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Investimento em saneamento evita milhares de internações de mulheres no Paraná

Enviado por Glaydson Angel… em

No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, o Paraná apresenta dados que confirmam o impacto direto do saneamento básico na saúde e na qualidade de vida da população feminina. Enquanto o Brasil registrou 73 mil internações de mulheres por doenças de veiculação hídrica em 2025, o Paraná respondeu por apenas 3.650 casos (5% do total nacional). Os dados, consolidados pelo Datasus, do Ministério da Saúde, revelam que os investimentos da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) atuam como uma barreira sanitária estratégica.

Na prática, a cada 100 mulheres internadas no país por doenças como diarreia e infecções intestinais, apenas cinco vivem no Paraná. Esse cenário é reflexo de um investimento contínuo: a Sanepar atingiu 100% de cobertura de água tratada e alcançou, em 2025, a marca de 82,4% de atendimento em rede de esgoto — com o diferencial de que todo o esgoto coletado pela Companhia recebe tratamento integral.

Para gestora de educação socioambiental da Sanepar e especialista em saúde coletiva, Luciana Garcia, o saneamento é uma ferramenta de combate à pobreza e de promoção da igualdade de gênero. "Mulheres negras, de periferia e em situação de vulnerabilidade são as mais atingidas pela falta de estrutura. Quando melhoramos o acesso ao saneamento, asseguramos que essas mulheres e meninas tenham saúde e oportunidades reais de desenvolvimento", explica Luciana. 

SAÚDE FEMININA - Pesquisa realizada pelo Instituto Trata Brasil (2022) aponta que o acesso pleno aos serviços de água e esgoto pode reduzir em 63,4% a incidência de doenças ginecológicas na população feminina entre 12 e 55 anos.

"A água tratada 24 horas por dia permite uma higiene íntima adequada, reduzindo infecções. Além disso, garante a dignidade menstrual: meninas com acesso à água faltam menos à escola e evitam o constrangimento de não poder realizar sua higiene básica", explica a presidente executiva do Instituto Trata Brasil, Luana Pretto. 

O impacto também é socioeconômico. “Historicamente, a sobrecarga do cuidado familiar recai sobre a mulher. Quando um filho adoece por falta de saneamento, é a mãe quem, muitas vezes, precisa faltar ao trabalho ou interromper os estudos”, explica Luana.

UNIVERSALIZAÇÃO - O Marco Legal do Saneamento estabeleceu o prazo de 31 de dezembro de 2033 para que os estados alcancem 99% de cobertura de água potável e 90% de coleta e tratamento de esgoto. No entanto, a Sanepar trabalha com um cronograma diferente. Enquanto o restante do país busca se organizar para a próxima década, a Sanepar pretende atingir a totalidade da cobertura até 2030. 

 

Enquanto o Brasil registra 73 mil internações de mulheres por doenças hídricas por ano, o Paraná antecipa metas de universalização e prova que esgoto tratado gera resultados concretos na saúde

Água
Mulher bebendo água da torneira Mulher bebendo água da torneira
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Sanepar inicia testes da adutora do Tibagi em Rolândia

Enviado por Giovanna Migot… em

A Sanepar iniciou nesta semana, em Rolândia, os testes da tubulação que trará água do Rio Tibagi para o município. Equipes estão fazendo descargas de rede para a lavagem da tubulação na Avenida Brasília e, nos próximos dias, o procedimento deve se repetir pela Rua Santa Catarina e Avenida Romário Martins até o reservatório, localizado na Avenida Presidente Bernardes.

Nesta quinta-feira (5), o prefeito Ailton Maistro esteve com gerentes e técnicos num trecho que está em testes para agradecer o empenho da equipe na conclusão da obra que deve ocorrer ainda em março e representa um momento histórico para a cidade. “Esse incremento agora, da água do Tibagi, está aumentando o nosso potencial em 25%. Nós só temos que agradecer a Sanepar pelo belo trabalho, com esse líquido tão precioso que é a nossa água. Sem ela, nós não vivemos”, declarou.

O gerente-geral da Sanepar na região Nordeste, Rafael Leite, explicou que esta é a última etapa da obra de duplicação do Sistema Tibagi, que já passou por ampliação desde a captação até a estação de tratamento, em Londrina, incluindo elevatórias para levar água até Cambé e, agora, 12 km de adutora para que essa água pudesse chegar até o reservatório central de Rolândia.

“O investimento só dessa última etapa, da adutora, é de mais de R$ 13 milhões. A gente já está na última etapa fazendo a limpeza da tubulação, os testes de estanqueidade da tubulação, teste dos equipamentos de bombeamento, para que nos próximos dias a água já esteja dentro dos padrões de qualidade e possa ser distribuída para a população”, anunciou. 

Ele enfatizou que, durante a execução da obra, é comum que entre terra na tubulação, por isso a necessidade de lavagem e do descarte, que é feito de maneira controlada. A limpeza é um procedimento do controle de qualidade da água, com medição de parâmetros de potabilidade a cada trecho.

“Este é um processo essencial antes de interligar a tubulação ao sistema. É preciso fazer a lavagem e encher a adutora para checar a estanqueidade, isto é, verificar se a tubulação está íntegra, sem furos ou trincas e se está bem conectada. Neste momento, podem ser identificados vazamentos”, reforça o gerente regional da Sanepar, Leonardo Violin, pedindo a compreensão dos moradores que virem a água escorrendo pela rua nos próximos dias.

ÁGUA DO TIBAGI – A integração da cidade ao Sistema Tibagi, que hoje já atende Londrina e Cambé, significa um acréscimo de 25% na produção de água de Rolândia. Ao todo foram implantados 12,5 mil metros de tubulação com diâmetro de 400 milímetros, para transportar 140 litros de água por segundo, complementando o sistema existente, composto pelos ribeirões Ema e Jaú.

 

 

Equipes da Companhia fazem lavagem da tubulação para higienizar e testar estanqueidade da linha

Água
prefeito, gerentes e tecnicos da sanepar em obra de água prefeito, gerentes e tecnicos da sanepar em obra de água
prefeito, gerentes e tecnicos da sanepar em obra de água prefeito, gerentes e tecnicos da sanepar em obra de água Sanepar inicia testes da adutora que trará água do Rio Tibagi para Rolândia
tecnicos da sanepar faz analise da água tecnicos da sanepar faz analise da água Procedimento exige descarte da água até que qualidade esteja garantida. Análises são feitas a cada trecho
Rolândia
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Sanepar Rural vai beneficiar famílias em Marquinho e Flor da Serra do Sul

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) assinou, nesta terça-feira, parceria com as prefeituras de Marquinho e Flor da Serra do Sul para implantação do programa Sanepar Rural. A iniciativa vai beneficiar 1.899 famílias nas comunidades rurais de Santa Terezinha, Terra Boa e Pedra Branca. 

“O programa visa contribuir com os estudos técnicos, fornecimento de materiais, equipamentos, além de treinamento e apoio técnico, ambiental e comunitário, enquanto o município disponibiliza, mão de obra e insumos da construção civil”, explicou o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley. 

Na comunidade de Santa Terezinha, zona rural de Flor da Serra do Sul, serão beneficiadas 1.087 famílias. Com investimentos de R$ 715,9 mil, a parceria prevê a implantação de 18.704 metros de rede de abastecimento. 

“Agradecemos a Sanepar por essa parceria, que é de grande importância para a população da zona rural”, enfatizou o prefeito Valmor Felipe Júnior. Para o deputado estadual Ademar Traiano, que acompanhou o processo, “a Sanepar cumpre sua função social com os paranaenses, levando água tratada para as comunidades”. 

Já nas comunidades de Terra Boa e Pedra Branca, zona rural do município de Marquinho, serão beneficiadas 812 famílias. O investimento será de R$ 475 mil para obras de 4,5 mil metros de rede de distribuição de água. 

“Em cumprimento a resolução do governador Ratinho Júnior, estamos entregando saúde para a população, através de água tratada e de qualidade”, ressaltou Bley.

“Essa parceria estende a distribuição de água para as comunidades de Marquinho, que significa qualidade de vida para as famílias”, completou o prefeito Júnior Bolzan. 

Reconhecimento - O Programa Sanepar Rural foi reconhecido como uma “Boa Prática”, no prêmio Guardiões pela Água, promovido pelo Pacto Global da ONU no Brasil. A premiação ocorreu em dezembro de 2023, durante a COP28, em Dubai.

Mais informações sobre a adesão ao programa podem ser acessadas pelo link https://www.sanepar.com.br/programas-e-projetos/sanepar-rural

Programa atenderá 1.899 famílias nas comunidades rurais de Santa Terezinha, Terra Boa e Pedra Branca

Água
Assinatura do termo de adesão ao programa Sanepar Rural Assinatura do termo de adesão ao programa Sanepar Rural Prefeito Júnior Bolzan assina termo de adesão do município de Marquinhos ao Sanepar Rural
Assinatura do termo de adesão ao programa Sanepar Rural Assinatura do termo de adesão ao programa Sanepar Rural Prefeito Júnior Bolzan assina termo de adesão do município de Marquinhos ao Sanepar Rural
Assinatura do termo de adesão ao programa Sanepar Rural Assinatura do termo de adesão ao programa Sanepar Rural Prefeito Valmor Felipe Júnior assina termo de adesão do município de Flor da Serra do Sul ao Sanepar Rural
Assinatura do termo de adesão ao programa Sanepar Rural Assinatura do termo de adesão ao programa Sanepar Rural Prefeito Valmor Felipe Júnior assina termo de adesão do município de Flor da Serra do Sul ao Sanepar Rural
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Com a Sanepar, Paraná tem um dos menores índices de desperdício de água no Brasil

Enviado por Adriana Brum em

No Brasil, a cada dez litros de água tratados, 4,3 litros se perdem no caminho e não chegam à população. O dado chama a atenção para um dos maiores desafios das empresas de saneamento do país: como reduzir esse desperdício?

Nesse cenário, o Paraná se destaca com ações eficientes, sendo um dos três estados que menos desperdiçam água por ponto que sai da rede de distribuição para a ligação (lote ou terreno que pode ter mais de uma unidade de consumo). O índice paranaense é de 221,97 L/lig/dia, número significativamente menor que a média nacional, de 348,86 L/lig/dia.

Assim, o Paraná deve ser o próximo estado a atingir a meta nacional de redução, que é de 216 L/lig/dia, no máximo. Esse índice deve ser alcançado em todos os municípios brasileiros até 2033, de acordo com o Marco Legal do Saneamento. Apenas Goiás (124,25 L/lig/dia) e Tocantins (178,81 L/lig/dia) já atingiram esse patamar.

“Estamos trabalhando fortemente para chegar à meta antes do prazo. A Sanepar sabe que reduzir o desperdício é sinônimo de aumento da qualidade de vida dos paranaenses e de uso sustentável dos recursos hídricos. Até 2030, vamos investir R$ 13 bilhões em saneamento básico”, destaca o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

O ranking é resultado de um estudo do Instituto Trata Brasil, que utiliza os números de 2023 compilados pelo Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa).

PRESENÇA DA SANEPAR – Esse resultado positivo no Paraná tem grande participação da Sanepar, que entrega água tratada para 344 dos 399 municípios do estado. Duas das 21 das grandes cidades brasileiras (com mais de 100 mil habitantes) que já atingiram esse objetivo são abastecidas pela Companhia: Maringá (144,46 L/lig/dia) e Ponta Grossa (197,99 L/lig/dia).

Os resultados refletem os investimentos da Sanepar nas cidades onde atua, antecipando-se na aplicação de recursos para o avanço e melhoria dos serviços. Nos últimos oito anos, a Companhia investiu, em média, R$ 1,3 bilhão em saneamento básico, o que resulta em um dos melhores índices de entrega de água tratada do país. 

O modelo paranaense se contrapõe a realidades de estados como Amapá e Acre, por exemplo, que perdem mais de 1.000 litros por ligação a cada dia (1.001,04 L/lig/dia e 1.057,73 L/lig/dia, respectivamente).

A presidente executiva do Instituto Trata Brasil, Luana Siewert Pretto, ressalta a importância de olhar para esses dados e adotar estratégias para diminuir o desperdício. “A redução de perdas é uma medida de adaptação às mudanças climáticas para que a população e a economia possam se desenvolver e para que a gente tenha água na qualidade e na quantidade necessária para as futuras gerações”, afirma.

ESTRATÉGIAS – A redução de perdas de água tratada requer estratégias em diversas frentes, como a educação para o uso consciente, maior eficiência na distribuição, identificação e conserto ágil de vazamentos, além do combate a furtos de equipamentos e ligações irregulares (“gatos”).

A Sanepar tem atuado continuamente em todas essas áreas e investe em estudos, testes e aplicação de novas tecnologias de controle, como:

  • Inteligência Artificial (IA) na análise de sons típicos de vazamentos;
  • Esferas com sensores sonoros que percorrem o interior das adutoras (grandes tubulações) e localizam vazamentos e bolhas sem interromper o abastecimento;
  • Informações via satélite, que escaneiam o solo em busca de vazamentos invisíveis;
  • Agentes operacionais de perdas, que utilizam geofones para encontrar rupturas nas tubulações;
  • Softwares de análise preditiva que cruzam dados da tubulação e dos hidrômetros para indicar pontos prioritários de substituição, evitando rompimentos e medição incorreta;
  • Válvulas redutoras de pressão, que controlam a pressão da água na rede em tempo real, evitando o rompimento de canos em picos de pressão;
  • Sensores de telemetria na rede, que enviam dados para centros de controle, identificando quedas bruscas de pressão que indicam vazamentos.

O ÍNDICE – O Índice de Perdas por Ligação, adotado pelo Sinisa, reflete o estado das tubulações e a agilidade da empresa em consertar vazamentos, permitindo o comparativo entre diferentes regiões. É um indicador volumétrico que calcula a média de quantos litros de água são perdidos por dia em cada ligação (ramificação da rede de distribuição para dentro de um lote ou terreno, que pode ter um ou vários imóveis, como um edifício).

Presente em 86% dos municípios paranaenses, a Sanepar contribui diretamente para que o estado esteja entre os três com os menores índices de perdas. O estado tem, ainda, duas das 21 grandes cidades do Brasil que se destacam nesse quesito, Maringá e Ponta Grossa, ambas atendidas pela Sanepar

Água
Paraná tem um dos menores índices de desperdício de água no Brasil Paraná tem um dos menores índices de desperdício de água no Brasil
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Paraná tem um dos menores índices de desperdício de água no Brasil. Paraná tem um dos menores índices de desperdício de água no Brasil.
Equipes trabalham no Centro de Controle Operacional de Matinhos Equipes trabalham no Centro de Controle Operacional de Matinhos Equipes trabalham no Centro de Controle Operacional de Matinhos
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Paraná tem um dos menores índices de desperdício de água no Brasil Paraná tem um dos menores índices de desperdício de água no Brasil
"Caçadores de Vazamentos" da Sanepar usam audição apurada para evitar desperdício de água. "Caçadores de Vazamentos" da Sanepar usam audição apurada para evitar desperdício de água.
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Sanepar realiza obras estratégicas em Curitiba nesta terça-feira (3) para ampliar sistemas de abastecimento

Enviado por Glaydson Angel… em

A Sanepar executa, na terça-feira (3), duas importantes frentes de trabalho que fazem parte do planejamento estratégico para aprimorar o abastecimento em Curitiba e região metropolitana. As obras, que envolvem interligações de redes e reservatórios e instalação de novas adutoras, afetarão temporariamente o abastecimento. 

A principal intervenção na região Leste ocorre na Rua Augusto Stresser (próximo à Rua Jaime Balão), com a interligação do Reforço Bom Jesus. Nesta etapa, serão substituídas as antigas tubulações por novas adutoras de maior diâmetro. Na prática, isso significa que a rede terá uma capacidade significativamente maior de transportar água, garantindo que o sistema suporte o crescimento da demanda na região. 

Essa intervenção pertence ao projeto geral que prevê a separação entre o Alto e o Baixo Cajuru com a implantação de uma nova elevatória para separar hidraulicamente os sistemas e otimizar a pressão e distribuição hídrica. 

Para a realização da obra, podem ser atingidos os bairros Cabral, Juvevê, Hugo Lange, Alto da Glória, Centro, Jardim Social, Bacacheri, Alto da XV, Tarumã, Capão da Imbuia, Jardim Botânico, Cristo Rei e Prado Velho.

TATUQUARA E SÍTIO CERCADO - No Centro de Reservação Tatuquara será realiza a última interligação do novo reservatório com as redes já existentes. Esta etapa é fundamental para que o projeto avance para a fase de interligação das redes nos bairros, com previsão de entrega total para meados de 2026.

"As obras realizadas por toda a cidade de Curitiba têm o objetivo principal de atender ao cliente da melhor forma possível. Toda a mobilização e o investimento em segurança hídrica que a Sanepar faz é um preparo para que possamos acompanhar o desenvolvimento urbano que a cada ano é mais desafiador", afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

Os bairros de Curitiba que podem sentir os impactos da parada são Campo de Santana, Caximba, Tatuquara. Já em Araucária, serão os bairros Cachoeira, Campina da Barra, Campina da Barra-Costeira, Costeira, Iguaçu, Tindiquera. Em Fazenda Rio Grande a obra atinge o Campo do Rio, Estados, Eucaliptos, Gralha Azul, Iguaçu, Nações, Parque Industrial, Santa Helena, Santa Maria, Santa Terezinha. 

CONSCIÊNCIA - A Sanepar reforça que as paradas técnicas são indispensáveis para a melhoria do sistema. A orientação é que os moradores façam o uso consciente da água e mantenham seus reservatórios domiciliares (caixas-d’água) em dia. O abastecimento deve ser normalizado gradualmente até a manhã de quarta-feira (4). 

Intervenções nos sistemas Cajuru e Tatuquara visam garantir o abastecimento diante do crescimento urbano da capital e região metropolitana. As obras envolvem interligações e instalação de novas adutoras e afetarão temporariamente o abastecimento

Água
Obras no reservatório do Tatuquara Obras no reservatório do Tatuquara
Obras no reservatório do Tatuquara Obras no reservatório do Tatuquara
Obras no reservatório do Tatuquara Obras no reservatório do Tatuquara
Obras no reservatório do Tatuquara Obras no reservatório do Tatuquara
Araucária
Curitiba
Fazenda Rio Grande
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Sanepar produz 397,7 milhões de litros de água em cinco dias de Carnaval no Litoral

Enviado por Adriana Brum em

O folião que desceu a Serra do Mar para pular o Carnaval nas praias do Paraná contou com uma superestrutura montada pela Sanepar, garantindo água potável durante toda a folia. Entre o sábado de Carnaval (14/02) e a Quarta-Feira de Cinzas (18/02), a empresa produziu 397,7 milhões de litros de água tratada.

O volume produzido nesses cinco dias seria suficiente para abastecer, durante um mês inteiro, toda a população de cidades como Pato Branco ou Francisco Beltrão, considerando o consumo médio de 150 litros diários por habitante.

O montante equivale a uma média de 79 milhões de litros diários, superando a marca de janeiro (76,8 milhões), que já havia sido a maior produção para o mês no Litoral nos últimos cinco anos.

“Conseguir este volume de produção em apenas cinco dias não é fácil. Isso foi possível graças ao trabalho de meses e ao empenho das equipes da Sanepar. É uma satisfação entregar um resultado que se traduz em conforto e segurança hídrica para os milhares de turistas que escolheram o Paraná como destino no Carnaval”, destaca o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

A segurança hídrica foi fruto de um planejamento antecipado, que incluiu R$ 22 milhões investidos pela Sanepar em obras de melhoria e expansão da rede em Guaratuba, Matinhos e Pontal do Paraná, além da agilidade das equipes em intercorrências.

OPERAÇÃO CARNAVAL – “Além de toda a estrutura de reservatórios contêineres, geradores e caminhões pipa que atuaram durante toda a temporada, instalamos oito tanques flexíveis de reservação em áreas estratégicas para o abastecimento em Matinhos, Guaratuba e Pontal do Paraná, que nos ajudaram bastante”, aponta o gerente regional da Sanepar no Litoral, Marcus Muniz.

Para o Carnaval, a frota de caminhões pipa foi ampliada para 16 veículos, com o reforço de duas carretas e oito flexitanks (tanques flexíveis), que somaram 4 milhões de litros à capacidade de armazenamento local.

Às vésperas do feriado, a Sanepar realizou uma obra de grande porte em Guaratuba, com a troca de 400 metros de tubulação de duas adutoras que abastecem a rede a partir das estações Morro Grande e Saí-Guaçu. A medida visou diminuir riscos de rompimentos e garantir a tranquilidade de moradores e turistas.

REFORÇOS ANTECIPADOS – A Companhia executou uma força-tarefa durante a operação Verão Maior Paraná, que seguiu intensificada no Carnaval. As estratégias incluíram tecnologias de reservação temporária, aumento da frota de apoio, intervenções estruturais nas redes e estações, além da instalação de sensores para monitoramento em tempo real.

Antes do início da temporada, já haviam sido instalados 21  reservatórios contêineres e 31 geradores para manter o abastecimento mesmo em quedas de energia. Além disso, 130 pontos de telemetria com sensores inteligentes transmitem informações em tempo real para a Central de Controle de Operações (CCO) em Matinhos, permitindo ações preventivas e manutenções agilizadas.

Em Matinhos, a Companhia implantou um novo sistema de tratamento por floco-decantação, mais eficiente para lidar com a turbidez da água comum em períodos de fortes chuvas.

Com planejamento iniciado meses antes das festas, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) garantiu uma média de 79 milhões de litros por dia aos foliões nas praias paranaenses. O índice supera a média de janeiro, que foi de 76,8 milhões

Água
Sanepar produz 397,7 milhões de litros de água em cinco dias de Carnaval no Litoral Sanepar produz 397,7 milhões de litros de água em cinco dias de Carnaval no Litoral
Sanepar produz 397,7 milhões de litros de água em cinco dias de Carnaval no Litoral Sanepar produz 397,7 milhões de litros de água em cinco dias de Carnaval no Litoral
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Sanepar produz 397,7 milhões de litros de água em cinco dias de Carnaval no Litoral Sanepar produz 397,7 milhões de litros de água em cinco dias de Carnaval no Litoral
Sanepar produz 397,7 milhões de litros de água em cinco dias de Carnaval no Litoral Sanepar produz 397,7 milhões de litros de água em cinco dias de Carnaval no Litoral
Guaratuba
Matinhos
Pontal do Paraná
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Sanepar fará conserto em adutora de grande porte na Cidade Industrial de Curitiba

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) vai realizar o conserto de uma adutora de grande porte localizada na Avenida Juscelino Kubitschek de Oliveira, em Curitiba, na quinta-feira (26). Trata-se de uma intervenção necessária para corrigir problemas ocasionados por obras de terceiros. 

A adutora é responsável pelo transporte de água da Estação de Tratamento Passaúna para o reservatório do Campo Comprido. Para o conserto, será preciso interromper o abastecimento em bairros de Curitiba e Campo Largo. A equipe técnica trabalhará de forma intensiva para restabelecer o serviço e a previsão de normalização é durante a madrugada de sexta-feira (27). 

Os bairros que podem ficar desabastecidos são: Augusta, Bigorrilho, Campina do Siqueira, Campo Comprido, Santo Inácio, Cidade Industrial (CIC), Mossunguê, Riviera, São Braz e Orleans, em Curitiba. Já em Campo Largo, podem ser afetados os bairros Jardim Keli Cristina, Vila Gilcy, Cercadinho e Vila Torres 1.

Importante: A recuperação do abastecimento ocorre de forma gradual. Imóveis que possuem caixa-d'água com capacidade adequada podem não sentir os efeitos da interrupção.

A Sanepar orienta que os moradores utilizem a água de maneira racional, priorizando a alimentação e a higiene pessoal, e evitando atividades como lavagem de carros e calçadas durante o período de normalização.

Conserto está programado para esta quinta-feira (26) e será preciso interromper o abastecimento em bairros de Curitiba e Campo Largo

Água
Adutora de grande porte na região do Passaúna em Curitiba Adutora de grande porte na região do Passaúna em Curitiba Adutora de grande porte na região do Passaúna em Curitiba foi danificada por obras de terceiros
Curitiba
São José dos Pinhais
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Redes da Sanepar são vandalizadas após ação de fiscalização

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) informa que suas redes e equipamentos foram vandalizados na madrugada desta terça-feira (24) na Rua Maranhão, no bairro Tranqueira, na cidade de Almirante Tamandaré. Durante a tarde de segunda-feira (23), equipes da Sanepar estiveram no local para a fiscalização de ligações irregulares na rede de abastecimento, conhecidos popularmente como “gatos”. 

Durante a ação, foram localizadas pelo menos cinco ligações clandestinas. Todos esses “gatos” foram eliminados. Além de ser um crime federal, esse tipo de ligação gera riscos sanitários – podendo causar a entrada de sujeira e bactérias nas tubulações que transportam a água tratada -, e impacta o fornecimento aos demais usuários ao reduzir a pressão na rede distribuidora.

A ação de fiscalização da Sanepar ocorreu após a informação de moradores sobre a baixa pressão do sistema. Na manhã desta terça-feira, ao retornar ao local, as equipes da Sanepar encontraram redes vandalizadas e violação de equipamentos instalados para ajudar na pressurização da rede. As informações foram repassadas para a polícia para as medidas cabíveis. 

Consequências e riscos:

  • Crime federal: a ligação clandestina é caracterizada como furto, conforme o Artigo 155 do Código Penal, podendo gerar de 1 a 4 anos de prisão.
  • Riscos sanitários: a manipulação indevida da tubulação pode causar a entrada de sujeira e bactérias na rede, contaminando a água tratada.
  • Impacto no fornecimento: reduz a pressão da água na rede distribuidora, afetando o abastecimento de toda a comunidade.
  • Prejuízo Financeiro: aumenta o custo do serviço para os consumidores regulares. 

Equipes da Companhia localizaram cinco ligações clandestinas em um trecho de cerca de 300 metros. Após a eliminação das irregularidades, equipamentos da empresa foram vandalizados

Água
Fiscalização nas redes de abastecimento de água em Almirante Tamandaré Fiscalização nas redes de abastecimento de água em Almirante Tamandaré Fiscalização nas redes de abastecimento de água em Almirante Tamandaré
Fiscalização nas redes de abastecimento de água em Almirante Tamandaré Fiscalização nas redes de abastecimento de água em Almirante Tamandaré Fiscalização nas redes de abastecimento de água em Almirante Tamandaré
Fiscalização nas redes de abastecimento de água em Almirante Tamandaré Fiscalização nas redes de abastecimento de água em Almirante Tamandaré Fiscalização nas redes de abastecimento de água em Almirante Tamandaré
Fiscalização nas redes de abastecimento de água em Almirante Tamandaré Fiscalização nas redes de abastecimento de água em Almirante Tamandaré Fiscalização nas redes de abastecimento de água em Almirante Tamandaré
Fiscalização nas redes de abastecimento de água em Almirante Tamandaré Fiscalização nas redes de abastecimento de água em Almirante Tamandaré Fiscalização nas redes de abastecimento de água em Almirante Tamandaré
Fiscalização nas redes de abastecimento de água em Almirante Tamandaré Fiscalização nas redes de abastecimento de água em Almirante Tamandaré Fiscalização nas redes de abastecimento de água em Almirante Tamandaré
Almirante Tamandaré
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Sanepar explica como garantir reserva de água em dias com alertas de tempestades

Enviado por Adriana Brum em

O verão – que vai até 20 de março – é, tradicionalmente, uma estação chuvosa no Paraná e tem apresentado temperaturas acima da média histórica, resultando em constantes massas de ar quente e úmido. 

Essa combinação cria o ambiente perfeito para tempestades, conforme alerta o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), que alerta para volumes significativos de precipitação na parte sul do Paraná nesta sexta-feira (20), especialmente na faixa litorânea, que está, inclusive, em alerta vermelho.

As chuvas volumosas combinados a ventos fortes de verão podem afetar diretamente as estações de tratamento de água e, por consequência, o abastecimento. 

Por isso, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) atua continuamente para tornar seu sistema de tratamento e distribuição de água mais resiliente às intempéries, com novas metodologias e tecnologias. 

Ainda assim, a população pode ser afetada com interrupções necessárias para garantir a qualidade da água que chega à casa das pessoas.

“Um dos nossos principais calcanhares de Aquiles em dias de tempestades é que as fortes chuvas arrastam terra, areia e outros sedimentos para os leitos dos rios, o que aumenta muito a turbidez da água, dificultando o tratamento”, destaca o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

DESAFIOS – O aumento da carga de areia, argila e matéria orgânica pode fazer com que os sistemas de filtração das estações de tratamento saturem mais rápido, além do risco de o excesso de sedimentos afetar o funcionamento de bombas de captação.

Entre as soluções, a Sanepar tem adotado sistemas de tratamento que são mais recomendados de acordo com as características de cada manancial (fonte natural de onde a água e captada).

Em Matinhos, por exemplo, a Estação de Tratamento agora opera com o sistema de floculação e decantação das impurezas, particularmente eficaz em dias de fortes chuvas, sendo mais eficiente para tirar essa carga extra de impurezas antes da filtração.

Áudio de Luiz Leandro de Vicente, técnico químico e supervisor da Gerência Regional do Litoral da Sanepar em Matinhos

Os ventos que potencializam a força da chuva também são responsáveis por quedas de energia, o que impacta diretamente na produção de água. 

Isso porque as estruturas da Sanepar dependem de eletricidade para movimentar bombas, elevatórias e equipamentos que mantêm o sistema funcionando 24 horas por dia.

RESTABELECIMENTO – Quando o sistema de tratamento precisa ser interrompido por esses motivos, o restabelecimento pode levar várias horas, porque a água captada precisa voltar a apresentar qualidade adequada para tratamento, os sistemas elétricos precisam ser estabilizados e, em alguns casos, a produção deve ser retomada gradualmente, para readequação do processo de tratamento e evitar o rompimento de tubulações.

O QUE FAZER – Como rotina, a Sanepar adota uma série de medidas preventivas e de retomada para minimizar o risco de interrupção do serviço. Entre elas, limpeza de grades de contenção de folhas e galhos acumulados na água que é captada para tratamento; verificação e manutenção periódicas dos equipamentos; monitoramento da turbidez do rio; ampliação do número de geradores de eletricidade para o caso de quedas de energia.

A população também pode adotar atitudes que contribuam para minimizar o risco de desabastecimento nos períodos após grandes tempestades. A principal delas é desenvolver o hábito de pensar coletivamente.

“O cuidado deve ser diário para o uso racional da água. A água economizada hoje é a que garante o reservatório do seu vizinho amanhã”, destaca o gerente-geral da Sanepar para Curitiba, Região Metropolitana e Litoral, Fábio Basso.

Na prática, a Sanepar recomenda algumas atitudes fundamentais:

  • Mantenha uma reserva mínima de água potável. O ideal é contar com pelo menos uma caixa-d’água no imóvel, dimensionada para o número de pessoas que moram ou utilizam o local poderem usar a água por, pelo menos, 24 horas. Em média, uma pessoa usa 150 litros por dia.
  • Verifique se a boia da caixa está funcionando corretamente para evitar desperdícios e garanta que o reservatório esteja devidamente vedado para evitar contaminações.
  • Ao receber notificações da Defesa Civil ou perceber um clima de tempestade se aproximando, adie tarefas que demandam grande volume de água, como lavar calçadas, carros ou usar a máquina de lavar roupas. Priorize a água tratada para higiene e alimentação.
  • Atualize seu cadastro no site ou aplicativo da Sanepar e autorize o envio de mensagens de alertas de manutenção programada ou emergencial na sua região. Consulte o site oficial www.sanepar.com.br para saber se há paradas do abastecimento e qual a previsão de retorno.

- Em caso de dúvidas, entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente Sanepar: pelo telefone 0800 200 0115, pelo e-mail atendimentoaocliente@sanepar.com.br ou ainda pelo WhatsApp (41) 99544-0115. Ao entrar em contato, tenha em mão a conta de água ou o número de sua matrícula.

 

Release original em 16/01/2026 // Editado em 20/2/2026

Nesta sexta-feira (20), há o alerta de volumes significativos de precipitação e ventos fortes na parte sul do Paraná, especialmente no litoral. Chuvas fortes são comuns no verão e podem afetar captação, tratamento e distribuição de água.

Água
Tempestades com altos volumes de chuva atingem o Paraná no fim de semana. Sanepar explica como estar preparado para evitar desabastecimento. Tempestades com altos volumes de chuva atingem o Paraná no fim de semana. Sanepar explica como estar preparado para evitar desabastecimento. Tempestades com altos volumes de chuva atingem o Paraná no fim de semana. Sanepar explica como estar preparado para evitar desabastecimento. Foto: Gilson Abreu/AEN
Tempestades com altos volumes de chuva atingem o Paraná no fim de semana. Sanepar explica como estar preparado para evitar desabastecimento. Tempestades com altos volumes de chuva atingem o Paraná no fim de semana. Sanepar explica como estar preparado para evitar desabastecimento. Tempestades com altos volumes de chuva atingem o Paraná no fim de semana. Sanepar explica como estar preparado para evitar desabastecimento. Roberto Dziura Jr/AEN
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Sanepar recebe Prefeita de Ponta Grossa e reforça transparência sobre a qualidade da água

Enviado por Emanuele Campo… em

A Sanepar recebeu, nesta quinta-feira (12), a visita técnica da prefeita Elizabeth Schmidt e da secretária municipal de Meio Ambiente de Ponta Grossa, Carla Martins Kritski, na Estação de Tratamento de Água (ETA) da cidade. O encontro teve como objetivo apresentar as medidas operacionais adotadas pela empresa para manter a segurança do abastecimento diante da floração de algas na Represa de Alagados e alinhar novos canais de diálogo com o Município.

Para a prefeita Elizabeth Schmidt, “a água é um serviço essencial, e as condições do abastecimento novamente nos preocupam. Podemos ver que toda esta situação está sendo tratada com muita cautela e tecnologia, para prevenir o que pode vir para frente e solucionar o mais rápido possível. O dia certo não sabemos, mas estamos próximos. Verificamos que Ponta Grossa já possui um tratamento especializado com relação às algas, porque isso não acontece só agora”, disse.

Durante a visita à Estação de Tratamento de Água, a comitiva acompanhou de perto os procedimentos utilizados para minimizar os efeitos da floração das algas, fenômeno natural comum em reservatórios artificiais durante períodos de calor e baixa pluviosidade. Representantes da Sanepar detalharam o funcionamento do sistema Actiflow, uma tecnologia de tratamento com microareia, que coloca Ponta Grossa em posição de destaque no setor de saneamento. “Esta foi a primeira estação de tratamento da América Latina instalada para abastecimento público, justamente para minimizar a questão das algas, que é uma característica da Represa de Alagados. A Sanepar sempre teve esse cuidado. O sistema, implantado em 2009, opera com alta eficiência para garantir a potabilidade da água em Ponta Grossa”, explicou a Superintendente da Sanepar na Região Sudeste, Simone Alvarenga de Campos.

Além do processo físico avançado, a Companhia mantém um rigoroso protocolo de monitoramento que inclui análises laboratoriais e testes sensoriais. De acordo com a Companhia, estes testes utilizam uma escala de 0 a 12, prevista na Portaria 888/21 do Ministério da Saúde, para medir a percepção de gosto e odor, permitindo um ajuste preciso na aplicação de carvão ativado. O procedimento vem sendo executado ininterruptamente desde janeiro para mitigar as variações causadas pelo fenômeno natural das algas. “Temos percebido diariamente a redução desta percepção, desde que iniciamos o protocolo de aplicação de carvão ativado, e a partir do momento em que houver presença de chuvas consistentes na região da bacia de Alagados, essa percepção de gosto e odor quem vem sendo sentida por algumas pessoas tende a desaparecer”, reforça a superintendente.

Câmara Técnica - A Sanepar também manifestou total apoio à iniciativa da Prefeitura em estruturar uma Câmara Técnica junto ao Conselho Municipal de Saneamento Básico. A Companhia vê a formação desse grupo como uma oportunidade estratégica para fortalecer o fluxo de informações entre a Companhia e a sociedade. 

A secretária Municipal de Meio Ambiente, Carla Martins Kritski, destacou que a pasta oficiou a Sanepar em busca de laudos técnicos que atestem a inexistência de riscos, e que as respostas técnicas enviadas pela Sanepar confirmam a segurança do sistema. Segundo ela, os parâmetros químicos e físicos atestam que não há risco à saúde, e a nova Câmara Técnica servirá para reforçar esse diálogo. “Estamos formando uma Câmara Técnica junto ao Conselho Municipal do Saneamento Básico, que irá nos ajudar a reforçar esse diálogo com a Sanepar e a população, trazendo medidas fiscalizatórias e também informações mais técnicas e conclusivas com relação a problemas futuros e os presentes como o que estamos vivenciando hoje, que é um fenômeno natural, pois todos nós sabemos que essa floração de algas é normal em reservatórios artificiais, como é o caso do Alagados”, enfatizou. 

O gerente regional da Sanepar em Ponta Grossa, José Geraldo Machado Filho, ressaltou que as equipes da Companhia trabalham ininterruptamente para assegurar a potabilidade da água distribuída. “Podemos afirmar que a água da Sanepar é segura. A empresa jamais iria distribuir para a população uma água que causasse danos à saúde das pessoas, a população pode ficar tranquila”, conclui.

Empresa detalhou sobre os ajustes realizados ao processo de tratamento devido à floração de algas na água in natura

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