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Tratamento de esgoto com wetlands usado pela Sanepar avança pelo Oeste do Paraná

Enviado por Monica Venson em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) não só investe continuamente na ampliação e melhoria do tratamento do esgoto no Estado como também tem testado, aprovado e ampliado o uso de novas práticas que aliam inovação e sustentabilidade ambiental. Entre elas, a tecnologia das wetlands ("zonas úmidas", na tradução), também conhecidas como “canteiros de mineralização”, que está no rol das Soluções Baseadas na Natureza (SBN).

Com 25,5 mil habitantes, Santa Helena, no Oeste paranaense, foi a primeira cidade em que a Sanepar adotou as wetlands, como projeto-piloto. No município, a Sanepar instalou há cinco anos uma nova unidade de tratamento pelo sistema de SBR com lodo ativado, em que as antigas lagoas de depuração de esgoto foram transformadas nos canteiros de mineralização.

O sistema em Santa Helena tem resultados acima das estimativas. “Além da alta eficiência na eliminação de resíduos e purificação da água resultante do tratamento, sua vida útil mostrou-se mais longeva do que havíamos calculado. Inicialmente projetada para 10 anos, deve chegar a 15 anos de operação”, diz o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

A eficácia do modelo inspirado na natureza causa admiração no município. Nas wetlands, o esgoto fica em um ambiente amplo e aberto, com plantas que absorvem nutrientes e oxigenam o solo, e com a ação de bactérias e outros microrganismos na decomposição da matéria orgânica, tirando os resíduos do esgoto de forma eficiente e sustentável.

O prefeito Dinho Maraskin afirma que ficou impressionado quando conheceu a estação de tratamento de esgoto que usa a SBN. “Chega o esgoto e sai uma água limpa, praticamente potável. Hoje temos aqui em Santa Helena um modelo de estação que é referência em todo o Brasil”, diz.

INSPIRAÇÃO NATURAL – Na prática, o sistema da wetland faz o mesmo processo que a natureza realiza em áreas úmidas ou pantanosas: funciona como um filtro vivo, em que o lodo é depositado sobre camadas de areia, brita e raízes de plantas aquáticas, que ajudam a eliminar poluentes. Assim, contribui diretamente para a preservação ambiental e a melhoria da qualidade de vida da população.

“Essa tecnologia é uma alternativa que agrega sustentabilidade e economia circular ao processo de tratamento de esgoto”, explica o gerente de Projetos e Obras Sudoeste da Sanepar, Aurio Bonilha.

As wetlands ainda contribuem para evitar maus odores e são uma tecnologia alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) da ONU, ao contribuir com a universalização do saneamento, a promoção de cidades sustentáveis e no combate das mudanças climáticas.

MAIS CIDADES – Com o sucesso do projeto-piloto, a Sanepar já levou o método para Assis Chateaubriand e Vera Cruz do Oeste, também na região Oeste do Paraná, que iniciaram a operação neste ano. Em Assis Chateaubriand, a Companhia investiu R$ 63,3 milhões em obras de ampliação do sistema de esgoto. Já em Vera Cruz do Oeste, foram R$ 25 milhões para converter as lagoas de depuração da antiga estação de tratamento de esgoto em wetlands e construir uma nova estação.

A Sanepar avança na implantação do modelo em Palotina, onde uma nova estação de tratamento de esgoto tem previsão de entrar em operação em janeiro de 2026.

Há cinco anos, Santa Helena, no Oeste do Paraná, foi a primeira receber a tecnologia, que é uma Soluções Baseadas na Natureza (SBN), da Sanepar, para depurar o lodo de esgoto com resultados que impulsionaram a expansão do modelo para outros municípios

Esgoto
Wetland Santa Helena Wetland Santa Helena Sanepar adota soluções baseadas na natureza para tratar lodo de esgoto
Santa Helena
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Iniciativa de empregados da Sanepar protege rio em Campo Mourão

Enviado por Monica Venson em

Dois funcionários da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) em Campo Mourão deram exemplo de cidadania ao construir um tipo de ecobarreira para conter o lixo no Rio do Campo, um dos principais mananciais de abastecimento da cidade.

Plínio da Silva Garcia e Alexsandro da Silva, preocupados com a enorme quantidade de resíduos que diariamente chegava perto da unidade de captação de água, se inspiraram no projeto Ecobarreira existente no Rio Atuba, em Curitiba.

A ideia surgiu durante a rotina de trabalho de Alexsandro no laboratório em Campo Mourão. Ao coletar água para análises, verificava o volume de materiais depositados no rio. Foi ele quem procurou Plínio, que tem experiência como soldador, para viabilizar o projeto.

"O Alexsandro veio me procurar e deu a ideia. Depois de algumas pesquisas na internet e como já trabalhei em metalúrgica, pedimos autorização da Coordenação para usar materiais que seriam descartados. E o resultado foi a ecobarreira que conseguimos instalar", conta Plínio, que trabalha no Setor de Manutenção de Redes.

A barreira ecológica foi construída utilizando materiais de obras e reformas nas próprias unidades da Sanepar, que seriam descartados. A dupla usou peças de aeradores, os chamados "barquinhos", utilizados para oxigenar lagoas e tanques de peixes, que seriam descartados com a modernização da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). "A ecobarreira é feita toda de plástico e inox, material que não é corrosivo e tem boa durabilidade", explica Plínio.

Para Alexsandro, o objetivo é claro: contribuir para a preservação do manancial e para a qualidade da água que segue para a estação de tratamento e, em seguida, para as casas da população. "O compromisso agora é manter a disciplina para que, depois de cada chuva, e toda a semana, fazer o trabalho de limpeza", afirma.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, elogiou a iniciativa, ligando-a à vocação de sustentabilidade da Companhia. "Todas iniciativas, das pequenas às grandes, que trazem resultados positivos às questões ambientais são importantes. Esse é um exemplo de cidadania, de engajamento e de consciência ambiental", ressalta.

Este projeto foi inspirado na Ecobarreira do Atuba. A idéia é do paranaense Diego Saldanha que esteve em Campo Mourão e que desde 2016 decidiu trabalhar para salvar o rio onde ele brincava e nadava na infância. Mais de 20 toneladas de lixo foram retiradas do rio com auxílio do equipamento, instalado em Curitiba.

 

Preocupados com a preservação do Rio do Campo, empregados da Sanepar se uniram para colocar projeto de ecobarreira em prática. O projeto teve como inspiração a Ecobarreira do Rio Atuba, idealizado pelo paranaense Diego Saldanha

Socioambiental
Ecobarreria construída por empregados da Sanepar de Campo Mourão Ecobarreria construída por empregados da Sanepar de Campo Mourão Ecobarreria construída por empregados da Sanepar de Campo Mourão
Ecobarreira de Campo Murão Ecobarreira de Campo Murão Ecobarreira no Rio do Campo, em Campo Murão
Empregados Alexsandro e Plinio junto da ecobarreira Empregados Alexsandro e Plinio junto da ecobarreira Empregados fazem ecobarreira no Rio do Campo
Campo Mourão
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Investimentos da Sanepar tornam Paraná referência em universalização da água

Enviado por Monica Venson em

Os constantes investimentos da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) consolidam o Estado como referência nacional no acesso à água potável, superando o déficit que ainda atinge milhões de brasileiros. A universalização do abastecimento de água potável já é realidade para a população urbana dos 344 municípios paranaenses e em Porto União (SC), atendidos pela Companhia desde 2008. A meta de 100% de disponibilidade de rede pública em toda a área urbanizada já havia sido alcançada 25 anos antes do previsto no Marco Regulatório que prevê a universalização do acesso à água em 2033.

Para manter e expandir este padrão, a Sanepar tem mantido um ritmo intenso de aplicações financeiras. O montante investido entre 2020 e 2024 ultrapassou R$ 3,4 bilhões. O plano plurianual da Companhia projeta a aplicação de mais R$ 4,5 bilhões até 2029.

“Temos um compromisso com a saúde pública e com o bem-estar da população do Paraná", afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley. "Com 62 anos de atividade como empresa pública do Paraná, a Sanepar tornou o acesso à água potável nas cidades uma realidade, com o compromisso de levar saúde, segurança hídrica e bem-estar social para todas as cidades onde está presente”.

A performance paranaense contrasta com a realidade nacional, em que cerca de 34 milhões de brasileiros ainda convivem diariamente com a falta de rede de abastecimento, comprometendo a higiene e a alimentação, segundo o Instituto Trata Brasil.

De acordo com esse Instituto, o Paraná figura entre os nove estados com cidades que alcançaram a universalização do abastecimento de água abrangendo todo o território municipal, com base na Lei Federal nº 14.026/20, que considera universalizados os municípios que atendem a 99% ou mais da população urbana e rural com água potável.

Nesta seleta lista, estão duas cidades atendidas pela Sanepar — Curitiba e Foz do Iguaçu —, integrando o conjunto de 23 municípios do país que atingem o pleno acesso de água tratada de qualidade para a totalidade de seus territórios.

FOCO NO CAMPO - Com a universalização consolidada nas áreas urbanas, a Companhia reforça seus esforços no Programa de Saneamento Rural, com mais de 40 anos de existência. O programa é executado em parceria entre Governo do Estado, prefeituras e as próprias comunidades. Ao longo de quatro décadas, foram executadas mais de 2,4 mil obras e implantadas mais de 128 mil ligações de água no campo.

O diretor de Operações da Sanepar, Sergio Wippel, destaca a importância da iniciativa para 1,7 milhão de pessoas que vivem em áreas rurais, o que representa cerca de 12% da população do Estado.

“No programa atual, o foco é capacitar as comunidades a terem condições de operação dos sistemas com os critérios estabelecidos, garantindo as condições mínimas para atendimento”, explicou Wippel. A efetividade do programa foi reconhecida no início deste ano como case de sucesso no Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária Ambiental, promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Ambiental e Sanitária (ABES).

Universalização já é realidade para a população urbana dos 344 municípios paranaenses e em Porto União (SC), atendidos pela companhia desde 2008. Montante investido entre 2020 e 2024 ultrapassou R$ 3,4 bilhões. O plano plurianual da Companhia projeta a aplicação de mais R$ 4,5 bilhões até 2029

Água
Captação de agua no Lago de Itaipu em Foz do Iguaçu Captação de agua no Lago de Itaipu em Foz do Iguaçu Foz do Iguaçu é uma das 23 cidades do Brasil que alcançaram a universalização da água em todo seu território
Estação de Tratamento de Água Estação de Tratamento de Água Curitiba também está no seleto grupo de cidades com universalização em todo o território
Represa do Passaúna Represa do Passaúna Represa do Passaúna
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Sanepar eleva eficiência do tratamento de esgoto com zonas úmidas e soluções naturais

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) tem investido em novas tecnologias para melhorar o tratamento de esgoto e contribuir ainda mais para a conservação dos recursos hídricos. Entre as inovações, está a inspiração na natureza para o tratamento do lodo de esgoto, com a técnica de “wetlands” (“zona úmida”, na tradução), que funcionam como jardins filtrantes.

No Paraná, o método já é utilizado em cidades como Assis Chateaubriand, Palotina, Vera Cruz do Oeste e Santa Helena, localizadas na Região Oeste, onde, além da construção de estações de tratamento modernas, a Sanepar também implantou estas unidades conhecidas como “canteiros de mineralização” – uma técnica de Soluções Baseadas na Natureza (SBN) no tratamento do lodo (resíduo sólido resultante do tratamento de esgoto), reduzindo o volume desse material.

“O sistema é natural e não utiliza qualquer produto químico, com ganhos ambientais e econômicos, uma vez que promove a desidratação natural do lodo, reduzindo seu volume e facilitando o manejo final. Essa tecnologia é uma alternativa que agrega sustentabilidade e economia circular ao processo de tratamento de esgoto”, explica o gerente de Projetos e Obras Sudoeste da Sanepar, Aurio Bonilha.

FILTRO VIVO – O sistema de canteiro de mineralização é natural e usa plantas, solo e microrganismos para limpar resíduos do esgoto de forma eficiente e sustentável. Na prática, faz o mesmo processo que a natureza realiza em áreas úmidas ou pantanosas: funciona como um filtro vivo, em que o lodo é depositado sobre camadas de areia, brita e raízes de plantas aquáticas, que ajudam a eliminar poluentes.

Nas “wetlands” são utilizadas plantas que absorvem nutrientes e oxigenam o solo, como taboas e juncos, enquanto bactérias e outros microrganismos decompõem a matéria orgânica. Com o tempo, o lodo tratado se transforma em material mais seco, que pode ser usado como fertilizante ou, em menor volume que o lodo não tratado, ser destinado ao descarte correto.

Santa Helena foi a primeira a receber a instalação destes canteiros de mineralização como projeto-piloto, tendo sido disseminado para outras cidades operadas pela Sanepar. Neste município do Oeste, em que mais de 85% da população já tem acesso ao serviço de esgoto, a Sanepar também modernizou o sistema de tratamento com a instalação de uma nova unidade que utiliza o método chamado SBR com lodo ativado. Há mais de cinco anos, o antigo sistema, que era feito por meio de lagoas de depuração, foi transformado em “wetlands”.

As “wetlands” construídas em Assis Chateaubriand, Vera Cruz do Oeste e Palotina fazem parte de um conjunto de novas obras para ampliar e melhorar o sistema de coleta e tratamento de esgoto e antecipar as metas de universalização do serviço de esgoto no Estado.

“Elas integram um pacote de empreendimentos do plano plurianual de investimentos da Companhia, que investiu nos últimos cinco anos mais de R$ 10 bilhões nos sistemas de água e esgoto. E para os próximos cinco anos, no ciclo 2025 a 2029, a previsão de investimentos é de quase R$ 12 bilhões”, ressalta a diretora de Investimentos da Sanepar, Leura Conte de Oliveira.

INVESTIMENTOS – Em Assis Chateaubriand, a Sanepar investiu R$ 63,3 milhões em obras de ampliação do sistema de esgoto, que terminaram em dezembro de 2024. Além da instalação de “wetlands”, as obras incluíram uma nova unidade de tratamento de esgoto com o Reator Sequencial em Bateladas (SBR - sistema em que vários eventos de tratamento ocorrem em um único tanque); mais de 60 quilômetros de tubulação, entre novas redes de coleta, interceptores e linhas de recalque, e novas unidades de bombeamento.

Estas obras permitiram que mais de 2,5 mil novas famílias tinham acesso ao serviço de esgoto e contribuem para que Assis Chateaubriand, atualmente com 60% de índice de esgoto, esteja apta a alcançar os 90% dentro do prazo estabelecido pelo Marco Regulatório do Saneamento.

Em Vera Cruz do Oeste, a nova estação de tratamento de esgoto também iniciou a operação em 2025 com sua capacidade máxima, de tratar até 19 litros por segundo. Ela vai substituir a antiga estação Santa Cruz, que também teve as lagoas de depuração transformadas em “wetlands”. O empreendimento recebeu quase R$ 25 milhões em investimentos. As obras também contemplam a instalação de quase 6 quilômetros de tubulações auxiliares para o transporte do esgoto.

A cidade já alcançou a meta da universalização do saneamento: 95% em esgoto tratado, mas a Sanepar segue atuando fortemente no município, com o compromisso de acompanhar o crescimento da cidade e promover a conservação dos recursos hídricos.

Em Palotina, uma nova estação de tratamento de esgoto tem previsão de entrar em operação em janeiro de 2026. Lá, os investimentos foram em torno de R$ 43 milhões, incluindo a nova estação de tratamento e os canteiros de mineralização do lodo.

Em cidades como Assis Chateaubriand, Vera Cruz do Oeste, Santa Helena e Palotina, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) implantou novas estações de tratamento de esgoto com o sistema de “wetlands”, os canteiros de mineralização para o tratamento do lodo

Esgoto
Wetlands de Assis Chateaubriand Wetlands de Assis Chateaubriand Sanepar adota soluções baseadas na natureza para tratar lodo de esgoto
Wetland Santa Helena Wetland Santa Helena Sanepar adota soluções baseadas na natureza para tratar lodo de esgoto
Santa Helena
Assis Chateaubriand
Palotina
Vera Cruz do Oeste
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Laboratório da Sanepar recebe novo equipamento; companhia faz 7,5 milhões de análises por ano

Enviado por Monica Venson em

O Laboratório da Sanepar recebeu um novo equipamento para análise de água, esgoto e lodo: um cromatógrafo gasoso com detector de massa, adquirido por R$ 1,7 milhão. Com quase 3000 m², divididos em três pavimentos, o espaço está completando 10 anos de inauguração. Somente nesta unidade, são realizados mais de 550 mil parâmetros em água, 350 mil em esgoto, 1000 em produtos químicos e 600 calibrações de equipamentos analíticos, num total de cerca de 1 milhão de análises por ano.

O Laboratório de Curitiba analisa presença de agrotóxicos, cianobactérias e cianotoxinas, bactérias e protozoários, parâmetros físico-químicos de água e esgoto, metais, parâmetros agronômicos e de sanidade do lodo de esgoto, produtos químicos, além de calibração e qualificação de equipamentos e treinamento da equipe operacional dos laboratórios das estações de tratamento de água e de tratamento de esgoto.

Em Curitiba, a edificação utiliza um sistema de ventilação inteligente, com filtração para o tratamento do ar, adequado a cada ambiente, de acordo com os gases e vapores existentes em cada espaço (contaminantes) e dentro do que estabelece a Norma Brasileira da Associação de Normas Técnicas (ABNT). Também faz reuso na irrigação do gramado e jardins e mantém sistemas de segurança adequados ao trabalho.

“Com essa unidade, a Sanepar passou a internalizar a realização de todas as análises, como as protozoários em água e analises de lodo de esgoto e produtos químicos. É inestimável a redução de custos em todos esses anos e também a garantia de confiança das análises que realizamos”, diz a gerente de Avaliação de Conformidades da Sanepar, Cynthia Malaghini.

“É mais um recurso que a Sanepar adota para assegurar a eficiência dos diversos tipos de análises, realizadas em todos os nossos laboratórios e também para garantir a qualidade da água que distribuímos à população”, completa o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

OUTROS LABORATÓRIOS – Para manter a qualidade dos serviços, a empresa aplica no parque tecnológico (que também conta com laboratórios em Cascavel, Maringá e Londrina, mas são referências para todo Paraná) em torno de R$ 7 milhões anuais, e mais de R$ 40 milhões para pessoal, formação e capacitação, manutenção de equipamentos, aquisição de materiais de laboratório para avaliação da conformidade para excelência nas análises, testes de água, esgoto, lodo e produtos químicos.

Além dos quatro grandes laboratórios de avaliação, a Sanepar mantém ainda 153 laboratórios descentralizados em estações de tratamento de água e 20 laboratórios regionais de esgoto. No total, considerando todos os laboratórios e as ETAs da Sanepar, são mais de 7,5 milhões de análises realizadas por ano.

A aquisição, manutenção e atualização de novos equipamentos, bem como a capacitação constante de pessoal, são necessidades constantes nos Laboratórios da Sanepar para que seja possível atender a legislação e garantir a precisão das análises. Atualmente, a Sanepar deve cumprir o que estabelece o Ministério da Saúde (Portaria Consolidação 5/2017 anexo XX – alterado pela Portaria 888/2021) e outras normas e legislações nacionais e estaduais.

“Com o tempo, modificam-se as exigências da legislação, em relação às análises, e também, com o tempo de uso, os equipamentos também podem perder a sensibilidade. Então, o investimento em tecnologia é uma atenção que precisamos manter no planejamento para todos os anos”, diz a gerente.

CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL – O investimento em equipamentos calibrados, treinamento da equipe e metodologia empregada, trouxe a acreditação à NBR ISO 17025 para todos os quatro grandes laboratórios da Sanepar. “São poucas as companhias de saneamento estaduais, municipais ou privadas acreditadas pelo Inmetro. Essa ISO avalia e valida os laboratórios em relação à precisão e exatidão dos resultados e sua rastreabilidade no sistema internacional de medição”, explica Cynthia. O primeiro certificado de acreditação para a Sanepar foi emitido em 2021.

Além dos quatro grandes laboratórios de avaliação, a Sanepar mantém ainda 153 laboratórios descentralizados em estações de tratamento de água e 20 laboratórios regionais de esgoto. No total, considerando todos os laboratórios e as ETAs da Sanepar, são mais de 7,5 milhões de análises realizadas por ano

Água
Laboratorio de análises da Sanepar em Curitiba Laboratorio de análises da Sanepar em Curitiba Sanepar fazm mais de 7,5 milhões de análises por ano
Laboratório de análises da Sanepar Laboratório de análises da Sanepar
Novo equipamento de análise de água Novo equipamento de análise de água
Laboratório de analise de água Tarumã Laboratório de analise de água Tarumã
Curitiba
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Sanepar apoia estudantes que criaram robô “caça-vazamentos” para olimpíada de robótica no Panamá

Enviado por Monica Venson em

Elas têm 11 anos e assumiram o compromisso de ajudar a preservar o planeta com uma proposta que contribui para evitar desperdício de água: as estudantes curitibanas Ana Luiza Vieira Bomfim e Letícia Marie Romanelli Gomes da Silva criaram um robô que é capaz de detectar rachaduras ou furos em tubulações da rede de distribuição de água.

O projeto foi o 2º colocado na etapa brasileira da Olimpíada Mundial de Robótica - World Robot Olympiad (WRO), no final de agosto, e se classificou para a disputa das Américas, que será entre 19 e 21 de outubro, na Cidade do Panamá (Panamá), na categoria “Cidades Mais Sustentáveis”.

O projeto do robô caçador de buracos em tubulações conquistou o patrocínio da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), apoio que assegurou à dupla os recursos que vão bancar os custos da viagem para a competição.

Nesta quarta-feira (1º), Letícia e Ana Luiza, acompanhadas das mães, apresentaram o projeto aos diretores da Sanepar, em visita à sede da Companhia, em Curitiba. O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, conheceu de perto o robô que elas criaram a partir das aulas de robótica feitas no contraturno escolar, no Colégio Medianeira, e disse estar impressionado com a criatividade e o pensamento inovador das estudantes.

“Interessante ver essa nova geração fazendo projetos que podem ser aplicados à Sanepar e que demonstram a preocupação com a sustentabilidade. A água é um bem finito e temos muita preocupação no controle de perdas na distribuição na rede. Se estas jovens de 11 anos crescerem com essa disposição em encontrar soluções no setor, teremos total interesse em adotar essas práticas para melhorar nossa performance”, disse Bley.

ROBÓTICA PELO CANO – Ana Luiza explicou com destreza como funciona o projeto. “Nosso robô detecta os vazamentos com um sensor de ultrassom. Quando encontra uma rachadura ou furo, ele apita e acende uma luzinha. Ele também tem um sensor de cor para identificar a parede e saber que precisa parar”, disse.

Na demonstração – a mesma que farão na competição na capital panamenha – elas usam um tubo de 200 milímetros de diâmetro, com três furos, de tamanhos diferentes, no ponto de contato com a superfície. O robô, que tem forma de carrinho e rodinhas com tração, é inserido na tubulação para que percorra o trecho e sinalize os pontos perfurados.

Mas elas não querem parar por aí. Depois da etapa na América Latina, as duas já pensam em melhorias no sistema, como incluir sensores para que faça a varredura em 360º na tubulação. “Também queremos colocar um sensor para identificar se essa água tratada está mesmo boa para consumo”, contou Letícia.

O robô começou a ser desenvolvido em junho deste ano, com apoio do instrutor, mas toda a proposta foi feita pelas duas, que batizaram o time de Ecologic. Elas desenvolveram desde o tema do combate à perda de água, passando pelas etapas de pesquisa, escrita do projeto, montagem, programação, prototipagem e testes.

“Decidimos criar um robô para achar vazamentos porque vimos que aproximadamente 40% da água tratada no Brasil é perdida antes mesmo de chegar à residência das pessoas nesse tipo de vazamento. A água doce está cada vez mais escassa e pensamos que se essa água não fosse perdida, poderia ser redirecionada para pessoas que não têm acesso”, disse Letícia.

DESAFIO GLOBAL – O tema escolhido pelas estudantes é um dos grandes desafios enfrentados no saneamento mundial. A solução para a redução de desperdícios é colocar em prática novas ideias que utilizem novas tecnologias. “Este é o caminho que a Sanepar está tomando, com o recém-lançado programa Sanepar 5.0, que acelera a transformação digital em todos os segmentos da Companhia”, reforçou Bley.

“Saí deste encontro com muitas ideias. Quero que elas conheçam os nossos projetos em desenvolvimento dentro do Sanepar 5.0. O projeto delas é simples, mas elas têm uma preocupação muito aguçada, o que pode nos ajudar, em sinergia, a formatar outros modelos adequados”, afirmou.

APOIO DA SANEPAR – A mãe de Letícia, a psicóloga Berenice Marie Ballande Romanelli, acompanhada da mãe de Ana Luiza, a jornalista Karine Moura Vieira, disseram que estão muito felizes em ver o interesse da Sanepar na proposta que as filhas vão levar ao Panamá. “Se não fosse o patrocínio da Sanepar, não teríamos como ir. E fiquei mais feliz ainda, por a diretoria não só querer ouvir o que as crianças têm a dizer, mas também trocar informações de maneira verdadeira, de igual para igual”, afirmou Berenice.

Também acompanharam a apresentação do robô que combate perdas de águas a diretora de Investimentos da Sanepar, Leura Conte de Oliveira, e a diretora adjunta de Comunicação e Marketing, Melissa Ferreira.

SOBRE A WRO – A WRO é uma olimpíada global para crianças e adolescentes que visa estimular o interesse pelas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Com categorias que envolvem desde a construção de robôs até a apresentação de projetos tecnológicos criativos, a competição atrai anualmente milhares de estudantes em diversos países. 

Projeto projeto foi considerado a melhor solução de problemas em cidades sustentáveis; a inovação do robô caçador de furos impressionou a diretoria da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar)

Água
estudantes fazem robô que identifica vazamento estudantes fazem robô que identifica vazamento
Trabalho das estudantes foi apresentado na Sanepar Trabalho das estudantes foi apresentado na Sanepar
Trabalho das estudantes é apresentado para a Sanepar Trabalho das estudantes é apresentado para a Sanepar Sanepar vai patrocinar participação das estudantes em Olimpíadas Mundial
Estudantes fazem robô que caça-vazamentos Estudantes fazem robô que caça-vazamentos
Curitiba
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Programa Corporativo de Redução e Controle de Perdas

Enviado por Andreia Cristi… em

A Sanepar mantém um Programa Corporativo de Redução e Controle de Perdas, com o objetivo de estabelecer uma estratégia corporativa para aplicação eficaz dos recursos disponíveis, visando a melhoria da eficiência operacional, mediante a redução e controle de perdas de água de forma consistente.

O programa, em seu formato atual desde 2017, é uma evolução das práticas realizadas desde a década de 90, complementando a aplicação do MASP-P (Método de Análise e Solução de Problemas de Perdas), implantado em 2006.

Sanepar mobiliza voluntários na limpeza de rios e praias

Enviado por Monica Venson em

Cerca de 300 empregados da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) participaram voluntariamente de ações de limpeza de rios e de praias no Paraná, como parte de um movimento mundial pelo cuidado com a água organizado em mais de 190 países que mobiliza milhões de voluntários. O objetivo é fortalecer a conscientização sobre a importância das ações individuais na preservação ambiental e nos cuidados com a água. A Companhia atuou em parceria com o Sesc Paraná, entidade promotora do evento. 

 

A coordenadora do Programa de Voluntariado Corporativo, Lucilene Costa, explicou que a ação está em consonância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. “A Sanepar tem envolvido suas práticas, programas e projetos nos ODS, incluindo a mobilização dos voluntários da Sanepar para diversas ações ligadas à sustentabilidade. Nesta ação de sábado, o foco esteve no Objetivo 14, que trata da conservação e uso sustentável dos oceanos, mares e recursos marinhos, protegendo a vida aquática, bem como do Objetivo 6, que visa a garantir o acesso, a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todas e todos até 2030”, afirmou.

 

A gerente de Saúde do SESC, Luane de Lima, destacou a importância deste grande mutirão para a retirada do lixo de rios, mares e encostas. “Temos diversas ações ambientais e a limpeza é uma atividade totalmente prática, que envolve toda a comunidade no Paraná para retirar o lixo da natureza. Já estamos na quinta edição e essa é uma ação muito importante para mostrar o papel de cidadania do SESC para com a sociedade. A parceria com a Sanepar, pelo seu trabalho, organização e abrangência, é importante para trazer o engajamento da comunidade na preservação da água”, comentou.

 

EXEMPLO - Em Curitiba, o trabalho se concentrou no mutirão de limpeza do rio Barigui, na Cidade Industrial. Entre os 50 voluntários da Sanepar, a pequena Maria Clara se destacava: aos três anos de idade, com a mãe e o pai, ela era a voluntária mais jovem. “Gosto do trabalho voluntário e do trabalho com o meio ambiente. São coisas que estão na minha vida há anos. Hoje eu quis trazer a minha filha para essa ação e para fazer um plantio porque quero que ela possa começar, desde cedo, a entender a importância da mobilização pelo meio ambiente. Ela já estava vendo sobre o tema na escola, por causa do Dia da Árvore. Então, foi um complemento importante essa prática em família”, contou Sabrina Ricetto Karas, mãe de Maria Clara e voluntária da Sanepar.

 

Outro empregado da Sanepar presente no evento em Curitiba foi Leonardo Viercisnki, que trabalha no Centro de Controle Operacional de Esgoto. “Esta foi a segunda vez que eu participei dessa ação de limpeza e de plantio. Nós nos preparamos para isso e usamos as luvas adequadas que o Sesc entregou para os voluntários. Com dois filhos pequenos, vejo a importância da conscientização, para o presente e para o futuro. É uma ação importantíssima separar o lixo e dar o destino correto. Precisamos dar bons exemplo para nossos filhos”, disse Leonardo.

 

Entre diversos tipos de embalagens, entulhos e resíduos às margens do rio Barigui, foram retirados 620 quilos de lixo e resíduos, encaminhados pela prefeitura municipal para um aterro sanitário. Próximo às margens do rio, foram plantadas 80 mudas de árvores nativas.

 

ABRANGÊNCIA – Voluntários da Sanepar participaram de mutirões de limpeza em rios, córregos e praias e também em plantios de árvores nativas em 23 cidades do Paraná: Apucarana, Arapongas, Campo Mourão, Cascavel, Cornélio Procópio, Curitiba, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Guarapuava, Guaratuba, Jacarezinho, Londrina, Maringá, Matinhos, Nova Londrina, Paranavaí, Pato Branco, Ponta Grossa, Pontal do Paraná, Rio Negro, São José dos Pinhais, Umuarama e União da Vitória.

 

A gerente regional da Sanepar de Campo Mourão, Araceli Stela, participou da ação naquela cidade. Para ela, a parceria dos voluntários da empresa é parte compromisso dos empregados em lembrar que cuidar dos rios deve ser um esforço diário. “Hoje estamos aqui, em Campo Mourão às margens do rio, em parceria com o Sesc, para lembrar e reforçar a consciência de que nós devemos cuidar dos nossos rios todos os dias”, disse.

 

Em algumas cidades, como São José dos Pinhais, Londrina e Arapongas também foram realizadas ações de educação ambiental com jogos e atividades lúdicas e carreata para mostrar a quantidade de lixo retirado das margens dos rios.

 

COMPROMISSO – Com uma cobertura de 82% nos 344 municípios do Paraná atendidos pela Companhia, a Sanepar evita que diariamente sejam despejados milhares de litros de esgoto sem tratamento em rios, lagos e mares. “A Sanepar tem o compromisso diário de contribuir para a conservação das águas e a atividade principal que evita a poluição das águas é a coleta e o tratamento do esgoto. Todo esgoto coletado pela Companhia recebe o devido tratamento. Ao todo, são 3,48 milhões de unidades conectadas à rede de saneamento, evitando o lançamento de dejetos nos rios”, explica o presidente da Sanepar, Wilson Bley.

Ações no Paraná, em parceria com o Sesc, estão em sintonia com movimento mundial de mais de 190 países pela conscientização sobre a importância da água

Socioambiental
Voluntários da Sanepar retiram lixo de praias Voluntários da Sanepar retiram lixo de praias Voluntários da Sanepar participam do Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias
Leonardo Viercinski Leonardo Viercinski Leonardo Viercinski foi um dos empregados que atuaram em Curitiba
Atividade em Campo Mourão Atividade em Campo Mourão Voluntários da Sanepar participam do Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias
Voluntários em Cascavel Voluntários em Cascavel Voluntários da Sanepar participam do Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias
voluntários em arapongas voluntários em arapongas Voluntários da Sanepar participam do Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias
voluntários em Foz do Iguaçu voluntários em Foz do Iguaçu Voluntários da Sanepar participam do Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias
voluntários em Paranavaí voluntários em Paranavaí Voluntários da Sanepar participam do Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias
Jacarezinho Jacarezinho Voluntários da Sanepar participam do Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias
Maringá Maringá Voluntários da Sanepar participam do Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias
Ponta Grossa Ponta Grossa Voluntários da Sanepar participam do Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias
Ponta do Paraná Ponta do Paraná Voluntários da Sanepar participam do Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias
As voluntárias Sabrina Ricetto Karas e Maria Clara (no colo), com a coordenadora Lucilene Costa (Thays Poletto/Sanepar) As voluntárias Sabrina Ricetto Karas e Maria Clara (no colo), com a coordenadora Lucilene Costa (Thays Poletto/Sanepar) As voluntárias Sabrina Ricetto Karas e Maria Clara (no colo), com a coordenadora Lucilene Costa (Thays Poletto/Sanepar)
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Sanepar investe R$ 13 milhões em obras de abastecimento em Itaperuçu

Enviado por Glaydson Angel… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) está investindo R$ 13 milhões no sistema de abastecimento em Itaperuçu, cidade da região metropolitana de Curitiba. O pacote de obras, já em execução, tem o objetivo de modernizar e ampliar o sistema de distribuição de água tratada e, assim, garantir mais segurança no fornecimento e melhorar a qualidade de vida da população, além de gerar cerca 320 empregos diretos e indiretos.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, lembra que a empresa trabalha com planos de médio e longo prazos, preparando os sistemas para as futuras demandas. “A ampliação do sistema é fundamental para acompanhar o crescimento da cidade e assegurar que cada morador tenha água tratada de qualidade em casa”, diz Bley.

Além de sanar os problemas emergenciais, a Companhia está investindo para ampliar a reservação de água no município, ressalta o diretor comercial da Sanepar, Bihl Zanetti. “Com esse pacote de obras, previsto para ser entregue em abril de 2026, atenderemos a determinação do governo Ratinho Junior de garantir o total abastecimento. Os novos reservatórios vão mais que dobrar a capacidade de armazenamento de água aqui no município.”

O prefeito de Itaperuçu, Edilson Ruiz de Freitas, conhecido como Macadame, destacou o empenho da Sanepar em resolver problemas emergenciais na cidade. “Entramos em contato com a Companhia quando queimou a bomba no Stoqueiro e prontamente fomos atendidos. Eles cavaram um novo poço aqui, em tempo recorde, e fizeram a interligação de outro poço para atender a população”, contou. 

Obras em execução 

A rede de abastecimento da cidade é formada, atualmente, por um conjunto de poços e minas que já fornecem 260 mil litros de água por hora. Na semana passada, a Sanepar fez a interligação do poço 7, no bairro São Domingos, que adicionou 72 mil litros por hora ao sistema, e um novo poço está sendo perfurado na região do Stoqueiro.

A produção é armazenada em cinco reservatórios com capacidade total de 1,3 milhão de litros para atender 8.721 unidades consumidoras. Os trabalhos de ampliação do sistema incluem a construção de dois novos reservatórios, que vão mais que dobrar a capacidade de armazenamento.

No poço do Brascal, a Sanepar deu início à construção de um reservatório que terá capacidade para armazenar 500 mil litros de água. Já o novo reservatório no bairro Butieirinho terá capacidade de armazenar 1,4 milhão de litros de água. A obra da área do Butieirinho já está avançada e deve passar para fase de impermeabilização, acabamentos e ligações. O projeto inclui serviços de urbanização, instalações elétricas e drenagem do local. 

Também serão construídas casas de química, estações elevatórias, cinco válvulas redutoras de pressão e equipamentos modernos para monitorar o sistema e operacionalizar as redes com as pressões adequadas. Além disso, a empresa vai implantar 10 quilômetros de rede de distribuição de água. Até o momento, já foram executadas 70% das obras de redes subterrâneas, com a utilização de um sistema não destrutivo.

“Este é um modelo construtivo mais moderno e eficiente, em que a rede é implantada em todo o trecho, mas as escavações só são necessárias em pontos específicos. Assim, aceleramos o processo e reduzimos o impacto para a população”, explica a gerente da Gerência Regional Norte da Sanepar, Kelen Suleku.

Capacidade de armazenamento na cidade deve mais que dobrar

Pacote de obras em execução inclui novos poços, reservatórios e 10 quilômetros de rede de distribuição. Capacidade de armazenamento na cidade deve mais que dobrar

Investimentos e Obras
Máquinas realizam a perfuração de novo poço no Stoqueiro Máquinas realizam a perfuração de novo poço no Stoqueiro Equipes da Sanepar perfuram novo poço no Stoqueiro
Equipes e máquinas trabalhando em perfuração de poço Equipes e máquinas trabalhando em perfuração de poço Equipe da Sanepar trabalham na perfuração de novo poço no Stoqueiro
Imagem aérea da construção do novo reservatório de Itaperuçu Imagem aérea da construção do novo reservatório de Itaperuçu Novo reservatório de Itaperuçu terá capacidade para 1,4 milhão de litros de água
Imagem aérea da construção do novo reservatório de Itaperuçu Imagem aérea da construção do novo reservatório de Itaperuçu Novo reservatório de Itaperuçu terá capacidade para 1,4 milhão de litros de água
Equipe da Sanepar, Prefeitura e Câmara de Vereadores visitam obra Equipe da Sanepar, Prefeitura e Câmara de Vereadores visitam obra Equipe da Sanepar, Prefeitura e Câmara de Vereadores visitam obra no Stoqueiro
Reunião entre representantes da Sanepar, prefeito e vereadores Reunião entre representantes da Sanepar, prefeito e vereadores Diretor comercial da Sanepar, Bihl Zanetti, se reuniu com prefeito e vereadores
Equipe da Sanepar visitando local de obra de interligação de poço Equipe da Sanepar visitando local de obra de interligação de poço Equipe trabalha no local de interligação do Poço 7, no bairro São Domingos
Placas indicando local de obra na rede Placas indicando local de obra na rede Sanepar já executou 7 quilômetros de redes de distribuição de água
Obras do futuro reservatório no Brascal Obras do futuro reservatório no Brascal Reservatório no poço do Brascal terá capacidade para 500 mil litros
Itaperuçu
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90% executadas, obras da Sanepar vão aumentar em 50% a produção de água em Umuarama

Enviado por Monica Venson em

Para que o ritmo do abastecimento de água tratada em Umuarama siga acompanhando o ritmo de crescimento da cidade, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) segue investindo na ampliação da rede, com a construção de novas estruturas, que vão ampliar a capacidade de tratamento e distribuição de água potável em 50%. As obras no município já superaram a marca de 90% de execução.

“A produção de água vai passar dos atuais 290 para 440 litros por segundo, dando garantia operacional para manter o abastecimento na demanda atual e também pelos próximos 30 anos”, destaca o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

Assim, a Sanepar está próxima de concluir a etapa de obras estruturais que vão abrigar os equipamentos para captação, tratamento e distribuição da água.

Além das obras na captação, seguem em andamento as intervenções de melhoria na malha de distribuição de água. Com isso, a cidade vai contar com três pontos distintos de captação de água, o suficiente para garantir infraestrutura para atender o desenvolvimento do município.

A previsão é que parte da estrutura entre em uso já no próximo verão.

PLANO DIRETOR DE SANEAMENTO – Os investimentos e obras que a Companhia vem realizando em Umuarama foram apresentados à população em uma das reuniões promovidas pela prefeitura para a atualização do Plano Diretor do município.

Na noite desta quarta-feira (10), no encontro que discutiu ações para o saneamento nos próximos anos, o gerente regional da Sanepar, Marcos Moretto, destacou que a empresa tem, além dos projetos que vão assegurar o abastecimento de água, um plano de contingência para enfrentamento de crises. “Além das obras estruturantes, a Sanepar tem investido na melhoria do sistema de distribuição”, ressalta Moretto.

INVESTIMENTOS E EMPREGOS - Os empreendimentos para garantir a infraestrutura adequada do abastecimento em Umuarama têm um efeito imediato na economia do município, gerando cerca de 1,2 mil empregos, entre diretos, indiretos e induzidos, durante a execução das obras.

O gerente de Projetos e Obras da Sanepar, Marcelo Dias, explica o que ainda precisa ser feito nesta fase final das obras estruturais. “Com investimentos de mais de R$ 55 milhões, estamos finalizando a implantação da nova captação de água com barragens no Rio Piava e no Ribeirão das Araras. A parte civil das obras está praticamente concluída e será seguida da fase de instalação de equipamentos, estrutura elétrica e outros serviços para garantir o bom funcionamento de toda a estrutura”.

Em paralelo, a Sanepar está instalando 14 km em adutoras para transporte de água bruta (retirada dos rios e lençóis freáticos) e construindo uma estação de bombeamento de água. Também estão sendo feitas melhorias na atual rede de captação e construída uma unidade de gerenciamento do lodo, subproduto do tratamento de água.

A Companhia está, ainda, realizando várias intervenções de curta duração para viabilizar a operação das redes de água, como instalações de registros e medidores de vazão e de interligações de redes que garantem que a água deixe as estações de tratamento e chegue às residências com qualidade e quantidade adequadas.

UNIVERSALIZAÇÃO - Umuarama é uma das 33 cidades atendidas pela Sanepar que tem o saneamento universalizado, ou seja: 100% dos moradores recebem água tratada; o serviço de coleta e tratamento de esgoto atende 96% dos moradores da área urbana.

Com obras que estão sendo programadas, o índice de coleta de esgoto subirá para 98%, superando e antecipando as metas do Marco Regulatório do Saneamento, que prevê o atendimento a 90% da população com coleta e tratamento de esgoto até 2033. 

A produção de água vai passar dos atuais 290 para 440 litros por segundo, dando garantia operacional para manter o abastecimento na demanda atual e também pelos próximos 30 anos

Água
capatação de água de Umuarama capatação de água de Umuarama Sanepar amplia produção de água em Umuarama
Nova captação de Umuarama Nova captação de Umuarama
conjunto motobomba captação umuarama conjunto motobomba captação umuarama Sanepar amplia produção de água em Umuarama
Umuarama
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