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Foz do Iguaçu encerra o circuito Corridas Sanepar no interior com recorde de público

Enviado por Monica Venson em

Com a confluência dos rios Iguaçu e Paraná, a Roda Gigante e a Ponte de Integração como cenário, Foz do Iguaçu encerrou o circuito Corridas Sanepar edição 2025 no interior do Paraná. Na manhã deste domingo (16), mais de 1.800 atletas de diversas cidades do Brasil e da região da fronteira participaram do evento, número recorde de público.

Mais do que uma competição, o circuito Corridas Sanepar tem como objetivo promover a saúde com incentivo a hábitos saudáveis e a conscientização sobre a importância da preservação da água e dos recursos naturais. O projeto está em sua 4ª edição, consolidando-se como um dos grandes eventos esportivos do Paraná, com a participação de mais de 15 mil corredores ao longo das edições. 

O presidente da Sanepar, Wilson Bley, afirma que esta é uma das atividades mais relevantes para conscientizar a população em relação aos cuidados com a saúde física e mental, por meio da prática esportiva e da hidratação com água tratada. “É uma iniciativa que está ligada aos valores e princípios da Companhia e que nos aproxima da comunidade, inclusive promovendo bons exemplos na convivência familiar, com a categoria ‘kids’, em que pais, mães e filhos podem praticar a corrida lado a lado, num momento feliz que certamente ficará na memória daquela família”, diz.

Jean Carlos Franzon veio junto com um grupo de atletas da cidade vizinha de São Miguel do Iguaçu para participar desta etapa das Corridas Sanepar. Aos 45 anos, Jean Carlos trabalha na prefeitura da cidade e correu 5 km. “Este é o segundo ano que venho para esta corrida. Vim com a equipe de 20 atletas da equipe São Miguel Runner. Depois que a gente pega o gosto, não quer perder mais nenhuma edição”, comenta.

O circuito Corridas Sanepar também contou com a participação ativa de empregados da Companhia que fazem questão de participar das edições da prova patrocinada pela empresa. Wagner Dias Marins, 34 anos, operador de estação de tratamento de água em Foz, participa pela terceira vez do evento. “A prova é bem organizada e hoje eu fiz os 5 km em 22 minutos”, diz. Wagner é um entusiasta das corridas de rua. “Eu participo de corrida de rua já tem 13 anos. Antes mesmo de eu entrar na Sanepar eu já corria. E é muito bacana, a gente conhece pessoas e faz amizades”, comenta.

PREMIAÇÃO E PRÓXIMAS CORRIDAS - Foram premiados os três primeiros lugares das categorias de diversas faixas etárias, nas modalidades feminino e masculino, nas distâncias de 5 km e 10 km. As crianças participaram na modalidade Kids e os adeptos da caminhada fizeram o percurso de 5 km.

Além de Foz do Iguaçu, desde janeiro foram realizadas oito etapas nas cidades de Guaratuba, Matinhos, Maringá e Londrina. No dia 14 de dezembro será a vez de Curitiba sediar a corrida, encerrando o Circuito de 2025 na capital paranaense.

O Projeto Corridas Sanepar 2025 é uma parceria entre a Sanepar e o Governo do Estado do Paraná, com apoio da Lei de Incentivo ao Esporte e do Ministério do Esporte, e realização da AENT - Associação Esportiva. Para participar da próxima prova, os interessados devem fazer a inscrição exclusivamente pelo site: https://www.corridassanepar.com.br.

A prova ocorreu na manhã de domingo (16) e consolida-se como um evento que atrai moradores e turistas para a fronteira

Socioambiental
Corridas Sanepar reuniu 1800 atletas Corridas Sanepar reuniu 1800 atletas Corridas Sanepar reuniu 1800 atletas
Corridas da Sanepar - Foz do Iguaçu Corridas da Sanepar - Foz do Iguaçu Corrida da Sanepar reuniu mais de 1800 atletas
Corrida Sanepar em Foz do Iguaçu Corrida Sanepar em Foz do Iguaçu
Corrida Sanepar realizada em Foz do Iguaçu Corrida Sanepar realizada em Foz do Iguaçu
Corrida Sanepar realizada em Foz do Iguaçu Corrida Sanepar realizada em Foz do Iguaçu
Foz do Iguaçu
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Sanepar investe em transição energética a partir de resíduos de alimentos e lodo

Enviado por Chelsea Karina… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) transforma restos de alimentos enviados por empresas e lodo (material resultante do tratamento de esgoto) em sua usina de produção de bioenergia, a US Bioenergia, em São José dos Pinhais, onde é gerado biogás que pode ser convertido em energia elétrica ou térmica.

Na usina, a Sanepar escolheu a primeira opção: o biogás, atualmente, gera 28 megawatts por hora em energia elétrica, o que seria suficiente para atender 5,6 mil casas em 24 horas.

“Com o pensamento inovador, ousado e criativo de nossos empregados, a Sanepar entrou no ciclo da bioeconomia e da economia circular. Convertemos o lodo, que era um passivo oriundo do tratamento de esgoto, em um ativo que respeita e preserva o meio ambiente, gerando energia renovável”, explica o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

A US Bioenergia está localizada junto à Estação de Tratamento de Esgoto Belém. Lá, os resíduos de alimentos e o lodo são colocados em biodigestores, uma área sem oxigênio (anaeróbica), onde são decompostos por bactérias. Nesse processo, é desprendido o biogás, rico em metano.

A Companhia identificou há anos que, entre seus maiores desafios, um é ambiental: reduzir a emissão de gases poluentes e de resíduos sem uso no tratamento do esgoto; o outro, é econômico: a energia elétrica é um dos maiores custos no saneamento.

ENTRE OS MAIORES DO MUNDO – Entre as soluções para mitigar os dois desafios, a Sanepar investiu na solução tecnológica mais eficiente: além da US Bioenergia, a primeira unidade da empresa a usar resíduos de alimento combinados ao lodo na produção de biogás, há outras de 200 estações de tratamento de esgoto pelo Paraná equipadas com reatores anaeróbicos, formando um dos maiores parques de produção do biogás no saneamento do mundo.

Atualmente, só a usina da Sanepar em São José dos Pinhais transforma, diariamente, 1.050 toneladas de material de descarte, produzindo entre 11 mil normal metro cúbico por dia (Nm³/dia, unidade de medida para volume de gás) e 14 mil Nm³/dia de biogás. Esse volume é convertido nos 28 megawatts por hora de eletricidade.

BLEND DE RESÍDUOS – Uma das inovações da US Bioenergia é a combinação de produtos que antes seriam descartados na produção do biogás que vai gerar energia elétrica. O “blend” é formado por 900 toneladas de lodo gerado diariamente na estação de tratamento Belém.

Na prática, a produção é injetada na rede da Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel). O valor dessa energia é abatido da fatura da Sanepar, cobrindo o consumo de 40 unidades da Companhia, como estações de tratamento de água, esgoto e elevatórias.

O restante, as 150 toneladas diárias de resíduos alimentares, são enviados por empresas que contrataram a Companhia para destinar alimentos inservíveis para um descarte adequado. Entre as que utilizam o serviço estão a Central Estadual de Abastecimento do Paraná (Ceasa) e a Ares do Paraná, especializada em gestão de resíduos (ambas de Curitiba), e a Risotolândia, de Araucária, que produz e comercializa 550 mil refeições por dia.

VANGUARDA - A Sanepar foi pioneira na produção de energia elétrica a partir do esgoto, há 16 anos, quando já buscava respostas inovadoras para reduzir o volume de resíduos e seus custos com energia. 

Em 2009, a Estação de Tratamento de Esgoto Ouro Verde, em Foz do Iguaçu, iniciou a produção de biogás, tornando-se a primeira estação de tratamento a aderir ao sistema de compensação de energia elétrica certificada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Há dois anos, a maior estação de tratamento de esgoto do Paraná, a Atuba Sul, em Curitiba, ganhou um sistema de secagem do lodo, que utiliza energia térmica resultante do biogás gerado somada à biomassa. 

O sistema é capaz de processar 5 toneladas de lodo por hora, transformando-o em cinzas e evitando o envio de grandes volumes de material para aterros sanitários. Graças a essa tecnologia, a Sanepar deixará de enviar para aterro sanitário cerca de 3.800 toneladas do lodo gerado na maior estação de esgoto do Estado todo mês.

ALÉM DA ENERGIA RENOVÁVEL – A implementação em seu negócio de ações de sustentabilidade ambiental adotadas pela Sanepar, como o uso circular dos resíduos do tratamento de esgoto, faz parte do compromisso da Companhia em manter um vínculo de responsabilidade com a sociedade por meio de ações e investimentos para a saúde pública e o desenvolvimento sustentável do Paraná. 

De acordo com o diretor-presidente Wilson Bley, até 2029, serão alocados R$ 11,8 bilhões em obras destinadas a manter o índice de acesso da população à água tratada, reduzir as perdas de água e implantar e ampliar os sistemas de coleta e tratamento de esgoto, um investimento que alinha o Paraná às metas globais.

DE OLHO NA COP-30 – Cinco dos municípios brasileiros que estão no top 20 dos melhores índices de saneamento do país, segundo o Ranking do Instituto Trata Brasil (2025) são atendidos pela Sanepar. As cidades de Foz do Iguaçu, Ponta Grossa, Maringá, Curitiba e Londrina apresentaram indicadores positivos referentes ao abastecimento de água, esgotamento sanitário, tratamento de esgoto, investimentos por habitante e número perdas na distribuição e por ligação.

Essa realidade, contudo, é diferente em outras localidades do Brasil. A mesma pesquisa indicou que o Pará (PA), sede da COP-30, apresenta indicadores precários: apenas 51,6% da população é atendida com água potável e somente 17,3% com coleta de esgoto, enquanto apenas 19,3% do esgoto gerado é tratado. A capital Belém, por exemplo, está entre os 20 piores municípios da pesquisa, ocupando a posição 95 ª na classificação. 

Já Curitiba, foi 1ª capital do país a ter atingido as metas do novo marco regulatório, com 100% de água tratada e 99% da coleta e tratamento do esgoto. Na pesquisa, Curitiba ocupou o 18º lugar, e garantiu a posição no top 3 capitais com o melhor saneamento do Brasil.

Pensando no futuro dos paranaenses, a Sanepar pretende alcançar, até 2030, o acesso universal à água e ao saneamento nas localidades em que está inserida, integrando setores e operações e seguindo um Plano Estratégico de Mitigação e Adaptação às Mudanças Climáticas.

Sanepar vai além do tratamento de água e esgoto e, com usina de biogás, produz eletricidade suficiente para iluminar 5,6 mil casas a partir de resíduos que teriam os aterros como destino

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Sanepar leva Projeto Sustentabilidade da Escola ao Rio para Paiçandu

Enviado por Giovanna Migot… em

Alunos da Escola Estadual Paiçandu fecharam, nesta quinta-feira (13), as atividades do Sustentabilidade: da Escola ao Rio. O projeto da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) leva jovens a reconhecerem a bacia hidrográfica onde a sua escola está inserida, observando o caminho da água e os diversos impactos que influenciam na sua qualidade e quantidade.

Dentro da programação, que envolveu 42 alunos e professores do 1º ano do Ensino Médio, foram realizadas visitas de campo com o reconhecimento da bacia hidrográfica do Ribeirão Bandeirantes do Sul, coleta e análise da qualidade da água do corpo hídrico e visita técnica na estação de tratamento de água Sanepar.

Com um kit didático fornecido pela Sanepar, os estudantes investigaram parâmetros físicos, químicos e microbiológicos da água do Ribeirão. “Eu aprendi bastante sobre a bacia hidrográfica, sobre a questão de preservação, aprendi muito também sobre PH da água. Foi bem interessante observar que tem oxigênio, amônia, que tem nitrito, nitrato, fosfato (na água do ribeirão)”, afirma a jovem Ana Cecília de Almeida. A estudante fez questão de dizer que o projeto da Sanepar lhe agregou importante conhecimento e aprendizado. “Agregou muito e foi uma experiência bem legal, achei o projeto maravilhoso”, elogia.

Franciele Siqueira, professora de Química e Física, acompanhou os alunos nas diversas atividades propostas. Durante a visita na estação de tratamento de água, ela comemorou: “Tenho visto os estudantes bem envolvidos fazendo anotações. Eles estão compreendendo o projeto e esse desenvolvimento, em várias etapas, é bem legal porque dá esse tempo para assimilar todo o percurso da água desde a nascente até a torneira da casa deles”, resume.

A professora conta que também aprendeu com a turma, desde o reconhecimento da bacia, retomando a noção de nascente in loco, bem como o entendimento sobre a importância da mata ciliar, até a estação de tratamento, vendo os detalhes do processo de potabilização da água.

A gestora ambiental da Sanepar responsável pelo projeto, Andrea Fontes, avalia que os participantes compreenderam a complexidade que é o saneamento, bem como as inter-relações que ocorrem na bacia e que podem afetar a disponibilidade da água, a mobilidade e a qualidade hídrica. “Como resultado desse trabalho, num terceiro encontro, os alunos ficaram responsáveis por produzir vídeos que representassem um pouco do aprendizado que eles tiveram, bem como a busca de saídas para os desafios para uma maior sustentabilidade das nossas bacias hidrográficas e da nossa água”, conclui.

INVESTIMENTOS - O Sustentabilidade: da Escola ao Rio busca desperta nos participantes o senso de pertencimento ao meio ambiente. Esta atividade integra o Programa de Intervenção Socioambiental em Obras de Saneamento em execução como contrapartida ao financiamento da Caixa Econômica Federal para obras de saneamento em Paiçandu.

Parte do recurso financiado deve ser destinada a atividades de educação socioambiental. “Nós já realizamos oficina de sabão, realizamos uma reunião comunitária e também há previsão, na próxima semana, de um curso de facilitadores em saneamento voltado para agentes de saúde. E, futuramente, vamos realizar também com a comunidade uma oficina de PANCS, que são Plantas Alimentícias Não Convencionais”, resume Andrea Fontes.

 

Com atividades práticas, jovens refletem sobre o caminho da água e os impactos ambientais na bacia hidrográfica

Socioambiental
alunos estão num espaço aberto proximo ao rio e estão analisando a qualidade da agua com kit alunos estão num espaço aberto proximo ao rio e estão analisando a qualidade da agua com kit Projeto da Sanepar leva jovens a reconhecerem a bacia hidrográfica onde a sua escola está inserida em Paiçandu
alunos estão num espaço aberto proximo ao rio e estão analisando a qualidade da agua com kit alunos estão num espaço aberto proximo ao rio e estão analisando a qualidade da agua com kit Projeto da Sanepar leva jovens a reconhecerem a bacia hidrográfica onde a sua escola está inserida em Paiçandu
alunos estão num espaço aberto proximo ao rio e estão analisando a qualidade da agua com kit alunos estão num espaço aberto proximo ao rio e estão analisando a qualidade da agua com kit Projeto da Sanepar leva jovens a reconhecerem a bacia hidrográfica onde a sua escola está inserida em Paiçandu
alunos estão num espaço aberto proximo ao rio discutindo em circulo sobre a bacia hidrográfica alunos estão num espaço aberto proximo ao rio discutindo em circulo sobre a bacia hidrográfica Sustentabilidade: da Escola ao Rio inclui visitas e análises do corpo hídrico, busca reflexões
alunos estão num espaço aberto proximo ao rio discutindo em circulo sobre a bacia hidrográfica alunos estão num espaço aberto proximo ao rio discutindo em circulo sobre a bacia hidrográfica Sustentabilidade: da Escola ao Rio inclui visitas e análises do corpo hídrico, busca reflexões
jovem posa com sorriso e uniforme da escola para reportagem jovem posa com sorriso e uniforme da escola para reportagem A aluna Ana Cecilia de Almeida diz que “foi bem interessante observar que tem oxigênio, amônia, que tem nitrito, nitrato, fosfato (na água do ribeirão)”
professora posa para foto com uniforme da escola e sorriso no rosto professora posa para foto com uniforme da escola e sorriso no rosto Jovens tiveram “tempo para assimilar todo o percurso da água desde a nascente até a torneira da casa deles”, diz professora Franciele Siqueira
Paiçandu
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Programas e Projetos
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Projeto SegHidro realiza coletas em minas e poço da Sanepar no Litoral

Enviado por Maria Claudia … em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) iniciou um mapeamento inédito das águas subterrâneas utilizadas para o abastecimento público, com a coleta e análise das águas de poços no Litoral do Paraná. A ação parte dos esforços da Sanepar para garantir disponibilidade e qualidade da água agora e no futuro. As coletas ocorreram em duas minas utilizadas pela Sanepar no abastecimento público de Guaraqueçaba e em um poço da localidade de Sambaqui, em Morretes.

As atividades integram o projeto Segurança Hídrica com Águas Subterrâneas (SegHidro) implantado pela Companhia em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR). “Com o SegHidro, teremos um monitoramento detalhado de cerca de 1,3 mil poços em operação pela Sanepar no Paraná, com dados sobre a qualidade e a quantidade das águas subterrâneas utilizadas para abastecimento público, trazendo melhores condições para o gerenciamento sustentável deste recurso, especialmente com os crescentes desafios climáticos. Essa é uma das maiores campanhas de amostragem de águas subterrâneas já realizadas no país, sendo um monitoramento inédito em seu formato e abrangência”, explica a gerente de Recursos Hídricos da Sanepar, Ester Assis Mendes.

Ester lembra ainda que o SegHidro busca o estabelecimento de parcerias, convênios e investimentos visando a segurança da água e a garantia de disponibilidade do recurso em quantidade e qualidade suficientes para o abastecimento público. Ela informa que o estudo sobre as águas subterrâneas ocorre em parceria com UFPR por meio do Laboratório de Pesquisas Hidrogeológicas (LPH) da Universidade, que tem quase três décadas de trabalho com análises de águas e as pesquisas em hidrogeologia.

DESAFIO - No Litoral, as amostras foram coletadas pelo empregado da Sanepar Jonas Alves Machado, que recebeu treinamento específico para o trabalho do SegHidro. “O primeiro desafio de uma coleta é o acesso, pois nem sempre os locais são fáceis de chegar. Em Guaraqueçaba, por exemplo, apenas para o acesso a uma mina, precisamos percorrer 1.200 metros a pé, dentro da mata. Precisei do auxílio de dois outros colegas que conhecem bem a região, José Rogério Machado e Luis Fernando Terezin. Para o local, levamos equipamentos e instrumentos que permitem a coleta de modo seguro e adequado e também a realização de análises de alguns parâmetros, como temperatura, pH e condutividade”, conta Jonas.

Assim como Jonas, todos os demais empregados amostradores da Sanepar (pessoal treinado para coletar amostras) levam para o campo uma maleta especial com um equipamento de medição e soluções específicas de calibragem da sonda multiparamétrica. Além das análises no local da coleta, os amostradores devem ter outros cuidados específicos, como a manutenção das amostras a uma temperatura que não ultrapasse os 6º C, uma exigência para análises microbiológicas em laboratório.

Os resultados das análises alcançados no momento da coleta são inseridos num aplicativo de caracterização de dados de campo, o CDC, criado por Ronaldo Wander Fernandes, outro empregado da Sanepar. A partir das inserções, os dados poderão gerar uma “fotografia” de como estão as fontes subterrâneas analisadas.

AGENDA – As próximas coletas de águas subterrâneas ocorrerão em dezembro em poços e minas da região de Foz do Iguaçu e de Toledo. De acordo com Ester, a fase de coleta de amostras levará nove meses, mas o trabalho do SegHidro possui outras etapas e, pelo convênio atual, seguirá, pelo menos, até 2030. “O trabalho foca na disponibilidade de água em quantidade e qualidade suficientes para o atendimento às necessidades humanas, à prática das atividades econômicas e à conservação dos ecossistemas aquáticos, com a possibilidade de serem desenvolvidos outras atividades e outros projetos para a segurança hídrica, conservação e restauração do meio ambiente e promoção da saúde”, detalha a gerente da Sanepar.

As águas subterrâneas representam 18% do total de fontes de abastecimento no Paraná, atendendo 630 localidades. As amostras coletadas no SegHidro seguem para análises na Gerência de Avaliação de Conformidades da Sanepar (GACF) e para o LPH da UFPR.

Ação é parte do monitoramento de 1,3 mil poços em operação pela Sanepar e conta com apoio da UFPR. Análises auxiliarão no gerenciamento sustentável da água e em ações para a garantia de disponibilidade do recurso

Água
homens coletando amostra de água homens coletando amostra de água SegHidro: amostras de águas do Litoral já foram coletadas (Arquivo Sanepar)
Homem testando amostra de água Homem testando amostra de água SegHidro: amostras de águas do Litoral já foram coletadas (Arquivo Sanepar)
homens coletando amostra de água do rio homens coletando amostra de água do rio SegHidro: amostras de águas do Litoral já foram coletadas (Arquivo Sanepar)
homens caminhando na mata nativa homens caminhando na mata nativa Coleta de amostra em Guaraqueçaba: 1.200 metros a pé, dentro da mata, para o acesso a uma mina
homens segurando equipamentos na mata homens segurando equipamentos na mata José Rogério, Jonas Alves e Luis Terezin, empregados da Sanepar: desafios para chegar aos locais de coleta
maleta com equipamentos maleta com equipamentos Maleta com equipamento para análises no momento da coleta das amostras (Arquivo Sanepar)
Guaraqueçaba
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Sanepar oferece curso gratuito de manutenção hidráulica e ligação de esgoto em Piên

Enviado por Maria Claudia … em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) está realizando cursos sobre hidráulica em Piên. O foco são pequenos consertos e a execução correta das ligações de esgoto das casas à rede pública de esgotamento sanitário. Na cidade, a Sanepar investiu cerca de R$20 milhões em obras de esgotamento sanitário e já é possível fazer as conexões dos imóveis às redes coletoras.

Gratuitos, os treinamentos da Sanepar podem ser feitos por homens e mulheres, maiores de 18 anos. Um desses cursos está sendo realizado nesta sexta-feira (07/11) no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Piên, com a participação de moradores, contatados com apoio da Agência do Trabalhador local. O próximo curso da Sanepar em Piên será nos dias 3 e 4 de dezembro, com as inscrições abertas pelo Whatsapp: (41) 99259-9652.

TEMAS - O empregado da Sanepar, Wilson Dib Júnior, explica que o curso está dividido em duas partes, sendo a manhã dedicada à água e a tarde, ao esgoto. “Os participantes irão aprender diversos tipos de serviços que podem ser realizados no ambiente doméstico, como pequenos reparos e identificação de vazamentos, mas também aprenderão como se faz a ligação correta de esgoto das residências à rede da Sanepar. Isso é fundamental para o bom uso da rede da Sanepar, sendo que os participantes aprendem o que precisam para fazer a ligação em suas casas e também podem usar o conhecimento para fazer para vizinhos e outras pessoas que precisem, o que pode criar uma nova oportunidade de trabalho, como alternativas de trabalho e de renda. Os treinamentos também trazem aperfeiçoamento para quem já trabalha com isso”, explica.

A oficina faz parte do Programa de Intervenção Socioambiental em Obras de Saneamento da Sanepar que prevê diversas atividades. “Visitas domiciliares de sensibilização ambiental e de orientação técnica sobre as ligações de esgoto, reuniões domiciliares e vistorias técnicas também fazem parte do Programa. Em Piên, dentro do Programa, também foram instaladas três colmeias de abelhas nativas sem ferrão em unidades educacionais do município e foi realizada uma oficina sobre horta doméstica em uma escola da cidade, como parte de trabalhos de educação socioambiental”, informa Dib.

OBRAS - A Sanepar implantou 23 mil metros de rede coletora de esgoto, 770 ligações de esgoto e construiu uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), além de emissário, estação elevatória de esgoto e linha de recalque Em Piên. “Com as obras passaremos a atender todo o perímetro urbano da cidade, com uma ETE capaz de tratar até 6 litros por segundo”, conta o gerente de Obras da Sanepar, Anderson Presznhuk.

Em Piên, as obras estão finalizadas. “Estamos com a Estação e as obras prontas, sendo necessário que a população faça as ligações corretas e usufrua do benefício do sistema de esgotamento sanitário. Os serviços da Sanepar trazem novos horizontes para Piên e fazem parte dos esforços da Companhia para a universalização do saneamento, ideal que a Sanepar tem perseguido desde a sua fundação e que é cada vez mais impulsionado pelo governo Estadual”, afirma o presidente da Sanepar, Wilson Bley.

Além das obras realizadas, os investimentos da Sanepar no município devem elevar o atendimento com redes de esgotamento a 90% até 2033, conforme estabelece o novo marco legal do saneamento básico, previsto pela Lei n.º 14.026. As obras de esgotamento sanitário são fundamentais tanto pela qualidade de vida quanto pela questão ambiental e mesmo pela valorização dos imóveis. Bley ressalta ainda que o objetivo da Sanepar é atingir a meta legal antes do prazo previsto em lei. “O governador tem colocado como meta o ano de 2030 e estamos trabalhando firmemente para isso porque entendemos que o saneamento é um caminho seguro e necessário para a qualidade de vida, em inúmeros aspectos e de modo amplo, em todo o Paraná”, diz Bley.

 

Serviço:

Evento: Curso de Hidráulica

Datas: 3 e 4 de dezembro de 2025 (à tarde)

Público: moradores de Piên, homens e mulheres, acima de 18 anos

Inscrições abertas pelo Whatsapp: (41) 99259-9652

Curso está relacionado a obras de saneamento de R$20 milhões na cidade. Inscrições para oficina de dezembro estão abertas

Socioambiental
Grupo de pessoas com materiais hidráulicos Grupo de pessoas com materiais hidráulicos Oficina gratuita da Sanepar: hidráulica, ligações corretas de esgoto e possibilidade de geração de renda (Arquivo Sanepar)
Mesa com materiais hidráulicos Mesa com materiais hidráulicos
Grupo de pessoas analisando projeto em papel Grupo de pessoas analisando projeto em papel
Imagem da Estação de Tratamento da Sanepar Imagem da Estação de Tratamento da Sanepar Obras de esgotamento da Sanepar em Piên (Arquivo Sanepar)
Estação de tratamento da Sanepar Estação de tratamento da Sanepar Obras de esgotamento da Sanepar em Piên (Arquivo Sanepar)
Piên
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Sanepar Rural vai atender mais de 160 famílias no interior de Japira

Enviado por Ediane Battistuz em

 

As comunidades rurais de Guapé e Cruzeirinho, no município de Japira, Norte Pioneiro, participaram nesta quinta-feira (06) de reunião do Programa Sanepar Rural, promovida pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e a Prefeitura. Pela parceria, 165 famílias serão beneficiadas com água tratada de qualidade. Um dos objetivos do encontro era orientar os moradores sobre a organização das comunidades para operação do Sistema Rural de Abastecimento de Água, com a criação da Associação da Água, aprovação de Estatuto e Regimento Interno e eleição de Diretoria e Conselho Fiscal da entidade.

“O Programa Sanepar Rural permite o acesso de moradores no campo à água potável. São pessoas que vivem em localidades com distância superior a quatro quilômetros de distância de centros urbanos. As demandas vêm das próprias comunidades, que, com o crescimento exponencial, necessitam de água para consumo humano nas residências”, explica o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

Para atender Guapé e Cruzeirinho, devem ser implantados 17.172 mil metros de rede de distribuição, 2.350 metros de rede adutora, casa de química (para o tratamento da água) e dois reservatórios de 30 mil litros cada. A Sanepar está contribuindo com estudos de engenharia e técnico das instalações, fornecimento de todos os equipamentos e materiais necessários, orientação técnica especializada durante a execução das obras e, ainda, implementação de ações socioeconômicas e de educação ambiental. O investimento é de mais de R$ 790 mil, com recursos próprios da Sanepar e do Município. A obra deve iniciar nos próximos dias. 

Roboão Senegaglia, assistente da Diretoria Comercial da Sanepar, encarregado pelas organizações comunitárias no Programa, reforça que os encontros são indispensáveis para que a comunidade seja treinada, preparada e instruída. “A Companhia fornece toda a estrutura necessária, todo o apoio e orientação necessários. Após a implantação, o sistema será administrado pela comunidade, através da Associação da Água, que foi criada na reunião deste dia 6 de novembro. As comunidades, unidas, é que vão distribuir a água tratada de qualidade para todas as suas famílias”, informa.

Uma das famílias beneficiadas é a do agricultor Francisco Tomaz de Freitas. Ele doou uma área de 100 metros quadrados para a construção da casa de química junto ao poço já perfurado. “Nós temos um orgulho muito grande de fazer parte desse momento para comunidade, para as famílias. É muito importante para nós receber água com garantia de qualidade para a nossa saúde”, comemora.

 

Conquista foi comemorada em reunião feita com moradores de Guapé e Cruzeirinho nesta quinta (06), que criaram associação para assumir a operação do sistema

Socioambiental
Moradores de Guapé e Cruzeirinho Moradores de Guapé e Cruzeirinho Moradores de Guapé e Cruzeirinho, comunidades de Japira, vão ter água tratada em suas casa
Moradores de Guapé e Cruzeirinho, em Japira Moradores de Guapé e Cruzeirinho, em Japira Mais de 160 famílias de comunidades rurais de Japira serão atendidas pelo Programa Sanepar Rural
Agricultor Francisco Tomaz de Freitas Agricultor Francisco Tomaz de Freitas Agricultor agricultor Francisco Tomaz de Freitas doou terreno de 100 metros quadrados para o projeto
Japira
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Sanepar é destaque em simpósio nacional sobre wetlands no tratamento de esgoto

Enviado por Chelsea Karina… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) participou do 7º Simpósio Brasileiro sobre Wetlands Construídos, evento que abordou a utilização dessa ecotecnologia no saneamento, metodologia já adotada pela empresa.

A diretora de Investimentos da Companhia, Leura Lúcia Conte de Oliveira, participou da abertura do Simpósio, realizado entre os dias 27 e 30 de outubro em Curitiba, e reforçou que a Companhia está atenta à aplicação das wetlands no saneamento como uma excelente opção para o setor.

As wetlands são um Solução Baseada na Natureza (SBN) em que o esgoto fica em um ambiente amplo e aberto, com plantas que absorvem nutrientes e oxigenam o solo e com a ação de bactérias e outros microrganismos na decomposição da matéria orgânica de forma sustentável.

“A Sanepar mantém um programa robusto de investimentos visando a universalização do serviço de saneamento básico, projetando para o ciclo 2025–2029, com a aplicação de quase R$12 bilhões. Entre os projetos em andamento, a tecnologia das wetlands será integrada a sistemas de várias regiões no Paraná”, disse Leura.

Cerca de 50 empregados da Sanepar participaram dos quatro dias do simpósio, entre eles, os engenheiros Aliny Lucia Borges Borba (DIN) e Aurio Bonilha Junior foram palestrantes em minicursos e mesas redondas. “Essa participação massiva de nossos profissionais neste evento reflete o quanto a empresa está acreditando na tecnologia”, destacou o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

A Sanepar foi referência em vários momentos do Simpósio por sua vanguarda na aplicação tecnologia, com seu primeiro projeto-piloto implantado há cinco anos para o tratamento do lodo (resíduo resultante desse processo).

WETLANDS PARANAENSES - Na Região Oeste, a tecnologia já está integrada ao sistema das cidades de Santa Helena, Assis Chateaubriand e Vera Cruz do Oeste, onde está em operação para tratar o lodo.

 Já em Palotina, Serranópolis do Iguaçu e Curitiba, está em andamento a instalação de wetlands para tratar o lodo. Em Quatiguá, a tecnologia está sendo usada no tratamento de esgoto e em Saudade do Iguaçu, a Sanepar também está com obras para o uso desta tecnologia, que será aplicada no sistema de tratamento de esgoto.

O Simpósio reuniu especialistas, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e profissionais do setor para debater os avanços, desafios e aplicações dessa tecnologia sustentável no saneamento e na gestão de recursos hídricos. Organizado por: Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, seção Paraná (ABES-PR); Universidade Federal do Paraná (UFPR); Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR); Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e Universidade Positivo (UP), em parceria com o Grupo Wetlands Brasil e apoio da Sanepar.

PRESENÇA SANEPARIANA - A engenheira Aliny, ao lado da consultora Heike Hoffmann, da empresa Rotária do Brasil, ministrou o minicurso “Wetlands para tratamento de esgoto e lodos: soluções municipais visando à universalização do 

O engenheiro Aurio Bonilha Junior participou da roda de discussão de perspectivas do tema: “Wetlands em Ambientes Urbanos: como tornar as cidades mais resilientes e sustentáveis”, ao lado especialistas de empresas e instituições que apoiam o uso da ecotecnologia no Brasil e responsáveis por diversos projetos e obras já implementados.

De acordo com Aurio, o evento tem um papel importante no incentivo ao desenvolvimento e estudo dessa tecnologia. “Abordamos cases de sucesso da Sanepar, que abrem portas para o uso da tecnologia em vários outros lugares”, disse. O engenheiro destacou que a wetland está deixando de ser uma novidade no Brasil para se tornar uma solução no saneamento. Na Sanepar, tem sido uma opção estratégica para ampliar o acesso ao saneamento, com economia e maior eficiência operacional.”

Sendo uma das empresas pioneiras no Brasil a usar essa solução baseada na natureza (SBN), a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) marcou presença apresentando seus cases e com a participação de cerca de 50 empregados no 7º Simpósio Brasileiro sobre Wetlands Construídos, em Curitiba

Socioambiental
Sanepar é destaque em wetlands Sanepar é destaque em wetlands
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Sanepar vai dar exemplo de limpeza no pós-shows do Verão Maior Paraná

Enviado por Ediane Battistuz em

O Governo do Paraná anunciou, na noite desta terça-feira (21), a programação de shows do Verão Maior Paraná 2026, para que todos os veranistas que escolherem o litoral paranaense como destino se organizem e possam acompanhar seus artistas favoritos. Após os quase 40 espetáculos gratuitos previstos de 9 de janeiro a 8 de fevereiro, é a vez de as equipes da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) invadirem a praia, acelerando a limpeza da areia.

Com equipes contratadas e treinadas para retirar os resíduos, a Companhia investe nas máquinas saneadoras, que revolvem a areia da praia durante a madrugada, retirando pequenos resíduos como bitucas de cigarro, cacos de vidro, tampas plásticas e de metal e miniembalagens plásticas, como as de balas e outros doces.

“Na última temporada, trouxemos quatro dessas máquinas. Este ano, vamos aperfeiçoar esse serviço. Com o nosso litoral transformado nos últimos anos, hoje talvez seja o maior aglutinador de turistas do estado. A Sanepar segue com seu importante papel: já fazíamos a limpeza de forma contínua durante a temporada, mas aprimoramos isso e fazemos as limpezas de forma rápida, para que quem foi ou não ao show possa curtir a praia pela manhã”, explica o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

Serão cinco finais de semana de shows no litoral paranaense, além de apresentações nas quintas-feiras – novidade este ano. A expectativa é de bater o número de público da última temporada, que reuniu mais de 1,8 milhão de pessoas nos shows nacionais gratuitos, desta vez também com atrações internacionais.

CUIDADO AMBIENTAL – Entre os objetivos da empresa em oferecer esse serviço aos veranistas, está a consciência de que todos podem colaborar para manter as areias limpas, assegurando, além do conforto de praias bem cuidadas, contribuir com o meio ambiente e com a saúde pública.

Isso porque a retirada de resíduos pela saneadora reduz a quantidade de lixo que pode ir parar nos oceanos e diminui o risco de doenças causadas por bactérias e germes que ficam na areia. Além disso, evita acidentes, como machucados com cacos de vidro, por exemplo. O material retirado pela Sanepar das praias do Paraná que for reciclável será destinado a associações de catadores de municípios litorâneos.

TAMBÉM DURANTE O DIA – Na temporada 2024/2025, a Sanepar retirou mais de 230 toneladas de lixo das praias de Guaratuba, Matinhos, Pontal do Paraná e Guaraqueçaba, nos 48 quilômetros lineares da orla, no trabalho que também é realizado durante o dia, conscientizando quem estiver na beira do mar.

Os trabalhadores que atuam na coleta também participam de ações de distribuição de sacolinhas para que os veranistas guardem o lixo gerado e o levem para jogar na lixeira, sem deixar sujeira na areia. Ainda, conversam com os turistas e dão orientações.

HIDRATAÇÃO – Assim como em temporadas anteriores, a Sanepar vai contribuir para que os veranistas se mantenham hidratados, com a distribuição gratuita de copos d’água durante os grandes shows e outros eventos. Na temporada passada, foram 85 mil copos entregues.

R$ 22 MILHÕES EM INVESTIMENTOS – Antes mesmo de a temporada começar, a Sanepar já está investindo R$ 22 milhões em obras, aquisições e serviços para assegurar a segurança hídrica do veranista no Paraná.

Entre as ações, a Companhia incluiu em seu plano operacional para a temporada 2025/2026 a contratação de 31 geradores de energia, a ampliação da frota de caminhões-pipa, 21 contêineres reservatórios e 130 novos pontos de telemetria nas redes de água e esgoto. Também já estão sendo realizadas melhorias operacionais nas redes de distribuição, captações e estações de tratamento.

A Estação de Tratamento de Água de Matinhos está recebendo a implantação do sistema floco-decantador, que contribui para minimizar as paralisações no tratamento de água em caso de condições climáticas adversas.

Será implantada uma terceira bomba na captação Saí-guaçu, em Guaratuba, e feita a dragagem do Rio das Pombas, em Pontal do Paraná, ampliando a confiabilidade em períodos de chuvas intensas. Em Pontal do Paraná, a Estação de Tratamento de Esgoto teve ampliada a saída de efluente, dobrando a vazão de chegada das elevatórias.

Dentro das estratégias de suporte aos veranistas do litoral paranaense nesta temporada, Companhia repete a limpeza da areia após os grandes shows, com as máquinas saneadoras e a contratação de trabalhadores

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Limpeza das prais Limpeza das prais Durante a temporada, seguem as iniciativas de limpeza diária das praias - que na última edição recolheu mais de 230 toneladas
Praia Acessível - com passarelas e cadeiras anfíbias - bateu recorde na última temporada Praia Acessível - com passarelas e cadeiras anfíbias - bateu recorde na última temporada Praia Acessível - com passarelas e cadeiras anfíbias - bateu recorde na última temporada
Estandes do projeto Estação Sanepar de educação ambiental Estandes do projeto Estação Sanepar de educação ambiental Os estandes do projeto Estação Sanepar de educação ambiental receberam 9 mil veranistas no último verão
Voluntários da Sanepar no projeto Verão Maior Voluntários da Sanepar no projeto Verão Maior Os estandes do projeto Estação Sanepar de educação ambiental receberam 9 mil veranistas no último verão
Estande do projeto Estação Sanepar de educação ambiental no Litoral Estande do projeto Estação Sanepar de educação ambiental no Litoral Os estandes do projeto Estação Sanepar de educação ambiental receberam 9 mil veranistas no último verão
Nova frota de caminhões-pipa da Sanepar Nova frota de caminhões-pipa da Sanepar
verão maior Sanepar litoral verão maior Sanepar litoral Sanepar no Verão Maior
Verão Maior Verão Maior
Verão maior Verão maior Verão maior: Sanepar atua nas praias do Paraná
Verão maior Verão maior Sanepar no Verão Maior
Verão maior Verão maior Sanepar preparada para o Verão Maior
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