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Sanepar encontra irregularidades em 37% dos imóveis vistoriados no Litoral

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realizou 2.335 vistorias técnico-operacionais (VTO) em imóveis de veraneio em Matinhos e Pontal do Paraná, no Litoral do estado, entre janeiro e março deste ano. O objetivo é identificar se os imóveis estão corretamente conectados à rede coletora de esgoto. Nessa amostra, foram encontradas irregularidades em 875 residências, o que representa 37%. 

A medida faz parte das ações de proteção das águas no Litoral e acontecem ao longo de todo o ano, com reforço no verão. Para o início da temporada 2026, a estratégia das equipes de vistoria foi realizar testes para verificar a quantidade de oxigênio na água de canais localizados na área urbana. Foram escolhidas para vistorias, as áreas que apresentaram baixos índices de oxigênio. 

Durante as visitas os clientes recebem orientações detalhadas sobre a correta interligação do seu esgoto à rede coletora da Sanepar. Se o problema não for solucionado em 30 dias, a Sanepar pode emitir multa chamada de sanção pecuniária, que é um cálculo feito em cima da média de consumo dos últimos cinco meses. 

"Nosso objetivo foi aproveitar a presença dos veranistas para realizar não apenas a vistoria técnica, mas um trabalho de educação ambiental direto", afirma o gestor da área de vistorias técnico-operacionais da Sanepar, Fábio Daia dos Santos Zuza. 

A quantidade de imóveis fechados é um dos desafios enfrentados pelas equipes. Nestes casos, comunicados oficiais, com contatos da equipe, são deixados nas residências para possibilitar o agendamento prévio da vistoria. Também é possível agendar pelo 0800 200 0115 ou em uma das centrais de atendimento da Sanepar. 

ANÁLISES NO LITORAL - Para verificar especificamente as mudanças nos mananciais do Litoral durante a temporada, período de maior concentração de pessoas na região, a Sanepar faz uma série de análises de qualidade, com coletas de dezembro a abril.  São estudos feitos nas áreas de captações de água direcionadas para as estações de tratamento e ao longo dos canais que chegam ao mar. No total, 16 pontos foram avaliados.

Entre os parâmetros analisados estão pH, quantidade de sólidos dissolvidos, salinidade, oxigênio dissolvido e análise de microbiologia. Os resultados da campanha 2025/2026 apontam aumento nos níveis de microrganismos que podem indicar lançamento irregular de esgoto, mau uso do solo, presença de fertilizantes ou dejetos de animais. 

ÁGUA TRATADA - De acordo com a geóloga da Gerência de Recursos Hídricos da Sanepar, Eduarda Lopes Postol, as bacias hidrográficas utilizadas como captações pela Companhia são preservadas por estarem mais distantes do ambiente urbano, o que contribui para a redução dos riscos de contaminação. 

“Assim que a água adentra a Estação de Tratamento de Água (ETA) são removidos os compostos orgânicos e atendidos os padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação. Por isso, a água de consumo tratada pela Sanepar não apresenta riscos de contaminação. Em sua fonte, ela apresenta os melhores padrões biológicos e ainda passará por etapas de desinfecção antes da distribuição”, ressalta. 

ESGOTO IRREGULAR - Já os canais que não são utilizados para abastecimento público, apresentaram altos valores de contagem de microrganismos ao longo de todos os meses de análise. “Os altos valores de fósforo encontrados indicam a contaminação do corpo hídrico por despejo de esgoto não tratado, provenientes de ligações irregulares”, explica a geóloga. 

REFLEXOS - O reflexo das irregularidades nas bacias é alteração dos padrões e quando a água bruta do rio se mistura com o mar, pode se tornar um vetor de contaminação nos momentos de lazer e recreação. 

Fábio afirma que a interligação correta na rede coletora de esgoto é essencial neste contexto. Além de evitar o extravasamento de esgoto nas ruas, protege o lençol freático e contribui para a balneabilidade das praias, refletindo diretamente na saúde pública e na preservação do meio ambiente. 

Eduarda observa que os resultados das análises auxiliam a Companhia na tomada de decisões sobre adoção de estratégias para cuidar da água e do meio ambiente e melhorar a qualidade dos mananciais em todo o percurso até chegar no mar. “Todo o manancial tem que estar saudável e conservado para termos uma água boa e de qualidade”. 

Além de ações educativas sobre a importância de interligar o esgoto na rede coletora e das vistorias técnico-operacionais, a Sanepar também tem outras iniciativas, como a implantação de parques lineares em áreas degradadas. No Litoral, está em fase de contratação a execução de um parque linear em Pontal do Paraná. 

A empresa vistoriou 2.335 imóveis de veraneio entre janeiro e março deste ano em Matinhos e Pontal do Paraná. Sem conexão com a rede coletora, o esgoto contamina rios, canais e olhos d’água, conforme aponta análises da Companhia

Esgoto
Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral
Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná
Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná
Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná
Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná
Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral
Matinhos
Pontal do Paraná
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Sanepar desenvolve alternativa versátil e de menor custo para monitorar a qualidade da água

Enviado por Glaydson Angel… em

Monitorar a qualidade da água de forma constante e eficiente é um dos compromissos da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), que já conta com várias alternativas modernas oferecidas pelo mercado. Internamente, a Companhia também busca desenvolver soluções que ajudem a ampliar seu complexo sistema de monitoramento. Uma das mais recentes alternativas em teste é a Estação Remota, uma opção versátil e com custos mais acessíveis para cumprir esta missão.

O sistema desenvolvido por empregados da Sanepar é formado por uma sonda acoplada a uma estrutura flutuante. O equipamento, em contato com a água, faz o monitoramento de diversos parâmetros em tempo real e salva os dados em uma espécie de pequeno laboratório, também acoplado ao flutuante. Além de saber a qualidade da água do corpo hídrico, os parâmetros permitem fazer ajustes no tratamento de água ou de esgoto, principais atividades da Companhia.

VERSATILIDADE - Atualmente, os principais equipamentos usados pela Sanepar são fixos, com estruturas instaladas, principalmente, nas Estações de Tratamento de Água. A intenção desta nova solução não é substituir estes equipamentos, mas ser um complemento deste sistema. 

“Como ele é um equipamento menor e móvel, podemos usar para monitorar outros trechos do corpo hídrico que habitualmente não seriam monitorados por estas estruturas fixas. Isso ajudaria a ter uma visão mais completa da qualidade da água de um rio, por exemplo, e não apenas nos trechos mais próximos da captação”, explica Rafael Francis Leite, que atua na Gerência de Pesquisa e Inovação da Sanepar e desenvolveu a Estação Remota.

“Essa Estação também pode ser levada para analisar pontos mais remotos, que dificilmente poderiam ser analisados com estruturas maiores. Ela também pode ser usada para investigar se alguém está fazendo um despejo irregular de esgoto no rio, por exemplo, sem a necessidade de instalação de uma estrutura complexa”, destaca Leite. 

CUSTO MENOR - A versatilidade do equipamento, com uma única sonda podendo ser usada em diferentes ocasiões, é justamente um dos pontos que lhe confere o rótulo de uma alternativa mais barata para o monitoramento da qualidade da água. “Como não há a necessidade de fazer grandes obras para usar o equipamento, o custo do monitoramento é reduzido”, explica Leite.

Outro fator que contribui para a redução dos investimentos é a estrutura do flutuante. A alternativa desenvolvida pela Sanepar usa tubos de PVC para substituir boias industriais. O custo para montar o equipamento, em formato de “H”, é estimado em menos de R$ 1 mil, enquanto um flutuante pronto varia entre R$ 8 mil a R$ 25 mil, a depender do modelo.

Os modelos usados para os testes atuais, feitos nas estruturas internas da Sanepar, foram fabricados com sobras de tubos de PVC usados em outros projetos da Companhia. Segundo o pesquisador, essa é uma alternativa sustentável, por reaproveitar materiais que seriam descartados, o que também pode contribuir para a redução do custo final do monitoramento.

Outra redução de custo possível está relacionada ao que fazer com os resultados obtidos com a Estação Remota de monitoramento. “Você pode analisar uma parte específica dentro do tratamento e vai poder fazer a modelagem desse ponto, o que pode permitir que você reduza, em determinados horários, os gastos com produtos químicos ou mesmo com energia para abastecer equipamentos”, explica Leite.

INCENTIVO À INOVAÇÃO - Para o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, este tipo de iniciativa, que surge de pesquisas desenvolvidas internamente, reforça o espírito inovador da Companhia. “A Sanepar é uma empresa inovadora por natureza e iniciativas como esta traduzem este espírito da empresa. Temos um ambiente que incentiva a todo momento que os nossos empregados desenvolvam suas ideias para aprimorar processos”, destaca Bley.

PARCERIA ACADÊMICA – O desenvolvimento da Estação Remota, que atualmente passa por testes internos na Sanepar, está sendo aprimorado em conjunto com o Programa de Pós-Graduação Profissionalizante em Meio Ambiente Urbano e Industrial (PPGMAUI) da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A parceria visa integrar a experiência técnica dos saneparianos ao ambiente de pesquisa acadêmica, para validar soluções de baixo custo e alta eficiência no monitoramento da qualidade da água.

A iniciativa está em fase de testes e foi pensada para permitir que o mesmo equipamento seja usado para monitorar diferentes pontos de um corpo hídrico. Projeto tem parceria com o Programa de Pós-Graduação Profissionalizante em Meio Ambiente Urbano e Industrial (PPGMAUI) da Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Pesquisa e Inovação
Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água A alternativa desenvolvida pela Sanepar usa tubos de PVC para substituir boias industriais
Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água O sistema desenvolvido por empregados da Sanepar é formado por uma sonda acoplada a uma estrutura flutuante
Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água A versatilidade do equipamento, com uma única sonda podendo ser usada em diferentes ocasiões, é justamente um dos pontos que lhe confere o rótulo de uma alternativa mais barata para o monitoramento da qualidade da água
Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água O custo para montar o equipamento, em formato de “H”, é estimado em menos de R$ 1 mil, enquanto um flutuante pronto varia entre R$ 8 mil a R$ 25 mil, a depender do modelo
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Vistorias em imóveis orientam sobre como uso correto da rede de esgoto protege os recursos hídricos

Enviado por Monica Venson em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) iniciou em Céu Azul, na Região Oeste, vistorias no sistema de esgotamento sanitário da cidade. Nos próximos quatro meses, serão visitados cerca de 3,3 mil imóveis, o que corresponde a 100% das unidades que já contam com o serviço de coleta e tratamento de esgoto da cidade. A verificação da utilização correta do sistema que conta com mais de 70 quilômetros de tubulação assentada no subsolo tem como objetivo orientar e conscientizar os moradores da relação direta do uso adequado das ligações e da rede coletora de esgoto, tanto na eficiência do tratamento como para garantir a boa qualidade da água dos rios urbanos. 

O gerente regional da Sanepar, Rodolpho Tanaka Savelli reforça que as ligações feitas de forma inadequada trazem transtornos para sistema operacional da Sanepar, para os moradores e para a cidade. “Se as calhas de chuva estiverem interligadas ao sistema de esgoto, por exemplo, em dias de chuvas pode haver extravasamento em vias públicas ou refluxo do esgoto para dentro dos imóveis. E, se o esgoto for lançado nas galerias de águas pluviais, o prejuízo ambiental é grande, pois contamina o solo e a água dos córregos e rios”, afirma Savelli.

Nas vistorias, as equipes analisam se a ligação do imóvel à rede coletora de esgoto foi feita de forma adequada a fim de evitar transtornos operacionais, danos ao meio ambiente e incômodo à população. São analisados se o direcionamento do esgoto foi feito corretamente, se há e se a instalação da caixa de gordura foi feita de acordo com os padrões sanitários, se há lançamento da água da chuva na rede de esgoto e se há lançamento do esgoto em galerias pluviais. “Sem a caixa de retenção de gorduras, as tubulações ficam sujeitas a entupimentos, o que, além do mau cheiro, pode causar danos e rompimentos internos e nas redes coletoras de esgoto, além de transtornos nas estações de tratamento”, explica o gerente.

 DE CASA EM CASA -  No serviço de inspeção, é imprescindível a entrada dos técnicos nos imóveis com a finalidade de testar os dispositivos sanitários e de águas pluviais. Nessa visita, são feitos testes com a aplicação de corantes líquidos nas instalações hidráulicas, à base de água, aferindo sua presença na rede coletora de esgoto e/ou na galeria de águas pluviais. Se for encontrada qualquer anormalidade ou irregularidade, o morador é notificado para que faça as correções, com prazo de 30 dias. depois desse prazo será feita a segunda visita.


Os trabalhos serão feitos de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30, e para os casos dos imóveis que ficam fechados durante a semana, o trabalho será feito no sábado. 

IDENTIFICAÇÃO e SEGURANÇA – As equipes da empresa TREZZI e BONATTI LTDA, contratada para esse trabalho, vão utilizar uniformes e crachás de identificação de prestador de serviço para a Sanepar. Eles receberam treinamento específico para o serviço e não realizam qualquer cobrança de valores. Em caso de dúvida, os clientes podem entrar em contato com a Sanepar pelo telefone 0800 200 0115, por mensagem de WhatsApp no (41) 99544-0115, ou diretamente na Central de Relacionamento da Sanepar, na Rua Mal. Cândido Rondon, 395 – Bairro Centro.

Ação da Sanepar, em Céu Azul, busca melhoria operacional do sistema de coleta e tratamento de esgoto e conscientizar a população sobre o papel de cada um na proteção do meio ambiente

Socioambiental
vistoria em imóveis vistoria em imóveis Técnicos vão de casa em casa para verificar as condições das ligações de esgoto
vistoria de esgoto em imóveis vistoria de esgoto em imóveis Técnicos vão de casa em casa para verificar as condições das ligações de esgoto
Céu Azul
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Roncador: com investimentos da Sanepar moradores terão acesso a saneamento

Enviado por Monica Venson em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) está investindo R$ 24,3 milhões em obras para levar o serviço de esgoto para Roncador. A implantação de uma rede de coleta com mais de 34 quilômetros está sendo executada no município com o objetivo de dotar a cidade de infraestrutura de saneamento adequada. Além disso, uma unidade de tratamento de esgoto, que vai utilizar soluções baseadas na natureza, deve permitir que 100% do esgoto coletado receba tratamento adequado e eficiente.

Com quase 12 mil habitantes, o município chegará a pouco mais de 50% de atendimento com o serviço de coleta e tratamento de esgoto ao final das obras, beneficiando mais de 1,9 mil famílias. Além das redes coletoras, toda a estrutura de saneamento também inclui uma unidade de tratamento e a implantação de tubulação de maior porte – que faz a ligação entre as redes que passam em frente às casas e o tratamento de esgoto.

“A Sanepar se mantém firme na missão de universalizar o saneamento no Paraná, tornando-o o primeiro estado brasileiro a alcançar a meta estabelecida pelo Marco Regulatório do Saneamento, que é atingir 90% de atendimento com o serviço de esgoto. Para isso, está programado um ousado plano de investimentos financeiros, utilizando tecnologia de ponta e inovadora para levar saúde à população, aliada à conservação de recursos naturais”, afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

MÉTODOS INOVADORES – A previsão é de que as obras sejam concluídas em 2027. Até lá, os moradores devem aguardar autorização da Sanepar para fazer a ligação domiciliar à rede coletora. Para a implantação da tubulação, com investimentos de mais de R$ 10 milhões, está sendo adotado um método não destrutivo que utiliza uma perfuratriz, o que evita a abertura de valas para o assentamento da tubulação.

A construção da unidade de tratamento também está em andamento. Os investimentos para a implantação de uma estação de tratamento que utiliza tecnologia inovadora, com solução baseada na natureza, são de cerca de R$ 14 milhões. “Será implantado no município um sistema conhecido como wetlands, em que são utilizadas plantas para fazer a depuração do esgoto. Esta tecnologia alinha-se ao conceito de economia circular, oferecendo uma solução eficiente, com benefícios ambientais e sociais”, comenta o gerente de projetos e obras da Sanepar, Marcelo Dias. 

ORIENTAÇÕES SOBRE AS OBRAS – Mesmo utilizando uma técnica de engenharia que evita maiores transtornos com a abertura de valas, as obras de saneamento têm longa duração, são complexas e executadas no subsolo, onde, além de infraestrutura de telecomunicação e drenagem urbana, também estão as redes de água. E as movimentações no subsolo podem danificar as tubulações de água, provocando interrupções no abastecimento e transtornos temporários à população. “Por isso, é importante que cada residência tenha uma caixa de água adequada ao consumo da família e os moradores fiquem atentos aos canais de atendimento ao cliente da Sanepar, pois eles trazem informações sobre o abastecimento de forma atualizada”, explica a gerente regional da Sanepar, Araceli Stella.

Obras de implantação da rede de esgoto, que devem terminar no ano que vem, vão permitir que mais da metade dos imóveis da cidade tenha acesso ao sistema de esgoto

Esgoto
imagem mostra tubulação de esgoto imagem mostra tubulação de esgoto Sanepar implanta sistema de coleta e tratamento de esgoto em Roncador
Mostra implantação da rede de esgoto em Roncador Mostra implantação da rede de esgoto em Roncador Sanepar implanta sistema de coleta e tratamento de esgoto em Roncador
Roncador
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Sanepar incluiu mais de 100 mil famílias no mapa do esgotamento sanitário em 2025

Enviado por Giovanna Migot… em

Com o fornecimento de água tratada já atingindo 100% da população urbana nos municípios onde atua, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) direcionou R$ 1,4 bilhão em investimentos para ampliar sua rede de coleta e tratamento de esgoto no ano de 2025. Isso possibilitou a inclusão de mais de 100 mil famílias no mapa do esgotamento sanitário. No mês que se comemora o Dia Mundial da Saúde, a Sanepar destaca a importância dos investimentos em saneamento para redução de doenças de veiculação hídrica.

O indicador de atendimento com rede coletora de esgoto da Sanepar é de mais de 82%, sendo que todo o volume coletado é 100% tratado. A média nacional é de 59,7% na coleta e 49% no tratamento, o que ainda implica na saúde e na morte especialmente de crianças, idosos e mulheres em regiões periféricas e vulneráveis.

Com investimentos de mais R$ 6,75 bilhões, entre 2026 e 2030, a Companhia deve ajudar o Brasil a mudar o curso da sua história atingindo nos municípios que atua 90% de cobertura com esgotamento sanitário, meta prevista no Marco Legal do Saneamento.

“O Paraná tem muito o que comemorar, pois temos um estado muito bem estruturado em unidades de saúde, das básicas às mais complexas. Sobretudo, na parte que nos compete, podemos nos orgulhar de ser uma companhia estadual de saneamento empenhada em isolar a população das doenças de circulação hídrica, distribuindo água potável 24 horas por dia e buscando soluções para dar o devido destino para o esgoto doméstico”, afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

O diretor de Meio Ambiente e Ação Social da Sanepar, Fernando Guedes, afirma que a busca por atingir a universalização do saneamento integra a gestão da Sanepar. Ele destaca a atuação transversal das diretorias no que diz respeito aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a inserção das metas para atingi-los no planejamento estratégico como sinais de avanços importantes.

Guedes conta que a Sanepar tem discutido os ODS dentro da gestão, mantendo o tema sob holofotes ao mesmo tempo em que incorpora práticas sustentáveis na cultura organizacional. Levando em consideração, especialmente o ODS 6 - água potável e saneamento – ele observa: “Entendemos nosso papel tanto visando a sustentabilidade ambiental quanto social, integrando este movimento global que busca a saúde em primeiro lugar. E isso, aqui dentro, fazemos todos nós saneparianos, imbuídos da missão de impactar positivamente na qualidade de vida da população rumo à universalização do saneamento”.  


 

A Companhia aplicou R$ 1,4 bilhão para ampliar a coleta e melhorar estruturas de tratamento de esgoto no Paraná

Esgoto
menina sorri com copo de água na mão, na janela de casa menina sorri com copo de água na mão, na janela de casa Investimentos da Sanepar em obras de saneamento reduzem de doenças de veiculação hídrica
mulher sorri com copo de água na mão mulher sorri com copo de água na mão Com água potável e coleta e tratamento de esgoto mulheres e crianças têm mais saúde
mãe e filha sorriem com copo de água na mão mãe e filha sorriem com copo de água na mão Com água potável e coleta e tratamento de esgoto mulheres e crianças têm mais saúde
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Sanepar vai ampliar usina de biogás e quatro estações de tratamento com financiamento de banco alemão

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) consolida mais um passo importante em sua estratégia de sustentabilidade e eficiência operacional com a assinatura de um novo contrato de financiamento com o banco de desenvolvimento alemão KfW. O aporte de 50 milhões de euros - aproximadamente R$ 300 milhões - será destinado à segunda fase do programa Paraná Bem Tratado, focado na ampliação de estações de tratamento de esgoto, tratamento de lodo e produção e biogás. 

Diferente de outros modelos de financiamento do KfW, esta operação não exigiu garantia da União ou aporte de contrapartida do governo do Estado, sendo sustentada exclusivamente pela capacidade financeira da Sanepar, que investirá 20% do valor como contrapartida própria. Para o Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Sanepar, Abel Demetrio, a estrutura deste contrato demonstra a confiança do mercado internacional na Companhia.

"Este financiamento é um marco importante para a Sanepar. Viabilizar uma operação internacional deste porte com contrapartida financeira da Companhia, sem a necessidade de garantias do governo estadual ou federal, demonstra que a Sanepar possui saúde financeira e credibilidade que nos permite dialogar diretamente com grandes instituições globais, como o KfW, para acelerar investimentos estratégicos para o saneamento no Paraná", destaca Demetrio.

Rumo à Universalização - Os recursos serão aplicados na ampliação de quatro estações de tratamento de esgoto (ETEs): Norte e Sul, em Londrina; Pinhalzinho, em Umuarama; e Padilha, em Curitiba. O projeto prevê ainda a implantação de uma central de tratamento de lodo na capital e a ampliação da Usina de Tratamento de Lodos e Resíduos Orgânicos (ETE Belém Biogás), com foco no uso de biogás para geração de energia e secagem de lodo.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, enfatiza que o investimento é peça-chave para cumprir as exigências federais de saneamento. "Estamos trabalhando com foco total em atingir as metas de universalização estabelecidas pelo Novo Marco Legal do Saneamento. Este contrato com o KfW nos garante o fôlego necessário para expandir o atendimento e, ao mesmo tempo, elevar o nível tecnológico das nossas operações. Queremos que o Paraná continue sendo referência em eficiência e sustentabilidade", afirma Bley.

Sustentabilidade e Eficiência Operacional - Esta é a segunda operação de crédito entre as instituições. A primeira fase do programa Paraná Bem Tratado, também de 50 milhões de euros, já teve todo o seu montante desembolsado e encontra-se em fase de amortização, com as obras concluídas ou em vias de finalização.

O aproveitamento do metano e a redução de gases de efeito estufa são pilares do programa. A recuperação do biogás é vista como um vetor de desenvolvimento regional, permitindo a redução de custos operacionais e impactando positivamente na modicidade tarifária, ao mesmo tempo em que mitiga os efeitos das mudanças climáticas.

A cerimônia oficial de assinatura aconteceu no final de março e contou com a presença de Wilson Bley, Abel Demetrio e da diretora para a América Latina e Caribe do KfW, Claudia Arce. 

O aporte de 50 milhões de euros - aproximadamente R$ 300 milhões - será destinado à segunda fase do programa Paraná Bem Tratado, focado na ampliação de estações de tratamento de esgoto, tratamento de lodo e produção e biogás

Esgoto
Assinatura do financiamento com banco KfW Assinatura do financiamento com banco KfW Diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e a diretora para a América Latina e Caribe do KfW, Claudia Arce, assinam financiamento
Diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e a diretora para a América Latina e Caribe do KfW, Claudia Arce, assinam financiamento Diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e a diretora para a América Latina e Caribe do KfW, Claudia Arce, assinam financiamento Diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e a diretora para a América Latina e Caribe do KfW, Claudia Arce, assinam financiamento
Estação de Tratamento de Esgoto Padilha Sul em Curitiba Estação de Tratamento de Esgoto Padilha Sul em Curitiba Estação de Tratamento de Esgoto Padilha Sul em Curitiba
Estação de Tratamento de Esgoto Pinhalzinho em Umuarama Estação de Tratamento de Esgoto Pinhalzinho em Umuarama Estação de Tratamento de Esgoto Pinhalzinho em Umuarama
Usina de biogás da Estação de Tratamento de Esgoto Belém em Curitiba Usina de biogás da Estação de Tratamento de Esgoto Belém em Curitiba Usina de biogás da Estação de Tratamento de Esgoto Belém em Curitiba
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Sanepar acelera obras de esgoto em Rio Branco do Sul rumo à universalização

Enviado por Chelsea Karina… em

Em um momento histórico, comemorando 78 anos de sua emancipação, Rio Branco do Sul consolida um dos maiores pacotes de investimentos em infraestrutura de sua história. Após a conclusão da primeira etapa de implantação do sistema de esgotamento sanitário em novembro de 2025, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) emprega ritmo acelerado na segunda fase da obra, aproximando o município das metas do Marco Legal do Saneamento. Com as obras, a cidade atingirá 90% de atendimento com coleta e tratamento de esgoto até 2033.

Nesta fase, o projeto prevê a instalação de 13,7 mil metros de rede coletora e a execução de 842 novas ligações prediais. O investimento de R$ 11,7 milhões contempla ainda a construção de duas unidades de bombeamento: as Estações Elevatórias de Esgoto (EEE) Rocinha e RO 04.

Na etapa anterior, foram investidos R$ 32,4 milhões, na execução de aproximadamente 19 mil metros de rede coletora, mais de 3 mil metros de coletores e 1.158 ligações prediais. 

O sistema será operado pela Ambiental Paraná, por meio de uma parceria público-privada (PPP). A concessionária também será responsável pelas futuras ampliações de atendimento no município.

De acordo com o engenheiro e gestor de obras da Sanepar, Fabio Buissa, a estruturação do sistema de esgoto impacta diretamente nos indicadores de saúde pública. "A implantação do sistema permite a redução de doenças de veiculação hídrica e contribui para a preservação dos rios da região, melhorando as condições ambientais do município", afirma.

DESAFIOS - O cronograma de execução das obras na rede enfrenta dificuldades específicas do relevo de Rio Branco do Sul. Por se tratar de uma área com topografia acidentada e solo rochoso, os trabalhos de escavação apresentam maior complexidade técnica. Além disso, a presença de ruas estreitas exige logística diferenciada para a movimentação de máquinas pesadas, visando a finalização das manobras necessárias para a conclusão do sistema. 

Com investimento de R$ 11,7 milhões na segunda fase, Sanepar expande rede coletora e instala novas estações elevatórias para atender as metas do Marco Legal do Saneamento

Investimentos e Obras
 Rio Branco do Sul - ETE  Rio Branco do Sul - ETE
 Rio Branco do Sul - ETE  Rio Branco do Sul - ETE
 Rio Branco do Sul - ETE  Rio Branco do Sul - ETE
 Rio Branco do Sul - ETE  Rio Branco do Sul - ETE
 Rio Branco do Sul - ETE  Rio Branco do Sul - ETE
 Rio Branco do Sul - ETE  Rio Branco do Sul - ETE
Ete Rio Branco Ete Rio Branco
 Rio Branco do Sul - ETE  Rio Branco do Sul - ETE
Rio Branco do Sul
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Sanepar firma nova parceria na Lapa para abastecimento de água em comunidades rurais

Enviado por Getulio Xavier… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) assinou, nesta quarta-feira (1º), um novo convênio com a Prefeitura da Lapa para a ampliação do abastecimento de água em comunidades rurais da cidade. A parceria foi assinada pelo diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e pelo prefeito da Lapa, Diego Ribas, na sede da Companhia, em Curitiba.

O convênio faz parte do Programa Sanepar Rural e prevê um investimento total de R$ 832 mil. Desse montante, R$ 532 mil serão custeados pela Sanepar para fornecimento de materiais hidráulicos, equipamentos, elaboração de estudo técnico de engenharia, apoio técnico ambiental e sócio-comunitário. Os outros R$ 300 mil são referentes ao valor da mão de obra e dos insumos de construção civil, que serão fornecidos pela Prefeitura.

Com a parceria, uma rede de 27,7 quilômetros será construída para o abastecimento da população das comunidades rurais de Pinheiros, Pedrinhas e São Bento. O prazo previsto para a execução da obra é de 24 meses.

MAIS DESENVOLVIMENTO - Segundo o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, os investimentos devem levar mais desenvolvimento para a população da região e integram o grande objetivo da Companhia de universalizar os serviços de saneamento até 2029.

“Esse convênio importante é uma nova oportunidade que temos de levar mais desenvolvimento e ação social para a cidade. Essa parceria vai beneficiar uma população que tem uma reivindicação muito antiga e que agora vai poder ter acesso a esse serviço com qualidade”, destacou Bley.

O prefeito da Lapa, Diego Ribas também celebrou a nova parceria e destacou a importância dos investimentos que a Sanepar tem feito na cidade. “Estivemos na Sanepar há 45 dias para fazer essa solicitação e hoje assinamos o convênio para levar água para essas localidades, que esperam por isso há 20 anos. Então, só tenho a agradecer ao empenho da Sanepar em atender mais esta demanda na região e reforçar a parceria e os investimentos na Lapa”, disse.

Também estiveram presentes na reunião de assinatura do convênio o diretor de Saneamento da Prefeitura, Diego Hoffmann; o chefe de gabinete do prefeito, Juliano Isber; o vereador Mário da Farmácia; e o representante da comunidade que será atendida com a nova rede de abastecimento, Luiz Carlos Kuss Ramos.

O diretor Comercial da Sanepar, Bihl Zanetti; o gerente-geral Comercial, Sérgio Portela; e o gerente de Relação com o Poder Concedente, Anderson Coelho, também participaram do encontro.

OUTRAS COMUNIDADES ATENDIDAS - Na Lapa, outras parcerias semelhantes entre Sanepar e Prefeitura foram firmadas ao longo dos últimos meses. As mais recentes garantem o abastecimento das comunidades rurais de Bonito e Passa Dois.

SANEPAR RURAL - O Programa Sanepar Rural tem como objetivo levar água potável aos moradores do interior, que vivem em localidades com distância superior a quatro quilômetros dos centros urbanos.

A iniciativa foi reconhecida como uma Boa Prática no prêmio Guardiões pela Água, promovido pelo Pacto Global da ONU no Brasil.

A iniciativa faz parte do Programa Sanepar Rural, conta com R$ 832 mil em investimentos e resultará em um aumento de 27,7 quilômetros na rede de distribuição no município

Água
O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e o prefeito da Lapa, Diego Ribas, seguram o documento que prevê obras para ampliar o abastecimento de água em comunidades rurais da cidade. O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e o prefeito da Lapa, Diego Ribas, seguram o documento que prevê obras para ampliar o abastecimento de água em comunidades rurais da cidade. O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e o prefeito da Lapa, Diego Ribas, seguram o documento que prevê obras para ampliar o abastecimento de água em comunidades rurais da cidade.
O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, assina a nova parceria para abastecer comunidades rurais na Lapa. O prefeito da cidade, Diego Ribas, e o vereador Mário da Farmácia, participaram da reunião que formalizou a parceria. O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, assina a nova parceria para abastecer comunidades rurais na Lapa. O prefeito da cidade, Diego Ribas, e o vereador Mário da Farmácia, participaram da reunião que formalizou a parceria. O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, assina a nova parceria para abastecer comunidades rurais na Lapa. O prefeito da cidade, Diego Ribas, e o vereador Mário da Farmácia, participaram da reunião que formalizou o convênio.
Reunião que formalizou o novo convênio entre Sanepar e Prefeitura da Lapa para ampliar o abastecimento de água em comunidades rurais. Reunião que formalizou o novo convênio entre Sanepar e Prefeitura da Lapa para ampliar o abastecimento de água em comunidades rurais. Reunião que formalizou o novo convênio entre Sanepar e Prefeitura da Lapa para ampliar o abastecimento de água em comunidades rurais.
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Sanepar vai investir R$ 387 mil em distrito de São João do Ivaí

Enviado por Glaydson Angel… em

Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) vai investir R$ 387 mil no sistema de abastecimento de água do distrito de Santa Luzia da Alvorada, em São João do Ivaí. A parceria, meio do programa Sanepar Rural, foi oficializada na manhã desta quarta-feira (1), em reunião entre o diretor-presidente da companhia, Wilson Bley e o prefeito Fábio Hidek.

O projeto prevê melhoria do sistema de abastecimento de água na área rural. Estão previstas 280 novas ligações, com um alcance estimado de 1.260 pessoas beneficiadas. As obras, que devem ser executadas em um prazo de 24 meses, incluem a substituição de equipamentos hidráulicos da rede e a instalação de um reservatório com capacidade para 75 mil litros.

“Nós recebemos a demanda da cidade de São João do Ivaí e é com muita alegria que concretizamos a nossa parceria. Em breve as famílias da região poderão receber a água em casa, isso é fruto da soma de esforços entre Sanepar e o município”, declarou Bley. 

Também participaram do encontro a vice-prefeita Olivia Regina Fróes Eduardo, vereadores da cidade, o diretor da Sanepar Bihl Zanetti (Comercial) e os gerentes Anderson Linckold Friedrich Coelho (Relação com o Poder Concedente) e Sergio Portela (Comercial).

O aporte vai beneficiar cerca de 1,2 mil moradores do distrito de Santa Luzia da Alvorada

Água
Reunião entre a presidência da Sanepar e prefeito de São João do Ivaí Reunião entre a presidência da Sanepar e prefeito de São João do Ivaí
Reunião entre a presidência da Sanepar e prefeito de São João do Ivaí Reunião entre a presidência da Sanepar e prefeito de São João do Ivaí
Reunião entre a presidência da Sanepar e prefeito de São João do Ivaí Reunião entre a presidência da Sanepar e prefeito de São João do Ivaí
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Sanepar, IAT e Consórcio CIBAX firmam compromisso para apoiar plano de manejo da Bacia do Rio Xambrê

Enviado por Glaydson Angel… em

Nessa quarta-feira (01), o diretor-presidente da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Wilson Bley, recebeu Valdete Carlos Oliveira Gonçalves da Cunha, prefeita do município de Pérola e presidente do Consórcio Intermunicipal para Conservação da Biodiversidade das Bacias do Rio Xambre e Piquiri (CIBAX), e Pedro Minoru Inoue, prefeito do município de Cafezal do Sul, em uma reunião para discutir o apoio a elaboração de um plano de manejo para a Bacia do Rio Xambrê. 

O plano de manejo visa estabelecer estratégias, diretrizes e ações para o uso sustentável, conservação e recuperação desta bacia, integrando aspectos socioeconômicos e ambientais e levando em consideração o crescimento da região. O orçamento estimado para a elaboração e execução do plano é de R$ 2,5 milhões. Com aval do diretor-presidente, a Sanepar contribuirá com recursos e apoio na elaboração do projeto. “É uma grande oportunidade para nós. A Sanepar tem um diálogo muito aberto com toda a sociedade e bons projetos precisam ser bem apoiados. Vamos apoiar projeto até o final, trazendo conforto neste uso múltiplo da bacia”, afirmou Bley. 

O diretor-presidente do IAT, Everton Luiz da Costa Souza, fez parte do encontro e ressaltou que este é mais um pacto pela sustentabilidade. “Nós, do IAT, estamos sempre abertos para apoiar iniciativas que melhorem a qualidade ambiental do nosso estado. Mas, principalmente, também dê condição para que possamos desenvolver e colocar todas as regiões com os cuidados ambientais que merecem”, declarou. 

Para a presidente do CIBAX, é fundamental o compromisso dos municípios do consórcio de fazer a sua parte no contexto da sustentabilidade para cuidar da água. “É um dia importante para os municípios do consórcio CIBAX. Trouxemos uma demanda importante e levamos o compromisso de que avançamos em um projeto de sustentabilidade para a região”, disse. 

O prefeito Pedro Minoru destacou que o plano de manejo será importante para a preservação da biodiversidade e para ajudar os moradores a recuperar minas e cuidar das matas ciliares. “Temos que preservar a água que vamos precisar futuramente. Junto com a Sanepar e o IAT vamos criar muitos mais resistência e força para fazer este belo trabalho”, acrescentou. 

Ao final do encontro, foi firmado o compromisso entre a Sanepar, o Instituto Água e Terra - IAT e o CIBAX e nos próximos dias será assinado o protocolo de intenções. 

Da Sanepar, também participaram da reunião o diretor comercial, Bihl Elerian Zanetti, o diretor de Meio Ambiente e Ação Social, Fernando Guedes, a gerente de Recursos Hídricos, Ester Amélia Assis Mendes, o gerente-geral comercial, Sérgio Portela e o gerente de Relação com o Poder Concedente, Anderson Coelho. 

Objetivo é promover o desenvolvimento sustentável da região com ações de conservação e recuperação da bacia

Socioambiental
Reunião da presidência da Sanepar com representantes do Consórcio Intermunicipal para Conservação da Biodiversidade das Bacias do Rio Xambre e Piquiri (CIBAX) Reunião da presidência da Sanepar com representantes do Consórcio Intermunicipal para Conservação da Biodiversidade das Bacias do Rio Xambre e Piquiri (CIBAX) Objetivo é promover o desenvolvimento sustentável da região com ações de conservação e recuperação da bacia
Reunião da presidência da Sanepar com representantes do Consórcio Intermunicipal para Conservação da Biodiversidade das Bacias do Rio Xambre e Piquiri (CIBAX) Reunião da presidência da Sanepar com representantes do Consórcio Intermunicipal para Conservação da Biodiversidade das Bacias do Rio Xambre e Piquiri (CIBAX) Participou do encontro a prefeita do município de Pérola e presidente do CIBAX, Valdete Carlos Oliveira Goncalves da Cunha
Reunião da presidência da Sanepar com representantes do Consórcio Intermunicipal para Conservação da Biodiversidade das Bacias do Rio Xambre e Piquiri (CIBAX) Reunião da presidência da Sanepar com representantes do Consórcio Intermunicipal para Conservação da Biodiversidade das Bacias do Rio Xambre e Piquiri (CIBAX) Encontro reuniu representantes da Sanepar, do IAT e do Consórcio Intermunicipal CIBAX
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