada. Com duas caixas-d’água de 500 litros cada, a veranista garante a limpeza dos reservatórios no mínimo uma vez ao ano.  “A gente tem o costume de usar a própria água da Sanepar para consumo, não tem muito o hábito de comprar água mineral. Estando limpinha, sempre em ordem, a gente prefere usar a água da Sanepar mesmo. É uma economia e também a qualidade. A gente sempre achou que valeu a pena”, declara. 

QUALIDADE DA ÁGUA - A recomendação é que as caixas-d’água sejam limpas, no mínimo, uma vez a cada 6 meses. Entretanto, para imóveis de temporada ou reservatórios sem uso, a orientação é limpar com mais frequência. Quando a água fica parada, o cloro evapora e aumenta o risco de contaminação.

De acordo com a gerente de Avaliação de Conformidades e responsável pelos laboratórios da Sanepar, Cynthia Castro Corrêa Malaghini, a Companhia garante a qualidade da água tratada até o hidrômetro. Para garantir a sua potabilidade dentro do imóvel, o cliente deve fazer a limpeza periódica da caixa-d’água, manter as tubulações internas em bom estado e a limpar as torneiras. 

“A água da Sanepar é segura, garantimos a qualidade. Entretanto, se a caixa-d’água não é limpa ou não é tampada, a sujeira pode causar contaminação por coliformes totais, que não é de origem fecal, mas pode ocasionar a presença de outras bactérias”, explica.

CONTAMINAÇÃO EM CAIXA-D’ÁGUA SEM USO E SEM LIMPEZA – A Sanepar realizou uma análise em laboratório da água de três reservatórios domiciliares em imóveis do litoral. O resultado apontou que a amostra do imóvel fechado, de temporada, e sem limpeza da caixa d’água apresentou contaminação por coliformes totais, o que a torna insegura para o consumo humano. Neste caso, a água pode ser usada para limpeza de áreas internas e externas e lavagem de roupas. “Após a limpeza e renovação da água na caixa-d’água, ela pode ser usada para beber e cozinhar”, afirma. 

ORIENTAÇÃO - A limpeza da caixa-d’água deve ser feita com panos limpos, esponja ou escova nova e água sanitária. Não é recomendado usar sabão, detergente ou qualquer outro produto de limpeza. A Sanepar disponibiliza um passo a passo completo a partir da página 22 do Guia do Cliente, no site da Companhia.

Empresas especializadas também oferecem o serviço de limpeza, com valor médio de R$250,00 para reservatórios de até 1000 litros – cerca de R$1,37 por dia para manter a caixa-d’água limpa e a água tratada com a qualidade entregue pela Sanepar para consumir com segurança. 

CAPACIDADE DE RESERVAÇÃO - Celina conta ainda que a capacidade das caixas-d’água do seu imóvel é suficiente para atender a sua família, mesmo quando recebe amigos e visitas. “Elas dão conta direitinho. Até quando vem visitas ou mais pessoas, quando a gente empresta para amigos, comportou até umas 15 pessoas na casa”, afirma. 

De acordo com as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), o reservatório deve garantir o abastecimento por pelo menos 24 horas, sendo que para uma casa pequena é recomendado o tamanho mínimo de 500 litros. O cálculo recomendado considera um consumo de 150 a 200 litros de água por pessoa/dia. 

 

 

 

Companhia reforça a importância de limpar o reservatório domiciliar periodicamente para evitar contaminação e garantir a qualidade da água tratada e distribuída

Água
7 em cada 10 caixas-d’água estão sem limpeza no Litoral, segundo pesquisa encomendada pela Sanepar 7 em cada 10 caixas-d’água estão sem limpeza no Litoral, segundo pesquisa encomendada pela Sanepar 7 em cada 10 caixas-d’água estão sem limpeza no Litoral, segundo pesquisa encomendada pela Sanepar
A recomendação é que as caixas-d’água sejam limpas, no mínimo, uma vez a cada 6 meses A recomendação é que as caixas-d’água sejam limpas, no mínimo, uma vez a cada 6 meses A recomendação é que as caixas-d’água sejam limpas, no mínimo, uma vez a cada 6 meses
A limpeza da caixa-d’água deve ser feita com panos limpos, esponja ou escova nova e água sanitária A limpeza da caixa-d’água deve ser feita com panos limpos, esponja ou escova nova e água sanitária A limpeza da caixa-d’água deve ser feita com panos limpos, esponja ou escova nova e água sanitária
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Matinhos
Pontal do Paraná
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Sanepar eliminou no tratamento 100% da substância que causou sabor e odor na água em Ponta Grossa

Enviado por Emanuele Campo… em

A Sanepar confirmou nesta semana que as otimizações do processo de tratamento realizado na Estação de Tratamento de Água (ETA) da cidade conseguiram eliminar em 100% a presença da substância geosmina, que vinha alterando a percepção de sabor e odor na água distribuída.

Desde o último domingo (1º), as análises da Companhia vinham indicando a eficácia das medidas adotadas, com significativo aumento na remoção da substância durante o processo de tratamento, que chegou a zero. Desta forma, a Sanepar consolida a normalização das características da água distribuída aos ponta-grossenses, inclusive àqueles com percepção sensorial mais apurada.

"Nossa prioridade absoluta é a estabilidade do sistema. Com as medidas que tomamos, os monitoramentos indicam que a crise da floração de algas foi vencida pela nossa operação técnica. A população sempre pode ter a segurança de que a água que sai da Estação de Tratamento de Água permanece com qualidade", afirma a superintendente da Sanepar na Região Sudeste, Simone Alvarenga de Campos. 

Desde que as análises apontaram a hiperfloração de cianobactérias na Represa de Alagados - intensificada pela insolação e estiagem na região da bacia hidrográfica -, a Sanepar adotou soluções operacionais para minimizar a percepção de odor e sabor na água.

A aplicação do carvão ativado nas captações, com adequações no seu ponto de inserção e ajuste rigoroso na dosagem do dióxido de cloro, foram estratégias fundamentais para superar o problema. A empresa também reduziu a adução da captação Alagados, de 28% para 12%, nos momentos mais críticos.

EVENTO INÉDITO - A gerente de Avaliação de Conformidades da Sanepar, a bioquímica Cynthia Malaghini, revela que Ponta Grossa enfrentou uma situação sem precedentes na história do estado. 

“Enquanto o volume histórico de cianobactérias em Ponta Grossa costuma variar entre 100 e 150 mil células, este ano os índices saltaram para quase 300 mil. Essa hiperfloração elevou a concentração de geosmina a um patamar excepcional, o dobro que a enfrentada pela CEDAE, na crise vivida pela Estação Guandu, no Rio de Janeiro, em 2021”, compara.

Cynthia destaca que o olfato e o paladar humano são extremamente sensíveis à substância geosmina. “Há pessoas que conseguem sentir o cheiro e o gosto de terra em uma concentração de 1 nanograma por litro. É como se fosse um grão de açúcar em uma piscina olímpica. Por isso, mesmo com a água dentro de todos os parâmetros de potabilidade, alguns consumidores ainda puderam sentir essa alteração, que agora foi totalmente eliminada no processo de tratamento”, explica.

SEGURANÇA HÍDRICA – Embora tenha eliminado a substância no tratamento, a Sanepar segue atuando para evitar que futuras oscilações climáticas ou biológicas voltem a impactar o sistema. Entre as principais medidas, a Companhia contratou uma consultoria especializada para aperfeiçoamento dos processos, que já iniciou o trabalho diagnóstico. Também vai realizar a perfuração de seis novos poços, em diferentes regiões de Ponta Grossa, para diversificar as fontes de abastecimento e reduzir a dependência da Represa de Alagados. A Companhia também está trabalhando para viabilizar, em parceria com o Instituto Água e Terra (IAT), uma tecnologia canadense inovadora, com emissão de ondas eletromagnéticas de baixa potência para a melhoria da qualidade da água da Represa de Alagados.

AÇÃO CONJUNTA - Em paralelo, a Sanepar também vem promovendo uma ação conjunta entre diferentes instituições, como IDR, Simepar, IAT e Adapar, na implementação do Plano de Segurança da Água para a gestão de riscos e conservação da bacia hidrográfica. O trabalho de diagnóstico vem sendo feito há um ano. A etapa atual deve envolver a sociedade civil, conselhos municipais e os diversos usuários da região da bacia hidrográfica nos municípios de Ponta Grossa, Carambeí e Castro para a preservação da qualidade da água in natura.

Após enfrentar hiperfloração de algas sem precedentes, Companhia conseguiu remover a substância no processo de tratamento e investe em outras melhorias para o abastecimento da cidade

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Investimento em saneamento evita milhares de internações de mulheres no Paraná

Enviado por Glaydson Angel… em

No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, o Paraná apresenta dados que confirmam o impacto direto do saneamento básico na saúde e na qualidade de vida da população feminina. Enquanto o Brasil registrou 73 mil internações de mulheres por doenças de veiculação hídrica em 2025, o Paraná respondeu por apenas 3.650 casos (5% do total nacional). Os dados, consolidados pelo Datasus, do Ministério da Saúde, revelam que os investimentos da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) atuam como uma barreira sanitária estratégica.

Na prática, a cada 100 mulheres internadas no país por doenças como diarreia e infecções intestinais, apenas cinco vivem no Paraná. Esse cenário é reflexo de um investimento contínuo: a Sanepar atingiu 100% de cobertura de água tratada e alcançou, em 2025, a marca de 82,4% de atendimento em rede de esgoto — com o diferencial de que todo o esgoto coletado pela Companhia recebe tratamento integral.

Para gestora de educação socioambiental da Sanepar e especialista em saúde coletiva, Luciana Garcia, o saneamento é uma ferramenta de combate à pobreza e de promoção da igualdade de gênero. "Mulheres negras, de periferia e em situação de vulnerabilidade são as mais atingidas pela falta de estrutura. Quando melhoramos o acesso ao saneamento, asseguramos que essas mulheres e meninas tenham saúde e oportunidades reais de desenvolvimento", explica Luciana. 

SAÚDE FEMININA - Pesquisa realizada pelo Instituto Trata Brasil (2022) aponta que o acesso pleno aos serviços de água e esgoto pode reduzir em 63,4% a incidência de doenças ginecológicas na população feminina entre 12 e 55 anos.

"A água tratada 24 horas por dia permite uma higiene íntima adequada, reduzindo infecções. Além disso, garante a dignidade menstrual: meninas com acesso à água faltam menos à escola e evitam o constrangimento de não poder realizar sua higiene básica", explica a presidente executiva do Instituto Trata Brasil, Luana Pretto. 

O impacto também é socioeconômico. “Historicamente, a sobrecarga do cuidado familiar recai sobre a mulher. Quando um filho adoece por falta de saneamento, é a mãe quem, muitas vezes, precisa faltar ao trabalho ou interromper os estudos”, explica Luana.

UNIVERSALIZAÇÃO - O Marco Legal do Saneamento estabeleceu o prazo de 31 de dezembro de 2033 para que os estados alcancem 99% de cobertura de água potável e 90% de coleta e tratamento de esgoto. No entanto, a Sanepar trabalha com um cronograma diferente. Enquanto o restante do país busca se organizar para a próxima década, a Sanepar pretende atingir a totalidade da cobertura até 2030. 

 

Enquanto o Brasil registra 73 mil internações de mulheres por doenças hídricas por ano, o Paraná antecipa metas de universalização e prova que esgoto tratado gera resultados concretos na saúde

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Sanepar inicia testes da adutora do Tibagi em Rolândia

Enviado por Giovanna Migot… em

A Sanepar iniciou nesta semana, em Rolândia, os testes da tubulação que trará água do Rio Tibagi para o município. Equipes estão fazendo descargas de rede para a lavagem da tubulação na Avenida Brasília e, nos próximos dias, o procedimento deve se repetir pela Rua Santa Catarina e Avenida Romário Martins até o reservatório, localizado na Avenida Presidente Bernardes.

Nesta quinta-feira (5), o prefeito Ailton Maistro esteve com gerentes e técnicos num trecho que está em testes para agradecer o empenho da equipe na conclusão da obra que deve ocorrer ainda em março e representa um momento histórico para a cidade. “Esse incremento agora, da água do Tibagi, está aumentando o nosso potencial em 25%. Nós só temos que agradecer a Sanepar pelo belo trabalho, com esse líquido tão precioso que é a nossa água. Sem ela, nós não vivemos”, declarou.

O gerente-geral da Sanepar na região Nordeste, Rafael Leite, explicou que esta é a última etapa da obra de duplicação do Sistema Tibagi, que já passou por ampliação desde a captação até a estação de tratamento, em Londrina, incluindo elevatórias para levar água até Cambé e, agora, 12 km de adutora para que essa água pudesse chegar até o reservatório central de Rolândia.

“O investimento só dessa última etapa, da adutora, é de mais de R$ 13 milhões. A gente já está na última etapa fazendo a limpeza da tubulação, os testes de estanqueidade da tubulação, teste dos equipamentos de bombeamento, para que nos próximos dias a água já esteja dentro dos padrões de qualidade e possa ser distribuída para a população”, anunciou. 

Ele enfatizou que, durante a execução da obra, é comum que entre terra na tubulação, por isso a necessidade de lavagem e do descarte, que é feito de maneira controlada. A limpeza é um procedimento do controle de qualidade da água, com medição de parâmetros de potabilidade a cada trecho.

“Este é um processo essencial antes de interligar a tubulação ao sistema. É preciso fazer a lavagem e encher a adutora para checar a estanqueidade, isto é, verificar se a tubulação está íntegra, sem furos ou trincas e se está bem conectada. Neste momento, podem ser identificados vazamentos”, reforça o gerente regional da Sanepar, Leonardo Violin, pedindo a compreensão dos moradores que virem a água escorrendo pela rua nos próximos dias.

ÁGUA DO TIBAGI – A integração da cidade ao Sistema Tibagi, que hoje já atende Londrina e Cambé, significa um acréscimo de 25% na produção de água de Rolândia. Ao todo foram implantados 12,5 mil metros de tubulação com diâmetro de 400 milímetros, para transportar 140 litros de água por segundo, complementando o sistema existente, composto pelos ribeirões Ema e Jaú.

 

 

Equipes da Companhia fazem lavagem da tubulação para higienizar e testar estanqueidade da linha

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prefeito, gerentes e tecnicos da sanepar em obra de água prefeito, gerentes e tecnicos da sanepar em obra de água
prefeito, gerentes e tecnicos da sanepar em obra de água prefeito, gerentes e tecnicos da sanepar em obra de água Sanepar inicia testes da adutora que trará água do Rio Tibagi para Rolândia
tecnicos da sanepar faz analise da água tecnicos da sanepar faz analise da água Procedimento exige descarte da água até que qualidade esteja garantida. Análises são feitas a cada trecho
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