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Sanepar resgata mais de 70 colmeias de abelhas nativas no Reservatório Miringuava

Enviado por Carla Bastos Dias em

Desde janeiro de 2025, quando iniciou o trabalho de resgate de flora e fauna na região do Reservatório Miringuava, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) já registrou 123 resgates de ninhos de vespas e colmeias de abelhas. Desse total, mais de 70 colmeias são de 15 espécies diferentes de abelhas nativas sem ferrão.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, destaca que a construção de um reservatório é complexa e existe um planejamento voltado para o cuidado com a fauna e a flora locais. “Cada etapa foi executada de maneira a minimizar os impactos ambientais. Garantimos a segurança hídrica da população de Curitiba e Região Metropolitana com aumento de 25% de reservação de água do sistema integrado com o Reservatório Miringuava e mantemos nosso compromisso com a sustentabilidade durante todas as etapas de construção, enchimento e operação da barragem”, declara.

A bióloga e gestora ambiental da Sanepar, Ana Cristina do Rego Barros, explica que as equipes especializadas em resgate e afugentamento de fauna realizam um acompanhamento simultâneo aos trabalhos de supressão vegetal e limpeza da área. Além das abelhas, mais de 10 mil animais silvestres já foram resgatados ou afugentados. O trabalho será mantido até a finalização do enchimento da barragem.

ESPÉCIES – De acordo com Hélio Massao Isobe, biólogo da empresa Jardiplan, contratada da Sanepar no processo de resgate de fauna, as abelhas resgatadas são, na maioria, do grupo Meliponini – que são nativas sem ferrão. Também têm sido resgatadas abelhas exóticas, do gênero Apis, além de mamangavas e vespas. “Uma das espécies que tivemos maior número é uma espécie bastante interessante e peculiar, que é a Mirim-Guaçu (Plebeia remota). É uma abelha que poliniza, e as colmeias que encontramos apresentam uma reserva de alimento muito grande, o que para os criadores é algo diferente”, observa.

Ele destaca que é fundamental resgatar as abelhas, especialmente na fase atual de enchimento da barragem, porque elas não abandonam o local de origem. “As abelhas vivem em colmeia, têm um grupo de castas sociais onde elas se organizam, cada uma na sua função. Mesmo que a água suba, elas não vão sair. Então, a gente precisa ir lá retirar o ninho, passar para uma caixa ou retirar em cepo (secção de tronco) e fazer a remoção do local”, afirma.

O método do resgate varia de acordo com a situação. Se a colmeia ficou exposta no momento do corte, é feita a transferência do ninho para uma caixa, que é fechada e remanejada para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS), localizado próximo ao reservatório. Quando a colmeia fica no interior do tronco, toda a estrutura é encaminhada para o centro de triagem. “Nós monitoramos o desenvolvimento delas, se conseguiram se reestruturar, controlar o ataque de forídeos (pequenas moscas) e se conseguiram iniciar o depósito de mel e pólen”, esclarece Isobe.

A maioria das colmeias será destinada para áreas de preservação permanente da represa. O restante será enviado a meliponicultores da bacia do Miringuava para enriquecimento genético dos plantéis, para a Universidade Federal do Paraná (UFPR), para a Embrapa e também para a prefeitura de São José dos Pinhais, que desenvolve um projeto educativo e um meliponário de referência.

ÁGUA PROTEGIDA – Consideradas vitais para o equilíbrio dos ecossistemas, as abelhas participam significativamente na proteção de rios, nascentes e mananciais, promovendo a regeneração natural de florestas e matas ciliares por meio da polinização. “As abelhas cumprem um serviço ecossistêmico imensurável, não tem como calcular. Então, é muito importante que a gente desempenhe esse papel, porque é um patrimônio genético que está aqui, traz uma série de informações importantes e servirá para inúmeras pesquisas e estudos”, acrescenta Hélio. 

JARDINS DE ÁGUA E MEL – Outra iniciativa da Sanepar relativa à proteção de abelhas nativas e que reforça o compromisso com a sustentabilidade ambiental é o Jardim de Água e Mel. O projeto visa a construção de jardins, preferencialmente em ambientes escolares, que abrigam colônias de abelhas nativas sem ferrão, como as espécies mandaçaia e jataí. Nesses espaços, também é estimulado o cultivo de Plantas Alimentícias Não Convencionais (Pancs), flores melíferas e é incentivada a prática de compostagem.

O Jardim de Água e Mel é uma ferramenta de conservação da biodiversidade que contribui para o aumento gradual da população dessas abelhas. Além disso, fortalece a educação ambiental, proporcionando aprendizado por meio do contato direto com a natureza. Desde a implantação do primeiro jardim, em 2021, a Sanepar já entregou 79 jardins compactos, três completos e 37 minimalistas, totalizando 614 colônias de abelhas sem ferrão. Ao todo, a iniciativa já impactou 89.861 pessoas em 32 municípios.

Trabalho de resgate é feito por equipes especializadas e garante a saúde do ecossistema local. Espécies encontradas incluem abelhas nativas sem ferrão, que carregam o material genético único da região

Socioambiental
Mais de 70 colmeias resgatadas são de 15 espécies diferentes de abelhas nativas sem ferrão Mais de 70 colmeias resgatadas são de 15 espécies diferentes de abelhas nativas sem ferrão Mais de 70 colmeias resgatadas são de 15 espécies diferentes de abelhas nativas sem ferrão
As abelhas vivem em colmeia e não abandonam o local de origem, por isso precisam ser resgatadas As abelhas vivem em colmeia e não abandonam o local de origem, por isso precisam ser resgatadas As abelhas vivem em colmeia e não abandonam o local de origem, por isso precisam ser resgatadas
Quando a colmeia fica no interior do tronco, toda a estrutura é encaminhada para o centro de triagem Quando a colmeia fica no interior do tronco, toda a estrutura é encaminhada para o centro de triagem Quando a colmeia fica no interior do tronco, toda a estrutura é encaminhada para o centro de triagem
123 ninhos de vespas e colmeias de abelhas já foram resgatados desde o início do trabalho de resgate de flora e fauna na região do Reservatório Miringuava, em janeiro de 2025 123 ninhos de vespas e colmeias de abelhas já foram resgatados desde o início do trabalho de resgate de flora e fauna na região do Reservatório Miringuava, em janeiro de 2025 123 ninhos de vespas e colmeias de abelhas já foram resgatados desde o início do trabalho de resgate de flora e fauna na região do Reservatório Miringuava, em janeiro de 2025
Mirim-Guaçu (Plebeia remota), foi uma das espécies encontrada em maior número Mirim-Guaçu (Plebeia remota), foi uma das espécies encontrada em maior número Mirim-Guaçu (Plebeia remota), foi uma das espécies encontrada em maior número
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Sanepar, IAT e Consórcio CIBAX firmam compromisso para apoiar plano de manejo da Bacia do Rio Xambrê

Enviado por Glaydson Angel… em

Nessa quarta-feira (01), o diretor-presidente da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Wilson Bley, recebeu Valdete Carlos Oliveira Gonçalves da Cunha, prefeita do município de Pérola e presidente do Consórcio Intermunicipal para Conservação da Biodiversidade das Bacias do Rio Xambre e Piquiri (CIBAX), e Pedro Minoru Inoue, prefeito do município de Cafezal do Sul, em uma reunião para discutir o apoio a elaboração de um plano de manejo para a Bacia do Rio Xambrê. 

O plano de manejo visa estabelecer estratégias, diretrizes e ações para o uso sustentável, conservação e recuperação desta bacia, integrando aspectos socioeconômicos e ambientais e levando em consideração o crescimento da região. O orçamento estimado para a elaboração e execução do plano é de R$ 2,5 milhões. Com aval do diretor-presidente, a Sanepar contribuirá com recursos e apoio na elaboração do projeto. “É uma grande oportunidade para nós. A Sanepar tem um diálogo muito aberto com toda a sociedade e bons projetos precisam ser bem apoiados. Vamos apoiar projeto até o final, trazendo conforto neste uso múltiplo da bacia”, afirmou Bley. 

O diretor-presidente do IAT, Everton Luiz da Costa Souza, fez parte do encontro e ressaltou que este é mais um pacto pela sustentabilidade. “Nós, do IAT, estamos sempre abertos para apoiar iniciativas que melhorem a qualidade ambiental do nosso estado. Mas, principalmente, também dê condição para que possamos desenvolver e colocar todas as regiões com os cuidados ambientais que merecem”, declarou. 

Para a presidente do CIBAX, é fundamental o compromisso dos municípios do consórcio de fazer a sua parte no contexto da sustentabilidade para cuidar da água. “É um dia importante para os municípios do consórcio CIBAX. Trouxemos uma demanda importante e levamos o compromisso de que avançamos em um projeto de sustentabilidade para a região”, disse. 

O prefeito Pedro Minoru destacou que o plano de manejo será importante para a preservação da biodiversidade e para ajudar os moradores a recuperar minas e cuidar das matas ciliares. “Temos que preservar a água que vamos precisar futuramente. Junto com a Sanepar e o IAT vamos criar muitos mais resistência e força para fazer este belo trabalho”, acrescentou. 

Ao final do encontro, foi firmado o compromisso entre a Sanepar, o Instituto Água e Terra - IAT e o CIBAX e nos próximos dias será assinado o protocolo de intenções. 

Da Sanepar, também participaram da reunião o diretor comercial, Bihl Elerian Zanetti, o diretor de Meio Ambiente e Ação Social, Fernando Guedes, a gerente de Recursos Hídricos, Ester Amélia Assis Mendes, o gerente-geral comercial, Sérgio Portela e o gerente de Relação com o Poder Concedente, Anderson Coelho. 

Objetivo é promover o desenvolvimento sustentável da região com ações de conservação e recuperação da bacia

Socioambiental
Reunião da presidência da Sanepar com representantes do Consórcio Intermunicipal para Conservação da Biodiversidade das Bacias do Rio Xambre e Piquiri (CIBAX) Reunião da presidência da Sanepar com representantes do Consórcio Intermunicipal para Conservação da Biodiversidade das Bacias do Rio Xambre e Piquiri (CIBAX) Objetivo é promover o desenvolvimento sustentável da região com ações de conservação e recuperação da bacia
Reunião da presidência da Sanepar com representantes do Consórcio Intermunicipal para Conservação da Biodiversidade das Bacias do Rio Xambre e Piquiri (CIBAX) Reunião da presidência da Sanepar com representantes do Consórcio Intermunicipal para Conservação da Biodiversidade das Bacias do Rio Xambre e Piquiri (CIBAX) Participou do encontro a prefeita do município de Pérola e presidente do CIBAX, Valdete Carlos Oliveira Goncalves da Cunha
Reunião da presidência da Sanepar com representantes do Consórcio Intermunicipal para Conservação da Biodiversidade das Bacias do Rio Xambre e Piquiri (CIBAX) Reunião da presidência da Sanepar com representantes do Consórcio Intermunicipal para Conservação da Biodiversidade das Bacias do Rio Xambre e Piquiri (CIBAX) Encontro reuniu representantes da Sanepar, do IAT e do Consórcio Intermunicipal CIBAX
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Sanepar celebra 333 anos de Curitiba com ações de sustentabilidade e educação ambiental no Parque Barigui

Enviado por Chelsea Karina… em

O sol brilhou no último domingo (29) para celebrar os 333 anos de Curitiba. No Parque Barigui, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) integrou as festividades da capital com uma programação especial na Feira de Sustentabilidade. Realizado nos dias 28 e 29, em frente ao Complexo IMAP, o evento também homenageou o Dia Mundial da Água.

A Estação Sanepar ofereceu ao público jogos temáticos, interações virtuais e maquetes de saneamento rural. Para garantir o bem-estar dos visitantes, uma tenda de hidratação distribuiu copos de água durante a feira.

O engenheiro civil Bruno Sehaber, de 33 anos, participou das atividades e destacou a importância da conscientização. “É positivo entender o processo de tratamento de água e esgoto, pois enfrentamos desafios técnicos que nem todos conhecem. Diferente de outros países, nossa infraestrutura ainda não permite descartar papel na tubulação, mas estamos expandindo. Educar a população é essencial para o tratamento adequado e uma melhor experiência do usuário”. 

As ações atenderam desde o público infantil, com as mascotes Sane e Aqualino, até visitantes como Francisco Zorzo, de 67 anos, que conheceu detalhes do ciclo "do rio ao rio". “Essas ações são fundamentais para a saúde pública. No meu dia a dia no condomínio, é gratificante saber que a água recebida é tratada e que o esgoto descartado recebe o devido cuidado antes de retornar ao meio ambiente”, enfatizou Zorzo.

A iniciativa foi realizada em parceria com a Prefeitura Municipal de Curitiba e outras instituições que promovem a preservação ambiental.

Companhia promove educação ambiental e reforça a importância do tratamento de água e esgoto para a saúde dos curitibanos

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Feira Sustentabilidade Feira Sustentabilidade
Feira Sustentabilidade Feira Sustentabilidade O engenheiro civil Bruno Sehaber, de 33 anos, participou das atividades e destacou a importância da conscientização
Feira Sustentabilidade Feira Sustentabilidade Francisco Zorzo, de 67 anos, conheceu detalhes do ciclo "do rio ao rio"
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Curitiba
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Ações em Toledo pelo Dia Mundial da Água encerram com monitoramento do Rio Marreco

Enviado por Monica Venson em

 Um grupo de empregados da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) suspendeu as atividades rotineiras nesta quinta-feira (26) para integrar o projeto “Rio Com Vida”. A ação marcou o encerramento do ciclo de monitoramento ambiental em comemoração ao Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março. Ao todo, 11 profissionais percorreram a região da nascente do Rio Marreco, no Jardim Gisela, em Toledo. Durante a atividade, foi aplicado o Protocolo de Avaliação Rápida de Rios (PAR), que consiste em uma análise visual do leito da sanga e da vegetação ripária, a mata ciliar presente nas margens. Segundo Andreia Maria de Souza Martins Cabral, representante da Sanepar no projeto, a Companhia também atua com vistorias e fiscalizações para coibir o despejo irregular de esgoto. “A Sanepar é parceira da Prefeitura de Toledo com a convicção de que a união de forças alcança resultados positivos para a preservação ambiental”, destaca. 

DIAGNÓSTICO POSITIVO - A agente de suporte operacional Carina Ferreira Kleinschmitt, que participou da inspeção, classificou os resultados como satisfatórios. “Nos três trechos analisados, os indicadores apontam para condições naturais. Embora o impacto urbano cause assoreamento e erosão, notamos evolução na recuperação da mata ciliar e na redução do descarte de lixo em comparação a anos anteriores”, pontuou. O diagnóstico servirá como base técnica para futuras ações de recuperação ambiental na parte alta da microbacia do Rio Marreco, um dos cursos d’água mais importantes do município. 

MONITORAMENTO PARTICIPATIVO - As atividades tiveram início no dia 16 de março, abrangendo também as sangas Panambi, Cerro Corá e Jacutinga. O "Rio Com Vida" é uma iniciativa socioambiental que utiliza o monitoramento participativo para sensibilizar a comunidade. De acordo com a bióloga da Secretaria do Meio Ambiente de Toledo, Lilian Queli Cardoso, o objetivo é fazer com que as pessoas olhem para o rio de forma crítica. “A partir dessa avaliação simples e visual, buscamos melhorar o ambiente aquático e conscientizar a população sobre a situação dos nossos recursos hídricos”, explica. 

REDE DE COOPERAÇÃO - Para viabilizar a programação, a Secretaria do Meio Ambiente mobilizou uma ampla rede de apoio. Além da Sanepar, também colaboraram as pastas municipais de Educação, Saúde, Cultura, Infraestrutura, Serviços Públicos e Comunicação. A iniciativa conta ainda com o suporte institucional de órgãos como Itaipu Binacional, IDR-PR, IAT e do Núcleo Regional de Educação. O setor acadêmico e escolar marcou presença com representantes da Unioeste, Unipar, PUCPR, Faculdade Donaduzzi, UTFPR (mantenedora da Usina do Conhecimento), colégio Funet e as escolas estaduais Castelo Branco (Premen), Jardim Gisela, Novo Horizonte e Galdino de Lima. A empresa Aqua Paraná e o Allmayer Supermercados também integraram a parceria.

Ações desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente integram o projeto “Rio Com Vida”, em que empregados da Sanepar avaliaram as condições de trechos urbanos da microbacia do Rio Marreco, nesta quinta-feira (26)

Socioambiental
Empregados com pranchetas analisam condição do rio Empregados com pranchetas analisam condição do rio Diagnóstico das condições dos rios urbanos de Toledo contribui para melhorar o ambiente aquático e conscientizar população sobre recursos hídricos.
Empregados analisam condições do rio Empregados analisam condições do rio Diagnóstico das condições dos rios urbanos de Toledo contribui para melhorar o ambiente aquático e conscientizar população sobre recursos hídricos.
Empregado analisa condição do rio Empregado analisa condição do rio Diagnóstico das condições dos rios urbanos de Toledo contribui para melhorar o ambiente aquático e conscientizar população sobre recursos hídricos.
Equipe da Sanepar fez avaliação na região da nascente do Rio Marreco, em Toledo Equipe da Sanepar fez avaliação na região da nascente do Rio Marreco, em Toledo Equipe da Sanepar fez avaliação na região da nascente do Rio Marreco, em Toledo
Toledo
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Sanepar mobiliza 350 voluntários em mutirão de limpeza de rios no Paraná

Enviado por Glaydson Angel… em

Na manhã deste sábado (21), cerca de 350 voluntários da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) participaram de mutirões de limpeza de rios em 11 cidades do Paraná. A ação celebra o Dia Mundial da Água, comemorado no 22 de março, e tem como objetivo central conscientizar a população sobre a importância vital de proteger os mananciais que garantem o abastecimento público.

A operadora Edna de Souza Silva, que trabalha há quase 15 anos na Estação de Tratamento de Água (ETA) Iguaçu, trocou o descanso do sábado pelo trabalho no mutirão de limpeza. "É difícil, o sábado é corrido, mas tirar esse tempo é fundamental. Cada tampinha ou saquinho de bolacha que tiramos faz a diferença lá na frente, no tratamento da água", disse Edna. 

Em Londrina, o técnico em logística da Sanepar, Wendel Barros de Amorim, participou da limpeza do Córrego Barreiro. Ele conta que, em um pequeno trecho, os voluntários encontraram todo tipo de lixo. “Aqui em um trecho de 20 metros quadrados já retiramos muita roupa, calçados, vidro, garrafas pets, muitas delas que devem ter sido arrastadas pela chuva até este local. Por isso a importância do descarte correto do lixo”, lembrou Amorim. 

Além de Curitiba e Londrina, a ação de limpeza aconteceu em Apucarana, Cambará, Campo Mourão, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Pato Branco, Jacarezinho, Guarapuava e Ponta Grossa. Em todos os pontos de coleta, o sentimento era de dever cumprido. 

O engenheiro Atieri Ferreira Zatoni, com 16 anos de casa, participou pela primeira vez e destacou a conexão entre o trabalho técnico e a ação socioambiental. Com larga experiência na manutenção de redes, Atieri conhece de perto os danos causados pelo lixo. "Na coleta de esgoto, vemos o descaso. O lixo causa obstruções e extravasamentos em dias de chuva. Precisamos colaborar para viver em harmonia com a natureza, pois todos somos clientes e precisamos dessa água", explica. 

Para Lucilene Costa, coordenadora do Programa de Voluntariado Corporativo da Sanepar, a adesão massiva reflete a cultura da empresa. "Essa marca de participação é um testemunho da nossa força coletiva em transformar a realidade dos nossos recursos hídricos. Ver o nosso time envolvido nessa ação reflete o verdadeiro espírito sanepariano", destaca.

A união de esforços também foi celebrada por Gislaine Ceschim, presidente do Rotary Club Corporativo Sanepar, que também participou da ação. "Entregamos à população mais do que um ambiente limpo: entregamos consciência, esperança e realização", afirma.

Sustentabilidade - A Sanepar reforça que essas ações de educação ambiental são pilares permanentes da Companhia. Ao minimizar os impactos da poluição e do descarte inadequado de resíduos, a empresa busca garantir a sustentabilidade dos mananciais para as futuras gerações paranaenses.

A operadora Edna lembra que a água precisa percorrer um longo caminho até chegar nas casas de milhões de paranaenses. “É preciso valorizar a água. Quando você abre a torneira, nem imagina todo processo que a água passou, desde o rio até o tratamento. Então valorize a água. Você cuidando aqui na ponta, lá no final vai ser uma água maravilhosa”, celebra.  

Ação celebra o Dia Mundial da Água, comemorado no 22 de março, e tem como objetivo conscientizar a população

Socioambiental
Voluntários da Sanepar limpando as margens do Rio Belém Voluntários da Sanepar limpando as margens do Rio Belém Cerca de 350 voluntários da Sanepar participaram de mutirões de limpeza de rios em 11 cidades do Paraná
Voluntários da Sanepar limpando as margens do Rio Belém Voluntários da Sanepar limpando as margens do Rio Belém Cerca de 350 voluntários da Sanepar participaram de mutirões de limpeza de rios em 11 cidades do Paraná
Voluntários da Sanepar limpando as margens do Rio Belém Voluntários da Sanepar limpando as margens do Rio Belém Cerca de 350 voluntários da Sanepar participaram de mutirões de limpeza de rios em 11 cidades do Paraná
Equipe de voluntários da Sanepar limpando rios no Paraná Equipe de voluntários da Sanepar limpando rios no Paraná
Equipe de voluntários da Sanepar limpando rios no Paraná Equipe de voluntários da Sanepar limpando rios no Paraná
Equipe de voluntários da Sanepar limpando rios no Paraná Equipe de voluntários da Sanepar limpando rios no Paraná
Equipe de voluntário em limpeza dos rio no Paraná Equipe de voluntário em limpeza dos rio no Paraná
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Com apoio da Sanepar, Ilha das Cobras recebe Escola do Mar no Litoral

Enviado por Monica Venson em

A reforma do Parque Estadual Ilha das Cobras, antiga residência oficial de veraneio do Governo do Paraná, foi entregue neste sábado (14). O espaço agora sedia a Escola do Mar, um centro dedicado ao ensino de gastronomia, turismo e preservação ambiental.

O investimento total de R$ 10 milhões foi viabilizado pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), Secretaria da Educação (Seed), Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e Copel. Os recursos custearam a adequação das edificações, novas instalações elétricas, saneamento básico e o mobiliário pedagógico. 

Para o governador Carlos Massa Ratinho Junior, a entrega é um marco simbólico que reflete a visão inovadora da gestão. “A 'Ilha da Mordomia' se transforma, a partir de hoje, na Escola do Mar. Um lugar que era de descanso de governadores passa a ser um local de oportunidade para centenas de alunos, que poderão se tornar chefs de cozinha ou empreender no setor de pousadas”, destacou.

A Sanepar é parceira do investimento na estrutura com um aporte de R$ 1,1 milhão. “Essa grande parceria tornou possível trazer novas tecnologias para o Litoral. São dois projetos piloto com a instalação de uma unidade de dessalinização que é a primeira da Sanepar e talvez seja o futuro do abastecimento de água no Litoral do Paraná. Também implantamos o sistema de tratamento de esgoto através de wetlands, que é um sistema de tratamento com solução baseada na natureza” afirma o presidente da Sanepar, Wilson Bley. 

A estrutura implantada pela Companhia incluiu a perfuração de dois poços com instalação de equipamentos de dessalinização da água, garantindo assim água potável de qualidade para turistas, estudantes e visitantes. Um sistema ecológico de tratamento de esgoto com zona de raízes, que tem alta eficiência de depuração e é considerado um tratamento ecológico. 

As intervenções garantem o recebimento seguro de visitantes, fortalecendo o uso público sustentável da unidade. Para viabilizar a operação, serão contratados gestores, recepcionistas e vigias florestais. 

Por ser um importante berçário da fauna local, a visitação será controlada mediante agendamento e gerida pelo Instituto Água e Terra (IAT). Uma equipe de 10 profissionais ficará responsável pelas atividades educativas, pesquisas científicas e a condução dos treinamentos.

 “É nossa obrigação manter esse patrimônio preservado e, ao mesmo tempo, torná-lo um potencializador da economia e da educação. Concluímos a infraestrutura. Agora, vamos viabilizar um modelo de gestão, seja compartilhada ou por concessão, unindo capacitação e turismo”, esclareceu o diretor-presidente do IAT, Everton da Costa Souza.

Com a reforma do Parque Estadual Ilha das Cobras, a antiga residência oficial de veraneio do Governo do Paraná agora sedia um centro dedicado ao ensino de gastronomia, turismo e preservação ambiental

Socioambiental
alunos comemoram escola do mar alunos comemoram escola do mar Com apoio da Sanepar, Ilha das Cobras recebe Escola do Mar
Escola do Mar na Ilha das Cobras Escola do Mar na Ilha das Cobras
Ilha das Cobras, mostrando Escola do Mar Ilha das Cobras, mostrando Escola do Mar
Paranaguá
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Sanepar abre inscrições para evento sobre mulher e saneamento

Enviado por Glaydson Angel… em

Estão abertas as inscrições para o evento “ODS em pauta” que vai tratar do tema "Água e Gênero" no dia 20 de março, a partir das 14 horas. O webinar é gratuito, fornece certificado de participação, terá com transmissão via internet e é aberto ao público, que pode fazer sua inscrição até o dia 17 pelo formulário  https://forms.gle/nddHW62JHxmSHkKZ9.  O link para participação no webinar chegará no e-mail registrado na inscrição no dia 20, pela manhã. O nome inscrito será utilizado para a geração do certificado. 

A atividade é promovida pela Companhia de Saneamento do Paraná e faz parte das comemorações do Dia Internacional da Mulher (08/3) e do Dia Mundial da Água (22/3). Esta edição contará com as palestras de Andrea Fontes, doutoranda em Saneamento e gestora de Educação Socioambiental na Sanepar, e de Cintia Torquetto, gerente de Relações Institucionais e Comunicação do Instituto Trata Brasil, além de ser presidente voluntária da Infra Women Brazil, organização dedicada a ampliar a presença feminina no setor de infraestrutura.   

O diretor de Meio Ambiente da Sanepar em exercício, Bihl Zanetti, explica que o webinar “ODS em Pauta” é um evento tradicional na Sanepar e que, normalmente, ocorre apenas de modo interno. "Porém, diante da relevância do assunto e do apoio da Trata Brasil, ele será realizado de modo aberto. Ambas as palestrantes são profissionais dedicadas ao saneamento e podem contribuir, compartilhando os seus conhecimentos e as suas experiências de um modo muito abrangente tanto para o fortalecimento do setor quanto para a compreensão da importância da mulher no saneamento”, detalha Bihl.  

ATIVIDADE – O webinar “ODS em Pauta” foi criado durante a pandemia de Covid 19 por empregados da área ambiental da Sanepar. O evento está em sua 50.a edição e ocorre de fevereiro a dezembro, sempre tratando de temas relacionados ao saneamento, com algumas edições abertas ao público e outras destinadas apenas a empregados da Sanepar.

Gratuito e online, evento dá certificado de participação e conta com profissionais da Sanepar e do Trata Brasil

Socioambiental
Cartaz para inscrições em evento online Cartaz para inscrições em evento online
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Sanepar resgatou cerca de 2 mil animais desde o início do enchimento do Reservatório Miringuava

Enviado por Carla Bastos Dias em

Com o fechamento das comportas do Reservatório Miringuava, em São José dos Pinhais, no início de janeiro, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) já resgatou cerca de 2 mil animais silvestres com ajuda de embarcações. Uma força-tarefa composta por biólogos, veterinários e técnicos percorre as ilhas formadas com o enchimento para retirar animais que ficaram isolados. O total de resgates diários triplicou na comparação com o início dos trabalhos de preparação do reservatório. 

O resgate faz parte do plano de sustentabilidade da obra. O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, afirma que a Companhia atua com responsabilidade para garantir o abastecimento e, ao mesmo tempo, contribuir para a preservação ambiental. “Uma estrutura como essa, que terá capacidade de reservar 38,2 bilhões de litros de água, inevitavelmente causa impactos e trabalhamos para minimizá-los ao máximo em todas as etapas”, declara. 

Desde o início do programa de resgate e afugentamento, na fase de supressão vegetal, aproximadamente 7,8 mil animais já foram retirados ou afastados. “Com a água subindo, conseguimos ter uma visão melhor dos animais, porque eles vão para a borda ou ficam presos na ilha. Muitos deles não conseguem sobreviver sem um ponto de apoio terrestre e aí que entra o resgate”, explica Bruno Nadalin, coordenador de campo da empresa Jardiplan, parceira da Sanepar no processo de resgate.  

Nos salvamentos embarcados, 90% dos animais são do grupo de hepertofauna, composto por anfíbios e répteis.  Apesar de menores no tamanho, eles são fundamentais para toda a cadeia alimentar. “Os animais pequenos servem para controlar insetos, pragas e servem como alimento de animais. Ao negligenciar um grupo trófico de menor escala, você acaba a longo prazo impactando os grupos maiores até chegar nos animais de grande porte, como os mamíferos”, esclarece Nadalin. 

CUIDADO - Após a captura é feita uma avaliação clínica dos animais. Os que estiverem em plenas condições para voltar ao meio ambiente, são soltos em áreas selecionadas para evitar o risco de voltarem aos locais que serão alagados. Caso o animal tenha algum problema de saúde, a veterinária do Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) fará a avaliação e iniciará o tratamento. Se necessário, é feito o encaminhamento para clínicas veterinárias conveniadas. 

O biólogo Gilson Maruno, da Gerência de Gestão Ambiental da Sanepar, ressalta que a prioridade é a soltura dos animais em áreas seguras, com condições ambientais semelhantes às da própria região do reservatório. “Essa é a preocupação da Companhia com a questão ambiental e preservação da biodiversidade local, mantendo os animais que são resgatados dentro do ecossistema da região do Miringuava”, pontua. 

VANGUARDA – Para compensar o espaço utilizado pela barragem, a Sanepar criou um corredor de biodiversidade de 7 milhões de metros quadrados, área 62% superior à utilizada para a reservação de água. 

Segundo Sergio Augusto Morato, coordenador geral do projeto pela Jardiplan, a Sanepar foi pioneira ao iniciar a restauração ambiental do Reservatório Miringuava antes da formação do lago, prática atípica em obras hídricas. “É um modelo que a comunidade científica exigia que fosse desenvolvido e a Sanepar vem atender exatamente nessa perspectiva”, ressalta.

Com a recuperação da vegetação e a introdução de animais neste novo habitat, a Companhia previne impactos sobre ecossistemas naturais já estruturados. “Hoje, praticamente toda a margem do reservatório está com vegetação, então o risco de perder os animais resgatados é minimizado. É um grande ganho ambiental”, acrescenta Morato.

RESERVATÓRIO DE ÁGUA - – A área a ser alagada é de 4,3 milhões m², o equivalente a 602 campos de futebol. Considerando um regime de chuvas dentro da estimativa, o prazo para que a represa esteja completamente cheia é de, no mínimo, nove meses.

A barragem foi construída para atender 650 mil pessoas diretamente e fortalecer o sistema de abastecimento de 3,5 milhões de habitantes da Região Metropolitana, suprindo a demanda dos bairros Caximba, CIC, Ganchinho, Tatuquara, Umbará e Sítio Cercado, em Curitiba; e as cidades de Araucária, Fazenda Rio Grande e São José dos Pinhais. 

O Reservatório Miringuava vai ampliar em 25% a reservação de água do Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba (SAIC), que é formado pelos reservatórios Iraí, Passaúna, Piraquara I e Piraquara II. Com o aumento da água reservada, a Estação de Tratamento de Água (ETA) Miringuava dobrará sua capacidade de tratamento, saltando de 1.000 para 2.000 litros de água por segundo. 

 

Equipes embarcadas percorrem o lago para salvar animais que ficaram nas ilhas formadas pelo avanço da água, sendo que 90% são anfíbios ou répteis

Socioambiental
Total de resgates diários triplicou após o início do enchimento na comparação com a fase de preparação do reservatório Total de resgates diários triplicou após o início do enchimento na comparação com a fase de preparação do reservatório Total de resgates diários triplicou após o início do enchimento na comparação com a fase de preparação do reservatório
90% dos animais resgatados com os barcos são do grupo de hepertofauna, composto por anfíbios e répteis 90% dos animais resgatados com os barcos são do grupo de hepertofauna, composto por anfíbios e répteis 90% dos animais resgatados com os barcos são do grupo de hepertofauna, composto por anfíbios e répteis
Cerca de 2 mil animais silvestres já foram resgatados com ajuda de embarcações Cerca de 2 mil animais silvestres já foram resgatados com ajuda de embarcações Cerca de 2 mil animais silvestres já foram resgatados com ajuda de embarcações
Equipes multidisciplinares percorrem o lago com barcos para resgatar animais silvestres Equipes multidisciplinares percorrem o lago com barcos para resgatar animais silvestres Equipes multidisciplinares percorrem o lago com barcos para resgatar animais silvestres
Reservatório Miringuava vai ampliar em 25% a reservação de água do Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba (SAIC) Reservatório Miringuava vai ampliar em 25% a reservação de água do Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba (SAIC) Reservatório Miringuava vai ampliar em 25% a reservação de água do Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba (SAIC)
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Educação ambiental itinerante: Estação Sanepar percorre o Paraná na volta às aulas

Enviado por Emanuele Campo… em

O mês de fevereiro marca o início de uma jornada de conhecimento e sustentabilidade para milhares de alunos paranaenses na volta às aulas. A Estação Sanepar, projeto de educação ambiental da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), já está na estrada rumo a diversas cidades do estado, levando interatividade, tecnologia e conscientização sobre água, saneamento, consumo consciente e preservação ambiental.

Em dois anos, o projeto deve abranger em torno de 230 mil estudantes em 185 municípios paranaenses. Somente neste mês, a Sanepar estima alcançar mais de 9 mil alunos em 33 escolas da rede pública de ensino, em dez municípios. 

Por meio de unidades móveis, os alunos participam de jogos virtuais educativos e interagem com as mascotes Aqualino e Sane, a heroína da água. Além disso, maquetes e jogos de tabuleiro gigantes ajudam a demonstrar, de forma prática, como funciona a captação, o tratamento e a distribuição da água, e ainda os processos de coleta e tratamento de esgoto.

Para a Sanepar, o objetivo do trabalho vai além da sala de aula. Ao entenderem o funcionamento do saneamento básico, os alunos tornam-se multiplicadores das boas práticas de sustentabilidade ambiental. "A Estação Sanepar transforma conceitos técnicos em vivências práticas. Quando a criança entende de onde vem a água e para onde vai o esgoto, ela passa a valorizar o meio ambiente de forma definitiva", destaca a gerente de Desenvolvimento Socioambiental da Sanepar, Palloma de Felix Milczewski Costa.

Em cada município, a Estação Sanepar conta com o apoio das Prefeituras e das Secretarias Municipais de Educação. "Essa união de esforços garante que o conteúdo chegue à comunidade escolar de forma organizada e eficiente, transformando cada aluno em um multiplicador de boas práticas ambientais na escola, na família e na comunidade", reforça.

AGENDA - Dividido em três lotes, o projeto consegue atender simultaneamente diferentes regiões. Em fevereiro, a Estação Sanepar estará presente nas cidades de Matinhos, Quedas do Iguaçu, Laranjal, Ventania, São Manoel do Paraná, São João do Caiuá, Cidade Gaúcha, Paraíso do Norte e Nova Londrina. 

Os 209 alunos da Escola Municipal Castelo Branco, em Quedas do Iguaçu, receberam com entusiasmo a Estação Sanepar, no início do mês. Para a diretora Paula Maria Laskoski Hermes, as atividades foram um diferencial neste início de ano letivo. “É um projeto fantástico, com pessoal muito bem preparado e dinâmico. Abordaram questões de grande valia para nossas crianças, focando na preservação da água, no acesso, no processo de tratamento e no uso consciente da água. As crianças amaram e toda a equipe também”, conta.

A diretora da Escola Municipal Araucária, Eliete Aparecida da Rocha, também de Quedas do Iguaçu, considera que o projeto pedagógico Estação Sanepar foi de grande relevância para a comunidade escolar, com a participação de 115 estudantes. Ela conta que os alunos demonstraram interesse e curiosidade, realizando perguntas, interagindo e compartilhando experiências sobre o consumo de água em suas casas. “A apresentação foi conduzida de forma clara, didática e adequada à faixa etária dos estudantes, favorecendo a compreensão e a participação ativa de todos. A abordagem prática e contextualizada contribuiu para ampliar a conscientização quanto à importância da preservação dos recursos hídricos e do cuidado com o meio ambiente”, conclui.

O projeto Estação Sanepar está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), garantindo que a diversão caminhe lado a lado com o conteúdo pedagógico.

Companhia leva projeto a escolas do estado, transformando o aprendizado sobre saneamento em uma experiência interativa e divertida

Socioambiental
quedas do iguaçu - estação sanepar volta as aulas quedas do iguaçu - estação sanepar volta as aulas
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Sanepar retira 35 mil bitucas e alerta para lixo no Carnaval

Enviado por Adriana Brum em

O conteúdo de dois carrinhos de mão cheios não foi suficiente para comportar os milhares de bitucas recolhidas em apenas seis dias nas areias das praias do Paraná. Ao todo, foram 17,4 quilos de pontas de cigarro coletadas, uma por uma, por trabalhadores da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).

O volume equivale a pelo menos 35 mil pontas de cigarro descartadas indevidamente na beira-mar (estimando-se um peso máximo de 0,5 grama por unidade). A quantia representa apenas 1,3% das 257 toneladas de entulho já recolhidos pelas equipes nesta temporada, mas é um produto com alto potencial de toxicidade à água do mar e risco de engasgamento de animais.

“Foi uma brincadeira que propusemos, a de saber qual equipe somaria mais bitucas, com um objetivo maior: o de passar a mensagem para o veranista de que praia não é cinzeiro e que o local desses restos de cigarro não é na areia”, explica o gestor de educação socioambiental da Sanepar, Guilherme Zavataro.

CONSCIENTIZAÇÃO DOS FOLIÕES – A pesagem das bitucas recolhidas desde o último sábado (7) foi feita na manhã desta sexta-feira (13), nas areias da Praia Brava de Caiobá (Matinhos).

A data foi escolhida a dedo: véspera do início do Carnaval, período em que milhares de foliões descem a Serra do Mar para festejar no litoral do Paraná e em que a quantia de lixo “esquecido” nas praias aumenta, especialmente as garrafas vazias e restos de cigarro.

RISCO AMBIENTAL – A escolha do produto a ser separado para a gincana entre os trabalhadores também foi intencional: uma bituca de cigarro não pesa mais que 0,5 grama, mas pode contaminar quase 70 litros de água do mar.

Os 17,4 quilos recolhidos foram entregues à Associação de Coletores de Pontal do Paraná (Ancoresp), que realiza a separação e a comercialização de materiais recicláveis e vai encaminhar o material a uma empresa recicladora.

Muitos dos trabalhadores que participaram do evento da pesagem se surpreenderam com a quantidade encontrada em menos de uma semana.

“Na minha cabeça, pelo pouco tempo em que separamos as pontas de cigarro, não achei que íamos juntar tanto”, disse Adriana Aparecida de Oliveira, de 58 anos, que faz a limpeza da praia em Caiobá.

COMO FAZER SUA PARTE – Em seu primeiro ano de trabalho na limpeza das praias, Adriana contou que recolher e separar os filtros de cigarro descartados não foi tarefa fácil. Cada um deles exigiu bastante esforço físico repetitivo.

“Ajudaria bastante se cada um já trouxesse sua sacolinha de lixo ou uma latinha para levar para casa e destinar corretamente. Nossas praias são tão bonitas, vamos todos contribuir para mantê-las limpas por mais tempo”, disse a trabalhadora, que contou já ter visto uma tartaruga morta na praia, engasgada por lixo deixado na areia.

O volume equivale a 17,4 quilos e representa apenas 1,3% das 257 toneladas de entulho recolhidas à beira-mar em 55 dias pelas equipes da Sanepar, mas aponta um risco para o meio ambiente e para as pessoas

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