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Sanepar encontra irregularidades em 37% dos imóveis vistoriados no Litoral

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realizou 2.335 vistorias técnico-operacionais (VTO) em imóveis de veraneio em Matinhos e Pontal do Paraná, no Litoral do estado, entre janeiro e março deste ano. O objetivo é identificar se os imóveis estão corretamente conectados à rede coletora de esgoto. Nessa amostra, foram encontradas irregularidades em 875 residências, o que representa 37%. 

A medida faz parte das ações de proteção das águas no Litoral e acontecem ao longo de todo o ano, com reforço no verão. Para o início da temporada 2026, a estratégia das equipes de vistoria foi realizar testes para verificar a quantidade de oxigênio na água de canais localizados na área urbana. Foram escolhidas para vistorias, as áreas que apresentaram baixos índices de oxigênio. 

Durante as visitas os clientes recebem orientações detalhadas sobre a correta interligação do seu esgoto à rede coletora da Sanepar. Se o problema não for solucionado em 30 dias, a Sanepar pode emitir multa chamada de sanção pecuniária, que é um cálculo feito em cima da média de consumo dos últimos cinco meses. 

"Nosso objetivo foi aproveitar a presença dos veranistas para realizar não apenas a vistoria técnica, mas um trabalho de educação ambiental direto", afirma o gestor da área de vistorias técnico-operacionais da Sanepar, Fábio Daia dos Santos Zuza. 

A quantidade de imóveis fechados é um dos desafios enfrentados pelas equipes. Nestes casos, comunicados oficiais, com contatos da equipe, são deixados nas residências para possibilitar o agendamento prévio da vistoria. Também é possível agendar pelo 0800 200 0115 ou em uma das centrais de atendimento da Sanepar. 

ANÁLISES NO LITORAL - Para verificar especificamente as mudanças nos mananciais do Litoral durante a temporada, período de maior concentração de pessoas na região, a Sanepar faz uma série de análises de qualidade, com coletas de dezembro a abril.  São estudos feitos nas áreas de captações de água direcionadas para as estações de tratamento e ao longo dos canais que chegam ao mar. No total, 16 pontos foram avaliados.

Entre os parâmetros analisados estão pH, quantidade de sólidos dissolvidos, salinidade, oxigênio dissolvido e análise de microbiologia. Os resultados da campanha 2025/2026 apontam aumento nos níveis de microrganismos que podem indicar lançamento irregular de esgoto, mau uso do solo, presença de fertilizantes ou dejetos de animais. 

ÁGUA TRATADA - De acordo com a geóloga da Gerência de Recursos Hídricos da Sanepar, Eduarda Lopes Postol, as bacias hidrográficas utilizadas como captações pela Companhia são preservadas por estarem mais distantes do ambiente urbano, o que contribui para a redução dos riscos de contaminação. 

“Assim que a água adentra a Estação de Tratamento de Água (ETA) são removidos os compostos orgânicos e atendidos os padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação. Por isso, a água de consumo tratada pela Sanepar não apresenta riscos de contaminação. Em sua fonte, ela apresenta os melhores padrões biológicos e ainda passará por etapas de desinfecção antes da distribuição”, ressalta. 

ESGOTO IRREGULAR - Já os canais que não são utilizados para abastecimento público, apresentaram altos valores de contagem de microrganismos ao longo de todos os meses de análise. “Os altos valores de fósforo encontrados indicam a contaminação do corpo hídrico por despejo de esgoto não tratado, provenientes de ligações irregulares”, explica a geóloga. 

REFLEXOS - O reflexo das irregularidades nas bacias é alteração dos padrões e quando a água bruta do rio se mistura com o mar, pode se tornar um vetor de contaminação nos momentos de lazer e recreação. 

Fábio afirma que a interligação correta na rede coletora de esgoto é essencial neste contexto. Além de evitar o extravasamento de esgoto nas ruas, protege o lençol freático e contribui para a balneabilidade das praias, refletindo diretamente na saúde pública e na preservação do meio ambiente. 

Eduarda observa que os resultados das análises auxiliam a Companhia na tomada de decisões sobre adoção de estratégias para cuidar da água e do meio ambiente e melhorar a qualidade dos mananciais em todo o percurso até chegar no mar. “Todo o manancial tem que estar saudável e conservado para termos uma água boa e de qualidade”. 

Além de ações educativas sobre a importância de interligar o esgoto na rede coletora e das vistorias técnico-operacionais, a Sanepar também tem outras iniciativas, como a implantação de parques lineares em áreas degradadas. No Litoral, está em fase de contratação a execução de um parque linear em Pontal do Paraná. 

A empresa vistoriou 2.335 imóveis de veraneio entre janeiro e março deste ano em Matinhos e Pontal do Paraná. Sem conexão com a rede coletora, o esgoto contamina rios, canais e olhos d’água, conforme aponta análises da Companhia

Esgoto
Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral
Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná
Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná
Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná
Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná Equipe da Sanepar realiza coleta de amostras de mananciais no Litoral do Paraná
Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral Equipe da Sanepar realiza vistoria de redes de esgoto no Litoral
Matinhos
Pontal do Paraná
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Sanepar desenvolve alternativa versátil e de menor custo para monitorar a qualidade da água

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Monitorar a qualidade da água de forma constante e eficiente é um dos compromissos da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), que já conta com várias alternativas modernas oferecidas pelo mercado. Internamente, a Companhia também busca desenvolver soluções que ajudem a ampliar seu complexo sistema de monitoramento. Uma das mais recentes alternativas em teste é a Estação Remota, uma opção versátil e com custos mais acessíveis para cumprir esta missão.

O sistema desenvolvido por empregados da Sanepar é formado por uma sonda acoplada a uma estrutura flutuante. O equipamento, em contato com a água, faz o monitoramento de diversos parâmetros em tempo real e salva os dados em uma espécie de pequeno laboratório, também acoplado ao flutuante. Além de saber a qualidade da água do corpo hídrico, os parâmetros permitem fazer ajustes no tratamento de água ou de esgoto, principais atividades da Companhia.

VERSATILIDADE - Atualmente, os principais equipamentos usados pela Sanepar são fixos, com estruturas instaladas, principalmente, nas Estações de Tratamento de Água. A intenção desta nova solução não é substituir estes equipamentos, mas ser um complemento deste sistema. 

“Como ele é um equipamento menor e móvel, podemos usar para monitorar outros trechos do corpo hídrico que habitualmente não seriam monitorados por estas estruturas fixas. Isso ajudaria a ter uma visão mais completa da qualidade da água de um rio, por exemplo, e não apenas nos trechos mais próximos da captação”, explica Rafael Francis Leite, que atua na Gerência de Pesquisa e Inovação da Sanepar e desenvolveu a Estação Remota.

“Essa Estação também pode ser levada para analisar pontos mais remotos, que dificilmente poderiam ser analisados com estruturas maiores. Ela também pode ser usada para investigar se alguém está fazendo um despejo irregular de esgoto no rio, por exemplo, sem a necessidade de instalação de uma estrutura complexa”, destaca Leite. 

CUSTO MENOR - A versatilidade do equipamento, com uma única sonda podendo ser usada em diferentes ocasiões, é justamente um dos pontos que lhe confere o rótulo de uma alternativa mais barata para o monitoramento da qualidade da água. “Como não há a necessidade de fazer grandes obras para usar o equipamento, o custo do monitoramento é reduzido”, explica Leite.

Outro fator que contribui para a redução dos investimentos é a estrutura do flutuante. A alternativa desenvolvida pela Sanepar usa tubos de PVC para substituir boias industriais. O custo para montar o equipamento, em formato de “H”, é estimado em menos de R$ 1 mil, enquanto um flutuante pronto varia entre R$ 8 mil a R$ 25 mil, a depender do modelo.

Os modelos usados para os testes atuais, feitos nas estruturas internas da Sanepar, foram fabricados com sobras de tubos de PVC usados em outros projetos da Companhia. Segundo o pesquisador, essa é uma alternativa sustentável, por reaproveitar materiais que seriam descartados, o que também pode contribuir para a redução do custo final do monitoramento.

Outra redução de custo possível está relacionada ao que fazer com os resultados obtidos com a Estação Remota de monitoramento. “Você pode analisar uma parte específica dentro do tratamento e vai poder fazer a modelagem desse ponto, o que pode permitir que você reduza, em determinados horários, os gastos com produtos químicos ou mesmo com energia para abastecer equipamentos”, explica Leite.

INCENTIVO À INOVAÇÃO - Para o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, este tipo de iniciativa, que surge de pesquisas desenvolvidas internamente, reforça o espírito inovador da Companhia. “A Sanepar é uma empresa inovadora por natureza e iniciativas como esta traduzem este espírito da empresa. Temos um ambiente que incentiva a todo momento que os nossos empregados desenvolvam suas ideias para aprimorar processos”, destaca Bley.

PARCERIA ACADÊMICA – O desenvolvimento da Estação Remota, que atualmente passa por testes internos na Sanepar, está sendo aprimorado em conjunto com o Programa de Pós-Graduação Profissionalizante em Meio Ambiente Urbano e Industrial (PPGMAUI) da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A parceria visa integrar a experiência técnica dos saneparianos ao ambiente de pesquisa acadêmica, para validar soluções de baixo custo e alta eficiência no monitoramento da qualidade da água.

A iniciativa está em fase de testes e foi pensada para permitir que o mesmo equipamento seja usado para monitorar diferentes pontos de um corpo hídrico. Projeto tem parceria com o Programa de Pós-Graduação Profissionalizante em Meio Ambiente Urbano e Industrial (PPGMAUI) da Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Pesquisa e Inovação
Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água A alternativa desenvolvida pela Sanepar usa tubos de PVC para substituir boias industriais
Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água O sistema desenvolvido por empregados da Sanepar é formado por uma sonda acoplada a uma estrutura flutuante
Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água A versatilidade do equipamento, com uma única sonda podendo ser usada em diferentes ocasiões, é justamente um dos pontos que lhe confere o rótulo de uma alternativa mais barata para o monitoramento da qualidade da água
Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água Instalação da Estação Remota de monitoramento de qualidade de água O custo para montar o equipamento, em formato de “H”, é estimado em menos de R$ 1 mil, enquanto um flutuante pronto varia entre R$ 8 mil a R$ 25 mil, a depender do modelo
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Vistorias em imóveis orientam sobre como uso correto da rede de esgoto protege os recursos hídricos

Enviado por Monica Venson em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) iniciou em Céu Azul, na Região Oeste, vistorias no sistema de esgotamento sanitário da cidade. Nos próximos quatro meses, serão visitados cerca de 3,3 mil imóveis, o que corresponde a 100% das unidades que já contam com o serviço de coleta e tratamento de esgoto da cidade. A verificação da utilização correta do sistema que conta com mais de 70 quilômetros de tubulação assentada no subsolo tem como objetivo orientar e conscientizar os moradores da relação direta do uso adequado das ligações e da rede coletora de esgoto, tanto na eficiência do tratamento como para garantir a boa qualidade da água dos rios urbanos. 

O gerente regional da Sanepar, Rodolpho Tanaka Savelli reforça que as ligações feitas de forma inadequada trazem transtornos para sistema operacional da Sanepar, para os moradores e para a cidade. “Se as calhas de chuva estiverem interligadas ao sistema de esgoto, por exemplo, em dias de chuvas pode haver extravasamento em vias públicas ou refluxo do esgoto para dentro dos imóveis. E, se o esgoto for lançado nas galerias de águas pluviais, o prejuízo ambiental é grande, pois contamina o solo e a água dos córregos e rios”, afirma Savelli.

Nas vistorias, as equipes analisam se a ligação do imóvel à rede coletora de esgoto foi feita de forma adequada a fim de evitar transtornos operacionais, danos ao meio ambiente e incômodo à população. São analisados se o direcionamento do esgoto foi feito corretamente, se há e se a instalação da caixa de gordura foi feita de acordo com os padrões sanitários, se há lançamento da água da chuva na rede de esgoto e se há lançamento do esgoto em galerias pluviais. “Sem a caixa de retenção de gorduras, as tubulações ficam sujeitas a entupimentos, o que, além do mau cheiro, pode causar danos e rompimentos internos e nas redes coletoras de esgoto, além de transtornos nas estações de tratamento”, explica o gerente.

 DE CASA EM CASA -  No serviço de inspeção, é imprescindível a entrada dos técnicos nos imóveis com a finalidade de testar os dispositivos sanitários e de águas pluviais. Nessa visita, são feitos testes com a aplicação de corantes líquidos nas instalações hidráulicas, à base de água, aferindo sua presença na rede coletora de esgoto e/ou na galeria de águas pluviais. Se for encontrada qualquer anormalidade ou irregularidade, o morador é notificado para que faça as correções, com prazo de 30 dias. depois desse prazo será feita a segunda visita.


Os trabalhos serão feitos de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30, e para os casos dos imóveis que ficam fechados durante a semana, o trabalho será feito no sábado. 

IDENTIFICAÇÃO e SEGURANÇA – As equipes da empresa TREZZI e BONATTI LTDA, contratada para esse trabalho, vão utilizar uniformes e crachás de identificação de prestador de serviço para a Sanepar. Eles receberam treinamento específico para o serviço e não realizam qualquer cobrança de valores. Em caso de dúvida, os clientes podem entrar em contato com a Sanepar pelo telefone 0800 200 0115, por mensagem de WhatsApp no (41) 99544-0115, ou diretamente na Central de Relacionamento da Sanepar, na Rua Mal. Cândido Rondon, 395 – Bairro Centro.

Ação da Sanepar, em Céu Azul, busca melhoria operacional do sistema de coleta e tratamento de esgoto e conscientizar a população sobre o papel de cada um na proteção do meio ambiente

Socioambiental
vistoria em imóveis vistoria em imóveis Técnicos vão de casa em casa para verificar as condições das ligações de esgoto
vistoria de esgoto em imóveis vistoria de esgoto em imóveis Técnicos vão de casa em casa para verificar as condições das ligações de esgoto
Céu Azul
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Roncador: com investimentos da Sanepar moradores terão acesso a saneamento

Enviado por Monica Venson em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) está investindo R$ 24,3 milhões em obras para levar o serviço de esgoto para Roncador. A implantação de uma rede de coleta com mais de 34 quilômetros está sendo executada no município com o objetivo de dotar a cidade de infraestrutura de saneamento adequada. Além disso, uma unidade de tratamento de esgoto, que vai utilizar soluções baseadas na natureza, deve permitir que 100% do esgoto coletado receba tratamento adequado e eficiente.

Com quase 12 mil habitantes, o município chegará a pouco mais de 50% de atendimento com o serviço de coleta e tratamento de esgoto ao final das obras, beneficiando mais de 1,9 mil famílias. Além das redes coletoras, toda a estrutura de saneamento também inclui uma unidade de tratamento e a implantação de tubulação de maior porte – que faz a ligação entre as redes que passam em frente às casas e o tratamento de esgoto.

“A Sanepar se mantém firme na missão de universalizar o saneamento no Paraná, tornando-o o primeiro estado brasileiro a alcançar a meta estabelecida pelo Marco Regulatório do Saneamento, que é atingir 90% de atendimento com o serviço de esgoto. Para isso, está programado um ousado plano de investimentos financeiros, utilizando tecnologia de ponta e inovadora para levar saúde à população, aliada à conservação de recursos naturais”, afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

MÉTODOS INOVADORES – A previsão é de que as obras sejam concluídas em 2027. Até lá, os moradores devem aguardar autorização da Sanepar para fazer a ligação domiciliar à rede coletora. Para a implantação da tubulação, com investimentos de mais de R$ 10 milhões, está sendo adotado um método não destrutivo que utiliza uma perfuratriz, o que evita a abertura de valas para o assentamento da tubulação.

A construção da unidade de tratamento também está em andamento. Os investimentos para a implantação de uma estação de tratamento que utiliza tecnologia inovadora, com solução baseada na natureza, são de cerca de R$ 14 milhões. “Será implantado no município um sistema conhecido como wetlands, em que são utilizadas plantas para fazer a depuração do esgoto. Esta tecnologia alinha-se ao conceito de economia circular, oferecendo uma solução eficiente, com benefícios ambientais e sociais”, comenta o gerente de projetos e obras da Sanepar, Marcelo Dias. 

ORIENTAÇÕES SOBRE AS OBRAS – Mesmo utilizando uma técnica de engenharia que evita maiores transtornos com a abertura de valas, as obras de saneamento têm longa duração, são complexas e executadas no subsolo, onde, além de infraestrutura de telecomunicação e drenagem urbana, também estão as redes de água. E as movimentações no subsolo podem danificar as tubulações de água, provocando interrupções no abastecimento e transtornos temporários à população. “Por isso, é importante que cada residência tenha uma caixa de água adequada ao consumo da família e os moradores fiquem atentos aos canais de atendimento ao cliente da Sanepar, pois eles trazem informações sobre o abastecimento de forma atualizada”, explica a gerente regional da Sanepar, Araceli Stella.

Obras de implantação da rede de esgoto, que devem terminar no ano que vem, vão permitir que mais da metade dos imóveis da cidade tenha acesso ao sistema de esgoto

Esgoto
imagem mostra tubulação de esgoto imagem mostra tubulação de esgoto Sanepar implanta sistema de coleta e tratamento de esgoto em Roncador
Mostra implantação da rede de esgoto em Roncador Mostra implantação da rede de esgoto em Roncador Sanepar implanta sistema de coleta e tratamento de esgoto em Roncador
Roncador
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Sanepar vai ampliar usina de biogás e quatro estações de tratamento com financiamento de banco alemão

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) consolida mais um passo importante em sua estratégia de sustentabilidade e eficiência operacional com a assinatura de um novo contrato de financiamento com o banco de desenvolvimento alemão KfW. O aporte de 50 milhões de euros - aproximadamente R$ 300 milhões - será destinado à segunda fase do programa Paraná Bem Tratado, focado na ampliação de estações de tratamento de esgoto, tratamento de lodo e produção e biogás. 

Diferente de outros modelos de financiamento do KfW, esta operação não exigiu garantia da União ou aporte de contrapartida do governo do Estado, sendo sustentada exclusivamente pela capacidade financeira da Sanepar, que investirá 20% do valor como contrapartida própria. Para o Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Sanepar, Abel Demetrio, a estrutura deste contrato demonstra a confiança do mercado internacional na Companhia.

"Este financiamento é um marco importante para a Sanepar. Viabilizar uma operação internacional deste porte com contrapartida financeira da Companhia, sem a necessidade de garantias do governo estadual ou federal, demonstra que a Sanepar possui saúde financeira e credibilidade que nos permite dialogar diretamente com grandes instituições globais, como o KfW, para acelerar investimentos estratégicos para o saneamento no Paraná", destaca Demetrio.

Rumo à Universalização - Os recursos serão aplicados na ampliação de quatro estações de tratamento de esgoto (ETEs): Norte e Sul, em Londrina; Pinhalzinho, em Umuarama; e Padilha, em Curitiba. O projeto prevê ainda a implantação de uma central de tratamento de lodo na capital e a ampliação da Usina de Tratamento de Lodos e Resíduos Orgânicos (ETE Belém Biogás), com foco no uso de biogás para geração de energia e secagem de lodo.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, enfatiza que o investimento é peça-chave para cumprir as exigências federais de saneamento. "Estamos trabalhando com foco total em atingir as metas de universalização estabelecidas pelo Novo Marco Legal do Saneamento. Este contrato com o KfW nos garante o fôlego necessário para expandir o atendimento e, ao mesmo tempo, elevar o nível tecnológico das nossas operações. Queremos que o Paraná continue sendo referência em eficiência e sustentabilidade", afirma Bley.

Sustentabilidade e Eficiência Operacional - Esta é a segunda operação de crédito entre as instituições. A primeira fase do programa Paraná Bem Tratado, também de 50 milhões de euros, já teve todo o seu montante desembolsado e encontra-se em fase de amortização, com as obras concluídas ou em vias de finalização.

O aproveitamento do metano e a redução de gases de efeito estufa são pilares do programa. A recuperação do biogás é vista como um vetor de desenvolvimento regional, permitindo a redução de custos operacionais e impactando positivamente na modicidade tarifária, ao mesmo tempo em que mitiga os efeitos das mudanças climáticas.

A cerimônia oficial de assinatura aconteceu no final de março e contou com a presença de Wilson Bley, Abel Demetrio e da diretora para a América Latina e Caribe do KfW, Claudia Arce. 

O aporte de 50 milhões de euros - aproximadamente R$ 300 milhões - será destinado à segunda fase do programa Paraná Bem Tratado, focado na ampliação de estações de tratamento de esgoto, tratamento de lodo e produção e biogás

Esgoto
Assinatura do financiamento com banco KfW Assinatura do financiamento com banco KfW Diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e a diretora para a América Latina e Caribe do KfW, Claudia Arce, assinam financiamento
Diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e a diretora para a América Latina e Caribe do KfW, Claudia Arce, assinam financiamento Diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e a diretora para a América Latina e Caribe do KfW, Claudia Arce, assinam financiamento Diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e a diretora para a América Latina e Caribe do KfW, Claudia Arce, assinam financiamento
Estação de Tratamento de Esgoto Padilha Sul em Curitiba Estação de Tratamento de Esgoto Padilha Sul em Curitiba Estação de Tratamento de Esgoto Padilha Sul em Curitiba
Estação de Tratamento de Esgoto Pinhalzinho em Umuarama Estação de Tratamento de Esgoto Pinhalzinho em Umuarama Estação de Tratamento de Esgoto Pinhalzinho em Umuarama
Usina de biogás da Estação de Tratamento de Esgoto Belém em Curitiba Usina de biogás da Estação de Tratamento de Esgoto Belém em Curitiba Usina de biogás da Estação de Tratamento de Esgoto Belém em Curitiba
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Sanepar, IAT e Consórcio CIBAX firmam compromisso para apoiar plano de manejo da Bacia do Rio Xambrê

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Nessa quarta-feira (01), o diretor-presidente da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Wilson Bley, recebeu Valdete Carlos Oliveira Gonçalves da Cunha, prefeita do município de Pérola e presidente do Consórcio Intermunicipal para Conservação da Biodiversidade das Bacias do Rio Xambre e Piquiri (CIBAX), e Pedro Minoru Inoue, prefeito do município de Cafezal do Sul, em uma reunião para discutir o apoio a elaboração de um plano de manejo para a Bacia do Rio Xambrê. 

O plano de manejo visa estabelecer estratégias, diretrizes e ações para o uso sustentável, conservação e recuperação desta bacia, integrando aspectos socioeconômicos e ambientais e levando em consideração o crescimento da região. O orçamento estimado para a elaboração e execução do plano é de R$ 2,5 milhões. Com aval do diretor-presidente, a Sanepar contribuirá com recursos e apoio na elaboração do projeto. “É uma grande oportunidade para nós. A Sanepar tem um diálogo muito aberto com toda a sociedade e bons projetos precisam ser bem apoiados. Vamos apoiar projeto até o final, trazendo conforto neste uso múltiplo da bacia”, afirmou Bley. 

O diretor-presidente do IAT, Everton Luiz da Costa Souza, fez parte do encontro e ressaltou que este é mais um pacto pela sustentabilidade. “Nós, do IAT, estamos sempre abertos para apoiar iniciativas que melhorem a qualidade ambiental do nosso estado. Mas, principalmente, também dê condição para que possamos desenvolver e colocar todas as regiões com os cuidados ambientais que merecem”, declarou. 

Para a presidente do CIBAX, é fundamental o compromisso dos municípios do consórcio de fazer a sua parte no contexto da sustentabilidade para cuidar da água. “É um dia importante para os municípios do consórcio CIBAX. Trouxemos uma demanda importante e levamos o compromisso de que avançamos em um projeto de sustentabilidade para a região”, disse. 

O prefeito Pedro Minoru destacou que o plano de manejo será importante para a preservação da biodiversidade e para ajudar os moradores a recuperar minas e cuidar das matas ciliares. “Temos que preservar a água que vamos precisar futuramente. Junto com a Sanepar e o IAT vamos criar muitos mais resistência e força para fazer este belo trabalho”, acrescentou. 

Ao final do encontro, foi firmado o compromisso entre a Sanepar, o Instituto Água e Terra - IAT e o CIBAX e nos próximos dias será assinado o protocolo de intenções. 

Da Sanepar, também participaram da reunião o diretor comercial, Bihl Elerian Zanetti, o diretor de Meio Ambiente e Ação Social, Fernando Guedes, a gerente de Recursos Hídricos, Ester Amélia Assis Mendes, o gerente-geral comercial, Sérgio Portela e o gerente de Relação com o Poder Concedente, Anderson Coelho. 

Objetivo é promover o desenvolvimento sustentável da região com ações de conservação e recuperação da bacia

Socioambiental
Reunião da presidência da Sanepar com representantes do Consórcio Intermunicipal para Conservação da Biodiversidade das Bacias do Rio Xambre e Piquiri (CIBAX) Reunião da presidência da Sanepar com representantes do Consórcio Intermunicipal para Conservação da Biodiversidade das Bacias do Rio Xambre e Piquiri (CIBAX) Objetivo é promover o desenvolvimento sustentável da região com ações de conservação e recuperação da bacia
Reunião da presidência da Sanepar com representantes do Consórcio Intermunicipal para Conservação da Biodiversidade das Bacias do Rio Xambre e Piquiri (CIBAX) Reunião da presidência da Sanepar com representantes do Consórcio Intermunicipal para Conservação da Biodiversidade das Bacias do Rio Xambre e Piquiri (CIBAX) Participou do encontro a prefeita do município de Pérola e presidente do CIBAX, Valdete Carlos Oliveira Goncalves da Cunha
Reunião da presidência da Sanepar com representantes do Consórcio Intermunicipal para Conservação da Biodiversidade das Bacias do Rio Xambre e Piquiri (CIBAX) Reunião da presidência da Sanepar com representantes do Consórcio Intermunicipal para Conservação da Biodiversidade das Bacias do Rio Xambre e Piquiri (CIBAX) Encontro reuniu representantes da Sanepar, do IAT e do Consórcio Intermunicipal CIBAX
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Uso correto da rede de esgoto contribui para a despoluição de rios urbanos

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), com o objetivo de preservar a qualidade da água e a eficiência do sistema de esgotamento sanitário, está realizando mais de 10 mil vistorias técnicas em imóveis da microrregião de Toledo. O trabalho, executado de forma contínua por técnicos contratados pela Companhia, visa identificar se os efluentes domésticos e não domésticos seguem os caminhos e o tratamento adequados antes de chegarem ao destino final — o rio —, sem causar impactos negativos.

“O compromisso da Sanepar com a saúde da população vai além de levar água de qualidade e coletar o esgoto. Nosso compromisso também se estende ao bem-estar das pessoas nas cidades, buscando contribuir para um ambiente saudável para todos”, afirma o presidente da Sanepar, Wilson Bley.

As vistorias abrangem imóveis residenciais, comerciais e industriais. Para cada situação, é feita uma avaliação específica dos requisitos para determinar se o esgoto está corretamente ligado à rede de coleta e se a água da chuva ou outros efluentes industriais recebem o destino adequado.

Segundo o empregado da Sanepar em Toledo responsável pelos serviços de vistoria, Fernando Eidt, este trabalho é rotineiro tanto em Toledo quanto em municípios vizinhos, como Vera Cruz do Oeste, Palotina, Terra Roxa e Guaíra.

“As vistorias são feitas sem distinção. Nas residências, a equipe terceirizada verifica requisitos básicos do esgoto doméstico, inspecionando se o efluente de vasos sanitários, pias de cozinha, máquinas de lavar e tanques de roupas está sendo direcionado corretamente para a rede de esgoto, e não para rios e córregos”, explica Eidt.

Em imóveis industriais e comerciais, as equipes são acompanhadas por um técnico especializado da Sanepar para garantir que cada tipo de esgoto tenha o tratamento e o destino adequados à sua classificação.

A Sanepar também realiza em Toledo, como serviço de rotina, vistorias para a liberação do “Habite-se” em novas residências. Na cidade, a liberação dos imóveis para ocupação só é feita pela Prefeitura após laudo da Sanepar atestando que a infraestrutura de saneamento foi construída de forma adequada.

FOCO ESTRATÉGICO NA SANGA MARRECO – Uma das áreas em que a Sanepar tem concentrado ações em Toledo é a região da Sanga Marreco. Trata-se de uma zona de atuação do projeto Rio ComVida, do qual a Sanepar é parceira. Na microbacia da Sanga Marreco, técnicos da Companhia estão vistoriando cerca de 1.400 residências.

O projeto Rio ComVida é uma iniciativa socioambiental do município de Toledo com a 3.ª Promotoria de Justiça da cidade, voltada à recuperação e à preservação do trecho urbano da bacia do Rio Marreco. O principal objetivo é promover a melhoria da qualidade da água, a restauração de áreas degradadas e o fortalecimento da consciência coletiva sobre o cuidado com os recursos hídricos.

O QUE ESTÁ SENDO FISCALIZADO – As equipes técnicas analisam minuciosamente as conexões hidrossanitárias para assegurar que cada imóvel opere conforme as normas vigentes. Os principais itens verificados incluem:

— Instalação de caixas de gordura: verificação da presença e do estado de conservação do dispositivo, essencial para evitar o entupimento das tubulações públicas.

— Água de chuva na rede de esgoto: identificação de ligações irregulares de calhas e ralos pluviais na rede de esgoto, prática que causa refluxos e sobrecarga no sistema durante períodos de chuva.

— Esgoto não doméstico: em imóveis comerciais e industriais, a fiscalização foca no descarte correto de resíduos que, por sua natureza, exigem tratamento ou pré-tratamento específico antes de chegarem à rede pública.

Na microrregião de Toledo, técnicos da Sanepar trabalham para garantir que o esgoto receba tratamento adequado e para evitar que os rios urbanos recebam efluentes irregulares

Esgoto
Técnico despeja corante para verificar caminho do esgoto Técnico despeja corante para verificar caminho do esgoto Trabalho dos técnicos contribuem para eficiência do saneamento e conservação da qualidade da água dos rios --
Técnico vistoria DTI Técnico vistoria DTI Trabalho dos técnicos contribuem para eficiência do saneamento e conservação da qualidade da água dos rios --
Técnica vistoria DYI Técnica vistoria DYI Trabalho dos técnicos contribuem para eficiência do saneamento e conservação da qualidade da água dos rios
Toledo
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Com onda de calor nos últimos dias, Sanepar reforça necessidade do consumo consciente de água

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A onda de calor que atingiu o Sudoeste do Paraná na última semana provocou um aumento no consumo de água tratada nas cidades da região. No último sábado (28), a cidade de Capanema registrou temperatura de 38,1°C e em Loanda a máxima chegou aos 35,7°C. Nessa situação, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) reforça a importância do uso racional da água.

Embora a companhia mantenha investimentos contínuos em infraestrutura — como reservatórios, estações de tratamento e redes de distribuição —, o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, ressalta que a garantia do abastecimento depende de um esforço conjunto. “A água é um bem de todos e combater o desperdício é uma responsabilidade coletiva”, afirma.

Durante o feriado de Páscoa, as máximas não serão tão elevadas quanto no fim de semana anterior, mas ainda com alguns picos. Na cidade de Capanema, a previsão é de que a temperatura chegue aos 33°C no domingo (5), segundo o Simepar, o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná. Na cidade, a produção de água gira em torno 4,1 milhões de litros de água por dia. A média de consumo registrada pela Sanepar é de 114 litros de água por pessoa por dia no município. 

Também nesta época, a ocorrência de chuvas irregulares altera o padrão de consumo. Em Toledo, na região Oeste, a Sanepar produz em torno de 34 milhões de litros de água para atender mais de 60 mil imóveis da cidade. Em Cascavel, o volume de água produzido todos os dias ultrapassa 90 milhões de litros. Em fevereiro, o consumo médio de cada cascavelense foi de 116 litros de água por dia. No mês anterior, o consumo ficou em torno de 110 litros por pessoa por dia.   

Para manter o abastecimento de água independente das temperaturas, a Sanepar mantém equipes trabalhando 24 horas no controle de níveis de reservatórios, manutenção da infraestrutura das redes e equipamentos de bombeamento. A Sanepar administra em todo Paraná uma estrutura com cerca de 110 mil km de tubulações de água e esgoto, mais de 3,5 milhões de ligações de água e 2,6 milhões de ligações de esgoto. Opera 168 estações de tratamento de água e 1.219 poços, além de uma robusta infraestrutura de bombeamento. 

OS VILÕES DO DESPERDÍCIO - Um dos principais pontos de atenção durante a onda de calor são as piscinas infláveis. O hábito de descartar a água ao final do dia para renová-la na manhã seguinte é apontado pela Sanepar como uma prática crítica para o sistema.

“O desperdício de uma única piscina de 5 mil litros, trocada duas vezes no fim de semana, seria suficiente para abastecer uma família de quatro pessoas por 15 dias”, exemplifica Bley.

Para evitar o desabastecimento e a baixa pressão nas redes, a orientação é manter as piscinas cobertas e utilizar produtos para o tratamento da água, prolongando sua vida útil. No caso de piscinas fixas, a recomendação é a manutenção constante com profissionais especializados.

MUDANÇA DE HÁBITO - Além do cuidado com o lazer, a Sanepar orienta a substituição da mangueira pelo balde em limpezas domésticas. A lavagem de calçadas e carros, assim como a rega de plantas, deve ser feita com água reutilizada ou de forma controlada para evitar que o consumo individual prejudique o acesso de toda a comunidade ao recurso.

Companhia lembra que desperdício individual de água pode prejudicar o abastecimento coletivo

Água
Estação de Tratamento de Água de Cascavel Estação de Tratamento de Água de Cascavel
Estação de Tratamento de Água de Cascavel Estação de Tratamento de Água de Cascavel
Captação de água Rio do Salto Captação de água Rio do Salto
Centro de Reservação Sul em Cascavel Centro de Reservação Sul em Cascavel
Capanema
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Sanepar é finalista em prêmio nacional de biogás com a Usina da ETE Belém

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) é finalista do Prêmio Melhores do Biogás Brasil, promovido pelo Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano. A ETE Belém – Biogás, também referida como USBioenergia ou USBio, localizada em São José dos Pinhais, concorre na categoria “Unidades/plantas geradoras de biogás – Saneamento”, consolidando-se como referência nacional na transformação de resíduos em energia limpa.

A indicação ao prêmio reforça o posicionamento da Sanepar como uma das principais operadoras de biogás do Brasil. A companhia possui mais de 200 estações de tratamento equipadas com reatores anaeróbicos em todo o Paraná.

"Estar novamente entre os finalistas de uma das maiores premiações de bioenergia do Brasil é um motivo de orgulho e demonstra nosso compromisso com cidades sustentáveis e a gestão focada na economia circular", afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

A ETE Belém – Biogás consolidou-se ao longo de 2025 como uma unidade de referência em codigestão em escala industrial, operando como um centro de tecnologia avançada para a valorização de substratos orgânicos e geração de energia renovável. A unidade possui capacidade técnica para processar simultaneamente 900 m³/dia de lodo de esgoto proveniente da ETE Belém e 150 toneladas/dia de resíduos orgânicos de grandes geradores. 

Com um desempenho operacional otimizado, a produção diária de biogás já atingiu patamares da ordem de 18.000 Nm³/dia, resultado de um sistema composto por dois biodigestores de 5.000 m³ cada e uma robusta infraestrutura de pós-digestão que assegura a completa estabilização e o aproveitamento do potencial energético dos materiais.

O biogás produzido é convertido em energia elétrica e calor em dois geradores de alto rendimento, com potência elétrica instalada total de 2,8 MW. A energia elétrica gerada supre integralmente a demanda interna da Usina de codigestão, garantindo sua autossuficiência. O excedente é injetado na rede elétrica via autoconsumo remoto. O calor gerado pela operação dos motores é reaproveitado para a estabilização térmica dos biodigestores, otimizando o processo fermentativo e a produtividade de biogás. 

“A indicação da ETE Belém - Biogás representa a validação de uma estratégia de inovação que transforma passivos ambientais em ativos energéticos. Na Sanepar, entendemos que os resíduos não são o fim da linha, mas potenciais fontes de recursos. Ao otimizarmos a codigestão de lodo com outros resíduos orgânicos, estamos escalando nossa capacidade de gerar energia limpa e reduzindo emissões de gases de efeito estufa. Essa iniciativa exemplifica como a ciência aplicada ao saneamento pode impulsionar a descarbonização,a transição energética e fortalecer a segurança energética do Paraná”, destaca Gustavo Rafael Collere Possetti, Especialista em Pesquisa e Inovação da Sanepar.

A operação da ETE Belém - Biogás pode ser traduzida em números expressivos. Somente no primeiro bimestre de 2026, a unidade recebeu mais de 6 milhões de toneladas de lodo e outros resíduos orgânicos. Nesse período, a eficiência da Usina resultou na geração de 1.517,50 MWh. Em outras palavras, essa eletricidade seria suficiente para abastecer uma cidade de 12 mil habitantes por um mês inteiro. O processo que é uma alternativa a disposição de lodo e resíduos orgânicos em aterros sanitários, reduz, portanto, custos operacionais e impactos ambientais.

"Operar uma unidade com o porte e a eficiência da ETE Belém - Biogás é motivo de imenso orgulho para nossa equipe. Ver o conceito de economia circular saindo do papel e se transformando em energia limpa é a prova de que a Sanepar está na fronteira tecnológica do setor. Não estamos apenas tratando esgoto; estamos operando uma verdadeira usina que gera valor, reduz custos e serve de modelo para o Brasil,” celebra um dos responsáveis pela operação da Usina da Sanepar, André Alves da Silva.

VOTAÇÃO: A premiação, que reconhece os principais destaques do setor de energia renovável no país, é decidida por votação popular. O público pode registrar o voto até o dia 9 de abril por meio do seguinte sítio eletrônico: https://biogasebiometano.com.br/melhores-votacao. Os vencedores serão anunciados entre 14 e 16 de abril, em cerimônia oficial em Foz do Iguaçu.

Votação popular para o Prêmio Melhores do Biogás Brasil segue até 9 de abril

Reconhecimento
Imagem aérea da usina ETE Belém Imagem aérea da usina ETE Belém A ETE Belém – Biogás consolidou-se ao longo de 2025 como uma unidade de referência em codigestão em escala industrial
Imagem área mostra a ETE Belém, usina de tratamento de esgoto em São José dos Pinhais Imagem área mostra a ETE Belém, usina de tratamento de esgoto em São José dos Pinhais A indicação ao prêmio reforça o posicionamento da Sanepar como uma das principais operadoras de biogás do Brasil
Imagem área mostra a ETE Belém, usina de tratamento de esgoto em São José dos Pinhais Imagem área mostra a ETE Belém, usina de tratamento de esgoto em São José dos Pinhais A ETE Belém – Biogás consolidou-se ao longo de 2025 como uma unidade de referência em codigestão em escala industrial
Imagem área mostra a ETE Belém, usina de tratamento de esgoto em São José dos Pinhais Imagem área mostra a ETE Belém, usina de tratamento de esgoto em São José dos Pinhais Com um desempenho operacional otimizado, a produção diária de biogás já atingiu patamares da ordem de 18.000 Nm³/dia
Curitiba
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Sanepar celebra 333 anos de Curitiba com ações de sustentabilidade e educação ambiental no Parque Barigui

Enviado por Chelsea Karina… em

O sol brilhou no último domingo (29) para celebrar os 333 anos de Curitiba. No Parque Barigui, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) integrou as festividades da capital com uma programação especial na Feira de Sustentabilidade. Realizado nos dias 28 e 29, em frente ao Complexo IMAP, o evento também homenageou o Dia Mundial da Água.

A Estação Sanepar ofereceu ao público jogos temáticos, interações virtuais e maquetes de saneamento rural. Para garantir o bem-estar dos visitantes, uma tenda de hidratação distribuiu copos de água durante a feira.

O engenheiro civil Bruno Sehaber, de 33 anos, participou das atividades e destacou a importância da conscientização. “É positivo entender o processo de tratamento de água e esgoto, pois enfrentamos desafios técnicos que nem todos conhecem. Diferente de outros países, nossa infraestrutura ainda não permite descartar papel na tubulação, mas estamos expandindo. Educar a população é essencial para o tratamento adequado e uma melhor experiência do usuário”. 

As ações atenderam desde o público infantil, com as mascotes Sane e Aqualino, até visitantes como Francisco Zorzo, de 67 anos, que conheceu detalhes do ciclo "do rio ao rio". “Essas ações são fundamentais para a saúde pública. No meu dia a dia no condomínio, é gratificante saber que a água recebida é tratada e que o esgoto descartado recebe o devido cuidado antes de retornar ao meio ambiente”, enfatizou Zorzo.

A iniciativa foi realizada em parceria com a Prefeitura Municipal de Curitiba e outras instituições que promovem a preservação ambiental.

Companhia promove educação ambiental e reforça a importância do tratamento de água e esgoto para a saúde dos curitibanos

Socioambiental
Feira Sustentabilidade Feira Sustentabilidade
Feira Sustentabilidade Feira Sustentabilidade O engenheiro civil Bruno Sehaber, de 33 anos, participou das atividades e destacou a importância da conscientização
Feira Sustentabilidade Feira Sustentabilidade Francisco Zorzo, de 67 anos, conheceu detalhes do ciclo "do rio ao rio"
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