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Caixa-d’água garante estabilidade e usuários não percebem as manutenções no sistema de água

Enviado por Monica Venson em

Um levantamento realizado pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) traçou o perfil da segurança hídrica dos imóveis no Paraná. Os dados mostram que uma parcela significativa da população — 23% nas residências e 30% nos comércios —, ainda está vulnerável a interrupções no abastecimento por falta de caixa-d’água ou cisterna. 

O estudo também reforça a importância da caixa-d’água não apenas como reserva de emergência, mas como fator determinante na percepção de qualidade do serviço e na continuidade do abastecimento no Paraná: 78% dos clientes com reservatório afirmam não ter sentido falta de água no período de um ano.  

Para o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, o reservatório doméstico é uma extensão do sistema de distribuição. “Este cenário revela que quem tem caixa-d’água não é afetado por interferências no abastecimento. Da mesma forma que a Companhia investe nos sistemas de reservação para a estabilidade do sistema, a caixa-d’água dos imóveis residenciais e comerciais permite o acesso à água, mesmo em casos de interrupção temporária”, comenta Bley. 

DIFERENÇA REGIONAL - A posse do reservatório doméstico nas residências varia conforme a região do estado. Na região Nordeste, 87,7% dos entrevistados disseram que possuem caixa-d’água nas suas residências. Já a região Sudoeste apresenta o menor índice, onde 64,3% dos imóveis residenciais e 54,7% dos comércios possuem reservação. Entre os municípios pesquisados, Telêmaco Borba, na região Sudeste  (56,6%) e Foz do Iguaçu (59,5%), no Oeste, apresentaram os menores índices de imóveis residenciais com a instalação destes equipamentos. 

O empresário Raimundo Wagner Moreira investe na construção de imóveis para venda e locação em Foz do Iguaçu e faz parte de uma minoria que reconhece a importância da reservação doméstica para o negócio e para a tranquilidade dos inquilinos e compradores. “É um item de extrema importância em uma obra. Caso a Sanepar precise fazer alguma manutenção na rede, a gente não fica desabastecido. Sempre coloquei o equipamento, inclusive estou fazendo uma obra nova e já está no projeto também fazer a caixa-d’água, afirma Moreira.” 

NORMAS TÉCNICAS - A norma técnica brasileira indica que todas as residências devem ter uma caixa-d’água. “O perfil das famílias que existem no Paraná é composto, geralmente, por três a quatro pessoas. Para esse perfil, uma caixa-d’água com 500 litros de volume consegue atender o abastecimento de uma residência por um dia, ou seja, por 24 horas. Isso é importante porque eventualmente vão ocorrer manutenções nas redes de distribuição de água e o serviço terá que ser interrompido para que se possa efetuar consertos ou outras intervenções, como interligações de obras desse tipo”, explica o gerente de engenharia da Sanepar, Eduardo Arrosi.

Arrosi também destaca a necessidade de instalação de cisternas para auxiliar no sistema de bombeamento de prédios e edificações com mais de dois pavimentos. Para construções com mais de 600 metros quadrados, é necessária a aprovação do projeto hidrossanitário na Sanepar. Em casos de prédios com dois ou mais pavimentos, é exigida a construção de uma cisterna. 

“As normas brasileiras recomendam que a Sanepar, e qualquer outra concessionária de distribuição de água, forneça uma pressão de 10 metros de coluna d'água (m.c.a.) na entrada do hidrômetro. Ou seja, a água teria força suficiente para subir 10 metros. Por isso, nos casos acima de dois pavimentos — nos quais os edifícios chegam muito próximo ou ultrapassam essas alturas — é necessária a cisterna com sistema de bombeamento. Com isso, o cliente não vai sentir falta de água”, comenta Arrosi.

ESTABILIDADE NO ABASTECIMENTO - A infraestrutura interna mitiga o impacto de paradas técnicas. Na região Noroeste, onde o índice de reservação é alto, a satisfação com a continuidade atinge 85,5%. Este número traduz o impacto positivo e revela a importância da caixa-d’água. 

“Eventualmente vão ocorrer manutenções nas redes de distribuição e o serviço terá que ser interrompido para consertos ou outras intervenções. Também é importante ressaltar que para distribuir água nós dependemos da energia elétrica. Então, quando há falta de eletricidade, pode ocorrer a paralisação no sistema de abastecimento de água. Nesses casos, tendo a caixa-d’água, o consumidor não vai sentir a falta, porque vai ter essa reserva em sua residência”, comenta Arrosi.

Além disso, diferente da eletricidade, a velocidade de deslocamento da água no sistema é muito menor e a retomada do abastecimento depende de vários fatores que são levados em consideração pelos técnicos da Sanepar. Nesses casos, a caixa-d’água residencial funciona como uma garantia. 

METODOLOGIA  – O levantamento contratado pela Sanepar foi realizado pelo Instituto Radar Pesquisas e ouviu no mês de novembro de 2025, 2.900 pessoas, sendo 2.400 de clientes residenciais e 500 clientes de imóveis comerciais em cidades polos de cada região do Paraná.  

 

Pesquisa contratada pela empresa mostra 78% dos clientes com reservatórios dizem não ter sentido falta de água no período de 12 meses. A falta do equipamento gera transtornos quando é necessário um serviço de manutenção por parte da Sanepar

Água
imagem mostra uma caixa d"água imagem mostra uma caixa d"água Pesquisa da Sanepar reforça importância da caixa d'água para reservação em casa
imagem mostra uma caixa d'água imagem mostra uma caixa d'água Pesquisa da Sanepar reforça importância da caixa d'água para reservação em casa
Empresário Raimundo Wagner destaca importância da reservação no imóvel Empresário Raimundo Wagner destaca importância da reservação no imóvel Empresário Raimundo Wagner destaca importância da reservação no imóvel
Foz do Iguaçu
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Obras do anel Canadá em Maringá entram na reta final

Enviado por Giovanna Migot… em

Na próxima quarta-feira (22), será realizada a etapa final da obra do anel de distribuição de água Canadá, em Maringá, no Noroeste. A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) está investindo cerca de R$ 6,25 milhões para duplicar a capacidade de abastecimento no entorno da Avenida Mandacaru e parte da região norte da cidade e, em função da interligação da tubulação, a área ficará momentaneamente desabastecida. O trabalho agendado para a data tem elevada complexidade e deve durar o dia todo.

PARADA - O abastecimento de água ficará interrompido durante a obra nos jardins Tropical, Petrópolis, São Jorge, do Carmo, Continental, Santa Cruz, Três Lagoas, Império do Sol, Paris I, II, III e IV, Santa Helena, Brasil, Real, Alto da Boa Vista, Moreschi, Imperador, além dos parques das Laranjeiras, Planville, Brasília, Cidade Universitária, Residencial Andrea e Hortência, e as vilas Vardelina e Santa Izabel, os conjuntos residenciais Planville e Sanenge, Núcleo Social Papa João XXIII e o Condomínio Hannover.

O serviço está programado para ser realizado das 8h às 18h e a normalização da distribuição de água está prevista para ocorrer de maneira gradativa até o fim da noite.

O SERVIÇO – A etapa final da obra do anel Canadá terá, na quarta (22), o momento mais complexo e importante, que consiste na alocação das caixas para manobras e para as curvas (mudança de direção de fluxo) das tubulações, que necessitam de escoramento/ancoragem.

As peças em concreto pesam em média 20 toneladas, o que exige içamento para a descida em valetas abertas na Rua Córdoba, entre as ruas Mário Monteschio e a Marechal Cândido Rondon.

As valetas para acomodar as caixas têm dimensões que impressionam. Ambas têm seis metros de profundidade, uma delas tem 9 metros de largura por 17 metros de comprimento no meio da Rua Córdoba.

Há duas semanas o trânsito está impedido e o acesso restrito aos moradores. “A interdição é necessária pela movimentação de maquinários pesados, para a segurança de todos”, justifica o gerente de Projetos e Obras da Sanepar no Noroeste, Marcelo Dias.

A OBRA – A obra do anel Canadá integra o plano de ampliação do Sistema de Abastecimento de Água (SAA) de Maringá e permite que a cidade continue crescendo. “Com os cerca de quatro quilômetros de tubulações de grande dimensão estamos duplicando a capacidade de transporte de água para a região Norte de 400 metros cúbicos de água por hora para 800”, resume Dias.  

O anel levará água do reservatório central de Maringá, da Avenida Pedro Taques, até o Centro de Reservação Canadá. Trata-se da segunda linha da tubulação. A obra deve ser concluída em maio.

Apenas com as obras em andamento na cidade, entre água e esgoto, a Sanepar está investindo mais de R$ 75 milhões em Maringá.

 

Quarta (22) será feita alocação das caixas para manobras e para as curvas das tubulações na Rua Córdoba

Água
trabalhadores na obra de implantação do anel canadá. valetas nas ruas e concretagem de caixa trabalhadores na obra de implantação do anel canadá. valetas nas ruas e concretagem de caixa Obra do Anel Canadá duplica capacidade de distribuição de água na região Norte de Maringá
trabalhadores na obra de implantação do anel canadá. valetas nas ruas e concretagem de caixa trabalhadores na obra de implantação do anel canadá. valetas nas ruas e concretagem de caixa Etapa final de obra exige interdição da Rua Córdoba entre as ruas Mário Monteschio e a Marechal Cândido Rondon
trabalhadores na obra de implantação do anel canadá. valetas nas ruas e concretagem de caixa trabalhadores na obra de implantação do anel canadá. valetas nas ruas e concretagem de caixa Acesso restrito a moradores presa por segurança diante de valetas de grandes dimensões e movimentação de maquinários pesados
Maringá
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Sanepar usa drone e barco autônomo para garantir eficiência na represa do Miringuava

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) está aplicando métodos inovadores e tecnologia de ponta no processo para o enchimento e operação do novo Reservatório do Miringuava, em São José dos Pinhais. O monitoramento do acumulo de água ocorre 24 horas por dia e o acompanhamento tem como guia os modelos digitais produzidos antes do fechamento da comporta em janeiro. O enchimento completo da represa depende do regime de chuvas na bacia do Rio Miringuava.      

A equipe técnica da Companhia aproveitou a etapa final da supressão vegetal na área que está sendo alagada para tirar milhares de fotos. Foi utilizado um drone voando a 120 metros de altura e antenas GNSS (Global Navigation Satellite System) de alta precisão – GPS avançados – para georreferenciar as imagens. Com ajuda de softwares de geoprocessamento de alta performance, foi possível criar modelos 3D do fundo do futuro reservatório. 

Segundo o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, essas ações visam dar suporte técnico rigoroso para a tomada de decisões durante o enchimento do lago e a futura operação, garantindo a eficiência do sistema de abastecimento. “A Sanepar não está apenas construindo uma obra de concreto, mas criando uma base de dados digital e científica para operar o Miringuava com a máxima eficiência nas próximas décadas,” explica Bley. 

Diferente dos mapas cartográficos antigos, que possuíam curvas de nível a cada 5 metros, o novo levantamento gerou um modelo digital do terreno com resolução espacial de 20 centímetros, explicou o engenheiro da Sanepar Mauricio Bergamini Scheer, da Gerência de Pesquisa e Inovação. “Isso significa que a Sanepar consegue ver detalhes do terreno do tamanho de um palmo, permitindo simular digitalmente como a água vai ocupar cada pedacinho do vale”, detalha Scheer. 

MEDIÇÃO - Paralelamente ao mapeamento, a Sanepar investiu na consolidação de uma rede de estações hidrometeorológicas de pesquisa. Desde 2020, sensores instalados registram o nível dos rios continuamente, somando mais de 150 mil registros cada.

Para medir a vazão que está alimentando o reservatório, a equipe utilizou diversos equipamentos de alta tecnologia, como um pequeno barco autônomo. Ele é equipado com sensores acústicos que leem a velocidade e a profundidade da água em diferentes cenários, desde estiagens severas até cheias.

O diretor de Inovação e Novos Negócios da Sanepar, Anatalicio Risden Junior, explica que com essas informações, a Sanepar pode traçar os planos de trabalho para a gestão da represa. “Os dados mostraram, por exemplo, que em 2021 a bacia do rio produziu cerca de 30% menos água do que nos anos seguintes. Isso ajuda a Sanepar a prever como a barragem vai se comportar em tempos de seca severa”, explica Risden. 

Fórmulas matemáticas criadas a partir dos dados do barco com sensores acústicos estão permitindo que a Sanepar saiba exatamente quanta água entra e sai da barragem. Com a simulação digital do enchimento e a visualização de detalhes do terreno que ficarão submersos, a Sanepar terá maior facilidade para futuras inspeções e a gestão do manancial. 

“A Sanepar fez todos as ações necessárias para garantir a regularidade no abastecimento da região, seja aplicando os recursos financeiros para construção da estrutura física, seja colocando os melhores profissionais e tecnologia de ponta nesse projeto. Agora contamos com o regime de chuva para concluir o enchimento”, disse Bley. 

FAUNA e FLORA – Para proteger a biodiversidade da região e compensar a área utilizada pela barragem, a Sanepar planejou a criação de um corredor de biodiversidade em 700 hectares (ha), uma área 62,6% superior à que está sendo utilizada para reservação de água (430,6 ha).

Equipes especializadas fizeram o resgate e o remanejamento de animais terrestres e aquáticos para áreas seguras de preservação, trabalho que segue durante todas as fases de enchimento do reservatório.

Também foi feito o inventário e o manejo da vegetação, com resgate e realocação de espécies raras ou ameaçadas, coleta de sementes e produção de mudas para o reflorestamento.

Equipamentos e softwares de última geração foram usados para o mapeamento digital e criação de modelos 3D do fundo do reservatório em enchimento

Água
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva
Equipe usa drones para mapear represa do Miringuava Equipe usa drones para mapear represa do Miringuava
Equipes da Sanepar realizam mapeamento 3D da represa do Miringuava Equipes da Sanepar realizam mapeamento 3D da represa do Miringuava
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D da represa do Miringuva
Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D do reservatório do Miringuava Equipe da Sanepar realiza mapeamento 3D do reservatório do Miringuava
São José dos Pinhais
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Cliente da Sanepar pode receber aviso de falta-d'água pelo celular

Enviado por Ediane Battistuz em

Clientes com o número de telefone celular atualizado no cadastro da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) podem receber, por mensagem direta, informação sobre o abastecimento de água no seu imóvel. Esses avisos são enviados quando seu bairro ou sua cidade estão com a distribuição de água comprometida, seja por interrupções programadas ou emergenciais, dependendo da área de abrangência e do tempo previsto para a normalização do abastecimento.

“A Sanepar possui o serviço de disparo de mensagens de texto curtas (SMS) diretamente ao número de telefone informado pelo cliente no seu cadastro junto à Companhia. É mais uma ferramenta que o cidadão tem para saber se está havendo ou quando haverá desabastecimento na sua rua ou no seu bairro", destaca o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley. Por SMS são enviados, ainda, avisos de débitos (ausência de pagamento) e outros informes. “Mas, de modo algum, o cliente vai receber cobrança ou qualquer pedido de informação, como informações pessoais ou do imóvel”, esclarece Bley.

O SMS (Short Message Service) é um sistema de envio de mensagens de texto curtas (até 160 caracteres) diretamente entre números de telefone, utilizando a rede celular, e não a internet. Essencial para comunicações rápidas, códigos de verificação e alertas, o SMS já vem disponível de fábrica nos smartphones, por meio de aplicativo "Mensagens" de qualquer celular Android ou iOS.

Para receber os avisos da Sanepar por SMS, o cliente precisa informar e manter atualizado seu número de telefone celular no cadastro que possui junto à Sanepar. A atualização pode ser feita rapidamente pelo Portal Minha Sanepar ou pelo Aplicativo da Sanepar. Também pode fazer a atualização pelos canais virtuais de atendimento, como o telefone 0800 200 0115 e o WhatsApp (41) 99544-0115, ou ainda pessoalmente nas Centrais de Relacionamento (consulte aqui o endereço da Central em sua localidade).

FAÇA VOCÊ MESMO – O próprio cliente pode incluir ou atualizar seu número de celular no aplicativo Minha Sanepar. Basta clicar em “Atualização Cadastral”, informar o número e marcar Sim na opção "Autorizo envio de SMS". “Essa forma de atualização é a mais fácil e rápida, pois o cliente mesmo inclui ou altera o número de telefone quando quiser. E o acesso ao aplicativo Minha Sanepar está mais facilitado: não é mais feito pelo cadastro Gov.br, e sim pela Central de Segurança – mesmo método usado para acessar os serviços do Detran, por exemplo”, explica o coordenador de Teleatendimento da Sanepar, Marcio Grevinski Junior.

Segundo o coordenador, cerca de 75% dos imóveis atendidos pela Sanepar informam um número de telefone celular no cadastro junto à Companhia. “Mas, muitas vezes o titular da fatura é outro, o número de telefone muda, o imóvel é alugado e o locatário não informa o número de celular no cadastro. Por isso, é preciso estar atento e manter os dados atualizados”, comenta Grevinski.

Desde o lançamento da nova versão do Minha Sanepar, em setembro de 2025, foram feitos mais de 700 mil downloads do aplicativo. “É um número expressivo para uma prestadora de serviço público. Se considerarmos que a Sanepar está presente em mais de três milhões de imóveis paranaenses, percebemos que este número poderia ser bem maior. Muitos clientes ainda não têm o aplicativo em seus smartphones e, assim, também não têm a comodidade de consultar e solicitar vários serviços de forma muito mais fácil e rápida pelo Minha Sanepar, como o recebimento de mensagem avisando sobre interrupções no abastecimento”, reforça o coordenador.

QUANDO E POR QUE FALTA ÁGUA – Em todo o Paraná a Sanepar gerencia uma estrutura gigantesca responsável por captar, tratar, reservar e distribuir água a mais de 11 milhões de pessoas em 345 municípios, além de Porto União, em Santa Catarina. Uma estrutura que abrange cerca de 64 mil quilômetros de redes de distribuição de água proveniente de 168 estações de tratamento de água e 1.219 poços, além de uma robusta infraestrutura de sistemas de bombeamento nas captações em rios, poços, estações de tratamento, estações elevatórias de água e reservatórios.

“Diante desta complexidade, é natural que ocorra a necessidade de interrupções no fornecimento de água para ajustes operacionais em equipamentos, manutenções corretivas e preventivas nas redes, sem falar nas paralisações de abastecimento por motivos que fogem do controle da Companhia – como quedas de energia e rompimentos de redes causados por terceiros. Por isso, neste momento, em algum lugar das centenas de sistemas que a Sanepar opera, pode estar ocorrendo uma manutenção ou obra que demande interromper o fornecimento de água para que o serviço seja feito”, comenta Wilson Bley.

AVISOS – As interrupções no fornecimento de água, chamadas pelas equipes da Sanepar de paradas de abastecimento, podem ser emergenciais ou programadas. As paradas programadas são avisadas com antecedência e as emergenciais são informadas após o imprevisto ser identificado e a equipe iniciar o trabalho de manutenção. Além de ser enviadas por SMS, as informações estão disponíveis nos canais oficiais de atendimento (confira abaixo) e, de acordo com a abrangência da paralisação, podem também ser divulgadas no site da Sanepar, no menu "Está sem água?".

Nesse mesmo menu, ao descer a página do site, tanto no computador quanto no smartphone, o cliente encontrará a opção "Consulte se há parada de abastecimento no seu endereço", seguida de um mapa. Ali, o cliente preenche o campo em branco com nome da rua, número predial e município para consultar se há registro de interrupção de abastecimento – programada ou emergencial – para seu imóvel.

O presidente da Companhia reforça um pedido que é feito com frequência pela Sanepar, e que segue as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas: que os clientes tenham caixa-d'água com capacidade para atender os moradores do imóvel por pelo menos 24 horas – para uma família de quatro pessoas, por exemplo, o reservatório precisa ser de no mínimo 500 litros.

A ABNT tem esta orientação e nós sempre a repetimos, porque é importante e garante que, diante da necessidade de conserto, obra ou serviço que exija a interrupção no fornecimento de água, o cliente não fique totalmente sem água no seu imóvel”, enfatiza Bley.

CANAIS OFICIAIS DE ATENDIMENTO AO CLIENTE DA SANEPAR

WhatsApp - (41) 99544-0115

— Site - www.sanepar.com.br 

Centrais de RelacionamentoEndereços

 Portal do Cliente - Minha Sanepar

Aplicativo - Minha Sanepar

Telefone - 0800 200 0115: funciona 24 horas por dia, sete dias por semana e a ligação é gratuita

Com o número de telefone atualizado no cadastro, é possível saber quando haverá interrupção do fornecimento de água em uma cidade ou bairro

Água
Pessoa segura celular com ícone de mensagem SMS Pessoa segura celular com ícone de mensagem SMS
Cliente pode receber aviso de falta-d'água por SMS no celular Cliente pode receber aviso de falta-d'água por SMS no celular
Cliente pode receber aviso de falta-d'água por SMS no celular Cliente pode receber aviso de falta-d'água por SMS no celular
Cliente pode receber aviso de falta-d'água por SMS no celular Cliente pode receber aviso de falta-d'água por SMS no celular
Cliente pode receber aviso de falta-d'água por SMS no celular Cliente pode receber aviso de falta-d'água por SMS no celular
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Sanepar firma nova parceria na Lapa para abastecimento de água em comunidades rurais

Enviado por Getulio Xavier… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) assinou, nesta quarta-feira (1º), um novo convênio com a Prefeitura da Lapa para a ampliação do abastecimento de água em comunidades rurais da cidade. A parceria foi assinada pelo diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e pelo prefeito da Lapa, Diego Ribas, na sede da Companhia, em Curitiba.

O convênio faz parte do Programa Sanepar Rural e prevê um investimento total de R$ 832 mil. Desse montante, R$ 532 mil serão custeados pela Sanepar para fornecimento de materiais hidráulicos, equipamentos, elaboração de estudo técnico de engenharia, apoio técnico ambiental e sócio-comunitário. Os outros R$ 300 mil são referentes ao valor da mão de obra e dos insumos de construção civil, que serão fornecidos pela Prefeitura.

Com a parceria, uma rede de 27,7 quilômetros será construída para o abastecimento da população das comunidades rurais de Pinheiros, Pedrinhas e São Bento. O prazo previsto para a execução da obra é de 24 meses.

MAIS DESENVOLVIMENTO - Segundo o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, os investimentos devem levar mais desenvolvimento para a população da região e integram o grande objetivo da Companhia de universalizar os serviços de saneamento até 2029.

“Esse convênio importante é uma nova oportunidade que temos de levar mais desenvolvimento e ação social para a cidade. Essa parceria vai beneficiar uma população que tem uma reivindicação muito antiga e que agora vai poder ter acesso a esse serviço com qualidade”, destacou Bley.

O prefeito da Lapa, Diego Ribas também celebrou a nova parceria e destacou a importância dos investimentos que a Sanepar tem feito na cidade. “Estivemos na Sanepar há 45 dias para fazer essa solicitação e hoje assinamos o convênio para levar água para essas localidades, que esperam por isso há 20 anos. Então, só tenho a agradecer ao empenho da Sanepar em atender mais esta demanda na região e reforçar a parceria e os investimentos na Lapa”, disse.

Também estiveram presentes na reunião de assinatura do convênio o diretor de Saneamento da Prefeitura, Diego Hoffmann; o chefe de gabinete do prefeito, Juliano Isber; o vereador Mário da Farmácia; e o representante da comunidade que será atendida com a nova rede de abastecimento, Luiz Carlos Kuss Ramos.

O diretor Comercial da Sanepar, Bihl Zanetti; o gerente-geral Comercial, Sérgio Portela; e o gerente de Relação com o Poder Concedente, Anderson Coelho, também participaram do encontro.

OUTRAS COMUNIDADES ATENDIDAS - Na Lapa, outras parcerias semelhantes entre Sanepar e Prefeitura foram firmadas ao longo dos últimos meses. As mais recentes garantem o abastecimento das comunidades rurais de Bonito e Passa Dois.

SANEPAR RURAL - O Programa Sanepar Rural tem como objetivo levar água potável aos moradores do interior, que vivem em localidades com distância superior a quatro quilômetros dos centros urbanos.

A iniciativa foi reconhecida como uma Boa Prática no prêmio Guardiões pela Água, promovido pelo Pacto Global da ONU no Brasil.

A iniciativa faz parte do Programa Sanepar Rural, conta com R$ 832 mil em investimentos e resultará em um aumento de 27,7 quilômetros na rede de distribuição no município

Água
O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e o prefeito da Lapa, Diego Ribas, seguram o documento que prevê obras para ampliar o abastecimento de água em comunidades rurais da cidade. O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e o prefeito da Lapa, Diego Ribas, seguram o documento que prevê obras para ampliar o abastecimento de água em comunidades rurais da cidade. O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e o prefeito da Lapa, Diego Ribas, seguram o documento que prevê obras para ampliar o abastecimento de água em comunidades rurais da cidade.
O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, assina a nova parceria para abastecer comunidades rurais na Lapa. O prefeito da cidade, Diego Ribas, e o vereador Mário da Farmácia, participaram da reunião que formalizou a parceria. O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, assina a nova parceria para abastecer comunidades rurais na Lapa. O prefeito da cidade, Diego Ribas, e o vereador Mário da Farmácia, participaram da reunião que formalizou a parceria. O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, assina a nova parceria para abastecer comunidades rurais na Lapa. O prefeito da cidade, Diego Ribas, e o vereador Mário da Farmácia, participaram da reunião que formalizou o convênio.
Reunião que formalizou o novo convênio entre Sanepar e Prefeitura da Lapa para ampliar o abastecimento de água em comunidades rurais. Reunião que formalizou o novo convênio entre Sanepar e Prefeitura da Lapa para ampliar o abastecimento de água em comunidades rurais. Reunião que formalizou o novo convênio entre Sanepar e Prefeitura da Lapa para ampliar o abastecimento de água em comunidades rurais.
Lapa
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Sanepar vai investir R$ 387 mil em distrito de São João do Ivaí

Enviado por Glaydson Angel… em

Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) vai investir R$ 387 mil no sistema de abastecimento de água do distrito de Santa Luzia da Alvorada, em São João do Ivaí. A parceria, meio do programa Sanepar Rural, foi oficializada na manhã desta quarta-feira (1), em reunião entre o diretor-presidente da companhia, Wilson Bley e o prefeito Fábio Hidek.

O projeto prevê melhoria do sistema de abastecimento de água na área rural. Estão previstas 280 novas ligações, com um alcance estimado de 1.260 pessoas beneficiadas. As obras, que devem ser executadas em um prazo de 24 meses, incluem a substituição de equipamentos hidráulicos da rede e a instalação de um reservatório com capacidade para 75 mil litros.

“Nós recebemos a demanda da cidade de São João do Ivaí e é com muita alegria que concretizamos a nossa parceria. Em breve as famílias da região poderão receber a água em casa, isso é fruto da soma de esforços entre Sanepar e o município”, declarou Bley. 

Também participaram do encontro a vice-prefeita Olivia Regina Fróes Eduardo, vereadores da cidade, o diretor da Sanepar Bihl Zanetti (Comercial) e os gerentes Anderson Linckold Friedrich Coelho (Relação com o Poder Concedente) e Sergio Portela (Comercial).

O aporte vai beneficiar cerca de 1,2 mil moradores do distrito de Santa Luzia da Alvorada

Água
Reunião entre a presidência da Sanepar e prefeito de São João do Ivaí Reunião entre a presidência da Sanepar e prefeito de São João do Ivaí
Reunião entre a presidência da Sanepar e prefeito de São João do Ivaí Reunião entre a presidência da Sanepar e prefeito de São João do Ivaí
Reunião entre a presidência da Sanepar e prefeito de São João do Ivaí Reunião entre a presidência da Sanepar e prefeito de São João do Ivaí
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Com onda de calor nos últimos dias, Sanepar reforça necessidade do consumo consciente de água

Enviado por Glaydson Angel… em

A onda de calor que atingiu o Sudoeste do Paraná na última semana provocou um aumento no consumo de água tratada nas cidades da região. No último sábado (28), a cidade de Capanema registrou temperatura de 38,1°C e em Loanda a máxima chegou aos 35,7°C. Nessa situação, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) reforça a importância do uso racional da água.

Embora a companhia mantenha investimentos contínuos em infraestrutura — como reservatórios, estações de tratamento e redes de distribuição —, o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, ressalta que a garantia do abastecimento depende de um esforço conjunto. “A água é um bem de todos e combater o desperdício é uma responsabilidade coletiva”, afirma.

Durante o feriado de Páscoa, as máximas não serão tão elevadas quanto no fim de semana anterior, mas ainda com alguns picos. Na cidade de Capanema, a previsão é de que a temperatura chegue aos 33°C no domingo (5), segundo o Simepar, o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná. Na cidade, a produção de água gira em torno 4,1 milhões de litros de água por dia. A média de consumo registrada pela Sanepar é de 114 litros de água por pessoa por dia no município. 

Também nesta época, a ocorrência de chuvas irregulares altera o padrão de consumo. Em Toledo, na região Oeste, a Sanepar produz em torno de 34 milhões de litros de água para atender mais de 60 mil imóveis da cidade. Em Cascavel, o volume de água produzido todos os dias ultrapassa 90 milhões de litros. Em fevereiro, o consumo médio de cada cascavelense foi de 116 litros de água por dia. No mês anterior, o consumo ficou em torno de 110 litros por pessoa por dia.   

Para manter o abastecimento de água independente das temperaturas, a Sanepar mantém equipes trabalhando 24 horas no controle de níveis de reservatórios, manutenção da infraestrutura das redes e equipamentos de bombeamento. A Sanepar administra em todo Paraná uma estrutura com cerca de 110 mil km de tubulações de água e esgoto, mais de 3,5 milhões de ligações de água e 2,6 milhões de ligações de esgoto. Opera 168 estações de tratamento de água e 1.219 poços, além de uma robusta infraestrutura de bombeamento. 

OS VILÕES DO DESPERDÍCIO - Um dos principais pontos de atenção durante a onda de calor são as piscinas infláveis. O hábito de descartar a água ao final do dia para renová-la na manhã seguinte é apontado pela Sanepar como uma prática crítica para o sistema.

“O desperdício de uma única piscina de 5 mil litros, trocada duas vezes no fim de semana, seria suficiente para abastecer uma família de quatro pessoas por 15 dias”, exemplifica Bley.

Para evitar o desabastecimento e a baixa pressão nas redes, a orientação é manter as piscinas cobertas e utilizar produtos para o tratamento da água, prolongando sua vida útil. No caso de piscinas fixas, a recomendação é a manutenção constante com profissionais especializados.

MUDANÇA DE HÁBITO - Além do cuidado com o lazer, a Sanepar orienta a substituição da mangueira pelo balde em limpezas domésticas. A lavagem de calçadas e carros, assim como a rega de plantas, deve ser feita com água reutilizada ou de forma controlada para evitar que o consumo individual prejudique o acesso de toda a comunidade ao recurso.

Companhia lembra que desperdício individual de água pode prejudicar o abastecimento coletivo

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Sanepar reposiciona tubulações de água na obra de duplicação da PR-412

Enviado por Adriana Brum em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza, na manhã desta terça-feira (31), a interligação de tubulações de grande porte à rede de abastecimento em Matinhos, em um dos trechos em que o Governo do Paraná está realizando a duplicação da PR-412.

A manobra vai demandar a interrupção da distribuição de água tratada, o que pode afetar o abastecimento temporariamente nos balneários de Praia Grande, Flamingo, Riviera e Rio da Onça. A normalização do serviço está prevista para o final da tarde do mesmo dia.

“Estamos reposicionando a tubulação que passa pela rodovia conforme a obra avança. Com a criação de novas vias para facilitar o tráfego, a rede de água precisa ser deslocada para não ficar debaixo do asfalto”, explica o gerente regional da Sanepar para o Litoral, Marcos Eduardo Muniz.

Nesta etapa inicial os serviços continuam concentrados na terraplenagem das novas vias marginais, sem maiores impactos na pista central. Também está avançando a obra de implantação do sistema de drenagem de águas e os serviços de sub-base das novas pistas, que terão pavimento asfáltico.

INVESTIMENTOS NO LITORAL - A Companhia tem feito o reposicionamento da tubulação e realizado as novas interligações na via conforme a obra avança pela PR-412. A duplicação começou em agosto de 2025, e vai abranger uma extensão de 14,3 km entre Matinhos e Pontal do Paraná, com um investimento total de R$ 274,5 milhões. A obra está sob a responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (Seil).

“Assim como o governo estadual, a Sanepar segue investindo em melhorias no litoral paranaense, tanto para atrair investimentos para os moradores quanto para o conforto dos turistas e veranistas”, destaca o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

A duplicação começou pela ponte sobre o Canal de Matinhos e segue até o entroncamento com a PR-407, em Praia de Leste, aumentando de duas para quatro pistas na rodovia, além das marginais em asfalto, duas pontes e um viaduto no cruzamento com a avenida Curitiba, em Matinhos.

Para assegurar o abastecimento aos moradores do litoral, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) tem instalado novas tubulações considerando a expansão de duas para quatro vias na rodovia entre Matinhos e Pontal do Paraná

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Sanepar reposiciona tubulações de água na obra de duplicação da PR-412 Sanepar reposiciona tubulações de água na obra de duplicação da PR-412
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Sanepar evita abrir buracos nas ruas em consertos com uso do “tatuzinho”

Enviado por Adriana Brum em

Causar o menor dano à estrutura urbana para realizar um conserto de vazamento é a missão dos “tatuzinhos”, equipamentos que têm o nome oficial de Perfuratriz Pneumática Direcional. Eles são utilizados pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) em manutenções preventivas e de emergência que exigem atravessar ruas ou grandes distâncias. Na prática, o tatuzinho é um equipamento que utiliza um Método Não Destrutivo (MND) para substituir tubulações das redes de água e esgoto, sem a necessidade de escavar em toda a extensão da obra.

“Essa é uma tecnologia que usamos há quase uma década na Sanepar, mas que a população nem percebe que está sendo utilizada. Ideal para áreas urbanas densas, evita a necessidade de abrir o asfalto e o calçamento, evitando transtornos ao trânsito e gerando menor impacto ambiental”, destaca o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

Não são em todas as intervenções que os tatuzinhos entram em cena, mas, onde podem atuar, reduzem o tempo da obra, com um resultado mais eficiente e com menor custo. 

Ele é bastante usado em trocas preventivas, a partir da detecção de um possível ponto de ruptura da tubulação, identificado pelo monitoramento on-line e em tempo real do Centro de Controle de Operações (CCO).

Esse alerta aciona uma equipe de manutenção para verificar a situação no local, mesmo antes de os clientes perceberem alguma alteração no fornecimento de água.

EM POUCAS HORAS - Constatado o vazamento, uma outra equipe entra em ação e, se o reparo exigir a abertura de valas de maior extensão, como as que atravessam a rua, prioriza-se o uso do tatuzinho. Foi assim com uma intervenção realizada na última quinta-feira (12), no bairro Santa Felicidade, em Curitiba.

Apesar da garoa insistente que inviabilizaria o início da obra no método tradicional, em algumas horas foi possível colocar uma nova tubulação que atravessou a rua por baixo da terra até a ligação com o ramal do outro lado, sem interromper a passagem de veículos e sem precisar enviar outra equipe para recompor o calçamento e o asfalto.

TATUZINHO EM AÇÃO – Depois que os profissionais identificam – por meio de técnicas como o uso de equipamentos de escuta (geofones) – o ponto mais provável do vazamento, são feitas duas pequenas aberturas, uma no início e outra no final do trecho de tubulação.

Usando ar comprimido para realizar o trabalho mecânico de perfuração, o tatuzinho faz um túnel entre os dois pontos, guiado pelos profissionais da manutenção, garantindo a trajetória correta. A antiga tubulação é desativada e a nova – em material flexível e resistente – é puxada por dentro desse túnel e conectada pelos dois lados. Na sequência, é feita a recomposição do calçamento e do gramado.

PREVENÇÃO E SEGURANÇA – O uso dos tatuzinhos também diminui os riscos da obra para os trabalhadores e usuários, além de evitar interferências com outras redes, como as de gás e telefonia.

Mais um benefício é a possibilidade de troca de uma tubulação completa, como explica o supervisor de manutenção de redes Carlos Augusto Ferraro Miorim. “Essa substituição completa, do colar até o cavalete, reduz as chances de ocorrerem novos vazamentos nessa área”.

Com tecnologia de Método Não Destrutivo, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) substitui tubulações de forma subterrânea, sem necessidade de escavar em toda a extensão da obra

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Sanepar evita abrir buracos nas ruas em consertos com uso do “tatuzinho” Sanepar evita abrir buracos nas ruas em consertos com uso do “tatuzinho”
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7 em cada 10 caixas-d’água estão sem limpeza no Litoral, revela pesquisa encomendada pela Sanepar

Enviado por Carla Bastos Dias em

Dados coletados pelo Instituto Paraná Pesquisas a pedido da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) no Litoral, com moradores e veranistas, revelaram que 86,8% dos imóveis têm caixa-d’água, contudo, 7 em cada 10 reservatórios domiciliares estão sem limpeza. 

A cabeleireira Celina Santos de Lima, 54 anos, é proprietária de um imóvel em Matinhos e frequenta o litoral principalmente na temporada. Com duas caixas-d’água de 500 litros cada, a veranista garante a limpeza dos reservatórios no mínimo uma vez ao ano.  “A gente tem o costume de usar a própria água da Sanepar para consumo, não tem muito o hábito de comprar água mineral. Estando limpinha, sempre em ordem, a gente prefere usar a água da Sanepar mesmo. É uma economia e também a qualidade. A gente sempre achou que valeu a pena”, declara. 

QUALIDADE DA ÁGUA - A recomendação é que as caixas-d’água sejam limpas, no mínimo, uma vez a cada 6 meses. Entretanto, para imóveis de temporada ou reservatórios sem uso, a orientação é limpar com mais frequência. Quando a água fica parada, o cloro evapora e aumenta o risco de contaminação.

De acordo com a gerente de Avaliação de Conformidades e responsável pelos laboratórios da Sanepar, Cynthia Castro Corrêa Malaghini, a Companhia garante a qualidade da água tratada até o hidrômetro. Para garantir a sua potabilidade dentro do imóvel, o cliente deve fazer a limpeza periódica da caixa-d’água, manter as tubulações internas em bom estado e a limpar as torneiras. 

“A água da Sanepar é segura, garantimos a qualidade. Entretanto, se a caixa-d’água não é limpa ou não é tampada, a sujeira pode causar contaminação por coliformes totais, que não é de origem fecal, mas pode ocasionar a presença de outras bactérias”, explica.

CONTAMINAÇÃO EM CAIXA-D’ÁGUA SEM USO E SEM LIMPEZA – A Sanepar realizou uma análise em laboratório da água de três reservatórios domiciliares em imóveis do litoral. O resultado apontou que a amostra do imóvel fechado, de temporada, e sem limpeza da caixa d’água apresentou contaminação por coliformes totais, o que a torna insegura para o consumo humano. Neste caso, a água pode ser usada para limpeza de áreas internas e externas e lavagem de roupas. “Após a limpeza e renovação da água na caixa-d’água, ela pode ser usada para beber e cozinhar”, afirma. 

ORIENTAÇÃO - A limpeza da caixa-d’água deve ser feita com panos limpos, esponja ou escova nova e água sanitária. Não é recomendado usar sabão, detergente ou qualquer outro produto de limpeza. A Sanepar disponibiliza um passo a passo completo a partir da página 22 do Guia do Cliente, no site da Companhia.

Empresas especializadas também oferecem o serviço de limpeza, com valor médio de R$250,00 para reservatórios de até 1000 litros – cerca de R$1,37 por dia para manter a caixa-d’água limpa e a água tratada com a qualidade entregue pela Sanepar para consumir com segurança. 

CAPACIDADE DE RESERVAÇÃO - Celina conta ainda que a capacidade das caixas-d’água do seu imóvel é suficiente para atender a sua família, mesmo quando recebe amigos e visitas. “Elas dão conta direitinho. Até quando vem visitas ou mais pessoas, quando a gente empresta para amigos, comportou até umas 15 pessoas na casa”, afirma. 

De acordo com as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), o reservatório deve garantir o abastecimento por pelo menos 24 horas, sendo que para uma casa pequena é recomendado o tamanho mínimo de 500 litros. O cálculo recomendado considera um consumo de 150 a 200 litros de água por pessoa/dia. 

 

 

 

Companhia reforça a importância de limpar o reservatório domiciliar periodicamente para evitar contaminação e garantir a qualidade da água tratada e distribuída

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7 em cada 10 caixas-d’água estão sem limpeza no Litoral, segundo pesquisa encomendada pela Sanepar 7 em cada 10 caixas-d’água estão sem limpeza no Litoral, segundo pesquisa encomendada pela Sanepar 7 em cada 10 caixas-d’água estão sem limpeza no Litoral, segundo pesquisa encomendada pela Sanepar
A recomendação é que as caixas-d’água sejam limpas, no mínimo, uma vez a cada 6 meses A recomendação é que as caixas-d’água sejam limpas, no mínimo, uma vez a cada 6 meses A recomendação é que as caixas-d’água sejam limpas, no mínimo, uma vez a cada 6 meses
A limpeza da caixa-d’água deve ser feita com panos limpos, esponja ou escova nova e água sanitária A limpeza da caixa-d’água deve ser feita com panos limpos, esponja ou escova nova e água sanitária A limpeza da caixa-d’água deve ser feita com panos limpos, esponja ou escova nova e água sanitária
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