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Teste de fumaça: procedimento auxilia na vistoria de redes de esgoto da Sanepar no Paraná

Enviado por Thays Renata Poletto em

Com quase 44.000 quilômetros de rede coletora de esgoto, a Sanepar realiza diariamente testes de fumaça para avaliar as condições das tubulações, com um procedimento fundamental para a visualização, na superfície, de indicativos sobre o estado e o funcionamento de tubulações enterradas. “Em todo o Paraná, temos equipes atuando com a vistoria de redes, utilizando diversos procedimentos importantes, como os testes de fumaça. Essa é uma técnica de rotina na Sanepar e consiste na injeção de fumaça não tóxica na rede de esgoto. Assim, é possível observar, na superfície, onde sai essa fumaça, que pode ser um ponto de irregularidade, rompimentos, infiltrações, fissuras na rede. O reconhecimento visual auxilia na localização de pontos onde devem ocorrer ações preventivas ou corretivas. Se a ligação do esgoto estiver operando normalmente, a fumaça não será visualizada em nenhum ponto inconveniente”, explica o diretor de Operações da Sanepar, Sergio Wippel. 

Segundo ele, nessa inspeção, as equipes usam um equipamento termonebulizador que gera um vapor em poços de visita ou em ramais de ligação. O produto utilizado não é nocivo a pessoas, animais ou ao meio ambiente. “Essa vistoria visa garantir que 100% do esgoto coletado seja corretamente destinado às estações de tratamento da Companhia. O resultado dos testes de fumaça demonstra a localização de problemas, onde devem ser tomadas ações corretivas. Lembramos que as redes de esgoto são projetadas e estruturadas apenas para receber o esgoto doméstico. Lixo, gordura e água de chuva fazem com que o funcionamento das redes não ocorra conforme o planejado, ocasionando obstruções nas tubulações, extravasamentos e refluxos, consequentemente, trazendo mais custos para a operação e a para manutenção dos sistemas de coleta e de tratamento de esgoto, podendo prejudicar o meio ambiente e até mesmo causar o refluxo de esgoto para dentro dos imóveis”, detalha o diretor.

PROCEDIMENTOS - Além do teste de fumaça, as equipes de manutenção da Sanepar também utilizam outros métodos de vistoria, como o telediagnóstico de redes e o uso de corantes. Por ano, a Sanepar vistoria cerca de 180.000 metros de redes de esgoto no Estado, priorizando locais onde existe a suspeita de problemas. Segundo o técnico Alessandro Gian Perini, que atua na Gerência do Processo Esgoto na Sanepar, aproximadamente 40% dos imóveis vistoriados apresentam algum tipo de irregularidade. “Os usuários são orientados e notificados para sanar o problema dentro de um prazo determinado. Normalmente, as irregularidades não eram do conhecimento do morador até a vistoria. Conforme a legislação vigente, é possível a aplicação de sanções e multas a quem não corrige os problemas. As autoridades de instituições como a Vigilância Sanitária, Instituto Água e Terra, Ministério Público e a polícia podem atuar em conjunto nas vistorias e nos casos de irregularidades não corrigidas”, conta ele.

Todos os procedimentos de vistoria visam identificar problemas nas tubulações que ficam debaixo da terra, indicando a existência de ligações clandestinas na rede de esgoto, buscando garantir a eficiência do sistema de esgotamento sanitário, prevenir a contaminação do meio ambiente, reduzir o risco de extravasamentos e alagamentos, melhorando a qualidade do serviço de saneamento.

CONTATO – A Sanepar busca avisar, com antecedência, aos moradores das regiões onde os testes de fumaça serão realizados, para que a população não se assuste caso a fumaça venha a sair dentro do imóvel, especialmente por ralos de banheiro e de lavanderia, ou no terreno, em caixas de gordura. Os trabalhadores da Sanepar estão sempre identificados e possuem capacitação para os serviços. Para solicitar mais informações, entre em contato pelo telefone 0800 200 0115.

Técnica não usa produtos tóxicos e permite identificar irregularidades e precisar os pontos onde devem ocorrer ações corretivas. Principais problemas das redes coletoras são água de chuva, despejo de lixo e de gordura

Esgoto
Teste de fumaça: procedimento permite a visualização na superfície sobre situações das tubulações assentadas da Sanepar (foto: Thays Poletto) Teste de fumaça: procedimento permite a visualização na superfície sobre situações das tubulações assentadas da Sanepar (foto: Thays Poletto) Teste de fumaça: procedimento permite a visualização na superfície sobre situações das tubulações assentadas da Sanepar (Thays Poletto)
Teste de fumaça: procedimento permite a visualização na superfície sobre situações das tubulações assentadas da Sanepar (Thays Poletto) Teste de fumaça: procedimento permite a visualização na superfície sobre situações das tubulações assentadas da Sanepar (Thays Poletto) Teste de fumaça: procedimento permite a visualização na superfície sobre situações das tubulações assentadas da Sanepar (Thays Poletto)
Teste de fumaça: população é informada da realização por meio de folheto e de visitas da Sanepar (Thays Poletto) Teste de fumaça: população é informada da realização por meio de folheto e de visitas da Sanepar (Thays Poletto) Teste de fumaça: população é informada da realização por meio de folheto e de visitas da Sanepar (Thays Poletto)
Teste de fumaça: procedimento permite a visualização na superfície sobre situações das tubulações assentadas da Sanepar (Thays Poletto) Teste de fumaça: procedimento permite a visualização na superfície sobre situações das tubulações assentadas da Sanepar (Thays Poletto) Teste de fumaça: procedimento permite a visualização na superfície sobre situações das tubulações assentadas da Sanepar (Thays Poletto)
Teste de fumaça: procedimento permite a visualização na superfície sobre situações das tubulações assentadas da Sanepar (Thays Poletto) Teste de fumaça: procedimento permite a visualização na superfície sobre situações das tubulações assentadas da Sanepar (Thays Poletto) Teste de fumaça: procedimento permite a visualização na superfície sobre situações das tubulações assentadas da Sanepar (Thays Poletto)
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Sanepar ensina a fazer sabão, economizar e preservar o meio ambiente

Enviado por Glaydson Angel… em

A Sanepar tem ampliado sua atuação junto às comunidades do Paraná com iniciativas que unem educação ambiental, geração de renda e preservação dos recursos naturais. Um dos destaques desse trabalho é a oficina de sabão ecológico, que ensina famílias a reaproveitar o óleo de cozinha usado e transformá-lo em sabão de forma simples, econômica e sustentável.

O projeto, já realizado em diversos municípios do Estado, tem levado conhecimento a milhares de pessoas, mostrando que pequenas atitudes no dia a dia podem gerar grande impacto na preservação ambiental. O óleo descartado de forma incorreta, muitas vezes despejado na pia da cozinha, causa entupimentos nas redes de esgoto e pode contaminar a água e o solo. Com a técnica ensinada pela Sanepar, esse resíduo se transforma em produto útil, reduzindo custos domésticos e evitando danos ao meio ambiente.

O gestor de educação socioambiental da Sanepar Ronaldo Barreto, lembra que não se deve jogar o óleo na rede de esgoto. Na oficina, os participantes tem acesso a apostila e certificado. A receita do Ronaldo, que incentiva a reutilização do óleo de cozinha, tem também a informação sobre os danos que o descarte indevido do produto traz ao meio ambiente.

IMPACTOS - “Nunca mais eu compro sabão na minha vida”, afirma Ednalva da Silva Dutra. Ela saiu muito impressionada da Oficina de Sabão Ecológico promovida pela Sanepar, recentemente, em Paiçandu, no Noroeste do Estado. Encantada com a facilidade com que o óleo usado na cozinha vira sabão, com pouco esforço, ela já enxerga uma grande economia para a família além da possibilidade de gerar renda.

“Eu achei que eu ia chegar aqui, ia ficar batendo, batendo e batendo. Não; chega aqui, coloca os produtos, um negocinho, chacoalha: sabão. Ah, agora eu vou viver de sabão,” comemora Ednalva.

A gestora ambiental da Sanepar, que acompanha projetos de intervenção socioambiental no Norte do Paraná, Andrea Fontes, explica que a proposta da Sanepar com este tipo de oficina é realmente gerar renda, ao mesmo tempo em que conscientiza o participante sobre saneamento ambiental. “Nós falamos da correta utilização (da rede de esgoto) e do descarte do óleo, bem como dos impactos negativos de quando esse óleo é descartado indevidamente tanto na água quanto no solo”, explica Andrea.

De acordo com ela, as oficinas vêm também dar solução para um dos maiores problemas na operação da rede de esgoto: o entupimento. “Então, com poucos ingredientes tem-se a possibilidade de uma solução alternativa para a destinação desse óleo”, resume Andrea.

Com o óleo sendo reaproveitado para sabão, a família deixa de comprar produtos tradicionais de prateleira, para gastar apenas com soda cáustica.

ECONOMIA – A receita é simples: soda cáustica, água e óleo usado na cozinha, devidamente filtrado. Isto é tudo o que é necessário para resolver um problema ambiental e econômico, tanto na casa do cliente quanto na operação da rede de esgoto. Variações da receita são compartilhadas durante as oficinas: limão, açúcar, erva curtida no álcool ou essências. Qualquer aditivo deste tipo vai aproximar as características do produto final dos que ocupam as prateleiras dos mercados, sem tantas químicas e potenciais alergênicos.

Regina Quintiliano Prezotto, moradora do Jardim Primavera, em Londrina, participou da oficina no CRAS Norte B, junto com a filha, no ano passado. "Sempre guardei o óleo e já fazia sabão. Uso para tudo", conta Regina. Agora, a tarefa envolve toda a família.

O óleo descartado de forma incorreta, muitas vezes despejado na pia da cozinha, causa entupimentos nas redes de esgoto

Socioambiental
Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente
Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente
Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente
Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente
Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente Oficina de sabão da Sanepar gera renda e protege o meio ambiente
Londrina
Paiçandu
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Sanepar ajuda a manter o Paraná entre os Top 3 dos estados mais competitivos do Brasil

Enviado por Monica Venson em

O trabalho da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) tem impacto direto e positivo no resultado do Ranking de Competitividade dos Estados 2025, divulgado nesta quarta-feira (27), que mantém o Paraná na terceira posição entre os estados mais competitivos do Brasil pelo quarto ano consecutivo.

O saneamento integra os pilares da Sustentabilidade Ambiental do levantamento em que o Paraná ficou na segunda posição.  De 2019 a 2024, a Sanepar empregou R$ 8,8 bilhões em investimentos nos sistemas de água e esgoto dos municípios do Paraná. Os investimentos intensivos em obras de implantação e de ampliação dos sistemas de coleta e tratamento do esgoto refletem a melhoria e a qualidade de vida da população e a melhoria da qualidade ambiental das cidades. 

No Ranking, o Paraná é destaque nos indicadores de coleta e tratamento de esgoto, com a Sanepar alcançando o índice de 81,7% de coleta, sendo que 100% do esgoto coletado nos sistemas operados pela Sanepar recebem tratamento, contribuindo para que o estado se mantenha no topo do ranking como um dos estados mais sustentáveis do Brasil. No quesito acesso à água potável, a Sanepar atende a 100% da população urbana dos municípios que opera. 

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, afirma que o resultado é o reconhecimento de um plano robusto de investimentos da companhia para manter todo o Estado do Paraná como referência em saneamento.

“Nosso desafio é acompanhar o Paraná, que tem um ritmo acelerado de crescimento, e continuar com a universalização, que não é um passo dado nos últimos anos, mas vem de um trabalho feito há 62 anos”.

COMBATE AO DESPERDÍCIO DE ÁGUA - O ranking, que aponta os resultados de 2023, revelou ainda que o Paraná também tem um ótimo desempenho no controle da perda de água do país. 

O estado subiu uma posição, em relação classificação do ranking do ano passado no quesito Perdas de Água, que integra o pilar da Sustentabilidade Ambiental. Atualmente, a Sanepar tem um índice de 33,6%, enquanto a média do Brasil é de 45,4%.

Neste indicador, cidades atendidas pela Sanepar são referência nacional. Maringá, por exemplo, foi um dos grandes destaques do estudo divulgado em julho ano pelo Instituto Trata Brasil. A Cidade-Canção registrou apenas 23,12% de perdas na distribuição de água tratada. Isso posiciona o município entre os 20 melhores do país nesse quesito e demonstra o compromisso da Sanepar com a eficiência hídrica e o combate ao desperdício.

Divulgado anualmente, o Ranking de Competitividade dos Estados leva em consideração 99 indicadores agrupados em 10 eixos estratégicos (pilares) nas áreas de infraestrutura, sustentabilidade social e ambiental, inovação, capital humano, além da segurança pública, educação e a eficiência da máquina pública. O estudo é realizado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com a Tendência Consultoria.

DESTAQUE NACIONAL – Presente em 345 cidades do Paraná, a Sanepar apresenta indicadores de saneamento básico acima da média nacional. 

De acordo com o último relatório do Instituto Trata Brasil, a Sanepar tem cinco cidades entre as melhores ranqueadas do país. 

O Paraná é o segundo estado com mais cidades no top 20 entre os municípios com melhor oferta de tratamento de água e esgoto no Brasil, contando com cinco municípios em destaque da 17ª edição do Ranking do Saneamento do Instituto Trata Brasil, divulgado em julho de 2025.

De 2019 a 2024, a Sanepar empregou R$ 8,8 bilhões em investimentos nos sistemas de água e esgoto dos municípios paranaenses, investimentos que contribuem para a melhoria da qualidade de vida das pessoas e na qualidade ambiental do Estado

Reconhecimento
ETA IRAÍ ETA IRAÍ Atividades da Sanepar, como garantir acesso à água potável, controle de perdas de água e coleta e tratamento de esgoto contribuem para manter o Paraná no Top 3 dos estados mais competitivos do Brasil
Curitiba
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Sanepar inaugura dois novos reservatórios em Rolândia: Santiago e Nobre

Enviado por Giovanna Migot… em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) inaugurou, nesta quinta-feira (21), dois novos reservatórios de água em Rolândia. As novas unidades somam um investimento de R$ 3,2 milhões e garantem regularidade no abastecimento do município. As estruturas ampliam em 35% a capacidade de reservação do sistema local.

Foram entregues o Reservatório Santiago – Osmar Fernandes Pessoa, em aço vitrificado, com capacidade de 500 mil litros; e o Reservatório Nobre – Toco Zanetti, também em aço vitrificado, com capacidade para 1 milhão de litros.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, destacou o trabalho integrado e harmônico dos técnicos da Companhia e da Prefeitura de Rolândia em busca de soluções para suprir demandas do saneamento da cidade.

"Com diálogo estamos encontrando o caminho para acelerar todos os nossos investimentos", afirmou Bley.

O diretor-presidente garantiu que os novos reservatórios e as demais obras já em execução permitirão tanto equilibrar o déficit do sistema de abastecimento quanto promover o desenvolvimento da cidade. "Este é um compromisso que eu quero assumir: que não falte água", disse. "Este bem é vida, saúde pública e inclusão social", completou.

ABASTECIMENTO - O diretor de Operações da Sanepar, Sérgio Wippel, recuperou histórico de falta de água na região desde 2020 na região, quando o prefeito Ailton Maistro assumiu o desafio de regularizar o contrato de concessão de Rolândia que estava pendente. A regularização contratual do serviço era fundamental para que as obras já planejadas avançassem.

“Quero parabenizar toda a equipe da prefeitura e da Sanepar, que conseguiram reverter a situação de desabastecimento e que agora vão trabalhar para vencer o desafio de universalizar o esgotamento sanitário do município", declarou Wippel.

O prefeito também lembrou que não havia contrato entre a Sanepar e o município desde 2018 e que foi necessário um trabalho árduo de alinhamento para renovar a parceria.

O novo contrato prevê metas a serem cumpridas e um investimento de cerca de R$300 milhões até 2043. "Pelo que estou percebendo, teremos todo esse investimento antes, até 2033", comemorou.

No evento de inauguração dos dois novos reservatórios, o prefeito sinalizou, ainda, disposição do município em ampliar o atendimento de esgoto na cidade. “A Sanepar já tem parceria e comprometimento com o povo", pontuou sobre a capacidade e conhecimentos técnicos da Companhia. "Temos de fazer a nossa parte como gestores municipais", arrematou.

MAIS OBRAS - Além da inauguração, Rolândia está recebendo um pacote de obras no valor de R$ 45,7 milhões apenas em 2025, contemplando melhorias nos sistemas de água e esgoto.

Entre as obras contempladas por este montante estão a construção de 13 quilômetros de adutora entre Cambé e Rolândia; a perfuração de poço no Aquífero Guarani; a modernização elétrica e de automação em 10 unidades operacionais.

No total, entre 2025 e 2029, os investimentos programados pela Sanepar em Rolândia somam R$ 63,4 milhões.

Atualmente, o município conta com um índice de atendimento de esgoto (IARCE) de 54%. A meta é chegar a 75% até 2030. Para isso, a Sanepar já tem projetos em andamento, como o pós-tratamento da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Cervin e a implantação de novas redes e estações elevatórias.

RESERVATÓRIOS BEM-VINDOS - O presidente da Câmara de Vereadores de Rolândia, Guilherme Spanguemberg, celebrou a entrega dos nossos reservatórios como um momento especial. Elogiou o empenho da equipe da Sanepar em regularizar o abastecimento na cidade, acompanhando o crescimento da população e permitindo o desenvolvimento econômico. "Sanepar: empresa nossa que leva água e leva vida até nossas torneiras", disse.

HOMENAGENS – Filhos, netos e outros parentes de Osmar Fernandes Pessoa, falecido em 1996 e que batiza o novo reservatório no Jardim Santiago, participaram da cerimônia de inauguração desta quinta-feira.

Ele foi o primeiro empregado da Sanepar em Rolândia; dedicou 40 anos ao saneamento, tendo atuado anteriormente na Sanerol. “A Sanepar foi uma segunda família para o meu pai. Ele nos deixou um legado de simplicidade e honestidade”, disse uma das filhas, Silvia Maria Pessoa Paganini.

Visivelmente emocionado, o diretor Comercial da Sanepar, Bihl Zanetti, agradeceu ao prefeito Ailton Maistro por escolher o seu pai, Toco Zanetti, para nominar o reservatório do Jardim Nobre. “Sei que meu pai merece esta homenagem pelo empenho dele para o desenvolvimento do Paraná e por esta importante obra em Rolândia”, disse.

Também participaram do evento o superintendente da Casa Civil na região, Sergio Onofre, o vice-prefeito Horário Negrão, secretários municipais, vereadores e membros da comunidade, além de gerentes e técnicos da Sanepar.

Unidades ampliam em 35% a capacidade de armazenamento de água na cidade. Além da inauguração, Rolândia está recebendo um pacote de obras no valor de R$ 45,7 milhões apenas em 2025, contemplando melhorias nos sistemas de água e esgoto

Água
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Sede da Sanepar será neutra em carbono. Empresa investe na descarbonização

Enviado por Monica Venson em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) efetuou nesta semana a compra de créditos de carbono de projetos sustentáveis para tornar a sede administrativa da empresa neutra em carbono. A iniciativa faz parte do compromisso da Companhia em compensar parte de suas emissões e contribuir para a transição do Brasil rumo a uma economia de baixo carbono. 

Os projetos foram implementados a partir do levantamento das emissões específicas da sede administrativa do ano de 2024, que foram mensuradas separadamente. “Embora simbólico, tornar a sede da empresa uma planta piloto de carbono neutro da Sanepar é o primeiro passo para demonstrar o compromisso da Companhia com um país e um mundo mais sustentável, comenta o diretor-presidente, Wilson Bley. O levantamento levou em conta a queima de combustíveis de veículos, motores e geradores, além do consumo de energia elétrica proveniente de aparelhos de ar-condicionado e outros equipamentos de refrigeração. 

Nos próximos anos, a Sanepar tem a intenção de ampliar sua estratégia climática, com apoio a projetos com impactos positivos para o clima. “Ainda em 2025, foi efetivada a contratação de uma consultoria para estabelecer nosso processo de Plano de Descarbonização, considerando os processos atuais da Companhia, capacidades internas, regulação e integração com o planejamento de investimentos”, adianta Bley.

O diretor de Meio Ambiente e Ação Social da Sanepar, Julio Gonchorosky, lembra que a Sanepar tem um histórico de empresa inovadora em ações ambientais e iniciativas ligadas às mudanças climáticas. “Desde 2008, a Companhia faz um levantamento e acompanhamento das emissões de gases de efeito estufa e vem atuando para mitigar essas emissões. Além disso, participa ativamente de grupos de trabalho que discutem e abordam as melhores práticas na transição para uma economia mais verde e justa”, diz.

CRÉDITO DE CARBONO – A engenheira Thaisa Waiss explica que, para a neutralização das emissões, a empresa estabeleceu critérios para a seleção dos projetos. “Para as emissões diretas, os créditos podem ser provenientes de projetos florestais ou tratamento de resíduos, e para as indiretas, os créditos devem ser provenientes de projetos de energias renováveis. E, visando ampliar os impactos, os projetos devem indicar impactos sociais, ambientais ou econômicos, como, por exemplo, que proporcionem recarga hídrica e que haja envolvimento de comunidades locais ou povos tradicionais.

Os projetos selecionados em edital beneficiam o clima e comunidades vulneráveis com ações de educação e alternativas sustentáveis. Um dos projetos prevê  a redução de 5,97 milhões de toneladas de CO₂ equivalente ao longo de 30 anos, além de proteger espécies ameaçadas, como a onça-pintada. E, o segundo, aposta na energia renovável como caminho para o futuro. A usina eólica instalada na região tem capacidade de 30,8 MW, substitui fontes fósseis e evita a emissão de 68,7 mil toneladas de CO₂ equivalente por ano. 

Estes dois projetos podem ser acompanhados em suas respectivas plataformas de registro, mantendo a transparência e rastreabilidade onde estão listados e gerenciados os projetos de crédito de carbono. As plataformas atuam como um repositório público e seguro de informações sobre projetos registrados, unidades emitidas, aposentadas e transacionadas, garantindo a integridade e rastreabilidade do mercado de carbono que podem ser conferidas nos links: Verra Registry (https://registry.verra.org/myModule/rpt/myrpt.asp?r=206&h=308523) e MDL: CDM: VC AttestationA compensação das emissões foi realizada com apoio da empresa Future Climate.

HÁBITOS SUSTENTÁVEIS - Além disso, a Companhia também adota medidas internas para incentivar hábitos sustentáveis. A campanha Empresa+Leve estimula a todos os empregados para usar etanol nos veículos da frota e adotar práticas alinhadas ao padrão de comportamento sustentável, incentivando a redução da geração de gases de efeito estufa. 

INVENTÁRIO 2024 CONFIRMA AVANÇOS - O Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (IGEE) 2024 da Sanepar trouxe melhorias metodológicas no levantamento dos estoques de carbono da Companhia. Durante o processo de verificação, unidades operacionais foram visitadas para atestar a rastreabilidade dos dados, disponíveis no site do Registro Público de Emissões: https://registropublicodeemissoes.fgv.br/geral/participantes

A Sanepar é pioneira na elaboração do inventário de gases de efeito estufa. Desde 2008, realiza a quantificação e qualificação de suas emissões por meio de um Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (IGEE) e, desde 2010, a Sanepar publica esses IGEE na plataforma do Programa Brasileiro GHG Protocol. O inventário da Sanepar já recebeu por 9 vezes o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol. 

Pela primeira vez empresa compra créditos de carbono de projetos sustentáveis, reforçando o compromisso com a agenda climática

Socioambiental
Sede da Sanepar em Curitiba será neutra em carbono
Curitiba
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Autoridades avaliam condições de rios da RMC e avanço de obras hídricas no Paraná

Enviado por Monica Venson em

Representantes da Sanepar e do Governo do Estado do Paraná fizeram, nesta segunda-feira (18), um sobrevoo sobre a Região Metropolitana de Curitiba (RMC) para avaliar as condições ambientais dos principais rios que compõem a bacia do Rio Iguaçu. O objetivo é acompanhar o projeto da Reserva Hídrica do Iguaçu, voltado à segurança hídrica da capital e municípios vizinhos. 

Participaram do sobrevoo o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, o diretor de Meio Ambiente e Ação Social, Julio Gonchoroski, e o secretário estadual da Administração e Previdência, Luizão Goulart. Durante o trajeto, foram observados trechos dos rios Atuba, Belém e Rio Pequeno — todos impactados pela urbanização e com papel estratégico no abastecimento da RMC. A Reserva Hídrica do Iguaçu prevê a recuperação de áreas de várzea, a interligação de antigas cavas para formação de lagos e a criação de espaços de lazer e preservação ambiental ao longo de cerca de 150 quilômetros, entre Curitiba e Porto Amazonas. O projeto é executado em parceria entre a Sanepar e o Instituto Água e Terra (IAT), com apoio dos municípios da região. 

Durante o voo, os representantes também acompanharam o andamento das obras da Barragem do Miringuava, em São José dos Pinhais. O reservatório, que terá capacidade de 38,2 bilhões de litros, está em fase final de limpeza para início do enchimento. 

Desde janeiro, a Sanepar promove ações de resgate da fauna e flora na área da barragem. Mais de 900 animais silvestres foram resgatados, realocados ou afugentados, com apoio de uma equipe multidisciplinar formada por veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos ambientais.

 

Ao longo de 150 quilômetros, a Reserva Hídrica do Iguaçu prevê a recuperação de áreas de várzea e a interligação de antigas cavas para formação de lagos e a criação de espaços de lazer e preservação ambiental

Institucional e Governança
Autoridades avaliaram as condições dos rios que integram a Reserva Hídrica do Iguaçu
RMC
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Programas e Projetos
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Parceria Núcleo Habitacional Urbano - COHAPAR

Enviado por Kamylla Michel… em

A Parceria de Núcleo Habitacional Urbano tem por objetivo a implementação de ações nas áreas de abastecimento de água, esgotamento sanitário e recuperação ambiental em empreendimentos habitacionais de interesse social e assentamentos precários em processo de regularização fundiária, em que haja atuação da COHAPAR, para fins de atendimento, em áreas urbanas, as famílias de baixa renda, em municípios que a Sanepar mantém prestação de serviços de água e coleta e tratamento de esgoto vigente, conforme a disponibilidade de re

Arrecadação da Taxa de Coleta de Lixo

Enviado por Kamylla Michel… em

O serviço de arrecadação da taxa de coleta de lixo na conta de água/esgoto da Sanepar destina-se aos Municípios em que a Companhia oferece os serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário. Esse serviço é prestado mediante a manifestação da municipalidade, formalizada por meio de Ofício e respaldada por legislação específica aprovada pelo Poder Legislativo.

Sanepar conclui mais uma etapa da obra que moderniza e amplia a captação de água em Arapongas

Enviado por Giovanna Migot… em

Cerca de 50 profissionais, entre engenheiros civis, eletricistas, mecânicos, técnicos eletromecânicos, técnicos em edificações e de segurança, soldadores, caldeireiros, montadores e pedreiros, trabalharam na segunda etapa de interligações dos novos equipamentos da obra de ampliação do Sistema Produtor de Água de Arapongas.

O trabalho, que envolveu equipes da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e das empreiteiras SED Automação e Instalações Ltda. e Bosch Metal Liga Ltda. durou 22 horas entre a madrugada de domingo (17) e desta segunda-feira (18), foi considerado muito bem sucedido. O abastecimento, interrompido durante a realização das interligações, foi retomado e deve se normalizar ao longo do dia.

“Foram dois fins de semana para a realização de importantes etapas da obra de ampliação do sistema de Arapongas. Um serviço de altíssima complexidade, que envolveu profissionais de diferentes áreas. Toda a nossa diretoria acompanhou a evolução da obra e está muito satisfeita com o sucesso desta grande equipe”, afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

O empreendimento tem investimentos de R$ 4,47 milhões e deve ser concluído nos próximos meses. O gerente regional da Sanepar em Arapongas, Leonardo Violin, conta que a obra consiste na substituição de todo o sistema de barrilete (conjunto de conexões) de duas estações elevatórias de água in natura, da unidade de captação de água da Sanepar no Ribeirão Apertados, com complementos para a interligação de dois novos reservatórios hidropneumáticos (RHOs), com 10 e 15 mil litros de capacidade cada. Estes equipamentos são responsáveis por proteger as tubulações em casos de interrupção no sistema de captação. No início da interrupção ou na retomada do abastecimento, quando a água se movimenta com variação de pressão e velocidade, no conhecido como golpe de aríete, os RHOs contribuem para evitar danos nos equipamentos.

Na primeira e segunda etapa de interligações, nos dias 27 de julho e 17 de agosto, foram substituídas as tubulações e registros com diâmetros que variam entre 150 e 450 milímetros, de ferro dúctil por aço. A vazão das unidades que é de 900 metros cúbicos por hora (m3/h) vai para 1.125 m3/h. 

“Essa obra é de suma importância, porque ela vai dar um incremento de 25% na produção do sistema que abastece o município de Arapongas. Estamos substituindo toda a tubulação, então é uma obra mecânica, hidráulica, elétrica e de automação. Vai otimizar o sistema e vai possibilitar a operação do terceiro conjunto de motobomba. Aproveitando a estrutura existente e as adutoras existentes, vai dando este incremento de vazão, atendendo o crescimento populacional do município”, resume Violin.

COMPLEXIDADE – Muitos equipamentos foram utilizados para vencer os desafios da obra de ampliação do sistema de captação de água da Sanepar no Ribeirão dos Apertados. Caminhões Munck, com capacidade de carga para içamento de 45,5 toneladas, talhas, monovias, máquinas de solda, parafusadeiras e lixadeiras, além de martelos e chaves de fenda, foram usadas no trabalho intenso que durou 20 e 22h, respectivamente.

O serviço deste fim de semana começou às 4h na madrugada do domingo e foi finalizado no início da madrugada desta segunda-feira (18). Com ajuda de refletores para trabalho no período noturno e a disponibilidade de gerador de energia para o caso de alguma emergência, os cerca de 50 profissionais envolvidos se revezaram para concluir o serviço com segurança e no menor tempo possível.
 

 

Interligação de novos equipamentos durou 22 horas e já representa melhoria no abastecimento na cidade

Água
operário, devidamente equipado e com ferramentas, aperta parafusos em  uma conexão de tubulação operário, devidamente equipado e com ferramentas, aperta parafusos em  uma conexão de tubulação Obra moderniza e amplia captação do Ribeirão Apertados em Arapongas (by Jesu Campos)
Complexidade da obra exigiu 50 profissionais e mais de 20 horas de trabalho (by Andrei Garcez)
Complexidade da obra exigiu 50 profissionais e mais de 20 horas de trabalho (by Andre Pegoraro)
Complexidade da obra exigiu 50 profissionais e mais de 20 horas de trabalho (by Giovanna Fonseca)
Investimento de R$ 4,4 milhões garante abastecimento com qualidade e maior quantidade (by Jesu Campos)
Investimento de R$ 4,4 milhões garante abastecimento com qualidade e maior quantidade (by Jesu Campos)
Investimento de R$ 4,4 milhões garante abastecimento com qualidade e maior quantidade (by Jesu Campos)
Equipe da Sanepar, engenheiros e técnicos que fiscalizaram a obra (by Giovanna Fonseca)
Leonardo Violin, gerente regional da Sanepar em Arapongas (by jesu campos)
Arapongas
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Sanepar capta recurso para expansão do sistema de esgoto com apoio de fundo climático

Enviado por Monica Venson em

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) concluiu a captação de R$ 375 milhões por meio do Eco Invest - uma linha de financiamento vinculada ao Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FNMC). A operação foi coordenada pelo Banco do Brasil e a Oliveira Trust e marca a primeira transação da Sanepar dentro do programa federal voltado a investimentos sustentáveis em infraestrutura de saneamento.

Os recursos serão aplicados na ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) CIC Xisto, em Curitiba. Os investimentos beneficiarão cerca de 700 mil habitantes da Região Metropolitana de Curitiba.

“Esta captação de recursos demonstra o envolvimento da Sanepar na busca de uma agenda ambiental focada em práticas de ASG (sigla para Ambiental, Social, Governança)”, comenta o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley. A linha de crédito utiliza o modelo de blended finance — financiamento misto que combina recursos públicos e privados para alavancar investimentos sustentáveis. Essa abordagem reduz os custos de capital para projetos com alto impacto socioambiental, superando barreiras financeiras típicas do setor. Os projetos selecionados atendem aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, com ênfase nos ODS 3 (Saúde e Bem-Estar), 6 (Água Potável e Saneamento) e 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis).

FINANCIAMENTO BENEFICIA POPULAÇÃO E MEIO AMBIENTE - Estes recursos serão aplicados em obras na Estação de Tratamento de Esgoto CIC Xisto, que terá ampliada a sua capacidade de tratamento de esgoto de 490 para 1.368 litros por segundo.

A estação passará por uma modernização tecnológica, com a substituição do processo anaeróbio por tratamento aeróbio. As obras vão aumentar a eficiência operacional da unidade, contribuindo para melhorar a qualidade da água do Rio Barigüi.

A intervenção faz parte do Plano Plurianual de Investimentos da Sanepar, que já garante 100% de cobertura de água tratada e 99,3% de coleta e tratamento de esgoto em Curitiba.

PRÊMIO TRATA BRASIL - Na última semana, a capital paranaense foi premiada na 9ª edição do Prêmio Casos de Sucesso em Saneamento Básico Trata Brasil. A cidade de Curitiba, conforme  ranking geral do saneamento de 2025 do Instituto Trata Brasil (ITB),  é a primeira nos indicadores que abrangem a universalização, sendo a única capital do País que já atingiu as metas do Novo Marco Legal do Saneamento Básico, com nota 10 nos quesitos atendimento de água tratada, coleta e tratamento de esgoto.

Recursos serão investidos na ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto ETE CIC – Xisto

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Recursos serão aplicados na ampliação da ETE CIC Xisto
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